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quarta-feira, 17 de junho de 2026

Divagando e chorando com Um amor para recordar no Divagando Sempre

 

Olá Divosos queridos apaixonados. Essa semana estou querendo chorar e escolhi filmes justamente para isso. Mas, por enquanto somente esse conseguiu atingir esse propósito. 







A HISTÓRIA 

Landon é um jovem sem metas e irresponsável que anda com más companhias. Uma noite, ele e seu grupo de amigos, pregam uma peça em um garoto que gostaria de fazer parte do grupo. Inocente, o jovem aceita o desafio e quase fica paraplégico. Seus amigos conseguem fugir mas Landon é pego. Ele conta uma mentira e só leva uma punição do diretor da escola, que é além de estudar, fazer trabalhos comunitários e participar de uma peça de teatro que está sendo montada na escola. Lá, ele acaba se aproximando de Jamie Sullivan. 

Jamie é filha do pastor da cidade, estudiosa, religiosa e sempre tem esperanças na humanidade. Embora todos falem mal dela pelas costas, ela não liga. Há dois anos ela descobriu algo sobre sua saúde por isso, tenta viver normalmente sem muito alarde. Até se aproximar de Landon. Inicialmente ele é forçado a participar das mesmas atividades que ela por causa da punição, mas gradativamente, ao passar mais tempo com ela, ele vai mudando suas perspectivas sobre o mundo e em como mesmo com o que ela tem passado, sua Fé seja algo tão grandioso que mesmo sofrendo, ela é grata pela vida. 

Mas antes de aceitar seus sentimentos por Jamie, Landon sentia vergonha de ser visto com ela, por esse motivo, Jamie para de ajudá-lo com a peça. Mas por algum motivo que ele não entende, ele vai atrás dela tentando consertar a situação e ficar bem com ela novamente. Mas somente após a realização da peça, que onde provavelmente ele se apaixona por ela que tudo muda. Mas ele quebrou a promessa que fez a Jamie quando disse que não se apaixonaria por ela e ela tinha um grande motivo para pedir isso a ele e quando ele descobre, é devastador. 

Embora qualquer um fugiria em seu lugar, ele escolheu Jamie e realizou todos os seus sonhos. 







Minhas divagações 

É disso que estou falando. Foi o filme mais triste que vi até agora. Corrigindo, essa semana. Chorei de soluçar. E isso que já vi esse filme várias vezes e todas elas sempre choro. A história de Jamie e Landon pode até ser clichê, mas amo cada detalhe dessa história. Então vamos começar pelo início. 

Jovens. Que jovens estudantes do ensino médio populares de cidade pequena não vão pregar peças em estudantes introvertidos menos populares que desejam ser populares? Porém, a gente sabe, visto de fora, os populares parecem serem legais, mas o grupinho de Landon? Eu jamais ia querer fazer parte desse grupo. Baderneiros, as meninas desesperadas para ficarem com os meninos, a tal da Belinda por exemplo, se achava a tal, fazia bullying com quem ela achava inferior e se jogava pra cima do Landon, mesmo sabendo que ele não estava mais a fim dela. E por ciúme o que ela fez? Tentou difamar a Jamie. 

Mas, no final, todos se redimem e não eram de todo ruins. Mas Landon sempre foi o diferente e Jamie sempre sentiu isso. Qualquer outro jovem teria desistido dela quando ela lhe contou sua condição de saúde, mas ele ficou e fez ainda mais por ela. Existe amor assim? Difícil. Ainda mais nessa idade. 

O pai de Jamie. Por ser pastor, por ver como os jovens se comportam na igreja, por conhecer Landon, ele seria o mais improvável em aceitar a relação entre Jamie e Landon. Mas, a única coisa na qual ele era contra, era o fato dela ainda não ter contado sobre sua saúde. Ela deixou chegar ao extremo onde os dois estavam perdidamente apaixonados para confessar seu segredo. E mesmo assim, ele ficou ao seu lado. 

Digam o que quiserem, mas, eu achei que os dois tiveram uma química incrível. O modo como ele a olhava, principalmente quando ela cantou na peça da escola e quando ele colocou o decalque de tatuagem no braço dela. O modo como ele guardou na memória as coisas que ela disse uma vez só, que faziam parte de sua lista de coisas para fazer. O que ele não sabia ainda era o quão importante essa lista era para ela, considerando seu tempo. Sempre amei esse filme pelo amor improvável dos dois, ou não né. Mas, ele fazendo as coisas para ela, ele jamais pensando em desistir dela, mesmo sabendo quem era seu pai, mesmo ela se afastando depois de lhe contar sobre a doença, ele preparando o telescópio com as próprias mãos. Gente, quem não gostaria de terminar seus dias sabendo que foi tão amada mesmo com tão pouco tempo nessa terra? 

