sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

[Review/crítica] Single's Inferno (Solteiros, ilhados e desesperados: temporada 4) - Divagando Sempre

 

Anyong Divas e Divos. Hoje trago a temporada 4 desse reality de namoro coreano. Então prepare-se. 






Ano de lançamento 2025

Temporada 4 Episódios 12


Recomendação sim



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Participantes 

Inferno das mulheres

Lee Si-An

Gosta de si mesma, se acha bonita de olhos, boca e corpo. Foi nadadora profissional mas agora é um hobby. Quer conhecer alguém autêntico e decidido.




Chung You-Jin

Autoconfiante. Tem como hobby mergulho livre. Quando está interessa em alguém, joga o cabelo de lado. 




Kim Min-Seol

Parece um filhotinho (palavras dela) e é bem competitiva.




Bae Ji-Yeon

Gosta de malhar e seu hobby é andar a cavalo.




Kim Hye-Jin

Autoconfiante, doidinha, gosta de dançar e quando gosta de alguém não para de encarar até conquistar a pessoa. 




Kim A-Rin

É tranquila embora possa parecer fria e desinteressada. 




Inferno dos homens

Kim Te-Hwan

Autoconfiante demais, negligenciou carreira e focou mais em relacionamentos. 




Kook Dong-Ho

Confiante na altura e em seus olhos de camelo (palavras dele). Pode parecer frio mas é gentil e amoroso. 




Jang Theo

Ousado e direto. Parece bad boy e toca piano. Geralmente é rejeitado porque as mulheres preferem homens mais fofinhos e meigos. 




Kim Jeong-Su

Busca um relacionamento brincalhão e divertido como um Golden retriver. E tem voz grossa. 




Yuk Jun-Seo

Ex mergulhador de combate, gosta de treinar o físico, embora pareça fortão, também é fofinho.




Participantes extras (somente um deles continua no programa) 




Hong Seong-Bo

Dá a impressão de ser hostil, mas é gentil e agradável.

An Jong-Hoon

Parece ríspido mas é alegre e atencioso.



Kwon Ki-Ha

Gosta de mulheres mais velhas.


Participante extra feminino. Já entrou escolhendo dois homens e foi para o Paraíso. 

Park Hae-Lin

Se acha descolada e sincera, fofa e doce. Quando gosta de alguém fica constrangida e nervosa. 





Minhas divagações finais

O programa, como pude perceber, a cada temporada começa diferente, embora o propósito permaneça o mesmo. Os apresentadores como sempre muito divertidos em suas reações e comentários. Dessa vez nos é apresentado primeiro seis mulheres.  Elas não sabiam, mas tinha outro Inferno composta somente de homens e dois deles, venceram provas iniciais e foram até o Inferno das mulheres e escolheram quem os interessou a primeira vista. Inicialmente os dois casais tiveram interesses mútuos, porém, ao conhecer outros participantes, as coisas podem acabar mudando.

Uma noite na fogueira, com bebidas e conversas, que se tornam desafios e confissões, instaura o caos, quando verdades reveladas não era o que se esperava ouvir. Entre chateadas e decepcionadas, as mulheres tem uma surpresa quando todas são levadas ao Paraíso e conhecem três novos participantes. Porém, somente um deles permanecerá no programa. E para piorar os ânimos, uma nova participante chega ao Inferno, depois de ter passado a noite no Paraíso com dois homens. 

Hae-Lin chegou mostrando ser diferente no entanto, não fez tanto sucesso quanto pensou que iria fazer. E seu interesse amoroso estava dividido entre outra pessoa. A mais requisitada das mulheres foi a Si-An. No final, foi escolhida por três homens. Cada um tinha sua personalidade e seu potencial que mexeu com os sentimentos de Si-An, que passou boa parte do programa indecisa.

Meus preferidos dos homens foi o Theo e o Jun-Seo. E das mulheres a Ji-Yeon, embora sua escolha no final, acredito que foi apenas para não sair de mãos abanando, uma vez que terminando o programa, dificilmente os casais formados, continuaram juntos depois. Apesar do drama da Si-An, infelizmente outros participantes saíram do Inferno sozinhos. Embora a última que entrou causou furor entre as mulheres, achei ela a menos interessante de todas. 

Enfim, apesar de cada temporada ter participantes diferentes, os dramas dentro do programa nunca mudam. Sempre tem um participante que vai ter dois ou mais interessados em uma única pessoa. Sempre vai ter os indecisos e algumas escolhas finais podem realmente surpreender. 




As provas foram bem disputadas, pois cada um queria uma chance de voltar ao Paraíso com determinada pessoa. O que rendeu muita diversão e torcida para alguns deles. 




Eu, a primeira vez que vi o programa achei muito divertido e algumas vezes o coração até batia mais acelerado com algumas cenas e ficamos na torcida por algum deles. Mas 4 temporadas já. Logo fica cansativo... mas o melhor de todos ainda continua sendo os apresentadores. 




