Mostrando postagens com marcador Filmes clássicos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Filmes clássicos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 16 de maio de 2025

[Review/crítica pessoal] Blade o caçador de vampiros - Divagando Sempre

 

Olá Divas e Divos. Mesmo com o tempo, esse filme para mim continua maravilhoso. 






DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Blade, é um caçador de vampiros metade humano, metade imortal. Junto de seu amigo Abraham, que fabrica suas armas e um soro especial para controlar sua sede, eles eliminam os vampiros que encontram. Até que surge a maior ameaça. 

Deacon é um vampiro ambicioso que está atrás de desvendar uma profecia vampírica, onde espera despertar o maior de todos os poderes e dominar o mundo. Os vampiros mais velhos, que nasceram assim, não acreditam em Deacon e suas lendas, uma vez que ele foi transformado e um dia foi humano. Deacon elimina um dos mais velhos para mostrar seu poder e conseguir aliados e agora persegue Blade, que é a chave para realizar a profecia. 

Em um ataque onde Blade persegue um vampiro, ele acaba salvando Karen, uma médica que foi mordida e Abraham consegue impedir, por hora, sua transformação. Karen fica com eles pesquisando modos de cura para os vampiros, mas consequentemente, o esconderijo de Blade é atacado por Deacon e Karen é levada. 

Blade vai até Deacon e um confronto mortal acontece. Porém, antes, ele descobre o que houve com sua mãe. Ela estava grávida dele e não sobreviveu quando deu a luz, pois havia sido mordida por um vampiro momentos antes. Blade perseguia os vampiros para vingar sua mãe, mas a realidade era outra. 









Ano de lançamento 1998

Duração 2h

Direção Stephen Norrington

Elenco Wesley Snips, Kris Kristofferson, Stephen Dorff, N'Bushe Wright



Trailer 





Minhas divagações finais 

Minha gente, cada vez que vejo filmes antigos, chego a conclusão de que mesmo que os efeitos daquela época não eram tão bons quanto os de hoje em dia, ainda conseguem ser melhores. Sempre gostei do Blade por vários motivos. Um deles é Wesley Snips. Digamos que na época, eu tinha o maior crush nele. Foi uma fase da minha vida que eu era apaixonada por homens com cara de mau e Blade era perfeito. Outro motivo, Blade era metade humano, metade vampiro. Tirando o inconveniente que era sua sede de sangue, de resto, era perfeito demais. 

Uma coisa que Abraham explicou sobre a origem de Blade para Karen que gostei muito, foi que os vampiros envelhecem mas muito lentamente, diferente dos humanos. Isso explicaria como os vampiros que nasceram assim cresceram e envelheceram. Infelizmente muda a dinâmica sobre os vampiros de Anne Rice que ficam congelados no tempo, como a pequena Claudia que foi mordida criança e permaneceu assim, embora sua mente fosse evoluindo e tendo desejos de mulher madura. Não sei qual o pior na verdade. Mas sempre amei esse mundo vampírico, embora no fundo sejam terríveis.

Deacon é o típico vampiro transformado, rebelde que não é levado a sério e por isso tende a crer em uma profecia que o tornará poderoso. No universo de Blade, os vampiros existem a milênios, com sociedades que vivem secretamente no submundo, discretos aos humanos para manter seu alimento seguro e a disposição. No entanto, embora Deacon tenha sido um humano, ele não vê o por que de os vampiros viverem escondidos sendo que são mais poderosos e por isso, acaba recrutando cada vez mais humanos dispostos a se tornarem vampiros, mas para isso, antes precisam provar serem dignos e fiéis a Deacon. 

Para mim, o universo vampírico de Anne Rice era apaixonante, pois amava Lestat e Louis. Mas considerando agora o universo de Blade, achei outra paixão. Eu ainda espero que aquele não seja o final realmente de Abraham, embora seria meio hipócrita vampiros caçando vampiros. Apesar que Blade não se alimente selvagemente como Deacon e seus comparsas faziam. 

Mas tirando a história que achei excelente, as lutas, a trilha sonora, a ambientação, apesar de ser do fim dos anos 90, achei incrível. Snipes está um caçador maravilhoso. Ele e Abraham são uma dupla hilária e apaixonante. E cá para nós, Deacon era um vilão pra lá de lindo. Mas sempre tive olhos para Blade.  