E, quem não se emocionou quando Landon visita o pai da Jamie e ele diz ao pastor que só não conseguiu realizar o sonho de Jamie que era ver um milagre. A resposta do pai dela me levou as lágrimas novamente. Toda vez que eu pensava que estava me recuperando, vinha outra cena e eu chorava horrores. E por Mandy Moore ser cantora, a cena dela cantando na peça, que maravilhosa. As músicas do filme também são boas. E mais uma vez, achei química entre Mandy e Shane foi incrível. O filme continua tão bom e tão triste quanto me lembrava. Valeu a pena rever. Recomendo. 

E aqui a música que mais amo dela.





Ano de lançamento 2002

Duração 1h 42m

Direção Adam Shankman

Elenco Mandy Moore, Shane West


Nota pessoal 10/10

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Divagações sobre Van Helsing: o caçador de monstros no Divagando Sempre

 

Olá Divas e Divos caçadores. Hoje trago um dos antigos. 






A HISTÓRIA 

Na Transilvânia, em 1887, o Dr. Victor Frankenstein, auxiliado por seu assistente Igor e financiado por Conde Drácula, cria um monstro onde Drácula tem um propósito para o utilizar, onde Victor é contra e morto. Igor, secretamente já era aliado de Drácula. Uma multidão enfurecida invade o castelo e o monstro carrega o corpo de Victor até o moinho, onde é incendiado pela população e supõe-se que morreram no incêndio. 

Van Helsing é um caçador de monstros que trabalha para Os Cavaleiros da Ordem Sagrada, uma organização secreta que protege a humanidade, mas não tem memorias de sua vida antes disso. Porém, os métodos de Van Helsing acabaram o deixando famoso. A Ordem então o manda para a Transilvânia, após um ano da morte de Victor, para destruir Drácula e proteger os últimos descendentes Valerious, uma antiga família romena, que jurou acabar com Drácula. Lá, ele conhece Anna, que acabou de perder o irmão na luta contra um lobisomen.

Sem muito entusiasmo, Anna se junta a Helsing na caça ao Drácula, mas principalmente porque acredita que poderá salvar seu irmão. Porém, ele virou um lobisomen e obedecer ordens de Drácula. Helsing e Anna descobrem qual o propósito de Drácula e encontram a criatura de Frankenstein. Mas, em uma luta contra o irmão de Anna, Helsing acaba sendo mordido. Drácula possui a cura e Anna e Helsing vão atrás de descobrir o castelo secreto de Drácula, antes que Helsing se transforme por completo. 








Ano de lançamento 2004

Duração 2h 11m

Direção Stephen Sommers

Elenco Hugh Jackman, Kate Beckinsale, Richard Roxburgh, David Wenham



Trailer 





Minhas divagações 

Acho que já tinha visto esse filme anos atrás. Mas, confesso que apesar de amar os filmes de Hugh Jackman e histórias de vampiros, este filme em particular, ficou meio chatinho depois que a Anna entrou em cena. Enquanto Van Helsing lutava sozinho contra o Dr. Jekyll, foi muito interessante. Ele parecia um caçador muito top. Então, quando foi mandado para a Transilvânia com seu ajudante Carl, um Frei e inventor de armas, parecia promissor até encontrarem Anna. No início, quando ela e seu irmão lutavam contra um lobisomen, ela parecia uma guerreira. Mas, quando Helsing aparece na cidade, ela se tornou bem chatinha na verdade. 

Essa é uma daquelas histórias onde do nada, o caos acontece. Drácula dominava a cidade e por mais que a população soubesse de sua existência, permitiam que ele ficasse ali, pois eventualmente ele se alimentava de um ou outro camponês. Foi Van Helsing chegar e matar uma das noivas de Drácula e a população ao invés de ser grata, o vê como o cara mau. Eu não suporto essas histórias de vampiros de época porque, Drácula é sempre ridículo de feio e suas amantes são sempre apelativas sexualmente. Fora que óbvio que Drácula teria um plano maléfico em mente. Acha mesmo que ele aceitaria conviver com humanos pacificamente se alimentando de um humano por mês? 

O interessante do filme foi terem mesclado as histórias de Drácula, Frankenstein e lobisomens. O mais curioso é a atriz que interpreta Anna, Kate Beckinsale ter acabado de lançar o filme Anjos da noite: Underworld, que consiste esse universo de caçadores de monstros. Talvez por isso sua personagem tenha sido dessa forma. Tudo bem que sua família consistia em caçadores, mas achei ela muito prepotente. E talvez por Helsing ter perdido suas memórias, ele soubesse que as tradicionais armas contra vampiros, não funcionasse em Drácula. O lado bom é usarem a lenda de matar o líder e todos aqueles em que ele transformou também morrerem.

Os efeitos especiais não vou mentir, não achei grande coisa. A história em si foi interessante. Tirando a teimosia de Anna, mas ela se redimiu no final. O que sempre vou gostar nessas histórias, é quando o caçador tem um companheiro. Todas as vezes é alguém estabanado, medroso ou muito engraçado. Mas que sempre é de grande ajuda. 