Nota 10/10

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

[Review/crítica] A entidade 2 ( Sinister 2) - Divagando Sempre

 

Olá Divas e Divos. Seguindo com a sequência de A entidade, que infelizmente não foi tão boa quanto o primeiro, mas vamos lá. 






Ano de lançamento 2015

Duração 1h 37m

Direção Ciaran Foy

Elenco Shannyn Sossamon, Lucas Jade Zumann, Robert Daniel Sloan, James Ransone


Recomendação talvez 



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Courtney está morando em uma casa de fazenda com seus dois filhos Zach e Dylan, fugindo de Clint, um marido e pai violento. Dylan tem pesadelos terríveis e passa a ver crianças que o obrigam a ver cenas de famílias sendo assassinadas. 

O ex delegado que perdeu o emprego ao ajudar Ellison com informações sigilosas, depois que seu amigo e toda a família foram massacradas, ele passa a queimar as casas onde essas mortes ocorreram, para que ninguém mais morem nelas, de modo que possa quebrar o ciclo de mortes da entidade maligna Bughuul. Sendo assim, ele vai parar na casa da fazenda, onde na igreja ao lado, uma família foi morta. O que ele não esperava era que uma mãe com dois filhos estivesse morando ali. 

Inesperadamente Clint aparece para levar os filhos embora, mas o Delegado dá um jeito de adiar isso. Courtney decide fugir, mas o Delegado a convence a permanecer ali para evitar que o ciclo de Bughuul continue, mas para ela, ele apenas diz que são meios judiciais para impedir que Clint leve os filhos. Enquanto isso, um professor entra em contato com ele para compartilhar as últimas informações sobre as pesquisas do professor Jonas que desapareceu misteriosamente. Jonas vinha auxiliando Ellison em suas pesquisas sobre a entidade. Ao aprender mais sobre essa entidade, o Delegado volta para a casa da fazenda mas descobre que todos partiram. 

De volta com Clint, Dylan dá um jeito de avisar o Delegado onde estão enquanto as crianças mudam o alvo para Zach, que diferente de Dylan, ele se interessa pelas atrocidades dos filmes e filma sua família para continuar com os ciclos de mortes. 






Minhas divagações finais 

Para quem viu o primeiro sabe então o que aconteceu com Ellison e sua família. Inicialmente eu havia pensado que o ciclo era uma família composta pelos pais e três filhos. No entanto, Ellison só tinha dois. Então a questão era apenas um dos filhos desaparecer. 

O primeiro foi realmente sinistro, porque não sabíamos nada sobre essa entidade, nem sobre o por que ela aparecia ou quem era o alvo dela. Eu pensei que era um dos filhos que tinha problemas de personalidades mas não vi como a filha de Ellison se encaixava nisso. 

Depois foi interessante porque Ellison quem via os filmes e ficou obcecado em descobrir sobre as mortes. Não percebi onde isso poderia ter levado à filha. Se bem que, depois de ver o segundo, da para entender um pouco que as crianças dos filmes apareciam para a filha dele. Talvez tenha despertado nela o lado sombrio por ela ter se mudado contra a vontade e sentir falta de seus amigos. 

Já na sequência, inicialmente não fazia muito sentido porque Courtney estava sozinha com os filhos. Mas depois sabemos que ela estava fugindo do marido abusivo. Já o Delegado, houve uma mudança impressionante nesse personagem. No primeiro ele só queria ajudar Ellison e talvez descobrir mais sobre o caso das crianças desaparecidas. Jamais imaginei que ele perderia o emprego e ainda por cima continuasse atrás da entidade de modo a evitar mais vítimas. No fim, ele acabou sendo o protagonista da história. 

Agora, um detalhe que achei que mudou, foi o fato de agora os filmes, serem vistos por uma das crianças. Se tivesse mantido a forma do anterior, por exemplo, Courtney achava a caixa com os filmes e por mais terríveis que fossem, ela não conseguiria parar de ver até entender o que aquilo significava. Entendo que poderia ser mais do mesmo, e que fazendo com que uma criança visse essas atrocidades fossem bem mais chocantes, o que acabou sendo mesmo, mas não acho que teve tanto impacto quanto o primeiro. E era bem óbvio que Dylan não seria capaz de fazer nada, já que não gostava de ver os filmes e seu irmão começava a mostrar seu lado sombrio, quando sentiu inveja de Dylan ter sido o escolhido. 