No mais, além de nostálgico, é um clássico imperdível. Recomendo. 




Nota pessoal 10/10

quarta-feira, 14 de maio de 2025

[Review/crítica pessoal] Táxi Driver - Motorista de táxi - Divagando Sempre

 

Olá Divas e Divos. Um excelente trabalho de Robert De Niro que eu ainda não tinha visto. 






DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Travis Bickle, um veterano da guerra do Vietnã, sofre de insônia, por isso resolveu usar isso para tentar ganhar dinheiro dirigindo um táxi durante a noite. Durante o dia vê filmes em um cinema decadente e um dia vê Betsy, que trabalha no comitê eleitoral do senador Palantine. Ele fica obcecado por ela e toma coragem de convidá-la para um café. Depois do café consegue um encontro de verdade. Mas não sai como ele esperava e ela passa a ignorá-lo. 

Uma noite, uma garota entra em seu táxi, aparentemente tentando fugir de um homem. Ele a encontra outras vezes e fica obcecado em salvá-la. É uma garota de 12 anos que fugiu de casa e agora está se prostituindo.

Travis entra em um momento intenso de sua vida onde para diminuir suas frustrações, ele passa a treinar para melhorar seu físico, compra armas e se dedica a atirar com precisão e decide assassinar Palantine. Ele muda sua aparência cortando o cabelo em estilo moicano e aguarda o momento durante um comício. Mas ele é descoberto antes e foge. 

Então decide procurar o cafetão de Iris, a garota de 12 anos e faz uma verdadeira chacina. Ele é atingido e quando a polícia chega, antes que possa tirar a própria vida, ele desmaia pela perda de sangue. Ele não é preso pois a polícia viu sua tentativa de resgatar uma jovem de bandidos armados. Iris volta para sua família e Travis é considerado um herói. Retorna depois então para sua vida de taxista. 


Ano de lançamento 1976

Duração 1h 54m

Direção Martin Scorsese

Elenco Robert De Niro, Jodie Foster, Cybill Shepherd


Trailer 





Minhas divagações finais 

Um Robert De Niro muito jovem e já cheio de talento. Um clássico que nunca havia interesse em ver, mas quando vi o título e De Niro no elenco, resolvi conferir. Pois, é um filme dele que ainda não tinha visto. E diga-se de passagem, que filme minha gente. Não há de se negar, que os filmes antigos, embora alguns efeitos e qualidades não chegam aos pés de hoje em dia, no entanto, no quesito roteiro, são impecáveis. 

Em Táxi Driver, De Niro é um homem perturbado que sofre de insônia e para isso decide usar esse tempo para dirigir um táxi. E com isso, ele vai mudando sua personalidade também. Ele fica obcecado por duas mulheres diferentes. Um, por interesse amoroso, Betsy, que se afasta dele depois que ele a leva ao cinema para ver um filme pornô. E Iris, uma jovem que se prostitui e ele quer a todo custo que ela saia dessa vida e volte para casa. 

Uma noite ele leva em seu táxi o senador Palantine e de repente, depois de ver vários discursos, ele decide assassinar o senador em um de seus comícios. Mudança drástica não? Travis exercita o corpo, aprende a atirar, guarda várias armas em locais específicos de seu corpo e tenta assassinar o senador, mas falha ao ser descoberto. Mas nada supera a chacina que foi no bordel, onde Iris estava. 

Assim que ele desmaia, com a transição de cena, não li a notícia que saiu no jornal, então havia entendido que ele havia morrido e não desmaiado. Mas quando ele aparece vivo e com seu corte de cabelo normal, eu cheguei a pensar que ele havia sonhado com tudo aquilo. Porque minha gente, foi uma mudança drástica e decisões perturbadoras. Ok que salvar Iris daquela vida eu concordo. Mas sem toda aquela matança né. 

E Betsy no táxi no final? Interesseira ou o que né. Quando ele era um homem estranho aos seus olhos, não quis nada com ele, mas depois que foi considerado um herói, mudou seu modo de vê-lo? 

