sexta-feira, 14 de junho de 2024

[Review] Meu primeiro amor - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 1991

Duração 1h 42m

Direção Howard Zieff

Elenco Anna Chlumsky (Vada), Macaulay Culkin (Thomas J.), Dan Aykroyd (Harry), Jamie Lee Curtis (Shelly), Griffin Dune ( Jake Bixler)



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Vada, uma garota de 11 anos, mora com seu pai Harry, um agente funerário e perdeu a mãe quando nasceu. Obcecada pela morte, sempre vai ao médico com algum sintoma de algum morto que seu pai está preparando, já que sua casa também age como uma funerária. Também tem um melhor amigo, Thomas J. que é alérgico a praticamente quase tudo e é o único que aguenta suas paranoias. 

Um dia, Shelly, uma maquiadora aparece para uma entrevista de emprego, porém, não esperava que fosse uma agência funerária, ainda assim, ela aceita o emprego. Vada é apaixonada por seu professor de inglês e nas férias gostaria de fazer seu curso de redação, mas seu pai nega dinheiro para a matrícula. Então, Vada pega de Shelly escondido quando vai conhecer seu trailer. 

Enquanto aproveita as férias com Thomas, Shelly e Harry vão se apaixonando e Vada se sente excluída por seu pai, que já não era muito presente. Então, ela tenta de tudo para afastá-los, até foge de casa. Mas Thomas volta para casa e ao anoitecer ela também volta e percebe que seu pai nem percebeu sua ausência. 

Uma tarde, ao encontrarem uma colmeia, Vada perde seu anel e no dia seguinte Thomas volta para procurá-lo. Na tarde anterior ele e Vada tinham experimentado um primeiro beijo e Thomas ficou impressionado. Até pediu para Vada depois de irem para casa, para se caso ela não ficasse com o professor Bixler, se ela poderia pensar nele. Com muita esperança ele vai procurar o anel dela e chuta a colmeia, porém, as abelhas ainda estavam ali e o cercam...






Minhas divagações finais 

A primeira vez que eu vi, eu já sabia da história mas ainda assim, chorei horrores. E das outras vezes também, e sempre na mesma parte. Quando Thomas voltou e chutou a colmeia, eu já estava chorando.

Foi uma enorme aventura para Thomas até esse momento. Ele não se importava com as maluquices de Vada, estava sempre pronto para acompanhá-la em qualquer situação, como irem ao bingo a noite para vigiarem o pai de Vada e Shelly. E sempre foi muito fofo com ela, como o peixe que ela soltou e ele mentiu sobre ainda estar vivo. 

Assim como ele aceitou ser irmão de sangue dela esfregando seus machucados com sangue (não aconselhável fazer isso na verdade) e depois experimentando seu primeiro beijo. Vada não era ruim, só era solitária porque não tinha mãe, sei pai era ausente e sua avó havia adoecido. Shelly chegou e mudou tudo. Mas ela só amadureceu quando perdeu Thomas. 

Gente, o filme é antigo, todo mundo já deve ter ouvido falar pelo menos, mas caso não conheça, daqui pra frente tem SPOILER 

Quando o pai vai falar com Vada sobre Thomas, que ele havia pisado em uma colmeia e ela diz que ia lá dar uma bronca nele, a cara que o pai faz dizendo que agora não dava mais, meu Deus do céu, sempre choro horrores nessa parte. A compreensão dela do que aconteceu com o amigo, misericórdia. E quando ela finalmente vai vê-lo no velório? Ela chorando e dizendo que ele estava sem óculos... impossível não chorar. 

E Macaulay Culkin tinha muito potencial. Desde jovem assim, fez filmes com papéis completamente diferentes. Thomas J. e o arteiro Kevin de Esqueceram de mim, completamente opostos. E ele representou todos muito bem. 

Enfim, um clássico que sempre irei recomendar e mesmo com a passagem dos anos, continua maravilhoso. 

Nota 10/10

quinta-feira, 13 de junho de 2024

[Review] O menino do pijama listrado - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2008

Duração 1h 34m

Direção Mark Herman

Elenco Asa Butterfield (Bruno), Jack Scanlon (Shmuel), Vera Farmiga (Elsa), David Thewlis (Ralf), Amber Beattie (Gretel), Rupert Friend (tenente Kotler)



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Durante a Segunda Guerra Mundial, Bruno, um menino de 8 anos, se muda de Berlim, para morar próximo a um campo de concentração, devido ao trabalho de seu pai, que foi promovido a comandante. Bruno pode brincar no quintal, mas além disso está proibido de ultrapassar. Porém, da janela de seu quarto, ele consegue ver o campo de concentração e os presos ali, mas ele pensa ser uma fazenda com pessoas estranhas nela. 