O Delegado descobriu mais sobre a história de Bughuul, mas devido a forma que o filme terminou, não creio que ele tenha encontrado um modo de parar essa entidade. Não foi tão assustador quanto o primeiro e embora seja sombrio envolver crianças em assassinatos, para mim, o melhor de tudo foi ver um rosto conhecido que foi o do Delegado. Como ele queimou a casa do Ellison, talvez esteja explicado o porquê as crianças que apareciam para Dylan eram outras e a filha de Ellison não estava junto. Pois até então, eu pensei que seria mais interessante se fosse o caso. Da filha dele aparecer no meio das outras crianças continuando o ciclo. O que aparentemente parece ser bem maior e infinito do que realmente é. Já que mesmo quebrando alguns ciclos com os incêndios, ainda tenham muitas vítimas para fazer. 

Nota 7/10

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

[Review/crítica] A entidade (Sinister) - Divagando Sempre

 

Olá Divas e Divos. Um terrorzinho para sair da rotina. 






Ano de lançamento 2012

Duração 1h 50m

Direção Scott Derrickson

Elenco Ethan Hawke, James Ransone, Nicholas King


Recomendação sim



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Ellison Oswalt, é um escritor de romances criminais, que para concluir o que seria seu melhor trabalho, se muda para uma casa onde uma família morreu e uma criança está desaparecida desde então. Ellison contou apenas a esposa, que moram perto do local das mortes. 

Ellison encontra no sótão, uma caixa com rolos de filmes e seu conteúdo é impressionante. Conforme vai assistindo, ele percebe que o início de cada filme, é sobre uma família passando algum tempo juntos e depois suas terríveis mortes. Obcecado pelas cenas, ele passa a investigar com a ajuda de um policial local e o que vai descobrindo pode custar sua própria segurança. 

Com a ajuda de um pesquisador, ele descobre que os símbolos que ele encontrou nas gravações se trata de uma entidade chamada Bughuul. Assombrado e achando que está começando a ver coisas, ele resolve desistir de seu trabalho ali e se mudar o quanto antes. Mas será que isso será o suficiente?








Minhas divagações finais 

Já tinha visto esse título na maratona de Halloween de 2024. No entanto, não consegui ver. Talvez agora tenha despertado meu interesse quando vi que era com Ethan Hawke. Apesar de parecer assustador, obviamente o que assusta seria os jump scare. 

Agora, a história em si, bom, um escritor que se muda para o local onde houve mortes e o valor do imóvel era barato? Sempre questionável né. Mas, tirando os jump scare, não é tão assustador assim. Embora fique uma aura de tensão quando esperamos algo acontecer. 

Bom, qualquer um que esteja acostumado com as histórias de terror, sabe que casas com o valor do imóvel baixo e que ainda aconteceu algo sinistro ali, uma hora ou outra veria alguma coisa acontecendo. Embora Ellison tenha ficado obcecado em desvendar o desaparecimento da única criança sobrevivente das mortes na casa em que estava morando, eu teria escutado sua esposa quando ela sugeriu irem embora, quando os terrores noturnos do filho estavam piorando. 

Agora, imaginar qual deles faria o que fez para completar o ciclo de mortes, foi inesperado. Na verdade, não entendi muito bem qual o objetivo dessa entidade. Ela queria a alma das crianças? Ok. Mas tinha então que corrompê-las para a satisfazer melhor? Por que matar toda a família? E olha que eram mortes elaboradas e com requintes de crueldade. 

Bom, o final era de se esperar embora eu tive esperanças de que já tivesse uma conclusão definitiva. Mas acho que esse tipo de entidade que vem trabalhando nisso a séculos, não seria fácil de ser vencido. Só imaginei que ela fosse atraída por crianças que tivessem má índole. Não entendi o que atraiu em um dos filhos do Ellison. Ou seja, vale pelos sustos, que diga-se de passagem, foi de arrancar minha alma do corpo, pois fazia tempo que não via um bom terror, mas, é daquele tipo né, nos apresenta o mal e deixa o final em aberto para sequências. 

Só não entendi porque o xerife pegou no pé de Ellison daquele jeito. Agora, o outro delegado ter se aliado ao escritor foi inesperado. Eu pensei que ele estava tramando algo, mas só queria ajudar mesmo. Enfim, achei realmente sinistro principalmente as gravações das famílias e suas mortes. 

Nota 10/10

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

[Review/crítica] A queda de P. Diddy (Documentário/ The Fall of Diddy) - Divagando Sempre

 

Documentário sobre o maior caso polêmico do P. Diddy, envolvendo várias denúncias, entre elas abusos sexuais relatadas por algumas vítimas. 






Ano de lançamento 2025

1 temporada 5 episódios 


Recomendação para quem curte qualquer tipo de documentário 



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Documentário com relatos de vítimas que sofreram abusos do magnata da música Sean Combs, acusado de violência e abusos, entre festas ilegais e de como o poder e a influência impediram várias vítimas de denunciá-lo antes. 