Mas enfim, foi uma experiência diferente e esse tipo de filme é bem lento no início. Chegando no final que tudo ficou tenso e frenético. As mudanças de Travis foram bem excêntricas. Mas foi interessante. Embora imaginei outro tipo de história. Pois quando li sobre um motorista de táxi que tentaria salvar uma prostituta, fui muito além do que realmente era. Mas vi que estava enganada pela lentidão dos acontecimentos e por Iris ser despreocupada e não querer aceitar a ajuda de Travis. 

Confesso que desde o início achei a Betsy irritante. Não gostei de seu tipo e a achei muito estereotipada, principalmente dada a época dos acontecimentos. Já Jodie Foster emanava talento desde jovem. Ainda mais com um papel tão complexo quanto esse. 

No mais, recomendo. 


Nota pessoal 10/10

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

[Review/crítica] No mundo da lua - Divagando Sempre

 

Olá Divas e Divos. Hoje trago esse clássico que infelizmente deveria ter deixado na minha memória. Pois revendo após anos, foi uma verdadeira decepção para mim. Mas vamos lá. 






Ano de lançamento 1991

Duração 1h 39m

Direção Robert Mulligan

Elenco Reese Whiterspoon, Emily Warfield, Jason London


Recomendação não 



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Dani é uma jovem de 14 anos despreocupada da vida, que divide o quarto com sua irmã mais velha Maureen. As duas tem uma ligação forte e Maureen está prestes a ir para a faculdade. 

Um dia, enquanto se refrescava no lago vizinho, ela é surpreendida por um rapaz, que a acusa de estar invadindo propriedade particular quando ela descobre que o dono do local, retornou para morar ali. Court é o filho do dono e passa a chamar a atenção de Dani. Court inicialmente quase começa algo romântico com a jovem, até ver Maureen e se apaixonar perdidamente. Mesmo sabendo da paixão de Dani, Maureen se envolve secretamente com Court.  Mas uma tragédia colocará a prova, os sentimentos das irmãs. 







Minhas divagações finais 

Primeiramente gostaria de ressaltar que Reese Whiterspoon, está um arraso, mostrando talento já desde novinha. No entanto, a passagem do tempo não foi boa para mim ao rever esse filme. Na época, talvez com a mesma idade de Dani quando vi a primeira vez, confesso que o filme me tinha sido muito marcante. Só consegui ver uma vez e o que aconteceu com Court foi a única coisa marcante que me lembrava com detalhes. 

Mas, revendo agora mais madura, não vi a mesma beleza e inocência da época. Primeiro porque achei a Maureen oportunista. Até Court aparecer ela saía com um garoto local por falta de opção melhor ( já achei ela uma vadia ). Depois que viu Court e mesmo sabendo que a irmã gostava dele, ficou com ele. (Traição entre irmãs é pior ainda ). Se as duas tinham uma relação tão boa, acho que faltou Maureen ter conversado com Dani a respeito do Court, do que ficar saindo com ele as escondidas e dando logo de cara. Sem contar que a culpa maior foi do próprio Court que se mostrou interessado na Dani para depois lhe trocar pela irmã, só porque a achou mais bonita. De longe sua morte foi a coisa mais ridícula do filme. Quando vi a primeira vez, eu achava que a culpada era a Maureen, talvez por isso eu tenha a odiado desde o início quando comecei a ver o filme. 

A história pode ter várias lições ou simbolismos, como o primeiro amor platônico e inocente, a rivalidade entre irmãs e o perdão, mas convenhamos, quando o pai da Dani lhe deu lição de moral sobre a sua raiva da irmã, não concordei. Exatamente pela Maureen ser a mais velha, o que ela fez teve motivos sim para se odiar a outra. Mas como o garoto morreu, vida que segue e a Dani quem tinha que perdoar a irmã, porque ela também estava sofrendo e talvez ainda mais do que a própria Dani. Mas, e se o imbecil não tivesse morrido? Como a Maureen tentaria o perdão de Dani? 

