terça-feira, 29 de março de 2022

[Review] A dama e o vagabundo

 Hoje vamos de um clássico, que pra variar,  só lembro dos cachorros comendo o macarrão hahaha



A dama e o vagabundo ( ano de lançamento 2019)


Lady vive no conforto de um lar e as vezes troca informações com seus amigos vizinhos.


Enquanto é amada, mimada e cuidada Lady era indiferente ao que acontecia em sua casa, até que tudo mudou. Um bebê a caminho. Por coincidência ela acaba conhecendo Butch, um cão de rua, que vive roubando comida dos distraídos e fugindo da carrocinha.

Após um incidente, Lady acaba fugindo e Butch a salva lhe mostrando como viver fora da cerquinha da casa dela.


Após um dia de aventura, correndo da correcinha, eles passam a noite trocando confidências e Butch confessa que já teve um lar, mas foi abandonado depois que o bebê chegou na família. 



Infelizmente o cara da carrocinha encontra eles mas Lady é pega e depois volta para seus donos.




Butch procura Lady para se desculpar por tê-la deixado e para dizer que viver nas ruas sem ela, agora era solitário.

Ratos invadem a casa e Butch tenta salvar o Bebê mas é confundido com um ataque e é perseguido e pego pela carrocinha. Lady vai atrás para salvá-lo e seus donos entendendo o que aconteceu, adotam Butch também...



Eu decididamente não me lembro de nada mais do desenho animado a não ser a icônica cena dos dois comendo espaguete e se beijando hahaha que a Lady vivia no conforto de um lar e o Vagabundo nas ruas é óbvio. Mas as aventuras, as fugas da carrocinha, os cães amigos e o final, não lembrava não...

Gostei da simplicidade de tudo, de como foi feito os efeitos visuais dos animais falando, a dublagem perfeita...

Fiquei muito triste ao ver como cães de ruas eram/são tratados ou como são abandonados. As vezes a gente não pode continuar com eles, mas abandonar como o Butch foi abandonado, é de partir o coração. 

Agora, tratar como o dono do restaurante que armou até  uma cena romântica para os dois cachorros já é bem cômico...

Típico da Disney, musical, momentos tristes e final feliz. Resume todo o filme.

Enfim, minha nota de satisfação pessoal 8/10.

Foi bom, mas nada espetacular... 

segunda-feira, 28 de março de 2022

[Review] Cruella ( Emma Stone) - Divagando Sempre

 Olá filhotinhos. Quem não conhece a história de Cruella e os dálmatas? Diga-se de passagem, eu amava o desenho animado. Claro que odiava a Cruella e só estou vendo esse filme para ver como vão romantizar a história de Cruella para torná-la má...



Cruella 

Ano de lançamento 2021

Duração 2h 14m

Direção Craig Gillespie

Elenco Emma Stone, Emma Thompson, Joel Fry, Paul Walter Hauser


Stella nasceu diferente de todos e desde pequena queria se rebelar contra o mundo.




Antes de ser expulsa da escola, sua mãe decide tirá-la de lá e se mudam de cidade. Durante a viagem sua mãe para no caminho para falar com alguém e Stella desobedecendo ordens, sai para olhar a festa que desenrola no local. Acaba sendo perseguida por cachorros  e por coincidência acaba com eles atacando sua mãe e ela morrendo. 

Sozinha na cidade desconhecida ela conhece dois garotos também órfãos e passa a morar com eles. 10 anos se passam onde eles ganham a vida roubando das pessoas.



Mas apesar dela criar grandes figurinos e conseguir grandes roubos, Stella sentia que ainda faltava algo em sua vida. Então ela consegue uma chance de realizar seus sonhos trabalhando para a Baronesa ( Emma Thompson ) e acaba descobrindo a verdade sobre a morte de sua mãe. 

Estella então cria um plano para acabar com a Baronesa e muda seu visual para Cruella.




Cruella desbanca a Baronesa de seu trono e mostra a todos a maldade que sempre reinou nela. Presa, ela perde tudo e Cruella agora comanda o antigo reinado da Baronesa.