Embora Helsing seja um ótimo caçador, imaginei que ele fosse bem mais inteligente do que realmente foi. Quando Drácula sugere trocar Anna pelo monstro em um baile de máscaras, claro que era uma armadilha. Embora Helsing tenha ido preparado para salvá-la e enfrentar Drácula, foi muito ingênuo deixar o monstro escondido daquela forma, sabendo que Drácula teria seus meios de encontrá-lo. 

Uma coisa sempre questionável nas histórias de vampiros, é a questão da procriação. Como Anna salientou, são seres mortos, como podem procriar? Mesmo que Drácula tivesse o plano de fazer seus filhos viverem, como que ao menos, chegarem naquele nível?  Mas enfim... 

Não posso exigir muito pois ainda era início dos anos 2000. Mas, confesso que esperava mais, principalmente do Helsing. Achei Drácula mais engraçado do que qualquer outra coisa. Mas a criação de Frankenstein é sempre subestimada. Por sua aparência ser terrível, ele é temido e considerado um monstro. Quando na verdade ele não deseja o mal a ninguém. O verdadeiro mal sempre foi seu criador. Seu final foi como no filme mais recente de Frankenstein que saiu. Ele foi julgado, condenado mas acabou sozinho. Mas, a história da criação de Drácula foi interessante. Afinal, como apareceu o primeiro vampiro? Mas ele era o primeiro? Se for destruído então acabou os vampiros?

E o que aconteceu com Helsing e Carl? Embora tenham destruído Drácula, não conseguiram proteger os descendentes Valerious. E seu trabalho continua? Enfim, foi mediano para mim. 


Nota pessoal 6/10

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

[Review/crítica pessoal] A casa do lago (The Lake House) - Divagando Sempre

 

Olá Divas e Divos. As vezes o amor pode esperar, pode ultrapassar o tempo e pode parecer improvável. 






A HISTÓRIA 

Em 2006, Kate Foster, uma médica, está deixando a casa do lago em que alugava em Wisconsin, para morar em Chicago. Antes de ir embora, ela deixa uma carta na caixa de correio para o próximo morador, pedindo que encaminhe suas correspondências e avisando sobre marcas de patas que levam até o caminho da casa que já estavam lá e sobre uma caixa no porão. 

O novo morador é Alex Wyler, um arquiteto, que ao chegar na casa encontra a carta de Kate, mas estranhando os fatos que ela disse ter na casa. Que pegadas? Que caixa? Acontece que Alex está no ano de 2004. Quando estava pintando o caminho até a casa, um cachorro misterioso aparece e faz as pegadas. Ele então deixa um bilhete na caixa de correio e recebe uma resposta. 

Kate, após seu primeiro dia de trabalho no novo hospital, acaba perdendo seu primeiro paciente em um acidente bem na sua frente. Devastada, ela retorna a casa do lago onde encontra uma carta resposta misteriosa do novo morador. Porém, acabam percebendo que estão no mesmo local mas com diferença de dois anos. Inacreditável mas eles continuam a conversar dessa maneira. Alex consegue conhecer Kate no seu tempo, mas, ela ainda estava namorando na época e como ele poderia se apresentar se ela ainda não sabe de sua existência? Então, eles decidem se encontrar dois anos depois para Alex e um dia depois para Kate. Porém, Alex não aparece e decepcionada ela pede para ele não lhe escrever mais. Dois anos se passam e Kate acaba descobrindo o por que dele não ter ido ao restaurante aquele dia. Ela então corre para a casa do lago e escreve para Alex, porém, ela acredita que seja tarde demais. 









Ano de lançamento 2006

Duração 1h 39m

Direção Alejandro Agresti

Elenco Sandra Bullock, Keanu Reeves, Dylan Walsh, Christopher Plummer



Trailer 





Minhas divagações 

Não sei porque motivo, sempre achei que esse filme era de terror, pelo título. Provavelmente estava me confundindo com outro filme. Claro que vi uma cena no shorts do YouTube e me deu vontade de conferir a história. A única cena que vi, foi a da Kate olhando um desenho e descobrindo o que havia acontecido com o pintor. Claro que peguei spoiler nos comentários quando fui ver o nome do filme, mas nada que atrapalhasse a mágica da história. 

Gente, eu amo esses filmes de romance dos anos 2000 e dos anos 90. Sinceramente? Me fez até ter vontade de me apaixonar novamente. Claramente Sandra Bullock e Keanu Reeves tinham muita química. E apesar da improbabilidade da história, quem não desejou um final feliz para Kate e Alex?