Em sua casa, trabalha um judeu, já de idade que faz alguns serviços na cozinha. Um dia, Bruno cai e se machuca e o senhor cuida de seus ferimentos. Entediado, um dia ele escapa da casa sem ser visto e encontra a cerca do campo e próximo a ela está um garotinho. Curioso ele se aproxima e começam a conversar. A partir daí, ele tenta ir até lá sempre que pode. 

Enquanto isso, seu pai contrata um professor particular, Bruno e sua irmã Gretel começam a receber os ensinamentos do professor que fala sobre a superioridade de sua raça e da inferioridade dos judeus e dos motivos de serem perseguidos. Gretel passa a mudar seu pensamento enquanto Bruno questiona se não pode existir pelo menos um judeu bom, já que ele conheceu Shmuel e acha ele uma boa pessoa. 

Elsa, chegando em casa uma tarde, sente um cheiro estranho e o soldado ( Kotler) que a acompanha lhe informa de onde vem. A partir desse dia ela fica inconsolável e após várias discussões com Ralf, decide partir dali com as crianças. Bruno vai até Shmuel para lhe dar as más notícias e descobre que o menino está triste porque não consegue encontrar o pai. Bruno então decide que irá ajudá-la antes de partir e combinam de Bruno trazer comida para Shmuel e este trará um uniforme igual o dele para Bruno. 

No dia seguinte, Bruno consegue escapar antes de se mudar e entra no campo para procurar o pai de Shmuel. Enquanto isso, sua família do outro lado da cerca, faz a terrível descoberta do paradeiro do filho...







Minhas divagações finais 

Talvez seja a segunda ou terceira vez que vejo esse filme. Da primeira vez, o choque maior foi com o final da história. Agora porém, depois de ver e ler sobre a Segunda Guerra Mundial, achei uns pontos estranhos na história. E vi que, apesar de triste, o filme só não foi perfeito porque quiseram amenizar os simpatizantes do holocausto colocando alguns pontos, que segundo li, não foi bem assim que aconteceu. 

Primeiro, nenhuma família alemã e principalmente de soldados, eram ignorantes quanto aos judeus. Elsa não imaginar o que faziam com os prisioneiros? Uma criança como Bruno não estar informado da situação? Shmuel jamais teria conseguido ficar próximo a cerca daquela forma e não só porque era criança que seria deixado em paz daquele jeito. Os nazistas não se importavam se eram crianças ou idosos quando matavam sem piedade. Então Shmuel jamais teria chegado sequer perto da cerca. Assim como Bruno jamais teria entrado no campo. 

Agora em relação ao roteiro, Gretel ser assanhada para cima do soldado Kotler? Que tragédia. Depois de jogar as bonecas e colocar pôster nazista? Lavagem cerebral. E Bruno ser tão alheio ao que seu pai fazia? O mérito se deu ao final somente. Não dá para negar a tristeza de ver o que aconteceu com Shmuel e os restante dos judeus. Bruno foi um efeito colateral da maldade humana. E Vera Farmiga arrasou na interpretação de mãe desesperada, chorei horrores com ela. 

O menino do pijama listrado pode ter vários pontos de vista, pois pelo menos eu, acabei tendo vários. Mas, se tivesse tido mais tempo de mostrar Shmuel e sua situação, talvez um pouco ele com seu pai, para que quando ele dissesse a Bruno que não conseguia encontrá-lo,  nós sentiriamos sua dor e empatia, a ponto de querermos ajudá-lo também. No entanto, Shmuel foi um personagem secundário, apesar de ser o centro da história. 

Vi muitas críticas negativas pelo fato do filme ter sido usado como conteúdo pedagógico e por esse ponto de vista, concordo, porém, não acho que seja um filme ruim, pois a situação de Bruno não é um caso real, os fatos são sim, os judeus perseguidos e o holocausto, porém, acredito que o filme, mesmo com algumas coisas absurdamente erradas, que não teriam como acontecer, visto como uma ficção, acho satisfatório. A inocência de Bruno fazer amizade com um judeu e sendo filho de um soldado nazista, ter um fim como judeu, te faz pensar. 

Agora, tem como você ver o filme e criticar coisas como o modo como a família de Bruno vivia, no conforto, no modo estúpido como o pai dele tratava os judeus, principalmente aquele senhor que trabalhava na casa, no modo como Kotler foi afastado da casa e mandado para a linha de frente por não ter relatado que seu pai era contra o nazismo, assim como a hipocrisia do pai de Bruno por esconder sua mãe que também não concordava com o nazismo. Enfim, concordo que o filme tem muitos problemas, mas não deixa de ser marcante. Caso se interesse em ter conhecimento sobre a Segunda Guerra Mundial,  holocausto e bomba atômica, sugiro documentários sobre. Filmes geralmente seguem um padrão diferente do que realmente aconteceu e tem vários outros títulos que conseguem retratar melhor esse tema. 