Minhas divagações 

Nunca me interessei pela história da Cruella,  porque no que me lembro de outros filmes e desenhos, ela sempre foi má atrás dos dálmatas para usar sua pele.

Ver aqui um início onde sua "mãe " tentava a educar com um misto de bondade visto que desde criança ela tendia para a rebeldia, parece até uma desculpa para toda a maldade que reside nela. 

Claro que Emma Stone arrasou no papel e se Cruella fosse tão bonita assim, pra quê ser má?  

Agora não sei se o filme é para o público jovem ou adulto, mas apesar de ter mostrado um lado bom de Stella, nós conhecemos a Cruella e ela não é tão agradável assim. 

Mas confesso que, embora a história poderia ter sido muito mais, até que me agradou bastante. E os designers dos vestidos eram realmente impressionantes. 

Mas fica uma questão para mim. Cruella sempre teve essa questão de comportamento, mas, quando descobriu sobre sua mãe, quis vingança. Até aqui compreensível. Mas e depois? Ela continuou o reinado da Baronesa por ser má também ou continuaria mas mudando seus aspectos, já que conseguiu se vingar e tirar tudo da outra. Mas acho que já estava nela a maldade. Vingar a mãe foi só uma desculpa para mostrar isso.

Acho difícil gostar de Cruella porque nos desenhos, além de horrível, não tinha nada nela que pudéssemos amar, a não ser que sempre se dava mal no final. E seus comparsas eram muito atrapalhados. Cruella tem várias adaptações, mas sempre fora mostrada como uma mulher rica que perseguia dálmatas porque queria suas peles para fazer roupas. Era disso que me lembrava no geral. Embora aqui conhecemos uma Cruella criança e uma Estella adulta sendo "normal", podemos ver que mesmo em determinado momento em que torcemos por ela, pois a vemos ser humilhada pela Baronesa, fica a hipocrisia por no fim ela se tornar a própria. Mas como disse antes, queria ver como iriam romantizar essa história. 

Minha nota de satisfação pessoal 8/10.

domingo, 27 de março de 2022

The Cursed ( K-Drama ) - Divagando Sempre

 Antes os k-dramas eram famosos pelo romance, agora o terror está abrindo mais possibilidades e eu adoro isso... sou muito fã de um terror, mas encontrar um realmente bom é sempre difícil...



The Cursed ( K-drama/ ano de lançamento 2020)

Baek So-Jin ( Jung Ji-So) é uma feiticeira que tem o poder de lançar maldições. Quando criança, sua mãe, que era xamã fez um ritual de iniciação na filha e depois de ficar doente, ela passou a ter um espírito com ela. Mas sua mãe foi morta por um empresário possuído por um espírito maligno que adquiriu depois de ter passado pelo mesmo ritual. Acompanhado de uma xamã,  ele incendeia a casa de So-jin mas ela consegue fugir, vagando sozinha por vários dias.



So-Jin após 10 anos sozinha,  procura meios de destruir Jin Jong-Hyun ( Sung Dong-Il) depois de descobrir que ele está possuído. Ela pede a ajuda da repórter Im Jin-Hee (Uhm Jin-Won) que tem um maior senso de justiça do que outros repórteres.





Para convencer Jin-Hee, So-Jin lhe diz que pode amaldiçoar alguém que ela odeie, só precisa ter em mãos uma foto da pessoa, os caracteres do nome e um objeto pessoal.

Jin-Hee passa por uma discussão acalorada com seu chefe Joo-Hwan (Choi Byung-Mo) e decidida pega a tampa de uma caneta dele e procura So-Jin. Mas só vai acreditar que a maldição funciona quando encontram o corpo de Joo-Hwan de forma inacreditável. 



Sung Joong ( Jung Moon-Sung), marido de Jin-Hee, é policial e sua equipe precisou interrogar sua esposa por ela ser a última a estar com Joo-Hwan. Investigando mais descobrem que ele pode ter ligação com a  Forest, uma empresa de TI envolvida em polêmicas. 