Muitas vezes já disse sobre histórias de viagem no tempo, loop temporal e coisas do tipo. São completamente insanas e confusas. Aqui, o negócio é a improbabilidade. Como seria possível você estar no mesmo local que outra pessoa mas dois anos a frente? Dois anos de diferença que Alex conseguiu encontrar Kate, mas o contrário não foi possível. Por que? Claro, tem o detalhe importante do início, mas como conseguiriam se encontrar com essa diferença? Foi só isso que me pegou. Mas em questão de tempo, prefiro não enlouquecer pensando nisso. 

Mas, achei a história bem interessante e como cada um tinha seus problemas pessoais mas se encontravam um no outro. Aquela mulher que ficava correndo atrás do Alex, nada a ver. E o namorado da Kate? Achei injusto quando ela ficou decepcionada com o Alex por não ter aparecido no restaurante e voltado com o ex. Ela deveria ter acreditado nele quando ele disse que deveria ter acontecido algo para ele não ter ido. E mesmo sendo algo improvável de se conhecer o amor da sua vida que está dois anos atrás de você, qual o sentido de voltar para o ex, sendo que ela não o amava? Independente se ele a amava ou merecesse ficar com ela, seria injusto depois largar tudo pelo Alex. Só essa parte que achei mal trabalhada. Acho que ela deveria ter ficado sozinha. Ainda assim poderia ter encontrado a pintura de Alex e descoberto o que lhe aconteceu e mais, não ficaria com alguém só por conveniência.

Querendo ou não, achei meio injusto que Alex no passado sabendo da existência de Kate não tinha mais ninguém. Na verdade ele fazia o tipo solitário. A história com o pai também acabou sendo emocionante e entendemos o amor de Alex pela casa do lago e o motivo dela ter alugado depois. Porque não fazia sentido isso, mas depois que entendemos o que aconteceu com Alex, fica claro, porque de que outra forma ele deixaria a casa? E esse cachorro deles? Quem foi o dono primeiro? Se a Kate encontrou o irmão do Alex no tempo dela, encontraria o próprio sabendo de sua existência? Eu me confundia muito com essas questões, mas era melhor não pensar muito. 

Esses filmes românticos de antigamente são muito melhores do que os de hoje em dia. Eu amo rever esses filmes e sentir essa magia de romance no ar. Hoje em dia um dos parceiros morre, ou tem uma doença incurável ou algo assim. As vezes é bom retornar ao passado e ver esses romances água com açúcar. E claro, Sandra e Keanu juntos novamente? Vale muito a pena. Preciso rever Velocidade Máxima com esses dois. 


Nota pessoal 10/10

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

[Review/crítica pessoal] Ghost Town: um espírito atrás de mim - Divagando Sempre

 

Olá Divosos. Hoje trago esse filme que não sei porque foi parar na minha lista mas foi divertido até. 






A HISTÓRIA 

O dentista Dr. Pincus, passa por um procedimento de colonoscopia e pede por anestesia geral. Porém, ele acaba tendo uma parada cardíaca morrendo por 7 minutos. Agora, ele passa a ver os mortos e estes, sabendo que ele pode vê-los, passam a seguí-lo tentando fazer com que ele resolva seus assuntos inacabados e assim partir para a luz. Porém, Pincus é um homem solitário e rabugento que tenta evitar esses fantasmas a todo custo. Mas um em particular é extremamente persistente e garante que se Pincus o ajudar, mandará todos os outros se afastarem dele. Com apenas um deles para lidar, Pincus considera ajudá-lo. 

Frank morreu em um acidente deixando sua esposa Gwen. Após um ano de seu falecimento, agora ela está com outro homem e pretende se casar novamente. Acontece que Frank não acha o homem adequado e acredita que este está tentando dar um golpe na ex esposa. Assim, ele tem a ideia de Pincus se aproximar de Gwen e fazê-la desistir de se casar com o outro homem e assim Frank pode ir para a luz. No entanto, Pincus acaba se apaixonando por Gwen e descobre que o que mantém Frank aqui ainda é a própria Gwen. 







Ano de lançamento 2008

Duração 1h 42m

Direção David Koepp

Elenco Ricky Gervais, Téa Leoni, Greg Kinnear, Aasif Mandvi



Trailer 





Minhas divagações 

Não faço ideia do motivo de ter colocado esse filme na minha lista. Vi em um shorts no YouTube mas não lembro a cena. Me pareceu interessante pelo fato de Pincus ver os fantasmas, mas, confesso que esse tema é bem batido na verdade. Me lembrou um filme antigo do Robert Downey Jr que era perseguido por quatro fantasmas que queriam que ele resolvesse seus assuntos inacabados. Mas diferente daqui, Robert levou anos para entender o que precisava fazer. Pincus apenas não queria se envolver. 

Desde o inicio vemos que Frank é um golpista e ainda por cima traía a esposa. Sua morte deixou marcas em Gwen porque só assim ela descobriu sua traição. Vivendo preso ainda no plano terreno, quando ele percebe que outro ser humano pode vê-lo, ele tenta convencer Pincus a ajudá-lo. Porém, não é só Frank que precisa de ajuda, muitos outros ficam colados em Pincus esperando uma chance de resolver também seus assuntos pendentes. Mas Pincus vai demorar para ceder seu tempo em ajudar alguém. 