Minhas divagações finais 

Documentários criminais podem ser subestimados devido a maneira como os casos são conduzidos. Quando o acusado em questão é alguém com poder e influência que viveu anos cometendo esses atos abusivos, a história segue sendo chocante e as vezes repetitivas por parecer que não há mais o que contar. Embora no caso de Sean Combs, mais conhecido como P. Diddy, foram anos de crimes onde ele arranjava um modo de calar suas vítimas. 

Eu só conhecia ele por uma única música e quando usava o nome de Puff Daddy. Então, quando a notícia estourou, fiquei confusa se era ele mesmo, porque nem sabia que havia mudado de nome. Essa história dele me lembra muito a do empresário Epstein, que também usava seu poder e influência para cometer crimes sexuais. 

Essas atitudes só ressaltam a realidade de quanto mais dinheiro e poder, mais idiota o ser humano é. E o mais ridículo é ver que tem gente que apoia esse tipo de monstruosidade. Tem gente que defende homens como P. Diddy. Nojo. 

Os depoimentos são chocantes, mas apesar dos 5 episódios, nem chega perto das denúncias e especulações soltas na mídia. Mas, apesar das acusações serem pesadas, ainda existe muito mais por trás desse sinistro império que Combs criou. Apesar de tudo ter explodido com a acusação de sua ex Cassie, fico admirada que depois de tudo o que ela passou, ela tenha conseguido fugir dele sem mais consequências. Digo, ele tinha seus meios de silenciar suas vítimas, qual foi o preço para Cassie conseguir viver longe dele, sabendo de tudo o que ele fazia? 

Eu entendo que muitas vítimas mais famosas, não queiram se expor no caso de Combs, mas se as teorias estiverem certas em vários casos de artistas que morreram sem um culpado aparente, eu suspeitaria dele sim. Confesso que pensei que o documentário fosse trabalhar essas suspeitas, ou mencionar algo sobre, mas só trabalharam em cima dos casos que eram certeza. O que não está errado. Mas que ainda deixa muitas perguntas sem respostas. Sem contar que todo final de episódio, aparecia uma nota sobre a defesa de Combs alegando que ele se dizia inocente de todas as acusações. Bom, diferente de Epstein, Combs até que está aguentando bem na prisão. 

Enfim, é complicado quando alguém tão poderoso, se perde no poder para cometer atrocidades. E pior ainda é se julgar inocente desses atos. Mas, só nos resta esperar que ainda exista justiça nesse mundo e que ele pague pelo que fez. O que ainda é o mínimo que pode lhe acontecer diante de tanto horror e trauma que deixou em várias vítimas ao longo desses anos...

Quanto ao documentário em si, achei que foi mal conduzido, faltou muita coisa embora pareça que tenha muito. 

Nota 7/10

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

[Review/crítica] Com carinho Kitty ( XO Kitty/temporada 1) - Divagando Sempre

 

Finalmente consegui ver pelo menos a primeira temporada. Vamos lá. 






Ano de lançamento 2023

Temporada 1 episódios 10

Elenco Anna Cathcart, Sang Heon-Lee, Gia Kim, Anthony Keyvan, Peter Thurnwald, Choi Min-Young, Kim Yoon-Jin


Recomendação sim



Trailer 





DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Kitty, agora sozinha com seu pai e sua madrasta, decide que está na hora de fazer algo para si mesma. Ao descobrir que sua falecida mãe estudou na Kiss, uma conceituada escola na Coreia do Sul e por coincidência a mesma de Dae, seu namorado via Internet, que conheceu quando foi a Coreia com a família, decide ir para lá para se sentir mais próxima de sua mãe e fazer uma surpresa ao namorado.

Mas, Dae tem outros problemas que jamais contou para Kitty nesses 4 anos de namoro virtual. E como não esperava pela surpresa, ele acaba a machucando quando antes mesmo de poder se reencontrar com ela, Yuri, diz que são namorados. 

Yuri acidentalmente conheceu Kitty antes e como ela tem um segredo que com certeza sua família seria contra, ela usa Dae para dizer que é seu namorado. Dae por sua vez, não pode contar a Kitty a verdade, porque não pode expor o segredo de outra pessoa. Embora em um primeiro momento a vontade seja de desistir, Kitty decide permanecer na escola. 

Investigando ainda a vida da mãe, ela acha que pode ter um meio irmão perdido na Coreia e desconfia de alguém. Em uma tarde de detenção, ela e Yuri escapam com a ajuda de amigos, para tentar descobrir os segredos da diretora. Kitty então descobre que não tem meio irmão, que a mãe na verdade ajudou uma amiga que ficou grávida na adolescência. No entanto, os segredos da diretora podem vir a tona e pode afetar e mudar a vida de Yuri. 

Se tudo isso não bastasse, Kitty fica confusa com seus sentimentos e quando está partindo da Coreia, recebe uma declaração bombástica. 