No fim, só achei a história ridícula por tentar romantizar uma traição entre irmãs só porque o garoto morreu no final. Como eu só tinha visto uma vez, não lembrava muito bem o motivo do moleque ter morrido, eu sinceramente pensei que foi por causa da Maureen. O que não era totalmente errado já que ele estava bobo alegre feliz pensando nela. E no fim, quem tinha mais maturidade entre as duas para mim foi a Dani, que superou sua dor e perdoou a irmã. Não creio que na vida real algo desse tipo seja tão fácil assim. Claro que, se Maureen tivesse conversado a respeito antes de ficar com o moleque, teria mais pontos positivos comigo, mas como preferiu fazer tudo as escondidas e nem se importando com a irmã, não acho que seu sofrimento foi digno de perdão. Ainda mais porque ela viveu um breve romance e as escondidas ainda. Onde estavam seus pais para orientar melhor essa menina? Talvez por isso ela fez tudo as escondidas e como o cara morreu, já era dor suficiente como castigo. 

Não vejo como confiar novamente nela quando isso foi quebrado uma vez. Não vejo como podem seguir como se nada tivesse acontecido. Ou seja, outro filme que não era exatamente como eu me lembrava. Ou era inocente demais para achar que Maureen tivesse razão. Enfim, procurei várias vezes por esse filme e quando finalmente o encontro... não era exatamente o que eu esperava... salvo apenas pela Reese Whiterspoon e as músicas do Elvis Presley. Confesso que posso ter deixado passado algumas coisas pois pulei várias cenas, me perdoem, mas eu já estava de saco cheio dessa Maureen e desse moleque otário.

Nota 4/10

segunda-feira, 4 de novembro de 2024

[Review/crítica] O colecionador de ossos - Divagando Sempre

 

Um dos clássicos de suspense policial, adaptação de livro, com atores em seu auge da juventude e iniciando sua carreira de sucesso, como Denzel Washington e Angelina Jolie.  Vamos lá. 





Ano de lançamento 1999

Duração 1h 58m

Direção Phillip Noice

Elenco Denzel Washington, Angelina Jolie, Queen Latifah, Michael Rorker, Luis Guzmán, Ed O'Neill

Recomendação: Sim



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

O perito criminalista Lincoln Rhyme, fica tetraplégico após um acidente em um caso em que trabalhava. Inconformado com seu estado e com medo de piorar ficando em estado vegetativo, ele pensa na eutanásia. Ele consegue convencer seu médico a ajudá-lo com isso. Ele também conta com Thelma, sua cuidadora particular. Seus planos iam bem, até que seus colegas invadem seu apartamento para lhe mostrar um caso curioso. 

Um corpo foi encontrado enterrado parcialmente, com a mão para fora próximo a uma estação de trem. Amélia, foi a primeira policial a chegar no local e tomou todas as providências para manter o local intacto para as investigações. Rhyme vê potencial em Amélia e a recruta mesmo contra sua vontade, para ser seus olhos e ouvidos nos locais dos crimes. 

A cada novo corpo, Amélia investiga o local e sempre encontra pequenas pistas que o criminoso deixa, indicando um novo alvo. Embora seja competente no que faz, o assassino tem um alvo específico e seus crimes são apenas brincadeiras para chegar ao verdadeiro alvo. 






Minhas divagações finais 

Revi esse filme pela segunda vez depois de anos. Uns três anos atrás havia lido o livro e mesmo assim, eu confundi os assassinos. Aqui no filme temos um jovem Denzel Washington mas já com um excelente talento artístico, interpretando um tetraplégico. Angelina infelizmente caiu no clichê da policial bonitona. Odiei ela no início, talvez porque não foi trabalhada devidamente. Ou talvez porque a insistência em tê-la na equipe de modo forçado e ela não querendo aceitar, era muito irritante. 

Geralmente nessas histórias, as policiais femininas sempre tem que se esforçar mais principalmente pelo machismo dentro da equipe. Apesar de Rhyme ver grande potencial nela, achei que com apenas uma missão ele foi rápido demais em julgar que ela era tão boa assim. Depois, quando descobriram que o caso tinha relação com outros do passado, com pistas deixadas como os mais recentes, como que esses casos não foram solucionados?