Apesar da trama parecer dramática, achei mais cômica do que qualquer outra coisa. Primeiro, o exame que Pincus foi fazer, já começa de modo hilário quando ele vai preencher sua ficha, eram perguntas que faziam sentido. Depois ele recebe alta mas ninguém teve a capacidade de lhe informar que teve uma parada cardíaca durante o procedimento. Depois que ele começa a ver os fantasmas, sua vida muda um pouco. Querendo ou não, ele acaba tendo mais contato social, mesmo que seja por causa dos fantasmas. E, embora o caso de Frank parecesse uma coisa, no final era outra. 

No mais, foi interessante ver as mudanças de Pincus. Gosto quando o personagem tem um crescimento significativo e ele acaba vendo que a vida e as pessoas podem ter muito mais a oferecer do que apenas histórias chatas para contar. No entanto, não é um filme excepcional ou inesquecível. Mas foi divertido em determinados momentos. Apesar que me identifiquei muito com Pincus. 

Embora ele tivesse um sócio no consultório odontológico, ele evitava ao máximo contato social. Mesmo com seus pacientes ele evitava manter conversas, embora uma paciente em particular, embora falasse e falasse e Pincus nunca prestou atenção, sua história acabou sendo triste, mas o modo como Pincus acabou ajudando, foi lindo. 

Ver como as vezes nos afastamos das pessoas nos isolando, é meio deprimente, mas muitos acabam assim pelas experiências tristes e traumáticas que passamos ao longo da vida. Foi o que houve com Pincus. Embora tenha conhecido uma mulher fantastica, alem de ser viuva de um homem que não saía do seu pé, ainda estava para casar com outro, que não era de todo ruim, mas com certeza ela merecia algo melhor. 

Só acho que de tantos espíritos que o perseguiram no início, enquanto havia decidido ajudar alguns, poderia ter sido um número maior com algumas dificuldades ou fatos emocionantes, para vermos como Pincus havia mudado depois de vê-los. E conhecendo suas histórias, ele poderia valorizar mais seu tempo enquanto ainda estava vivo, pois vendo o sofrimento daqueles que perderam alguém que amava, ele se tornasse mais empático e humano. 

Mas fora isso, teve seus momentos divertidos. Acho que Frank e Gwen poderiam ter sido mais trabalhados em suas histórias, para ter um peso maior no pedido de ajuda de Frank. A forma como ele morreu e ainda mostrando que estava traindo a esposa, não fez muito sentido ele querer salvá-la de um possível golpista, sendo que ele foi bem pior com ela. Acho que poderiam ter tido uma história melhor, sem a traição e ela de fato estivesse com alguém mal. Se bem que, com apenas um ano de luto, só alguém traída já se casaria com outro. Ou, Frank poderia ainda estar preso no plano terreno porque ela o amava e não conseguia deixá-lo ir, assim, Frank tentaria encontrar alguém decente para ela. Mas aí sou eu indo além como sempre. Dificultando o que é mais simples. 

Nota pessoal 7/10

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

[Review] Ponte para Terabitia - Divagando Sempre

 

Olá Divas e Divos. Essa história marcante é de destruir qualquer um. 






A HISTÓRIA 

Jesse é um estudante da quinta série, que mora com seus pais e mais quatro irmãs. Ainda divide o quarto com May Belle e vão juntos a mesma escola. Jesse precisa fugir da valentona da escola Janice enquanto é atormentado pelos colegas de sala Hoager e Fulcher. Um dia, chega uma aluna nova que acaba sendo vizinha de Jesse. Após um desentendimento inicial onde Leslie ganha uma corrida entre todos os garotos, ela e Jesse se tornam amigos. 

Todos os dias após as aulas, Jesse e Leslie saem para brincar juntos e encontram um local perfeito para suas imaginações. Eles encontram uma casa na árvore abandonada e a reformam, criando seu local seguro, que chamam de Terabitia. Nesse local eles enfrentam inimigos poderosos como trolls gigantes ou pássaros enormes que querem destruí-los. 

Jesse passa um dia com a familia de Leslie e Leslie vai a igreja um dia com Jesse e sua familia. Uma professora nova chega na escola e um dia convida Jesse para ir ao museu com ela. Em um momento de egoísmo, ele nem pensa em Leslie e se diverte com a professora no museu. Mas ao chegar em casa, recebe a pior notícia de sua vida. 