Minhas divagações finais 

Demorei para ver a série, pois nada supera o casal Peter e Lara Jean de Para todos os garotos que já amei. Kitty é a irmã mais nova de Lara Jean e teve um papel importante nos filmes quando foi ela quem enviou as cartas da irmã, o que resultou inicialmente em confusão mas terminou juntando o casal mais fofo do mundo literário, que virou filme. Mas enfim, não esperava uma série focada na Kitty, indo comicamente para a Coreia atrás do namorado que nem imaginava que poderiam ainda estar "juntos".

Quando vi algumas cenas em que a Yuri o abraçava dizendo que era seu namorado para a Kitty, sem entender ainda o contexto, imaginei que teria muito drama, então fiquei com preguiça de ver logo que saiu. Mas, quando vi que Peter aparecia na segunda temporada, fiquei muito curiosa para ver, fora todos shipando a Kitty e o Min-Ho. Que diga-se de passagem, apesar de ser muito mais bonito do que o Dae, na primeira temporada ele foi muito insuportável. Então, enquanto assistia, não via onde ele se apaixonaria por ela, até o final da temporada...

Não nego que a trama me conquistou pelas buscas da Kitty, embora boa parte achei ela obcecada demais em descobrir sobre sua mãe e seu meio irmão, que resultou ser infrutífera, ou não, já que tudo levou à ele entrando em contato com a mãe e a meia irmã de verdade. 

Agora, entendo ela ter tido sentimentos conflitantes entre Dae e a outra pessoa, porque convenhamos, a outra pessoa apesar de ter inicialmente se mostrado ser maligna, tendo uma família como a que tem, é mega compreensível. Mas apesar dessa fachada de insuportável, essa pessoa realmente tem um brilho próprio. Veremos como tudo fica na próxima temporada. 

Estou ansiosa para ver Peter, mas seria muito bom se a Lara Jean também aparecesse. Mas enfim, essa é uma daquelas séries que jamais pensaria em uma sequência para o romance de Lara Jean. Claro que por curiosidade podemos querer saber o que aconteceu com as irmãs, mas a vida de Kitty sozinha na Coreia, convenhamos, é muito cômica. Mas, já que está aí, vamos ver né. Óbvio que a segunda temporada, por mais que esteja animada para ver o Peter, sabendo o drama que foi o final da primeira temporada, com certeza vou demorar um pouquinho para ver. E, já declaro que não gostei muito da Julliana. Foi ela quem foi embora mas, Yuri tinha o mesmo número ainda, por quê não procurou a outra primeiro? Depois desmereceu a Kitty por ciuminho?  Me poupe né. 

Enfim, não gosto muito quando tem complicações ou personagens que fazem maldades para atrapalhar o outro. Por isso não estou muito animada para continuar. E Kitty criança juntando Peter e Lara Jean foi muito mais incrível do que é agora. Eu sei que virar adolescente não é fácil, mas ela perdeu muito da essência que eu gostava nela. Mas enfim...

Nota 8/10


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

[Resenha/crítica] Um de nós está de volta - Divagando Sempre

 

Olá olá leitores Divas e Divos. Só deixo uma questão desde o início: quem seria o um de nós que está de volta? Vamos lá. 






Ano da primeira publicação 2023

Páginas 412

Autor/a Karen M. McManus


Recomendação talvez?



DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Depois que Addy, Bronwyn, Cooper e Nate foram inocentados das acusações no caso do Simon e depois de Know, Maeve e Phoebe terem enfrentado um novo jogo chamado Verdade ou consequência, agora o grupo só pensa nas férias. Mas, quando um outdoor revela uma mensagem que o grupo sabe que não pode ser coincidência: Hora de um novo jogo Bayview, eles sabem que algo macabro está por vir. 

Como já esperavam da polícia, nada será feito, principalmente porque o maior suspeito do grupo, Jake Riordan está em liberdade condicional. No entanto, quando um deles desaparece, o grupo passa a investigar por conta. Mas, quando um colega aparece morto, as coisas podem estar ficando realmente perigosas. 



Minhas divagações finais 

Como disse no volume anterior, ler a sequência meses depois, sempre me deixa confusa sobre a história e os personagens. Mas, terminei a leitura assim mesmo e depois de reler minhas resenhas de Um de nós está mentindo e Um de nós é o próximo, me lembrei de algumas coisas. 

No primeiro, Addy, Bronwyn, Cooper e Nate foram os alvos. Depois foram Maeve, Knox e Phoebe. Mas, no último volume, o grupo agora reunido por causa das férias, ficam apreensivos quando o cúmplice de Simon sai da prisão. Ninguém acredita que apesar de todo o bom comportamento ele de fato se arrependeu de algo ou mudou. Então, quando Phoebe desaparece, o grupo logo desconfia de Jake. 