No mais, recomendo. 

Nota 10/10

quarta-feira, 12 de junho de 2024

[Review] Palavras nas paredes do banheiro - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2020

Duração 1h 50m

Direção Thor Freudenthal

Elenco Charlie Plummer (Adam), Taylor Russel (Maya), Andy Garcia (padre Patrick), Molly Parker (Beth), Walton Goggins (Paul)



Trailer 








DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Adam, um estudante do ensino médio, mora com a mãe e seu pai os abandonou quando soube que o filho não era normal como ele esperava. Após alguns anos, a mãe conhece Paul. 

Adam tem amigos que só ele vê: Rebecca, Joaquin e O Guarda-costas. No entanto, a gravidade de vê-los aparece, quando ele tem um surto na sala de aula e acaba ferindo um colega. Diagnosticado com esquizofrenia paranoica, acompanhada de alucinações visuais e auditivas, sendo expulso da antiga escola e sendo aceito em uma nova, porém católica, ele tenta esconder sua condição dos outros enquanto após várias tentativas com remédios, agora ele participa de um tratamento experimental, que até consegue parar com as alucinações mas lhe deixa com efeitos colaterais. 

Em qualquer outra pessoa, esses efeitos colaterais não seriam tão importantes, mas para Adam é o fim de sua carreira almejada como chef de cozinha. Tremedeira nas mãos é um dos efeitos impedindo que não consiga cortar alimentos como antes, assim como seu paladar que vai mudando. 

Ele também conhece Maya. Para se manter na escola, ele precisa melhorar suas notas e Maya passa a lhe dar aulas particulares. Ele passa a se interessar mais por ela e descobre que ela é muito mais do que parece. Ela também tem seus segredos mas Adam não está disposto a revelar o seu. Até que, sua mãe lhe da uma notícia e ele para de tomar os remédios. Então tem um novo surto e Maya descobre sobre ele. 








Minhas divagações finais 

Fazia um tempo estava na minha lista, então resolvi dar uma conferida. Confesso que não sabia o que esperar e fui surpreendida positivamente. Não teria como pensar que seria uma comédia dado o diagnóstico de Adam, apesar que seus amigos imaginários tentaram dar um certo alívio cômico na história. 

Só percebi que vemos toda a história a partir da visão de Adam, quando no final, me emocionei com ele e Paul. Adam tinha certeza que Paul não gostava dele por ter problemas mentais e acreditava que na primeira oportunidade ele o internaria em algum hospital. Também se afastou da mãe porque achava que ela só pensava em Paul e que ele estava fazendo a cabeça dela para internarem Adam. Assim que Maya descobriu sobre sua doença, ele a mandou embora porque também achava que ela não fosse mais querer ficar com ele por suas visões o atrapalharem. 

Achei interessante por podermos ver o que alguém com esquizofrenia supostamente passa, pois sendo sinceros, ninguém consegue saber, a não ser a própria pessoa o que se passa em sua mente, as coisas que ouve ou vê, a intensidade delas ou gravidade, por isso que disse supostamente. Achei intenso a situação de Adam, mas queria que tivessem focado mais na arte culinária dele. No início e até mesmo depois de conhecer Maya, ele disse que cozinhar abafava as vozes e ao se concentrar na comida, ele não tinha visões. Eu sinceramente achei que esse fosse o remédio dele, cozinhar, ou, talvez a Maya. Mas então percebi que não era uma história de ficção e não sei muito sobre esquizofrenia, então talvez os remédios seja o mais próximo de amenizar os sintomas da realidade do que se fosse tão simples como cozinhar ou se apaixonar. 

Enfim, acredito que coloquei esse título na minha lista pelo ator Charlie Plummer. Sim, sou do tipo que escolhe o que assistir 90% das vezes pelos atores hahaha já vi outro filme desse menino e como sempre, não me decepcionou. Espontânea talvez seja a primeira vez que o conheci. E, talvez seja normal vindo de mim, mas, não reconheci Andy Garcia hahaha 

Enfim, recomendo. 