Ano de lançamento 2007

Duração 1h 36m

Direção Gábor Csupó

Elenco Josh Hutcherson, Anna Sophia Robb, Bailee Madson, Robert Patrick, Kate S. Butler, Zooey Deschanel




Trailer 





Minhas divagações finais 

Como qualquer obra que eu tenha visto anos atrás, com certeza minha memória é muito falha. Não lembrava que a família de Jess, tinha tantos filhos. E as mais velhas eram muito folgadas e maltratavam o próprio irmão. Acho que ele era mais ligado a irmãzinha May Belle. A família de Jesse era tipicamente aquela que sofre problemas financeiros e tem um monte de filhos. E Jesse por ser o único menino, sofria mais nesse meio. As mais velhas eram insuportáveis e típica adolescentes que não servem para nada. Só sabiam perturbar o único irmão. Nem ajudavam a mãe com a casa e com as irmãs mais novas. 

Já Leslie vem de uma família que é o oposto. Seus pais tem trabalhos que podem fazer de casa, tem condições de vida melhores, mas só tinham a Leslie como filha. Porém, ela se sentia meio solitária as vezes e por isso talvez, dava asas a sua imaginação. Sua amizade com Jesse ajudou a ambos, ela por ter companhia e ele, por abrir sua mente e ver o mundo fantasioso que ela enxergava.

Apesar de seu pai parecer preferir May Belle, talvez porque não tinha como não preferí-la, de tão fofinha que ela era. Mas em determinados momentos, ele parecia se importar com Jesse e entender como é difícil para o filho ser o único menino no meio de tantas mulheres. Mas também havia momentos em que seu pai era rígido com ele, tanto que em alguns momentos, ele até tentou se afastar de Leslie pois achava que ela imaginava coisas demais. Mas, quando aconteceu a tragédia e seu pai foi consolar Jesse, não tinha como  segurar as lágrimas. Eu já vi uma vez, sabia que era triste e pelo andar da história, achei que não iria chorar tanto, mas me enganei. Me acabei de chorar. Principalmente pela negação de Jesse. Mas, na escola quando os meninos continuam o perturbando e ele dá um soco em um deles, a gente comemora demais, pena que ele não teve essa atitude antes. No entanto, quando a professora o chama para ir para fora da sala, pensei que ela fosse brigar com ele, mas apesar de sua postura parecer não se importar com os alunos, ela desabafou também sua perda para ele. Falando em professora, muito triste quando Jesse diz a Sra. Edmunds, que da próxima vez eles devem convidar Leslie também.  Claramente ele se sentia culpado por isso e por não ter estado com ela naquele dia em que foi sozinha para Terabitia.

Leslie tinha conseguido dobrar a valentona Janice, quando ela e Jesse lhe pregaram uma peça a envergonhando na frente da escola. Desde então ela não perturbava mais ninguém. Meio hilário até vê-la se sentando ao seu lado no ônibus escolar quando ela própria monopolizava os bancos do fundo. 

O início achei meio problemático pelo ambiente familiar de Jesse. Talvez por sabermos que ele seria o protagonista, ficamos do seu lado, mas será que tem alguém que gostou das suas irmãs mais velhas? Fora que a distância da mãe com ele, é compreensível pela sua carga de trabalho. Por isso talvez coube a seu pai tentar ensiná-lo a ter mais responsabilidades. E quem não viu em seu pai aquele policial maligno do filme Exterminador do futuro 2? Por isso achei que ele tinha cara de mau. 

E para deixar a história mais triste ainda, o filme é adaptação do livro que a mãe do roteirista escreveu para ele quando ele era criança e perdeu sua melhor amiga. Para ajudar no luto, sua mãe escreveu essa história. O que deixa o filme mais marcante ainda. E apesar de ser dos anos 2000, nessa época ainda faziam ótimos filmes. 

No livro, as condições financeiras da família do Jesse pareciam piores do que no filme. Suas irmãs mais velhas, apesar de entendermos a adolescência, ainda assim, por serem pobres, as meninas eram muito mimadas, insuportáveis e irresponsáveis. No livro elas eram mais odiáveis ainda. Teve bastante mudanças entre filme e livro, mas a essência mesmo está ali. Porém, não sei porque, mas no filme parece ser mais triste a ponto de nos fazer chorar. Não tive essa necessidade ao ler o livro. Mas isso não quer dizer que não seja triste. 


Nota pessoal 10/10


quinta-feira, 7 de agosto de 2025

[Review/crítica pessoal] Gran Torino - Divagando Sempre

 

Olá Divas e Divos. Hoje trago esse filme dirigido e estrelado por Clint Eastwood. 






DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Walter Kowalski é um idoso rabugento e solitário, ex-militar veterano da guerra da Coreia. Ao perder a esposa recentemente, contrariando os filhos que gostariam que ele fosse morar em um retiro para idosos, Walt permanece na mesma casa que morou com a esposa, em um bairro que antes era predominante moradores caucasianos, agora é ocupado por imigrantes asiáticos mais pobres. Sem esconder seu racismo, Walt continua sua rotina até que seus novos vizinhos vêm a perturbar sua paz. 