Agora alguns SPOILERS

Eu, sinceramente acreditei que o Capitão da divisão Howard fosse o culpado. Gente, ele não queria Rhyme investigando, ele não aceitava Amélia obedecendo ordens de Rhyme ao invés da dele, ele desfez a força tarefa na casa de Rhyme e tirou ele totalmente das investigações e sempre que ele desaparecia o assassino aparecia pegando alguma vítima. Mas, ele só era incompetente no seu trabalho mesmo e acho que não aceitava um tetraplégico ser mais inteligente que ele. Ou, queria aproveitar que Rhyme estava impossibilitado de andar para se tornar alguém melhor que ele. Mas de novo, ele só era incompetente mesmo. 

Só pensei que fosse ele porque nas minhas memórias do livro, o assassino era alguém próximo a Rhyme e o Capitão era muito suspeito. Mas continuando com o spoiler, fiquei extremamente triste com a perda de Thelma. Ela era competente em seu trabalho, gostava de Rhyme e prezava por sua vida, não aceitei seu fim. No entanto, apesar de algumas inconsistências, sabemos que adaptações literárias são difíceis de serem fiéis aos livros, então, temos que ver pelo lado independente da coisa. Sendo assim, o filme é ótimo como suspense investigativo. E eu adoro ver o trabalho dos atores quando eram jovens. Embora na minha memória esse filme fosse excepcional, achei apenas satisfatório. Apesar que, julgando o tempo que o assassino levou para Rhyme entrar no caso e como desde o início de seus assassinatos deixou pistas que foram ignoradas, o final foi meio sem graça pois Amélia chegou a descobrir quem o assassino queria, mas Rhyme só descobriu quando o assassino se mostrou para ele. Mas ainda assim foi tenso e interessante. 

Nota 9/10

sexta-feira, 27 de setembro de 2024

[Review/crítica] O Fantasma (The Phantom) - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 1996

Duração 1h 40m

Direção Simon Wincer

Elenco Billy Zane (Fantasma/Kit Walker)

Treat Williams (Xander Drax)

Kristy Swanson (Diana Palmer)

Catherine Zeta-Jones (Sala)

Recomendação: mediana




Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Há 400 anos, um menino é levado pelas ondas até a ilha conhecida como Bengalla, vítima de um ataque da implacável Irmandade Singh,  liderada por Kabai Singh. Sendo o único sobrevivente, ele jura dedicar sua vida a destruição da pirataria, a ganância, crueldade e injustiça, adotando ao crescer, a identidade de O Fantasma, o vingador mascarado e sua missão assim, é passada de pai para filho  ao longo dos anos, fazendo com que surgisse a lenda de que o Fantasma fosse imortal. Recebendo apelidos também como  Espírito que anda e Homem que nunca morre. 

Na atualidade, Kit Walker é o 21⁰ Fantasma e confronta um mercenário que está atrás das caveiras de Touganda, quando as três são reunidas, confere ao portador, um poder destrutivo. Kit descobre que o mercenário tem a marca da Irmandade Singh, mas ele consegue fugir com a caveira, indo para Nova York.

Diana Palmer, que estudou junto com Kit na faculdade, é enviada para a Ilha de Bengalla para investigar o possível envolvimento de Xander Drax, um poderoso empresário, com a pirataria. No entanto, ela é sequestrada pelos piratas de Bengalla, liderado por Sala, que trabalha para Drax. O Fantasma resgata Diana e a manda de volta para Nova York, indo para lá também, como Kit Walker e se encontra com Dave Palmer. 

Drax infelizmente consegue a segunda caveira e juntas, revelam o paradeiro da terceira. Drax captura Diana novamente e a leva junto para procurarem pela terceira caveira. Felizmente o Fantasma consegue ir junto escondido. Será que ele conseguirá deter Drax?









Minhas divagações finais 

Não é todo mundo que deve conhecer O Fanfasma. Eu lembro vagamente de já ter lido alguma HQ com ele. Mas confesso que ele não é o meu tipo de herói preferido. Não sei o que me atraiu para ver o filme, mas talvez eu já tenha visto anos atrás, algumas cenas não me eram estranhas. 