Jong-Hyun ao ver fotos do corpo de Joo-Hwan,  recorre a sua xamã para descobrirem quem fez isso e como.



Correndo perigo chegando perto de Jong-Hyun,  Jin-hee procura um lugar seguro para ficar enquanto conta com a ajuda de seu marido para investigar a empresa e as pessoas envolvidas com Jong-Hyun. 

Jin-hee é sequestrada e enquanto sofre tortura, So-jin vai atrás da xamã a enganando no trem para poder amaldiçoá-la.

Tirando a Xamã do caminho, resta agora ir atrás de Jong-Hyun e eliminar o demônio dentro dele, mas So-jin e Jin-Hee fazem uma descoberta terrível, onde metade do demônio habita o corpo de So-jin, e entendem porque sua mãe não conseguiu tirar a maldição de Jong-Hyun sem matar a filha também...


Sempre acabo meio decepcionada achando que vai ser aquele terror, quando nem é tanto assim.

As agressões físicas já são típicas nesse tipo de K-drama. 

O início da a entender, pelo menos para mim foi assim, que a mãe da So-jin queria explorar a filha e não gostava tanto dela pelo que era capaz de fazer, mas com o decorrer da história, foi explicando suas atitudes e fiquei chocada quando entendi as verdadeiras intenções dela.

O ritual xamã era mais assustador que qualquer outra coisa, porque as xamãs faziam caras e bocas, além de uns gritos horríveis.


Tudo o que o Jong-Hyun queria e tudo o que fez na verdade foi bem clichê. Mas o passado adolescente de Jin-Hee foi bem traumatizante. 

Apesar de Sung-Joong ter sofrido um acidente na perna durante um trabalho, a morte do colega foi bem triste, principalmente porque ele sempre tentava dizer que queria sair mas não conseguia porque se sentia culpado pela perna do chefe. E sempre tem um traidor/espião dentro da polícia, ainda bem que pelo menos esse tinha consciência e se entregou depois da morte do colega.

Mesmo sendo casados, a relação de Sung-Joong e Jin-Hee era meio distante e ao mesmo tempo fofinho, porque pareciam que tinham um relacionamento mas não pareciam muito um casal, era mais como melhores amigos? 



A coragem de So-jin por ter vivido 10 anos sozinha e ainda sofrer bullying na escola até conhecer Jin-Hee e criar laços com ela é bem emocionante. 

Mas a cena final fica aquele mistério, e agora? 

Não sabia o que esperar, comecei com grandes expectativas, mas não foi grande coisa. O terror trabalhado aqui é mais o ódio e o rancor que o ser humano sente. Como a Jin-Hee que foi dominada por esse sentimento depois da briga com seu chefe. Mas mesmo assim, So-jin lhe disse que ela era boa demais, por isso não conseguiu amaldiçoá-la. 

A OST também foi boa. Gosto quando as músicas no final casam bem com pequenas cenas do que passou e do que virá nos próximos.



Minha nota de satisfação pessoal 8/10.


Uma escritora de matar - Divagando Sempre

 



Finlay Donovan - Uma escritora de matar ( Elle cosimano)


Finn é uma escritora de romance policial que está sofrendo um bloqueio de escrita com prazo vencendo. Além disso está cheia de dívidas e seu ex marido está tentando pegar a guarda de seus filhos alegando que ela é incapaz de cuidar deles. 

Em um encontro com sua agente para definir um prazo, uma mulher escuta sua conversa sobre a história do livro e a confunde com uma assassina de aluguel. Lhe deixa um bilhete com o nome do marido, um valor em dinheiro e o número de seu telefone. 

Curiosa ela liga para o número e descobre que a mulher quer contratar seus serviços para matar seu marido por 50 mil dólares em espécie. 

Tentada pelo dinheiro, já que ela está afundando em dívidas e quase perdendo os filhos, ela vai até o evento onde o marido de Patrícia,  a " cliente " disse que ele estaria e descobre coisas perturbadoras sobre ele. 

Finn acaba com ele drogado em sua minivan tentando decidir qual a melhor saída para entregar esse meliante sem que ela precise de fato matá-lo. 