Devo acrescentar que Phoebe foi a personagem mais insuportável dessa trilogia. Não estava aguentando mais sua chatice, principalmente porque ela tinha um segredo e por causa dele cometeu vários erros. 

Depois, apesar do mistério de quem seria dessa vez o responsável pelos crimes, a leitura foi muito cansativa. Até quase no final foi muito monótono. Só chegando nos capítulos finais, com tudo finalmente sendo esclarecido, que realmente ficou interessante. 

Mas, confesso que jamais me passou pela cabeça o responsável por tudo e ainda mais seus motivos. Simon pode ter sido terrível quando soltou o primeiro jogo, que foi o estopim para o círculo de vingança que tudo virou depois, mas Jake com certeza foi o ser humano dessa história mais diabólico que já conheci. Seu sangue frio para o que fez foi chocante e querendo ou não, teve seu final merecido. 

Infelizmente, apesar de entendermos os motivos de tudo nesse terceiro volume, o final ficou meio que indigesto uma vez que o culpado saiu impune. Sim, um deles poderia ter uma ideia de para onde a pessoa fugiu, mas preferiu deixar por isso mesmo. Então a questão fica, tudo foi resolvido e eles finalmente terminaram com o círculo de vingança? É o fim em definitivo? 

Não vou negar que o desfecho de tudo foi impressionante, e embora tenha lido uns comentários dizendo que o segundo volume foi ruim, eu acho que esse terceiro foi o piorzinho da série. Demorou muito para alguma coisa acontecer e foi claramente o encerramento de alguns personagens com suas histórias tendo esclarecimentos e planos futuros. 

A única coisa que valeu a pena, foi não fazer ideia de quem era o suspeito. Talvez eu não tenha pensado muito sobre ou só estava esperando o que parecia óbvio quem era o culpado, quando na verdade estava muito bem disfarçado o tempo todo. Gostei do modo como foi nos conduzindo para um caminho e na verdade era outro que não tinha como imaginar que existia. Juntando todos os pedaços, dava para suspeitar de algo, mas jamais imaginei quem era de fato. 

Espero que seja o fim mesmo, pois apesar de ter achado muito cansativo acompanhar a chata da Phoebe, o restante foi razoavelmente satisfatório. Só fiquei me questionando o título. O primeiro fez sentido, um deles estaria mentindo, mas quem? O próximo foi ainda mais sugestivo, embora alguns desafios fossem simples e fáceis, outros poderiam levar a morte. Mas, Um de nós está de volta? Eu realmente imaginei que um deles estaria tramando tudo isso. Só deixo uma pequena intenção de spoiler, se era para ser um de nós está de volta, quem era então? A sombra do primeiro que "voltou" para continuar o caos? Porque pelo que me lembre, o culpado jamais foi mencionado anteriormente. Então, prefiro acreditar que quem voltou, seja isso... 

Nota 7/10

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

[Resenha/crítica] Oito assassinatos perfeitos - Divagando Sempre

 

Olá leitores Divas e Divos. Mais uma leitura de suspense super intrigante. O desfecho foi sensacional. Vamos lá.






Ano da primeira publicação 2022

Páginas 312

Autor/a Peter Swanson


Recomendação sim



DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Malcolm Kershaw, mais conhecido como Mal, ao associar-se em uma livraria chamada Old Devils, escreveu um artigo no blog da livraria, com uma lista do que seria, na sua opinião, os oito assassinatos perfeitos do mundo literário citando 8 livros de suspense policial. Alguns anos depois, ele relembra sua lista, quando uma agente do FBI, Gwen Mulvey, o procura pedindo sua ajuda com casos não solucionados, que parecem muito com os assassinatos de sua lista. Ele também pode ser um suspeito? A agente já pensou nisso, mas Mal, passa a investigar os casos com Gwen, embora ele próprio esconda um terrível segredo. Pode ter relação com os assassinatos atuais e com alguns que ficaram sem solução. Além do que, o próprio Mal pode ser um alvo. 



Minhas divagações finais 

Confesso que a maioria dos livros que início, já não crio muita expectativa, e no fim é bom, pois acabam me surpreendendo. Peguei várias indicações dentro do livro para futuras leituras. O mais interessante disso, foi as referências de outros livros dentro desse livro. 

Claro que foi estranho quando a agente Gwen pede a ajuda de Mal, apenas por causa de sua lista. Mas, a dupla foi interessante de se acompanhar. E, apesar do interesse de Mal pelo suspense policial, seu segredo foi chocante. Aliás, os dois segredos né. Fiquei de queixo caído enquanto lia suas revelações. Quem poderia imaginar? No fim, tudo realmente começou com ele. 

Enquanto lia, me questionava quem poderia ser o assassino. Não tive tantos suspeitos e fui pensando como o Mal. Mas quando o maior suspeito dele aparece morto, me perguntava se o próprio Mal não poderia ser o assassino e tivesse lapsos de memórias e não se recordava de ter cometido o crime. E sempre aparecia um passo atrás dele mesmo. Óbvio que não era nada disso. 

