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quarta-feira, 22 de abril de 2026

Divagações nostálgicas com Os Anjinhos em Paris no Divagando Sempre

 

Olá Divas e Divos amantes de animações. Hoje trago esse desenho que é meu xodozinho.






A HISTÓRIA 

Os bebês Tommy Pickles e seu irmão Dill, os gêmeos Phillip e Lilian, Angélica e Chuck, estão na festa de casamento do vovô Lou Pickles enquanto encenam uma cena do filme O poderoso chefão que Angélica assistiu noite passada. Na vez de Chuck, ele deseja a poderosa chefona Angélica que lhe traga uma mamãe. Mas ela diz que acabou a brincadeira quando começa a dança das mamães com seus filhos. Charles, vendo Chuck triste e sozinho, o leva para casa e decide que está na hora de se casar novamente. 

Enquanto isso em Paris, em um parque de diversões japonês, Stu é convocado para ir até a Euroreptarlandia consertar um de seus robôs que está com defeito. Assim, as familias Pickles, Finster e Deville, vão até Paris e conhecem a mal humorada administradora do parque Coco LaBouche. Ela quer desesperadamente suceder seu superior Yamaguchi que está escolhendo o candidato que for gentil, gostar de crianças e tenha uma família. Angélica que foi pega ouvindo a conversa, sugere o pai de Chuck como candidato. Viúvo e com um filho. LaBouche começa então seu plano de se casar com Charles para subir de cargo na empresa. 

Mas, apesar de Chuck desejar uma mamãe, ele sente que LaBouche não é a mulher ideal. Com a ajuda de seus amigos, eles tentam impedir o casamento e Angélica confessa o plano de LaBouche para os bebês. Chuck mais do que nunca, precisa de coragem para salvar seu pai. Mas claro que isso quer dizer, que vão criar a maior confusão em Paris. 










Ano de lançamento 2000

Duração 1h 19m



Trailer 





Minhas divagações 

Rugrats, ou como são conhecidos aqui como Os Anjinhos, é um dos meus desenhos preferidos da minha juventude. Eu vi a série animada e os filminhos que saíram depois. Antes desse teve o filme com a introdução do Dill, o irmão de Tommy. Que obviamente causaram a maior confusão também. 

Todos os bebês têm participação em todos os episódios mas nesse filme, o foco maior seria em Charles e seu filho Chuck. Embora Stu, pai de Tommy, seja responsável por todos irem a Paris, já que por causa de suas intenções, que nesse caso deu problemas técnicos, ele precisou viajar pessoalmente para resolver. Isso, porque a responsável pelo parque, era gananciosa demais e exigia tudo da forma que ela queria. 

Nessa viagem, por coincidência LaBouche precisa de uma família enquanto Charles procura uma esposa. Angélica astuta como sempre, convence LaBouche de que Charles é o candidato perfeito. Mas, embora seja animador para Charles, Chuck sente que LaBouche não é tão boa quanto faz parecer e que na verdade odeia crianças. Mas ele precisa de um jeito de provar isso para o pai e conseguir evitar que os dois se casem. Mas ele tem medo de tudo e com a ajuda de seus amigos, ele vai tentar superá-los e ajudar seu pai. 

Não dá para julgar Angélica pelo que fez sendo que ela é uma criança. Mimada e insuportável a maioria das vezes, mas que no decorrer da história, ela acaba tendo sua lição e algumas vezes ainda defende os bebês. Só alguém meio ingênuo e desesperado como Charles que não enxergaria a verdadeira LaBouche. Mas pelo lado positivo, foi aqui que entram na história, Kira e sua filha Kimi. 

As invenções de Stu, sempre acabam dando errado, mas dessa vez os levou para Paris. E o mais engraçado é poder levar todos juntos. Confesso que na festinha onde todos dançavam com suas mamães menos Chuck, doeu um pouco o coração e no avião, aquela musiquinha tocando e ele sonhando nos braços de uma mãe, é de partir o coração. Mas no final, lágrimas rolaram com o final merecido para Chuck. 

Nas histórias, Tommy é sempre aquele que encoraja todos nas aventuras perigosas, muito engraçado quando Chuck diz que Kimi é um outro Tommy. Também é sempre fofinho a amizade entre Tommy e Chuck. E pelo menos essa dublagem está maravilhosa. A primeira temporada da série animada, misericórdia. Mas gostei que a história foi evoluindo, Tommy ganha um irmão, Chuck uma mãe e uma irmã, a história foi crescendo com os personagens, tanto que depois saiu Os Anjinhos crescidos. Mas tudo que é bom, não dura tanto. Os Anjinhos é meu queridinho. Amo esses bebês. 

E no final dessa aventura, até o cachorro Spike se saiu bem. O que foi bem engraçado na verdade. E claro que terminaria com Chuck sendo o Poderoso chefão da vez. Muito bom como essas crianças aprontam, destroem metade de Paris, mas terminam como se nada tivesse acontecido. As músicas são maravilhosas, embora tenha partes musicais que confesso eram bem chatinhas. Mas no todo, a qualidade do desenho é perfeita para a época e super nostálgico para quem cresceu com esses bebês. Historinha maravilhosa e emocionante. Recomendo. 