Enquanto conversa por telefone com sua irmã que é policial, sobre o assunto, mas dando a entender que era uma pesquisa para seu livro, Finn descobre o sujeito morto em seu carro. 

Desesperada ainda encontra a babá, que seu ex marido tinha demitido, saindo de sua casa com algumas coisas que lhe pertence. Ao conversar com ela, Vero decide ajudá-la se receber 40 por cento do dinheiro, valor que foi muito bem discutido até então.  Elas enterram o corpo de Harris Mickler e dão o assunto por encerrado. 

Mas, Vero manda uma mensagem para Patrícia dizendo que o trabalho havia sido concluído e faz Finn ir buscar o dinheiro delas. No entanto, algo incomoda o subconsciente de Finn, que com sua mente aguçada de escritora de suspense policial, tem certeza que aconteceu algo mais entre o momento que deixou Harris desacordado em seu carro na garagem enquanto falava com a irmã e trocava de roupa e sua morte. Ela não acredita que o matou, mesmo sem querer. Então começa a investigar.

Nesse meio tempo, sua irmã lhe apresenta o policial Nick, que suspeita de Thereza, a noiva de Steven e lhe pede informações sobre ela. Então Finn começa a investigar Thereza e se mete em uma teia de mentiras e cada vez se enrola mais nela...


História completamente surreal. O interessante foi o modo como ela foi confundida com uma assassina de aluguel. O improvável é como alguém sai pagando facilmente 50 mil dólares sem checar a eficiência da assassina.

E o mais improvável ainda, foi ela ganhar tanto dinheiro sem de fato, ter matado alguém...

Li comentários de leitoras dizendo que acharam super engraçado as trapalhadas da Finn, mas meu tipo de humor deve ser diferente, porque só achei ridículo como as coisas se desenrolaram. 

Não nego que a Finn é cativante e merece ser feliz. E a Vero é completamente maluca por ser cúmplice nos planos doidos da Finn. 

Se Thereza e Steven mereceram esse final? Acredito que a gente colhe o que planta hahaha mas será que o final de Steven é aquele mesmo? 

O lado bom é que a escrita é tão fluída que a leitura é rápida, mas em alguns capítulos tive vontade ou de abandonar ou de pular páginas  hahaha 

O suspense era muito promissor. Fiquei imaginando como ela faria ou se faria mesmo o trabalho que Patrícia a contratou. Imagina, uma mãe solo assassina de aluguel? Hilário. Mas, o suspense não foi grande coisa e acabou se perdendo no caminho. 


Minha nota de satisfação pessoal 6/10.

sexta-feira, 25 de março de 2022

[Review] Han Solo

 Booooomm, depois de Rogue One fiquei com receio de ver esse, mas é Han Solo e tem Emília Clarke e Donald Glover, então resolvi dar uma chance. 



Han Solo - Uma história Star Wars ( ano de lançamento 2018)

Han Solo ( Alden Ehrenreich) rouba uma substância perigosa e ele e sua namorada Qi'ra ( Emília Clarke) são perseguidos. Os dois são escravos no planeta e Han, fazia planos de fugir. Mas Qi'ra é pega e Han para fugir se alista para ser um soldado do Imperio. 

Ele acaba conhecendo Chewbacca e os dois fogem entrando para o grupo de saqueadores de Beckett ( Woody Harrelson) que vão roubar Coaxium, um combustível que só pode ser encontrado em Kessel. 




Como a missão de Beckett falhou perdendo a carga preciosa, ele retorna ao seu chefe Dryden Vos ( Paul Bethany) levando Han e Chewie consigo. Lá, Han reencontra Qi'ra. Mas ela não é mais como ele a conhecia, agora ela pertence a Dryden.




Mesmo sabendo dos perigos, Han tem esperanças que depois de completar a missão, ele e Qi'ra possam fugir juntos. 

Dryden dá mais uma chance a Beckett se trouxer o carregamento de Coaxium e Qi'ra parte junto com a equipe.