Na década de 90, não dava para esperar muito sobre filmes de heróis e não esperar pelos clichês. Agora, que era um tanto confuso no início não vou negar. Primeiro eu realmente achei que o Fantasma de Kit fosse o garotinho do início e ele era imortal. Depois não havia entendido como ele sabia andar por Nova York, como era imortal, não imaginei que ele tivesse estudado, só depois obviamente entendi tudo. 

Parecia que teria uma sequência uma vez que Diana descobriu a identidade do Fantasma e pela narração do Pai de Kit, poderia mesmo continuar com Diana retornando a ilha e se casando com Kit. A vilã de Catherine Zeta-Jones foi bem clichê, pois ao final acaba ficando do lado dos mocinhos. Agora, Billy Zane tem mais cara de vilão do que de herói. 

Não é uma história surpreendente, é um herói tipo Batman dos anos 60 com roupas colada ao corpo e máscara, tem luta, perseguição, eu diria que funciona bem para diversão. Eu sempre achei que o anel de caveira ou o cinto, dava poderes ao Fantasma, não sei porque achei isso, mas teria sido interessante. 

Enfim, não é muito complicado então não tem muito o que falar sobre a história. Só mantenha a mente aberta para roteiro e efeitos especiais dos anos 90. 

Nota 8/10

sexta-feira, 5 de julho de 2024

[Review] O casamento do meu melhor amigo - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 1997

Duração 1h 45m

Direção P. J. Hogan 





Elenco 

Julia Roberts (Julianne)




Dermot Mulroney (Michael)




Cameron Diaz (Kimberly)





Rupert Everett (George)





Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Julianne e Michael, são ex-namorados que se tornaram melhores amigos. Julianne comenta com seu amigo George, que ela e Michael combinaram que quando completassem 28 anos e estivessem solteiros, eles se casariam.  Próximo a data e ela solteira, Michael liga para se encontrarem e informa que vai se casar, mas com outra. 

Totalmente chocada, Julianne vai ao seu encontro e acaba conhecendo a noiva, Kimberly, e ainda acaba aceitando ser madrinha de casamento dos dois. No entanto, ela percebe que é apaixonada por Michael e decide reconquistá-lo antes que ele se case. 






Minhas divagações finais 

Na minha memória, o filme era muito mais incrível. Na época do lançamento, Julia Roberts e Cameron Diaz eram sucesso garantido. Confesso que já vi vários filmes da Diaz e amava ela, mas... depois de anos que fui rever esse filme, não achei tão maravilhoso quanto na época. E olha só quem está aqui outra vez, Dermot Mulroney. Até que fez mais filmes do que eu me recordava. Não que esteja reclamando... 

Julianne em uma conversa com seu amigo George, por coincidência recebe a ligação de Michael, mas, não era o que ela esperava. Ele vai se casar mas com outra. É nessas horas que sempre percebemos, embora meio tarde, que amamos a tal pessoa. Ou, simplesmente não queremos que ele fique com outra pessoa. 

Kimberly, até seu nome é super clichê, é a típica filhinha de papai, riquinha e bonitinha. Pelo menos não desprezou Julianne nem se fez de superior, aí sim, teria motivos de sobra para odiar essa personagem. E depois de tantos anos, não gostei muito da atuação nem dessa personagem da Diaz.

Embora Roberts esteja lindíssima, acho que essa personagem foi a que menos gostei de seu trabalho. Mesmo querendo sabotar o casamento do amigo, mesmo achando que o amava, ela não sabia se ele sentia o mesmo, ainda mais porque ela dizia que ele a amou por todo aquele tempo e agora iria casar com outra. Acho que se ele a amasse como ela pensava, ele não casaria com outra só porque talvez pensasse que a amiga não corresponderia. Se tentaram uma vez, mesmo sendo ainda muito jovens e não deu certo, porque daria anos depois? 

Alguns filmes, realmente, devemos guardar na memória e no coração para não estragar depois. Acho que a única coisa que gostei, agora, foram os minutos finais, onde na festa de casamento George aparece e dança com Julianne. Para você que não viu o filme ou ignorou George, não, ele não poderia ficar com Julianne porque ele é gay. Melhor amigo impossível. 

Enfim, não que foi ruim, mas acho que alguns filmes quando se é adolescente tem outro sentido, pois no meu coração, esse filme era incrível. Continua bom, mas algumas partes só, principalmente as que Kimberly não aparecem... 