Primeiro, o filho da vizinha, Thao, tenta lhe roubar seu carro, um Gran Torino 1972 a mando de seu primo que faz parte de uma gangue. Depois de ter salvo Thao de uma gangue mexicana, seu primo exigia que Thao entrasse para sua gangue. Sue, a irmã de Thao, tenta se desculpar pelo irmão e acaba fazendo amizade com Walt. Mas quando o primo invade seu quintal ao causar confusão com a família de Thao, Walt aparece armado os expulsando. Todos na vizinhança vê Walt então como herói. 

Mas o primo não deixa Thao em paz. Depois que conseguir um emprego indicado por Walt, ele é emboscado pelo primo. Walt descobre e vai tentar intimidar a gangue ameaçando um deles deixando um recado para todos deixaram Thao em paz. Em retaliação, a gangue atira na casa de Thao e sequestram Sue. Ela retorna para casa horas depois gravemente ferida. Walt percebe o erro que cometeu e agora não tem mais volta. Depois de conhecer Thao melhor e sua família, ele sabe que são pessoas boas e que Thao tem muita vida pela frente. Ele engana Thao ao combinar de se vingarem juntos mas o deixa preso em sua garagem e vai enfrentar a gangue sozinho. 











Ano de lançamento 2008

Duração 1h 56m

Direção Clint Eastwood 

Elenco Clint Eastwood, Ahney Her, Bee Vang



Trailer 





Minhas divagações finais 

Bem típico sessão da tarde mesmo. E só vi porque está para sair do catálogo da HBO MAX. Embora alguns títulos sempre voltam, eu resolvo assistir só quando estão saindo mesmo. Não havia lido a Sinopse e pelo trailer, achei que fosse uma história mais relacionada com o carro. Clint Eastwood teve seu auge nos filmes de faroeste no passado e agora dirigiu e atuou em Gran Torino. Seu filho Scott Eastwood fez uma minúscula participação como um possível interesse amoroso de Sue. Um branco covarde que não conseguiu enfrentar uma gangue que estava mexendo com Sue. Mas, Scott ganhou espaço em outras produções.

Clichê dos clichês, apenas o final me surpreendeu, pois eu realmente acreditei que iria por outro caminho. Embora acredito que foi uma solução melhor do que a que eu gostaria. Pois implicaria muito mais do que um ato de vingança. Apesar de Walt ser um homem completamente xenofóbico, não sei dizer se seus atos finais compensam seus sentimentos iniciais. Embora Sue e Thao não se importassem com isso. Era claro que Walt tinha problemas de relacionamentos com outras pessoas. Principalmente seus filhos. O que não ficou muito claro o problema desse afastamento. Walt até poderia ser rígido e rabugento, mas seus filhos, noras e netos, achei completamente ignorantes e sem educação. Talvez explique o desgosto de Walt de ter uma família dessas. 

A única satisfação contra a família de Walt, e aqui é um mega spoiler, foi para quem ele deixou o Gran Torino. A neta toda convencida e sorrisos achando que ia para ela, que idiota. Ninguém ali merecia nada de Walt. A começar do filho que não vi por que motivos iria querer o pai morando em um asilo, se ele nunca pediu nada para os filhos e dava conta de morar sozinho. No fim, Thao sabia mais sobre a saúde de Walt do que os próprios filhos. Muito triste pensar que você vive, trabalha, sustenta seus filhos até certa idade e depois que eles crescem e formam suas famílias, desejam que seus pais morem em asilos por não concordarem com a personalidade do idoso. Se não fosse pelos pais, os filhos não existiriam. Thao, de completo desconhecido a quase filho no final da vida de Walt. Ele até ensinou Thao a se comportar como homem. A aula no barbeiro foi hilária. 

Mas enfim, apesar de todos quererem o Gran Torino, do título ser Gran Torino, o carro em si foi um mero participante coadjuvante. Achei que era algo sobre corrida ou pelo menos andar mais no carro. Na verdade, eu pensei que a história fosse Walt, um veterano de guerra, usando sua experiência para resgatar Sue, que havia sido sequestrada por uma gangue. Ele iria com seu carro Gran Torino. Mas óbvio que não poderia ser isso, por sua condição física e de saúde. De qualquer forma, embora tenha abordado várias questões complexas, teve seus momentos, hilários, tensos e foi um bom filme. 

Algumas vezes tinha minhas dúvidas sobre o padre. Cheguei a pensar que só o Walt o via, como se fosse sua consciência ou um anjo que sua esposa deixou para tomar conta dele. Eu sei, sempre vou além do que realmente é. Nada a ver eu ter pensado isso. Mas prestei atenção nos detalhes onde todos viam e interagiam com o padre, então não tinha como ser uma aparição do além. E a relação dos dois era cômica, convenhamos. 

Apesar de Clint Eastwood ser um ótimo ator, como pessoa ouvi coisas complicadas a seu respeito. Mas, como toda celebridade acima de tudo ainda é um ser humano, dificilmente alguém será perfeito. E vira e mexe me pego vendo um filme dele. Não sei se Scott será tão famoso quanto o pai, mas espero que tenha oportunidades de crescer mais como ator. 