Procurando uma nave, Han conhece Lando ( Donald Glover) e faz sua primeira aposta para conquistar uma nave. Lando parte junto com Han e seus companheiros por uma quantia recebida para ajudá-los.




Ok, vamos lá. Não dá para ignorar que os roteiros de Star Wars não são lá grande coisa.

Mas aqui, apesar desse não ser considerado o melhor filme, achei mais interessante que o Rogue One. Mas talvez porque eu seja muito fã do Han Solo e do Chewie. 

Na verdade toda a saga deveria se chamar Han Solo e Chewbacca, porque essa dupla é perfeita na minha opinião claro. 

Achei interessante como ele conheceu o Chewie e Lando. E, apesar dos atores representarem Han e Lando em sua juventude, achei a atuação deles perfeita. 

Emília Clarke também trabalhou bem, apesar que não vi muita necessidade dessa personagem, a não ser mostrar que Han sempre gostou das mais difíceis hahaha e que trabalhava melhor quando tinha que salvar alguém que amava...

E o mais épico claro, foi a famosa aposta entre Han e Lando contra a Millenium Falcon,  onde Han ganha essa maravilhosa nave... ainda nova. Ele pilotando pela primeira vez ao lado de Chewie foi incrível. 


Como eu sou péssima para reconhecer rostos, nem sabia que o Dryden era o Paul Bethany hahaha 

Bom, acho que agora chega de Star Wars, continuações ou derivados, espero que basta, porque foi uma maratona incrível, com decepções também, mas encerro essa saga com um suspiro de alívio...

Minha nota de satisfação pessoal 8/10.


quinta-feira, 24 de março de 2022

[Review] Rogue One

Mais um pouco de Star Wars para eu poder dizer que vi quase tudo dessa saga hahaha



Rogue One - Uma história Star Wars ( ano de lançamento 2016)

Após a formação do Imperio Galáctico, Stormtroopers levam a força um cientista para completar o trabalho da Estrela da Morte, uma estação espacial capaz de destruir planetas inteiros. 



Galen Erso ( Mads Mikkelsen) e sua esposa escondem a filha Jyn antes dela ser executada e Galen levado. Jyn fica escondida até Saw Gerrera ( Forest Witaker) vir resgatá-la.



13 anos depois, Jyn ( Felicity Jones ) é libertada do cativeiro Imperial e os Rebeldes a convencem a ajudá-los a encontrar Saw, que a abandonou alguns anos atrás. 
Um piloto Imperial que desertou procura por Saw a mando de Galen para lhe transmitir a mensagem de uma arma mortal sendo construída mas que ele secretamente instalou um ponto fraco nela. 
Porém Cassian ( Diego Luna ) recebe ordens de matar Galen para evitar que ele termine a construção da arma.



Mesmo sabendo ser um derivado de Star Wars, eu esperei algo realmente interessante. Também sabia que não ia ter Luke, Han nem ninguém dessa fase, mesmo assim desejei ter um vislumbre de algum deles. O que aconteceu só no final com a aparição de Léia, que pega as informações para destruir a Estrela da morte onde daria a sequência do episódio IV, quando ela conhece Luke e Han Solo.

Se eu gostei? Na verdade senti muito sono, não me empolgou e achei a história bem fraquinha.
Acabei achando K2SO mais interessante que a própria Jyn.

Acho que vi tanto desse universo que nada me impressiona mais. Claro que em partes foi interessante ver pessoas comuns lutando pela mesma causa Rebelde e apesar de gostar dos trabalhos da atriz Felicity, aqui não curti tanto assim...

Mas pela primeira vez em toda a série, Darth Vader está como deveria ter sido, assustador. 

O engraçado é que não gosto de robôs, odeio e morro de medo deles, mas em Star Wars foram os dróides que mais me agradaram. 

Talvez se eu tivesse visto este antes do episódio IV poderia ter aproveitado mais... ou não...

E não é falta de entender o que se passou em Rogue One, porque eu acabei de maratonar os 9 episódios e finalmente conheço bem essa saga. Não sei dizer o que faltou, talvez eu tenha criado expectativa demais. 

Minha nota de satisfação pessoal 5,8/10.