Nota 8/10


terça-feira, 11 de junho de 2024

[Review] Velozes e furiosos 7 - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2015

Duração 2h 20m

Direção James Wan 

Elenco Paul Walker (Brian O'Conner), Vin Diesel (Dominic Toretto), Nathalie Emmanuel (Megan), Jason Statham (Deckard Shaw), Dwayne Johnson (Luke Hobbs), Michelle Rodriguez (Letty), Ludacris (Tej), Tyrese Gibson (Roman Pierce), Jordana Brewster (Mia Toretto), Kurt Russell



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Hobbs, recebe uma visita que acaba com ele ferido no hospital. O que ele descobre põe em risco o grupo de Toretto, que recebe uma ligação ao mesmo tempo em que sua casa explode. Hobbs esclarece então quem foi o mandante do atentado. Deckard Shaw, um ex-soldado das forcas especiais, ninguém menos do que irmão mais velho de Owen Shaw,  que agora quer vingança pelo que fizeram com ele e o primeiro da lista era Han. 

Enquanto isso, o líder de operações secretas, conhecido como Sr. Ninguém, recruta a equipe de Toretto para resgatar um hacker que está nas mãos de um terrorista que quer usar um programa que pode scanear e encontrar qualquer pessoa ao redor do mundo em questão de segundos. Em troca de evitar que esse terrorista fique com o programa, se conseguirem resgatá-lo, Toretto poderá usá-lo para encontrar Deckard. 

Munidos de carros velozes e muita coragem, a equipe de Toretto se reúne mais uma vez para tentar parar um inimigo que quer dominar o mundo e para benefício próprio também. E um último trabalho para Brian que agora mais do que nunca, precisa proteger sua família. 










Minhas divagações finais 

Me julguem, mas nas cenas finais eu chorei. Quem acompanhou Velozes e furiosos desde o início, sabe a enorme perda que foi a morte de Paul Walker.  E a homenagem que fizeram no final do filme, aquela despedida, não tem como não se emocionar. 

Para variar, a equipe de Toretto nunca tem paz. E convenhamos, eles sentem muita falta dessa adrenalina. Até mesmo Roman que sempre reclama das missões ou tenta não participar por medo, mas ele sempre acaba ficando. Seja por dinheiro como no início ou pela família agora. E após tentarem vingar Han, agora precisam se proteger e obviamente ele não vai querer correr o risco de ficar para trás. 

Esse 7 foi bem mais elaborado com duas missões em potencial. Confesso que desconfiei das intenções do Sr. Ninguém ( em inglês sempre fica melhor ) e achei que ele fosse trair o grupo. Shaw é daquele tipo de super soldado que acredito que nunca morre, porque cada situação que ele passou e continuou se levantando, se bem que, essa franquia já mostrou que o surreal aqui é super normal. 

Achei a saída da Letty meio nada a ver, do nada ela resolveu ficar um tempo sozinha para clarear as ideias e depois voltou. Quero ver quando cair a ficha dela que o Don teve um casinho com a policial Elena. Agora já passou de um simples filme de corrida, agora é missão com automóveis. E claro, me lembrei das críticas quando comentaram sobre agora eles estarem caindo de avião, com os carros... realmente, até parece né. Mas enfim...

Não foi de todo ruim e com certeza essa música marcou todos nós. 


E todos nós também concordamos, que até parece que Shaw ficaria preso mesmo. Para um tipo como ele não representar mais perigo, sabemos o que teria que acontecer com ele...

Velozes é o tipo de franquia que começa de um jeito e vai terminando de outro. Antes eu achava bem maneiro quando se tratava de corridas de carros. Agora viraram outra coisa, com carros. E com a morte de Paul, sinceramente? Perdeu um pouco a graça da franquia. Embora fosse clichê o bom policial ficar do lado dos "criminosos ", o diferencial para mim era os carros e as corridas. Depois virou uma bagunça. Mas pelo Paul, vamos ver até o fim. 

Enfim, por enquanto ainda recomendo. 

Nota 10/10


segunda-feira, 10 de junho de 2024

[Review] Velozes e furiosos 6 / Fast & Furious 6 - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2013

Duração 2h 10m

Direção Justin Lin

Elenco Paul Walker (Brian O'Conner), Vin Diesel (Dominic Toretto), Michelle Rodriguez (Letty), Dwayne Johnson (Luke Hobbs), Jordana Brewster (Mia Toretto), Gina Carano (Riley), Sung Kang (Han Lue), Luke Evans (Owen Shaw), Gal Gadot (Gisele), Tyrese Gibson (Roman Pierce), Ludacris (Tej), Elsa Pataky (Elena)



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Após o golpe no Rio de Janeiro, a equipe de Don se espalha pelo mundo. Porém, Toretto é procurado pelo agente Hobbs para lhe pedir ajuda para capturar um ex-militar, que está montando uma arma poderosa e pretende vender no mercado negro e que seria uma ameaça para milhares de vidas inocentes. Mas para chamar a atenção de Don, ele mostra uma foto tirada recentemente em que Letty aparece viva. 

