Olá Divosos viajantes. Hoje trago esse filme que tinha potencial, mas acabou sendo mediano. E mais uma vez estou trabalhando em editar minhas postagens mais antigas. Editado em 19/04/2026
Ano de lançamento 2021
Duração 1h 39m
Direção Ian Samuels
A HISTÓRIA
Mark ( Kyle Allen) acorda dia após dia vivendo os mesmos acontecimentos pontualmente de um único dia específico. Apesar de saber como o dia vai ser, ele se sente um pouco solitário por ser o único a estar vivenciando esse looping infinito e não importa o que faça, quando chega meia noite tudo volta no tempo e ele acorda naquele dia específico, embora tenha as lembranças de tudo que aconteceu. Então um dia algo muda na rotina, quando uma garota entra em cena e assim como apareceu, some misteriosamente. Ansioso para chegar o dia seguinte, ele vai para o mesmo lugar a fim de encontrar a garota novamente, mas assim como ele, ela também está presa nesse looping e os dois passam a viver esse dia juntos. Margareth ( Kathryn Newton) mexe com os sentimentos de Mark, mas ao contrário dele, que quer encontrar um modo de voltar aos dias normais, Margareth só quer curtir e aproveitar esse dia.
Trailer
Minha reação quanto ao filme:
No início senti muita solidão pelo Mark ser o único a estar ciente do que acontecia no dia e quando a Margareth apareceu, sempre indo embora as 18 hrs era muito intrigante, mas você começa a entender mais depois que percebe que ela tem motivos para querer ficar nesse dia para sempre. Talvez se ela tivesse dito desde o início seus motivos para ficar presa nesse dia, poderiam ter aproveitado mais... Quero dizer, muito mais... no início quem não acharia interessante repetir o mesmo dia mas fazendo algo para mudá-lo? Claro que, depois de um tempo fica cansativo mesmo.
O mais interessante é que com o tempo Mark passa a ajudar as pessoas, já que conhece a rotina desse dia em específico. E não importa o que faça, seja uma ação boa ou ruim, quando o dia termina, ele acorda para viver o mesmo dia novamente. Embora para todas as outras pessoas estejam vivendo esse dia pela primeira vez, Mark já cansou dessa rotina. Até que, uma garota entra em cena e muda o dia dele, o que até então era impossível de acontecer. A garota é Margareth e os dois passam a enfrentar o mesmo dia juntos, mas quando chega uma determinada hora do fim da tarde, Margareth vai embora.
Mark sempre acreditou que o motivo do loop era ele, até se machucar e parar no hospital. Lá ele vê Margareth e entende o motivo dela sempre fugir tal hora e depois de encontrá-la, ela diz que a culpa do loop pode ser dela, por não estar preparada para se despedir de sua mãe, mas que agora que o conheceu, ela pode seguir em frente.
Não é um filme extraordinário, mas dá para se distrair sem compromisso. Pelo menos os dois conseguiram se divertir diversas vezes e Margareth conseguiu seguir em frente com Mark. A única coisa que irrita nessas histórias é quando algum personagem tem um segredo. Se Margareth tivesse contado desde o início onde ia as 18 horas, teria mudado alguma coisa? Mark teria ajudado mais a fazendo aproveitar esses dias? O que de certa forma aconteceu, mas acho que ele não era tão insensível que não fosse entender os motivos dela querer ficar presa nesse dia e aproveitar mais. Achei a proposta interessante. Inicialmente Margareth ser misteriosa parecia ser bom, mas ainda acho que ela poderia ter sido mais honesta com ele. E eu me perguntava por que de repente ela apareceu, mas assim como Mark, ela deveria estar experimentando coisas diferentes e então foi parar na piscina aquele dia.
O que parecia ser apenas uma história divertida, acaba ficando meio dramática com a revelação de Margareth, mas o romance dentro desse drama não deixa de ser fofinho. Toda pessoa que descobre estar vivendo um loop, mesmo que por um tempo seja divertido, no fim acaba querendo descobrir como sair disso. O fato de Margareth ser o contrário, de querer aproveitar esse dia várias vezes sem dizer o porque, foi interessante não nego. Ser misteriosa é intrigante. Mas com o tempo, fica chato se você só diz que quer aproveitar o dia. O mesmo dia? Só se tivesse algo de muito bom que acontecia com ela. O que em partes era isso, mas. Felizmente ela entendeu e conseguiu quebrar o ciclo. Na época achei meio decepcionante, mas relembrando a história, é compreensível.
Minha nota de satisfação pessoal 6/10
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