Nota 7/10

sexta-feira, 28 de junho de 2024

[Review] Jovens pistoleiros/ Young guns - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 1988

Duração 1h 47m

Direção Christopher Cain

Elenco Emilio Estevez, Charlie Sheen, Kiefer Sutherland, Lou Diamond Phillips, Dermot Mulroney, Casey Siemaszko, Terence Stamp



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Nos anos 1878, no Novo México, John Tunstall, recolhe e abriga jovens pistoleiros desajustados. Lhes dá trabalho, ensina a ler e a se comportar. O último que John recolhe, é um pistoleiro inconsequente que estava fugindo após um roubo. Ele o acolhe, aceita como ele é e tenta ensiná-lo a ler e a ter bons modos. O grupo era constituído por outros pistoleiros: Dirty Steve, Jose Chavez, Scurlock, Charley e Richard, considerado o líder do grupo depois de John. E por último que se juntou ao grupo, o rebelde William Bonney.

Embora estivessem tentando evitar criar problemas, eles são atacados e John é morto pelos homens de Murphy, que via John como uma pedra no seu caminho. O advogado de John, Alex, convence o juiz a nomear os órfãos de John como delegados, com poderes para prender assassinos. No entanto, o irresponsável Bonney, os mata em vez de prendê-los. Então, os seis órfãos passam a ser caçados pelo governo e por caçadores de recompensa e assim, Bonney adota o apelido Billy, The Kid.

Já que agora são criminosos, decidem se vingar dos homens que mataram John e partem para uma jornada de vingança. 










Minhas divagações finais 

Nem fazia ideia ou me lembrava da origem de Billy, The Kid. Eu me lembro do Jovens demais para morrer mas não sabia que era sequência de Jovens pistoleiros. Só lembrava da música tema do Bon Jovi. Então, assisti esse clássico com outros olhos. 

Inicialmente não estava gostando muito do Bonney, pois sempre imaginei que Billy, The Kid era um excelente pistoleiro, mas não tão irresponsável que só gostava de atirar, para matar. Ele era muito impulsivo e sua personalidade não foi a minha favorita. Eu gostava de Richard e Scurlock, interpretados por Charlie Sheen e Kiefer Sutherland, respectivamente. E, para minha surpresa, quando vi os créditos finais com o elenco, vi um nome que me chamou a atenção, Dermot Mulroney e quando fui pesquisar sobre, fiquei chocada com quem era. O cara é tão bom e estava tão jovem, que não o reconheci. Sempre o vi mais em comédias românticas. Aqui, seu personagem não tem nada a ver com seus papéis que estava acostumada. Fiquei impressionada mesmo. 

Mas, retomando, quanto ao filme, bom, até a chegada de Bonney, estava interessante. John tinha seus pistoleiros mas tentava dar uma boa vida a esses jovens. Talvez, conhecer o impulsivo Bonney, tivesse sido uma boa causa, já que devido a seu assassinato, seus jovens foram atrás de vingança, no fim, acabando com o reinado tortuoso de Murphy. Pena que para isso, tivemos perdas no processo. Sobre essas perdas...

SPOILERS 

John foi a maior perda de todas, pois deixou o grupo desestabilizado movidos a vingança. Principalmente por parte de Bonney. O que foi inesperado, já que foi o último a se juntar ao grupo e não passou muito tempo com John. E se Bonney não fosse tão precipitado em suas ações, talvez o resto da equipe estaria junto até o final. 

A tarefa era simples, como delegados prender os bandidos. Mas não, Bonney tinha que sair matando os culpados e por isso, acabaram virando os alvos. E quem foi o primeiro a morrer?  Richard. Desde essa época já tiravam o Charlie Sheen no meio da história. ( me referindo a série Two and a half men)

Mas ok, vida que segue para o grupo, tentaram até desistir da vingança, tipo, cada um ir para um lado, mas o destino deles já estavam selados. Um deles até se casou, mas quando receberam a notícia de que o advogado Alex corria perigo, o grupo foi até ele para avisá-lo e protegê-lo. No entanto, foram emboscados e tivemos mais mortes. No fim, só restou Billy, The Kid, Scurlock e Chavez. E digam o que quiserem, não importa o quão sujo Kiefer Sutherland fique no filme, ele ainda parece mais um almofadinha rico do que um pistoleiro baderneiro hahaha mas amo esse ator. O conheci infelizmente em papéis em que ele era vilão, mas sempre achei ele lindo demais...