Embora Bryan suspeite de algum golpe de Hobbs, Toretto prefere ter a certeza de que Letty está circulando por aí, então reúne sua equipe novamente. Ao primeiro encontro, Don é baleado por Letty. Hobbs descobre ligação de Shaw com Braga, um antigo inimigo da equipe, mas que está preso. Bryan então bola um plano para entrar em contato com Braga e descobrir o que realmente aconteceu com Letty. 







Minhas divagações finais 

Elsa Pataky só tem presença se aparecer seminua, porque Elena é uma personagem tão sem graça, completamente esquecível. Agora muitas coisas começam a fazer sentido. Finalmente a "morte" de Han acontece, ou seja, finalmente encontrei onde Desafio em Tóquio se encaixa nessa franquia. Por mais que tenha contado mais sobre a história do Han, acho que como o final com a aparição de Don, poderia ter incluído o garoto no time, embora ele não fosse criminoso. E também explica porque Han estava fazendo uns trabalhos por lá e sozinho. 

Cada criminoso que Don e sua equipe cruza o caminho, aguardem pelo retorno no futuro ou de algum parente. E sempre desconfie de alguma morte. Já aprendemos com a Letty que nessa franquia, até morto pode retornar. 

E, está se aproximando a ausência de Paul Walker na franquia. Sinceramente? Para mim deveriam ter parado após a morte dele. Afinal, foi ele quem iniciou Velozes e furiosos.  Não vejo muito sentido não termos mais Bryan e Toretto juntos. E embora esse sexto filme ainda ter sido bom, não vejo como pode ficar melhor daqui para frente. Agora virou perseguição policial. Como é que um grupo de corredores criminosos, podem armar contra traficantes poderosos? E sempre em troca de manter a ficha limpa? O próximo pedido de Hobbs será qual? Prometendo o que agora? Se bem que, por esse final, já podemos deduzir que o próximo será por vingança. 

Elena teve muita sorte que Letty não se lembre de nada hahaha as músicas continuam top, as corridas continuam boas também, a história foi até interessante e a dupla Roman e Tej, consegue tirar umas boas gargalhadas ainda. E alguma surpresa por ter um traidor na equipe de Hobbs? Agora ele sabe que apesar de Toretto ser um criminoso, sua equipe é mais confiável do que certos agentes. Eu não lembrava muito desse filme, então não esperava Luke Evans como Shaw, para mim sempre foi Jason Statham, mas lógico que tem uma jogada aí, mas porque Han quem sofreu as consequências, vai saber...  Agora seguir para o próximo e ver como vão desenrolar essa história agora. 

Nota 10/10

 

domingo, 9 de junho de 2024

[Resenha] O clube do crime das quintas-feiras - Divagando Sempre

 

Ano da primeira publicação 2021

Páginas 384

Autor/a Richard Osman



DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Em um bairro de residências privadas para idosos, quatro amigos se reunem toda quinta-feira para discutir sobre crimes que não foram resolvidos. São eles, Ron, um ex-sindicalista tatuado, Joyce, uma viúva que é muito mais do que parece, Ibrahim, um ex-psiquiatra e a enigmática Elizabeth, que lidera o grupo. 

Elizabeth conhece a policial Donna de Freitas, bem na hora em que acontece um assassinato nas redondezas. Uma foto é deixada ao lado do corpo e o grupo de idosos começa uma investigação em colaboração com Donna e o policial Chris. Embora Elizabeth possa descobrir muitas coisas e as vezes se pondo em perigo ou ainda, atravessando o caminho da justiça, é ela que consegue ir decifrando os enigmas e amarrando as pontas soltas. 


Minhas divagações finais 

Minha gente, confesso que essa leitura me surpreendeu muito. Não esperava tudo isso. Mas fiquei triste ao saber que o livro tem várias sequências. Não sou muito fã de sagas longas porque eu geralmente não leio em seguida. Porque acaba me cansando mas o ruim é que quando volto, já não lembro muito bem do início hahaha mas eu deveria ter imaginado que uma história tão interessante não pararia em único volume. 

Já começa que você não imagina que um grupo de idosos, realmente se empenhem em desvendar os crimes sem solução. Você imagina que eles conversem entre eles qual seria a solução do caso, quem poderia ser o criminoso, quem ganharia com a morte da vítima, quem poderia ser o serial killer e por aí vai, mas você não imaginaria eles indo atrás de suspeitos ou pistas de verdade. 