Agora, um relacionamento para lá de estranho, era dele com seu sócio e a esposa dele. Até pensei que o casal pudesse estar envolvido no crime. Gente, que desfecho memorável. Enquanto ia desenrolando os fatos, fiquei boquiaberta em como não havia suspeitado de nada daquilo. Foi uma pena que Mal tenha tomado aquela decisão. 

Obviamente, que enquanto eu estava aqui me achando a ingênua por não ter suspeitado de nada, li uma resenha onde alguém disse que o caso era bem previsível. Para quem? Eu só pensei nessa pessoa quando ficou muito óbvio mesmo. 

Mas enfim. Livros de suspense não tem muito o que dizer sem revelar pistas. Então só digo que leiam e tirem suas conclusões. O assassino era óbvio ou foi inesperado?

Nota 10/10

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

[Resenha/crítica] Mil corações partidos - Divagando Sempre

 

Olá leitores Divas e Divos. Não acho que teve necessidade dessa sequência, porém, teve momentos interessantes. Vamos lá. 






Ano da primeira publicação 2024

Páginas 432

Autor/a Tillie Cole


Recomendação sim



DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Savannah perdeu a irmã mais velha Poppy a 4 anos atrás. No entanto, ainda não consegue superar o luto e perdeu o sentido da vida. Poppy, sabendo que seria difícil para a irmã continuar sem ela, deixou para ela um caderno onde escreveu algumas páginas em seus últimos dias de vida. Mas Savannah nunca conseguiu ler. Preocupados, seus pais a inscrevem em um grupo de ajuda para adolescentes em luto, onde viajam para alguns países em uma jornada de cura. 

No grupo, está Cael, que recentemente perdeu o irmão mais velho. Mas ao contrário de Savannah, ele não conseguiu se despedir do irmão, pois ele se suicidou. Cael e seu irmão tinham um futuro em Havard como jogadores de hóquei no gelo. Mas, depois da tragédia, Cael desistiu de tudo e se afastou de todos, incluindo seus pais. Que, preocupados com o filho, o inscreveu no grupo de ajuda para adolescentes em luto. 

Quando Savannah e Cael se conhecem, sentem algo inesperado dentro deles, mas cada um focado em sua dor demoram a deixar o outro se aproximar, mas depois que as barreiras são quebradas, se tornam inseparáveis. No entanto, apesar de um fazer bem ao outro, eles precisam se separar para que a cura seja completa e não sejam dependentes um do outro, mas sim um complemento. Assim, cada um enfrentar a jornada da cura juntos e depois separados, para enfim curados, se encontrarem novamente. 



Minhas divagações finais 

Eu, particularmente acho, que não havia necessidade de uma sequência. E mesmo que este tenha sido uma história emocionante digna de lágrimas, Mil beijos de garoto ainda é mil vezes melhor que Mil corações partidos. O que o título não fez tanto sentido quanto Mil beijos de garoto. 

Inicialmente achei a Savannah muito chata e o Cael muito revoltado. Sim, eu entendo a dor dele. Mas aí, só ver um rostinho bonitinho e as coisas dentro dele foi mudando? Tá bom né. Acho que o ponto alto de toda a história, foram três momentos. O primeiro foi o caderno que Poppy deixou para a Savannah. Eu não teria aguentado 4 anos sem ler nada. Mas minha maior curiosidade foi no bilhetinho que o irmão do Cael deixou para ele. Cael sempre mencionava as palavras que estavam ali mas nunca revelava de fato o que estava escrito. Fiquei muito curiosa. Mas o melhor de tudo, foi quando Rune apareceu. 

Eu entendo as diferenças nas personalidades das irmãs, uma vez que Poppy mesmo doente, sempre se mostrou forte, alegre e tinha aceitado seu destino. E o amor entre ela e Rune, foi uma das melhores que já li na vida. Chorei muito com esse livro. Quando vi o título, Mil corações partidos, imaginei que a continuação fosse algo relacionado ao Rune. Que talvez contasse sua visão dos momentos em que conheceu a Poppy ou talvez depois de perdê-la, mas através de sua perspectiva. Mas quando percebi que a protagonista seria sua irmã, perdi um pouco da empolgação na leitura. Então em vários momentos achei um pouco entediante. 

Não nego que as histórias dos outros colegas no grupo sobre seu luto foi bem triste, emocionante e de partir o coração realmente. Mas achei inacreditável que exista um programa desses para pessoas em luto desse porte, que foi meio traumático. Apesar que da Savannah, foi mais pelo apego da irmã. Pois ela sabia que no fim da doença, a Poppy poderia morrer e ainda conseguiu se despedir e ficar ao lado dela até o último suspiro. 