Enfim, filmes de faroeste, depois dos anos 80, não são tão satisfatórios quanto os mais antigos, porém, ainda rendem um ótimo entretenimento. Super recomendo. 

Nota 9/10

sexta-feira, 21 de junho de 2024

[Review] Top Gun Ases indomáveis - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 1986

Duração 1h 50m

Direção Tony Scott

Elenco Tom Cruise (Maverick), Kelly McGillis (Charlie), Anthony Edwards (Goose), Tom Skerrit (Viper), Val Kilmer (Iceman), Meg Ryan (Carol)



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

A escola naval de pilotos, conhecida pelos pilotos como Top Gun, treinam os melhores pilotos para melhorarem suas habilidades em voos de elite. Maverick e Goose são enviados para lá, após a primeira escolha ter desistido de ser piloto. 

Com fama de garanhão, Maverick tenta algo com uma mulher que chamou sua atenção e no dia seguinte, vem a descobrir que ela é a instrutora deles, conhecida como Charlie. Devido a sua outra fama como piloto rebelde e irresponsável, apesar de ser extremamente bom, o piloto conhecido como Iceman logo de cara não suporta Maverick. 

Antes de se formarem na escola, Maverick sofre uma perda terrível que o leva quase a desistir de ser piloto. Porém, no último momento ele se forma e ainda vai para uma missão perigosa, onde acaba provando que realmente é o melhor piloto ali. 











Minhas divagações finais 

Lembro que já vi algumas vezes esse filme, na época em que Tom Cruise estava no seu auge. Mas não lembrava o contexto da história. Para mim, Top Gun não era uma escola e sim uma base onde os melhores pilotos disputavam o título do melhor de todos com missões perigosas. 

Lembrava menos ainda que Meg Ryan fazia uma participação. Sim, ela era minha queridinha das comédias românticas hahha mas seu papel aqui era de coadjuvante. E não vi grande coisa no romance entre Maverick e Charlie. Talvez naquela época, quando lançou tenha sido romântico. Mas hoje em dia, não achei grande coisa. 

Assim como imaginei que a perda de Maverick seria no meio de alguma missão, não ainda durante o treinamento. Mas talvez isso tenha influenciado em suas decisões futuras. E a rivalidade gratuita entre Iceman e Maverick parecia mais coisa de adolescentes. No entanto, acredito que foi isso que rendeu fama aos dois atores e deixou essa questão memorável. Já o romance... não achei que houve química entre os atores e o modo como tudo foi se desenrolando, muito brega e sem emoção. 

Óbvio que não nego que as cenas no céu, seja no treinamento ou na verdadeira missão, foi empolgante e cheia de tensão. Você fica ansioso se vai ter alguma perda ou se vão ter sucesso. Só achei a história sobre o pai de Maverick mal trabalhada. Talvez se mostrasse mais os dois juntos ou ele pilotando... acho que era o Viper quem conta para Maverick sobre seu pai. Por um momento achei que ele iria revelar que seu pai o havia salvado e se sacrificado no processo em alguma missão. Eu sei, sempre vou além do que realmente aconteceu. 

Enfim, só assisti esse filme para ver o próximo, que acredito que será na mesma vibe e pelo que percebi Maverick será o instrutor da vez. Talvez continuando do primeiro onde no final, ele diz que gostaria de ser instrutor. Alguns filmes antigos perde um pouco a magia dependendo da história. Esse foi um deles. Embora as músicas continuem inesquecíveis. Já que eu amo músicas antigas. 

Ainda assim foi divertido e emocionante. Recomendo. 

Nota 8/10

Dica de Destaque

Resenhando Divagações sobre Noiva de Ali Hazelwood no Divagando Sempre

  Olá Divosos leitores. Trago pela primeira vez algo da autora Ali Hazelwood e que, seria perfeito se não tivesse tanto hot. CONTANDO A ...