A Joyce e a Elizabeth foram personagens maravilhosas. O caso dessa história se resume em dois assassinatos e um esqueleto misterioso encontrado. Cada um teve seus suspeitos e motivos. E o modo como o clube de crime das quintas-feiras foram eliminando suspeitos, foi incrível. Todo suspeito que eu imaginava ser o assassino, ou era morto ou era impossível ser o culpado. Percebe-se que faro investigativo não é meu forte. 

Algumas vezes odiei a Donna e sempre me questionei sobre a autoridade de policiais nos livros (se realmente é assim) e também em como algumas pessoas respondem aos policiais na vida real. Elizabeth foi muito mais eficiente do que Donna e Chris juntos. 

Li algumas críticas (novidade né) de gente reclamando que foram aparecendo muitos personagens e que a história teria sido melhor bem mais resumida. Bom, se na cabeça do autor estava bom assim, quem somos nós para dizer o contrário. Pode ser que cortando algumas coisas teria simplificado mais a história, mas para mim, foi satisfatório. Quem imaginaria um caso tão cheio de curvas e suspeitos. Só espero que nos próximos ninguém mais morra...

Recomendo. 

Nota 9/10

sábado, 8 de junho de 2024

[Review] Minha querida Oni (My oni girl/ anime movie) - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2024

Duração 1h 52m

Direção Tomotaka Shibayama 



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Hiragi é um estudante que não consegue dizer não para ninguém, por conta disso fica sobrecarregado de tarefas escolares e faz tudo que seus pais pedem ou querem, mesmo ele sendo contra. Um dia, voltando para casa, conhece uma garota passando dificuldades e automaticamente ele vai ajudá-la. Acontece que ela é uma oni chamada Tsumugi. 

Inicialmente Tsumugi nega que precisa de ajuda, mas depois acaba indo para a casa de Hiragi. Instantaneamente sua família a acolhe, mas após um desentendimento entre Hiragi e seu pai, começa a nevar e Hiragi é atacado. Tsumugi então foge com ele e lhe explica mais sobre seu mundo, uma vez que ele pode ver quem realmente ela é. 

Toda vez que começa a nevar, um monstro tenta atacá-los. Tsumugi conta o que está fazendo no mundo dos humanos e pede a ajuda de Hiragi. Pensando em todas as coisas que sempre fez pelos outros sem ter realmente vontade, ele decide ajudar Tsumugi, porque é algo que ele realmente quer fazer. Assim, eles começam uma jornada de amadurecimento, descobertas e amizade. 





Minhas divagações finais 

Comecei a ver sem compromisso e acabou sendo interessante. Não esperava uma história como essa. Na verdade não tinha lido muito sobre o que era, só vi que Hiragi partia em uma jornada com uma garota oni que procurava a mãe no mundo dele. Mas achei a história bem profunda. 

Hiragi aprendeu muitas coisas e devido a sua educação rígida onde seu pai decidia tudo o que ele fazia, ele acabou se tornando essa pessoa que não conseguia dizer não e também não conseguia expressar seus verdadeiros sentimentos. Nunca vou me acostumar com estranhos indo a sua casa e passando a noite lá. A família de Hiragi acolheu Tsumugi como se já a conhecessem desde sempre. 

Quando seus pais perceberam que ele e Tsumugi desapareceram, não questionaram a bagunça do quarto? Seu pai achou o que? Que ele teve um ataque de raiva e fugiu? Pior é os dois andando procurando o templo que ficava longe com somente a roupa do corpo decidido tudo na hora. Pensei que fossem voltar para casa de Hiragi, se vestido melhor e pego pelo menos uma mochila para colocar comida, lanterna, dinheiro e essas coisas quando vamos procurar algo. Ainda mais porque o lugar era longe. Mas foi interessante as pessoas que conheceram no caminho e que os ajudaram. 

Agora, o desfecho do que tinha acontecido com a mãe da Tsumugi?  Uau. Por essa eu não esperava. Eu desconfiei dos monstros, mas jamais o que tinha acontecido com a mãe. E a senhora da vila me lembrou a velha da animação A viagem de Chihiro. Não em aparência, mas no fato dela comandar o local. E apesar de parecer fazer as coisas com a intenção de proteger os onis e suas casas dos humanos, achei o sacrifício triste demais. 

Hiragi partiu em jornada própria de auto descoberta e ao longo da história cresceu e mudou, conseguindo expressar mais seus sentimentos, principalmente para ajudar Tsumugi. Foi uma aventura e tanto. Encontraram o pai da Tsumugi, descobriram sobre a mãe dela, Hiragi foi capturado por um monstro e foi parar na vila dos onis e a única coisa que eu pensava, era os pais do Hiragi não entrando em pânico nem chamando a polícia para seu desaparecimento. Só esperaram por notícias dele, como se fugir fosse um hábito. É, coisas estranhas me incomodaram, mas ainda foi bom. 