Nota pessoal 10/10

sábado, 27 de setembro de 2025

[Review/crítica pessoal] Final Fantasy VII Advent Children - Divagando Sempre

 

Olá Divas e Divos. Apesar do jogo ser muito famoso, confesso que não conheço muito da história, então talvez o filme tenha ficado um pouco confuso para mim. 






A HISTÓRIA 

O filme inicia dois anos após os acontecimentos do jogo Final Fantasy de 1997 onde Sephiroth tentou absorver o Lifestream (a força vital e alma do planeta) e renascer como um Deus. Porém, ele foi derrotado por Cloud e seus companheiros, mas seu feitiço final destruiu a cidade de Midgar.

Os sobreviventes fundaram uma nova cidade, Edge, onde Cloud e sua amiga de infância Tifa, cuidam das crianças Denzel e Marlene. Porém, Cloud luta com seus demônios internos após as perdas de Aerith e Zach. Cloud evita seus amigos pois está infectado por uma doença misteriosa e sem cura que chamam de Geostigma, mas ele procura uma cura pois Denzel também sofre com a doença. 

Enquanto perambula desanimado sem esperanças, ele é perseguido por três motoqueiros e após fugir deles, é encontrado por Rufus, que havia sido dado como morto pelos eventos anteriores e pede a ajuda de Cloud, para parar os três motoqueiros que havia encontrado antes, Kadaj, Loz e Yazoo, que são manifestações físicas do Espírito sobrevivente de Sephiroth, que buscam ressuscitá-lo, usando os restos mortais de Jenova. Mas Cloud se recusa e vai embora. 

Kadaj recruta as crianças infectadas com Geostigma com promessas de cura e Denzel é atraído por ele. Loz, segue Tifa e Marlene e após uma luta, ele leva Marlene com ele. Kadaj leva as crianças para as ruínas da Cidade Esquecida e revela sua intenção para que se reúnam com Jenova. Cloud ao saber que levaram Marlene, vai até o local mas Kadaj convocou Bahamut Sin e outros monstros para dominar a cidade. Após eliminar todos, Cloud luta com Kadaj que conseguiu se fundir com os restos de Jenova, que estava em posse de Rufus e se transforma em Sephiroth. Segue-se uma batalha feroz entre ele e Cloud, que quase sem forças recebe apoio espiritual de Zach.









Ano de lançamento 2005

Duração 2h 6m

Direção Tetsuya Nomura, Takeshi Nozue



Trailer 





Minhas divagações 

Confesso que inicialmente achei extremamente confuso porque sinceramente? Não conhecia nada dos personagens e nunca joguei o jogo. Já tentei, mas assim como Resident Evil, não saía do lugar. Só conhecia Zach e Cloud por cenas marcantes que vi em shorts da morte de Zach. E já ouvi o nome Sephiroth, de resto... 

Mas se ignorar esses detalhes, até que não foi difícil compreender a história. Cloud vivia atormentado pelas perdas de Zach e de Aerith (não faço ideia do que representou na vida dele) e aparentemente sofria com o Geostigma e ainda mais por não poder ajudar Denzel que sofria da mesma doença. Me parece que ele pertencia a algum grupo rebelde e o líder dado como morto aparece e pede a ajuda de Cloud para parar Kadaj e seus companheiros que queria ressuscitar Sephiroth. Minha maior dúvida era quem era a tal da Mãe que ele tanto procurava? Mas enfim, quem é fã e conhece o jogo, não terá minhas dúvidas. Fica aí uma lição para o futuro para mim, não assistir nada sem saber da história antes, ainda mais se for de jogo e que a Sinopse já comece com, continuação dos eventos finais do jogo tal...

Mas, mesmo tendo dúvidas e me sentindo perdida aqui e ali, ainda deu para entender as intenções de Kadaj e o que ele era. Cloud, havia se perdido nesses dois anos após sua luta mas para salvar quem e o que era importante para ele, conseguiu se reencontrar e superar tendo novamente confiança em si mesmo e encontrando paz interior. 

Em se tratando dos gráficos, não tenho certeza qual seria a intenção, mas, achei mais parecido com as cenas dos jogos. Se a intenção era deixar mais realista, para mim não funcionou muito. No entanto, as cenas de luta foram sensacionais. Mas acredito que se eu conhecesse mais dos personagens, poderia ter sido mais cativada por eles. Tirando Cloud que achei sensacional, ainda assim não conheço muito de sua história. Mas aqui, ele terminou como um herói. 

Não adianta eu ficar falando dos personagens e me lamentando por desconhecer a história, a culpa foi minha por começar um filme e não ter prestado atenção no enredo, mas fora isso, achei interessante. Creio que Cloud teve sua redenção e paz de espírito. Mas fiquei curiosa sobre sua relação com Zach. Será que tem algum outro filme falando sobre isso ou é só do jogo mesmo? Se for do jogo, como é que fazem uma continuação sendo que nem todo mundo conhece o jogo? Como disse, dá para entender a história, eu só queria mesmo saber mais sobre o Zach. Se deixou um discípulo tão incrível quanto Cloud, imagina o quão maravilhoso ele foi? Se bem que, jogar com o Zach deve ser uma experiência incrível. 