100 pedaços de mim - Divagando Sempre

 

Hoje trago esse livro que pelo título e capa é bem sugestivo. 

Na verdade eu pensei que a história fosse sobre um cachorrinho hahaha


100 pedaços de mim ( Lucy Dillon)


Gina após 5 anos de casamento, acaba descobrindo a traição do marido, Stuart. E isso bem na época de Natal. Depois disso foi tudo um borrão e agora ela se vê solteira aos 33 anos com medo do futuro, de recomeçar.

Com um livro de autoajuda que sua melhor amiga, Naomi, lhe deu, ela tenta por em prática o que o autor sugeriu. O livro diz que um homem se sentiu livre quando se desfez de quase tudo que possuía, ficando apenas com 100 itens que achasse indispensável. Gina se pergunta se conseguiria escolher e viver com apenas esses 100 itens...

Durante esse tempo em que esvazia as caixas e escolhe o que doar,  jogar fora e ficar, Gina relembra seu passado com cada objeto ou roupa tirada das caixas. Lembra de seu primeiro namorado Kit, eles tinham uma ligação tão forte e achava que fossem viver felizes para sempre, até  o acidente mudar tudo.

Solteira e triste, Naomi a apresenta Stuart, Gina não sente o mesmo que sentiu por Kit, mas Stuart também se mostrava apaixonado com promessas de amor eterno e quando ela foi diagnosticada com câncer de mama, ele estava lá ao lado dela o tempo todo. Mas ao mesmo tempo isso também acabou os afastando e no final, Stuart encontrou o amor em outro lugar. Depois de meses brigando pelo divórcio exigindo coisas absurdas, Stuart resolveu assinar logo, afinal, sua nova namorada estava grávida.

Tendo que lidar com lembranças do passado e situações intensas no presente, Gina acaba adquirindo um cachorro que foi abandonado com ela, na verdade ela sofreu um golpe ao tentar vender uma bicicleta e o golpista a roubou deixando o cachorro com ela.

E fora o trabalho de restauração na casa de seus sonhos que agora pertence a um casal onde cada parte deseja algo diferente. Enquanto Amanda vive ocupada viajando, decide que agora quer alugar a casa, enquanto seu marido Nick deseja morar ali...

E seu relacionamento com sua mãe nunca foi dos melhores, mas agora ela é viúva pela segunda vez, se sente solitária e só queria que Gina tivesse lhe dado netos e agora o tempo está passando.


Nada é o que parece...

De início pensei que a história giraria em torno de Gina e Kit. Depois de Gina e Stuart. Jamais esperaria o rumo que tomou.

Achei interessante cada capítulo começar com um objeto importante para Gina seguido de uma lembrança. O que também as vezes deixava meio confuso. 

Confuso também fica seus sentimentos por Kit e Stuart. Se fosse anos atrás condenaria os dois por não terem cumprido suas promessas de amor eterno. Mas quando somos jovens, achamos ou até mesmo mais velhos, que encontramos nossas almas gêmeas e que ficaremos com elas para sempre. Ninguém esperaria que um acidente afastasse Kit e Gina, assim como o câncer afastaria Stuart e Gina. Mesmo ele tendo ficado ao lado dela, dando apoio, no final, ele partiu para outra.

Acho que a melhor parte com certeza foi o relacionamento da Gina com o cachorro Buzz. Meus olhos se encheram de lágrimas toda vez que ele tinha uma reação de afeição por ela. Eu gosto de cachorro, menos os barulhentos, mas teria um galgo fácil fácil. 

Gina tendo uma conversa franca com a mãe também nos mostra mais o lado dela e tudo o que ela fez, foi apenas para proteger Gina. 

Achei cada encerramento dela maravilhoso. Mas... confesso que nas últimas linhas da última página, me peguei procurando por mais...

Achei a Gina incrível e a amizade dela com Naomi é de dar inveja. A única coisa que achei meio pateta, foi a tentativa de venda da bicicleta. Achei muita falta de juízo da parte dela, na  verdade poderia ter acontecido coisas piores. 