Enfim, recomendo. 

Nota 9/10

sexta-feira, 7 de junho de 2024

[Review] Uma linda mulher - Divagando Sempre

 

Olá Divas e Divos queridos. Hoje trago esse romance que é meu preferido da Julia e do Richard. 



Ano de lançamento 1990

Duração 1h 59m

Direção Garry Marshall

Elenco Julia Roberts (Vivian), Richard Gere (Edward), Laura San Giacomo (Kit), Hector Elizondo (Barney), Jason Alexander (Phillip)



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Vivian mora com Kit e devem o aluguel, seus trabalhos é na rua e é assim que Vivian conhece Edward. Este, tentava ir para o hotel onde estava hospedado no carro de seu advogado Phillip. Vivian ajuda a indicar o hotel para Edward e acaba dirigindo seu carro. Intrigado e curioso sobre essa garota de programa, ele a convida para passar a noite com ele. 

Embora seus negócios exija muito trabalho e Edward tenha muito dinheiro, ele precisa de companhia para uma reunião e faz um acordo com Vivian para que passe a semana com ele, até seu último dia no hotel, onde depois retornará para sua casa. Vivian vive dias de princesa mas também conhece seu lugar quando Phillip ao descobrir no que ela trabalha, tenta investir contra ela. Edward chega na hora e o expulsa. Mas o clima pesa entre o casal, que sabem que devido a profissão de Vivian, coisas desse tipo sempre poderá acontecer. 










Minhas divagações finais 

Anos 90, temos Julia Roberts e Richard Gere novinhos, sempre assisti esse filme dublado e a última vez foi uns 20 anos atrás acho. Dessa vez assisti no original e o filme continua tão bom quanto me lembrava. Porém, apesar de saber o trabalho de Vivian e ter cenas de sexo ou dela em roupas íntimas, achei mais sensual do que outros filmes do gênero, que são mais puxados para o vulgar. Como já disse algumas vezes, não é isso que chama minha atenção em filmes. 

Sempre amei esse filme, mas não lembrava alguns detalhes. Um deles, foi o gerente Barney, que ajudava Vivian a comprar um vestido. Eu achava que ele só se impressionaria com ela após Edward a ter ajudado a comprar várias roupas novas e mais apresentáveis. Assim como no restaurante, pensei que Edward conseguiria fechar o negócio devido ao carisma da Vivian. Mas a melhor parte, que eu mais amava, era quando ela retornava a primeira loja onde a julgaram pela aparência e não quiseram atendê-la e ela retorna a loja toda chique cheia de sacolas. Quem nunca gostaria de fazer isso com essas atendentes que nunca aprendem né. 

Li que inicialmente o filme seria uma crítica a prostituição mas resolveram deixar como comédia romântica. Acho que é o sonho de toda garota de programa encontrar um Edward em suas vidas. A cena icônica de Edward mostrando uma caixa de joias e fechando nos dedos de Vivian, rendendo uma risada espontânea que deixou a cena tão natural, porque na verdade ela foi improvisada por Richard Gere e ficou ótima. 

Desde o início dava para ver que Phillip era nada mais nada menos do que um sangue suga. Não lembro se ele oferecia dinheiro para Vivian ou se queria os serviços dela de graça, só lembro dele a forçando a ter relações com ele e Edward aparecendo. Nesse caso, nem mesmo garotas de programas tem que se sujeitar as agressões ou estupro. Nunca entendi essa necessidade dos homens de querer forçar um ato sexual. Só essa parte do filme ficou um pouco mais sério, ao mostrar como mulheres como Vivian são tratadas e vistas pelos homens, assim como julgadas pelas mulheres. Afinal, ser prostituta ainda é algo de muita controvérsia sobre ser um trabalho honesto ou não. 

Mas, depois do casal protagonista, com certeza Barney foi um excelente personagem. Sempre tem um salva vidas nessas histórias, que enxergam além das aparências e se mostra mais carismático do que se poderia imaginar. Qualquer tema polêmico é preciso refletir antes de elogiar, pois por mais que tenha sido divertido e romântico, nem toda Vivian encontrará um príncipe como Edward e nem todo Edward encontrará uma Vivian que poderá confiar. A vida real pode até imitar a arte, mas, sempre tem exceções.