No mais, recomendo. 


Nota pessoal 8/10

terça-feira, 23 de setembro de 2025

[Review/crítica pessoal] A Família do Futuro - Divagando Sempre

 

Olá Divosos. Hoje trago essa animação muito subestimada da Disney. Para mim, é do tempo em que saía coisas boas ainda.






A HISTÓRIA 

Lewis, é um jovem órfão de 12 anos que está cansado de várias entrevistas para adoção, mas nenhum casal conseguir aceitá-lo como ele é. Lewis adora inventar coisas, mas quase sempre resultam em explosões. Quando ele inventa uma máquina de scanner de memória, com a intenção de encontrar o rosto de sua mãe, durante a apresentação de seu trabalho em uma feira escolar, um garoto misterioso o aborda lhe fazendo perguntas sobre um homem usando um chapéu coco. 

Wilbur tenta convencer Lewis de que veio do futuro e que ele corre perigo. Que o homem do chapéu coco roubou uma máquina do tempo e voltou ao passado para destruir Lewis. Para fazer o jovem acreditar nele, Wilbur leva Lewis até o futuro e conhece a família Robinson. Apesar das diferenças, Lewis é recebido com muito carinho e ele se sente feliz em encontrar uma família. Mas quando Wilbur revela quem é Lewis, ele precisa voltar ao passado e enfrentar o homem do chapéu coco. 



Ano de lançamento 2007

Duração 1h 35m

Direção Stephen J. Anderson



Trailer 





Minhas divagações 

Eu vi essa animação anos atrás e das poucas críticas que li, apenas uma foi negativa. Na época que vi achei maravilhoso e revendo agora, continua maravilhoso. Lewis teve vários momentos importantes em sua vida, mas ele ficou obcecado em encontrar sua mãe biológica e entender por que o abandonou. O fato de ser rejeitado por mais de 100 casais também pode ter contribuído para sua decisão de desistir da adoção. 

Lewis pode ter sido responsável por um futuro brilhante, mas também foi responsável pela queda e amargura de seu colega de quarto que passava as noites insone, porque Lewis madrugava inventando coisas. A ironia de tudo isso é em como é fácil criar um vilão, partindo de um momento tão simples como esse. Lewis, tão cego por seus objetivos, não prestava atenção em mais nada.

E, ainda Lewis foi responsável por uma criação sua se rebelar e se juntar ao homem de chapéu coco. Ironicamente a dupla teria ressentimentos contra Lewis. No entanto, Doris, o que aparentava ser ajudante do vilão, na verdade o usava para conquistar seus próprios objetivos e realizar sua vingança. O homem de chapéu coco não era maligno, só amargurado pela sua vida cheia de derrota e culpava Lewis disso. Doris que tinha intenções de dominar o mundo, fazia a cabeça do Homem de chapéu coco, que no fundo só sentia amargura pela sua vida de abandono e coisas que deram errado. 

A família Robinson era completamente maluca. Acho que o único normal ali era Wilbur. E muito cômico que todos só reconheceram Lewis quando Wilbur tirou seu disfarce mostrando seu cabelo. A trama da primeira vez que vi foi surpreendente, pois eu não tinha associado a família ao Lewis. E foi como ver O Exterminador do futuro para crianças, sem muita violência claro. Embora Lewis tenha ficado mais no futuro do que no seu tempo. Também existe o fato de Lewis ter quebrado todo o paradoxo sobre viagens no tempo quando interagiu com toda a família de Wilbur e ainda descobriu sobre seu futuro. Mas detalhes né, cada ficção trabalha sua própria viagem no tempo. 

O que pensando depois, fica a pergunta, se Lewis viu seu futuro, não teria mudado nada ao saber disso? E se ele conhecendo seu futuro sabendo que encontraria sua versão adulta, não saberia que isso aconteceria? Como sempre digo, viagens no tempo sempre me dão nó no cérebro. E no início do filme quando vemos sua mãe o deixando no orfanato? Claramente ouvimos passos e depois descobrimos de quem era. Surreal essa parte. 

Essas histórias de antigamente, tinham mais emocao, brilho e magia. Tinham mais significados e reflexões. Mesmo que você assistisse pensando ser só mais uma animação para crianças, terminava emocionado. Por mais que Lewis fosse obcecado em descobrir quem era sua mãe, ele tinha amigos e uma potencial família ao seu redor, ele só não via isso ainda. Que loucura conhecer sua futura esposa  e sua família no futuro. E quando volta ao seu tempo, é no instante em que conhecerá sua família adotiva. Não dava para imaginar algo desse tipo. Imagina seu primeiro melhor amigo era na verdade seu pai? Que loucura. 

No mais, foi uma história emocionante, divertida e terminei com lágrimas nos olhos. A Família do Futuro com certeza é e sempre será inesquecível para mim. Recomendo. 


Nota pessoal 10/10

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