Mas o desenvolvimento da história e personagens é tranquilo, você vai mudando junto com eles. A leitura não é cansativa, tem momentos engraçados, tem romance no final e muitas lágrimas também. Se são boas ou ruins, bom, já depende de como irá interpretá-las.


No mais, minha nota de satisfação 10/10.

quarta-feira, 23 de março de 2022

Star Wars episódio IX - Divagando

 Chegando ao fim da saga finalmente.




Star Wars episódio IX A Ascenção Skywalker ( ano de lançamento 2019 )



Kylo Ren ( Adam Driver) descobre que Palpatine ainda vive e localiza o esconderijo dele a fim de matá-lo, já que é uma ameaça ao seu poder. Porém, o Imperador Palpatine conta que foi ele quem criou Snoke e que também aproximou Rey ( Daisy Ridley) e Kylo. O Imperador oferece um novo poder a ele, se matar Rey.

Enquanto isso a Resistência obtém informações de que Palpatine está vivo e escondido em Exogol, um lugar onde não aparece em nenhum mapa estelar construindo frotas de naves chamada de Ordem Final. 

Luke havia feito anotações no livro Jedi  de como chegar a Exogol, mas precisam de um localizador.

Rey vai para o planeta Pasaana onde estaria o localizador mas é encontrada por Kylo através de sua ligação mental. Eles fogem e encontram Lando ( Billy Dee Williams).




Eles partem para Endor onde está o localizador nos destroços da Estrela da morte.  Mas Kylo aparece e luta com Rey, que o atinge bem no momento em que Léia usa suas últimas forças para se comunicar com ele. Rey se arrepende de tê-lo atingido o curando passando sua energia vital para ele. O grupo retorna e descobrem que Léia se foi. Kylo desiste de seu sabre depois de ter uma última visão de seu pai.



Agora Poe ( Oscar Isaac) é o general e após uma conversa com Lando, chama Finn ( John Boyega) para ser general e ajudá-lo a acabar com a Ordem Final.

Rey encontra Palpatine e este a incita a matá-lo, assim sua alma iria para ela se tornando a nova Imperatriz. Kylo aparece para ajudá-la e depois de uma batalha feroz, ele passa sua energia vital para salvar Ren e desaparece junto com Léia. E assim os Rebeldes finalmente saem vitoriosos. E agora Rey tem uma identidade, Rey Skywalker...




Aiai, ou seja, mais uma vez o mal é destruído e resta um único Jedi Skywalker... O Jedi tomado pelo lado Negro da Força se redme no último momento e todos vivem felizes para sempre... Até começar tudo outra vez...

Acho que os melhores momentos foram com certeza as emoções do Chewbacca perdendo seus amigos. O Poe,  Finn, BB-8, o sacrifício de sua memória que o C-3PO fez, se bem que depois ele voltou ao normal hahaha foi bem mais interessante que a missão de Rey.

Agora, essa história dos descendentes sempre se voltarem para o mal? Kylo Ren foi o mais ridículo de todos. E como assim Palpatine ainda estava vivo? Pelo menos posso dizer pela última vez que esperei a Rey brilhar e nem foi grande coisa assim. A Léia sempre será a melhor rebelde Jedi de todas. 

O que aprendi maratonando essa saga: por mais antigo que seja, apesar de tudo, ainda foi a melhor trilogia e sinceramente? Essa última deixou muito a desejar. Acho que o que valeu mesmo foi só rever o pessoal antigo mesmo. Fora que ainda ficou um sentimento de tristeza ao ver Léia,  pois a atriz Carrie Fisher faleceu em 2016...

Poe brilhou bem mais que Kylo, que parecia uma criança mimada que fazia o que queria só pra mostrar que tinha poder. E Ren era uma garota perdida em busca de sua família com o maior peso em suas costas... Mas ainda assim não funcionou. 

É uma saga de responsabilidade por 40 anos de história. Não posso dizer  simplesmente que foi totalmente horrível, mas para um encerramento ( assim espero) foi bem fraco. 

Então, minha nota de satisfação pessoal 6/10.


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