O meu eu de 13, 14 anos, que não entendia muito da vida adulta, que sofria um amor platônico adolescente, sempre amou contos de fadas e sempre achou que a maioria dos homens fossem um Edward dos filmes. Imagina a decepção ao saber que a maioria são imprestáveis como Phillip. Foi então que descobri que era menos doloroso acreditar nos filmes de terror do que nos de romance. 

Sempre amei o final desse filme quando Edward vai atrás de Vivian e até encara seu medo de altura por ela. Quem não gostaria de ter um amor assim?  

A trilha sonora também está divina. Super recomendo esse clássico que não muda jamais, mesmo com o passar do tempo, continua maravilhoso. 

Nota 10/10

quinta-feira, 6 de junho de 2024

[Review] A maldição do Queem Mary - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2023

Duração 1h 54m

Direção Gary Shore

Elenco Alice Eve ( Anne Calder), Joel Fry (Patrick Calder), Lenny Rush (Lukas Calder)



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Queen Mary, um esplendoroso navio famoso não só pela sua magnitude e velocidade, mas também pelas histórias assombradas que acompanham as histórias do navio. Um casal em processo de separação, Anne e Patrick, levam seu filho Lukas com os propósitos de trabalho e lazer. Tentam conciliar uma entrevista de emprego para Anne enquanto Lukas se diverte visitando o navio com seu pai. 

No entanto, Lukas se separa de seu pai e quando este o encontra, está todo ensopado e traumatizado. Eles retornam para casa e Anne recebe um retorno do navio, onde poderá trabalhar nele. O casal aparece sem Lukas e Anne diz que o deixou com sua mãe para poder fazer esse trabalho. Mas, seu propósito na verdade é outro. Ela sabe que o local esconde segredos e mistérios assombrosos e parte para descobrir o que realmente aconteceu com seu filho.










Minhas divagações finais 

Aparentemente parece ser uma história intrigante, mas, na verdade achei um tanto confuso no início, com a transição do presente e passado. Confesso que demorou um tantinho para eu descobrir que eram duas histórias paralelas mas que se encontravam no final. 

A história do passado tem até relação com histórias reais, mas na vida real, uma família constituída de um casal e duas filhas, foram mortas pelo pai e este no final tira a própria vida.  No filme, o passado era bem mais sinistro que o presente. Se eu tivesse prestado bem mais atenção, teria notado antes, que o navio em que Anne e Patrick estão, estava ancorado no porto enquanto o outro estava a todo vapor. 

E também, as vestimentas e cortes de cabelo, poderiam sugerir as mudanças de tempo. Os motivos de contar a história dos assassinatos em uma cabine, B 474, tem relevância com o casal trabalhando no navio. Minha única questão para esse filme seria: por que agora? Por que esse casal? Pois aparentemente, o navio era usado como uma espécie de museu, com passeios turísticos contando histórias assustadoras com várias pessoas passando por ali diariamente. E de repente os escolhidos são Anne e Patrick?  Muito conveniente. 

Eu, particularmente prefiro histórias contadas sobre lugares assombrados por documentários ou youtubers. Conhecer a verdadeira história do navio, com certeza é mais interessante do que o filme. Ainda não entendi a relação do casal e Lukas. Não entendi porque o cara que contratou Anne se autodenominava Capitão e com quem ele falava ao telefone. Não entendi muitas coisas na verdade. 

Mas, achei o desfecho interessante. Porém, como já disse em algumas obras, a jornada não vale a pena para chegar ao final. Achei muito confuso, ou, talvez eu não tenha me esforçado para prestar atenção. Quando chegou na parte dramática de Anne e Patrick, eu já estava revirando os olhos de impaciência com esse casal. E, se eu entendi bem, Patrick não devia ser pai de Lukas, quem deixaria o menino para trás durante o passeio turístico? Ainda mais em um local famoso por ser assustador? No mínimo eu segurava a mão do meu filho ou manteria ele do meu lado e sempre de olho. No entanto, quando se trata de histórias de terror, geralmente sempre dão um jeito de separar as pessoas, como Lukas chamando pelo pai e este não escutando. O que achei impossível de não escutar. 

Achei exagero os comentários negativos mas felizmente dessa vez tenho que concordar. As histórias reais já são bem assustadoras, talvez se tivessem trabalhado nelas de verdade, não apenas inspirado e mudando coisas, teria sido bem mais assustador. Achei que muitas coisas ficaram sem explicações ou apareceram só para confundir ou causar desconforto. Não acho que seja um desperdício de tempo, porque algo me chamou a atenção para ver o filme, então a propaganda deu certo. Mas, o conteúdo em si, deixou muito a desejar. Tanto que não me recordo os nomes de alguns personagens.

No mais, nota 5/10

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