Nota pessoal 9/10

quinta-feira, 24 de julho de 2025

[Review/crítica pessoal] Sempre ao seu lado - Divagando Sempre

 

Olá Divas e Divos. Esse com certeza vai te fazer chorar. 






DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Parker Wilson é um professor universitário que ao voltar de uma viagem, encontra um filhote de cachorro perdido na estação de trem. Ele o acolhe até encontrar seu dono ou alguém que queira adotá-lo. Cate, sua esposa, por mais que seja contra, acaba vendo como seu marido e o cachorro tem uma forte ligação e eles acabam ficando com o filhotinho. 

Parker tem um amigo, Ken,  de origem japonesa, que ao conhecer o filhote lhe fala um pouco sobre sua raça, que viajou do Japão até ali e em sua coleira tem o símbolo do número 8, que em japonês se lê Hachi. Parker gosta e passa a chamar o cachorrinho de Hachi. 

Parker e Hachi estabelecem um vínculo e sempre que Parker sai para trabalhar, Hachi o acompanha até a estação e ao final do dia, o espera em frente ao portão. Hachi fica conhecido pelas pessoas que trabalham nas proximidades e acabam cuidando dele, quando Parker vem a falecer repentinamente e Hachi passa anos o esperando, no mesmo local, todos os dias, até seu último suspiro. 










Ano de lançamento 2009

Duração 1h 33m

Direção Lasse Hallström 

Elenco Richard Gere, Joan Allen, Cary-Hiroyuki Tagawa, Jason Alexander, Erick Avari



Trailer 






Minhas divagações finais 

Eu vi esse filme a primeira vez, uns 10 anos atrás. Foi um dos primeiros filmes que meu filho ainda pequeno, viu comigo e chorou horrores. Nós começamos o filme animados pensando ser uma história divertida sobre um homem que adota um cãozinho. Mas no fim, estávamos debulhando em lágrimas. Foi tão marcante, que passou anos e mesmo que via no catálogo de streaming e tivesse vontade de rever pelo Richard Gere, nunca tinha coragem, pois me lembrava que era muito triste. Passou os anos e resolvi rever a obra, acreditando que agora não fosse chorar tanto. Ilusão claro. Fiquei destruída assim como anos atrás. 

A experiência aqui é incrivelmente realista. Embora não saia vozes vindo de Hachi, suas expressões foram maravilhosamente capturadas com uma realidade comovente. A raça de Hachi é Akita, e embora eu tenha medo de cachorros, sempre amei filmes com eles. Veja bem, sentir medo e não gostar deles, são coisas bem diferentes. Eu amo um cachorrinho, mas longe de mim. Se for grande então, melhor estar do outro lado da rua. Mas acho eles no geral divertidos e engraçados. 

Hachi ficou perdido na estação até que encontrou Parker. Inicialmente ele não ficaria com o cãozinho, mas acabou se apegando a ele. Todos que o conheciam achavam incrível que Hachi o seguia e depois o esperava na estação seu dono voltar do trabalho. Parker sempre tentou ensinar Hachi a ir pegar a bola quando jogava, mas Hachi nunca o fazia. Até que um dia, antes de sair para trabalhar, como se sentisse algo, Hachi passou a brincar com Parker e buscou a bolinha quando ele o jogou, o deixando emocionando por depois de várias tentativas, finalmente Hachi aceitar a brincadeira. Mas esse seria a última que se viam. 

Parker passou mal durante a aula e veio a falecer. Hachi ficou esperando na estação até que a família o buscou. Cate acabou se mudando e Hachi ficou com sua filha, mas ele fugia e voltava para a frente da estação, esperando no mesmo lugar por Parker. No fim, ela acabou desistindo de prender Hachi e o deixou ir. Assim, por quase 10 anos Hachi ficou por ali e sempre voltava no mesmo horário e local onde esperava Parker. Sua história ficou famosa e um jornalista a publicou, chamando a atenção de Ken que foi visitar Hachi. Muitos tentaram convencer Hachi de que Parker não voltaria mais, mas ele ficou ali até o fim de sua vida. Quando Cate retorna para a cidade e reencontra Hachi ainda esperando, é de partir o coração e se debulhar em lágrimas. 

A trilha sonora contribui para um clima melancólico e não tem como evitar as lágrimas, mesmo conhecendo a história, vendo aquele fiel amigo esperando por anos o dono que não iria aparecer mais. Parte o coração pensar que Hachi viveu daquela forma e também aquece o coração pensar o quão fiel ele era com seu dono. E tudo isso sabendo que é uma história real. Tanto que na cidade onde o verdadeiro Hachi viveu, existe uma estátua na estação em sua homenagem. 




No mais, muito linda a história desses dois. Recomendo. 


Nota pessoal 10/10

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