Não entendi bem qual o objetivo do Leo e da Mia, quando replicavam toque de recolher ao grupo ou proibissem que Savannah e Cael passassem a noite juntos. O toque de recolher até entendo. Não sair depois de tal hora, é compreensível, para não criarem problemas, ou se perderem no país desconhecido e tals. Mas proibirem o casal de ficar juntos? A gente sabe que eles dariam um jeito disso acontecer né. Dizer não é o mesmo que desafiar os dois a fazê-lo.  Ainda mais adolescentes. 

Achei meio dramático na forma que Leo tirou Cael no último dia da jornada e o levou embora primeiro, sem chance de despedidas com os outros. Mas, pelo menos Savannah entendeu. Achei que faria um escândalo e perderia o Cael. Ela foi bem madura nessa parte. E o maior clichê foi a separação do casal e depois o reencontro. Pelo menos teve um encerramento dessa história. Teve até um final para o Rune, que achei o mais triste de todos. Enfim, achei a história desnecessária, mas foi interessante. 

Nota 8/10

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

[Resenha/crítica] F*ck Love: Louco amor - Divagando Sempre

 

Olá leitores Divas e Divos. Demorou mas acabou aparecendo um título que não recomendo. Vamos lá. 






Ano da primeira publicação 2017

Páginas 288

Autor/a Tarryn Fisher


Recomendação não 



DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Helena, teve um sonho tão realista, que mesmo não querendo, permaneceu em seu coração e ela acabou se apaixonando pelo homem nele. Poderia ser algo romântico se não fosse por um detalhe: esse homem é ninguém menos que o namorado de sua melhor amiga. 

Della, é uma daquelas mulheres que sabe que é bonita e embora seja a melhor amiga de Helena, sempre que pode, a massacra com seu ego esfregando em sua cara o quanto é linda. 

Kit, corresponde ao interesse de Helena, porém devido a muitos acontecimentos, fica dividido entre ela e Della. Gerando intrigas e corações partidos. 

Helena enfrentará uma jornada de autoconhecimento e descobertas profundas sobre amizade e amor. 



Minhas divagações finais 

Lendo minha Sinopse para o livro, a história até parece interessante, o que de fato foi no início. Helena tem um sonho onde ela e Kit eram casados e tinham filhos. Achei que o rumo da história fosse outro. Que esse sonho seria alguma mensagem do futuro para que ela mudasse algo para que esse sonho se tornasse realidade. Ou que revelaria que aconteceria algo com Della ou que esta não seria quem aparentava ser. Ou seja, tive várias teorias, mas o que realmente aconteceu, foi a maior decepção literária. 

Helena tinha tudo para ser uma personagem incrível mas para mim, acabou sendo a maior vilã da história. Eu entendo que pode acontecer de se apaixonar pelo namorado da melhor amiga, mas no caso da Helena, ela já sabia quem ele era, foi ela quem ficou indo atrás dele. E por mais que Della não seja a melhor amiga do mundo, não acho que mereceu essa traição. 

Kit foi o homem mais covarde que já conheci na história literária. Ele conheceu Helena primeiro e nunca a esqueceu, mas só porque Della tomou a iniciativa e deu em cima dele, ele aceitou namorá-la. Terminar com alguém é muito fácil, mas ele preferiu ficar brincando com Della e Helena enquanto decidia quem amava mais. 

E Della, por mais que merecesse ficar sozinha, a parte em que ela sofre o acidente e Helena fica ali a ajudando, me lembrou muito a história macabra de Verety, da Coolen Hoover, que aliás, fiquei tão traumatizada com aquela história que nunca mais li nenhum livro dela. 

E que coincidência mais ridícula é essa da Helena ir morar justo com a ex namorada do Kit? Sério, eu demorei quase um ano para conseguir terminar de ler, porque não estava mais suportando a chatice da Helena. Não nego que esse livro julguei pela capa, pois o acabamento era tão lindo, a capa era interessante, mas a história, foi horrível. 

Se Della realmente merecesse ter Kit tirado dela seria outra história. Mas só achei a Helena uma vadia por querer o homem de outra mulher e ainda por cima que era sua melhor amiga. Já vi outras histórias parecidas, já li várias críticas positivas sobre o livro, mas para mim, não vingou. Se tivesse trabalhado a parte do sonho como uma mensagem para o futuro de Helena e terminasse daquela forma, pelo menos ainda teria valido a pena, mas nada daquilo aconteceu. E para piorar, Helena e Kit nem tinham química juntos. E o outro cara que a Helena conheceu? Que coisa mais sem sentido. Se fosse para fantasiar loucamente desse jeito no final, mais uma vez afirmo, se tivesse trabalhado no sonho como uma mensagem para o futuro da Helena, teria sido bem mais incrível. 

Estava demorando mas finalmente apareceu um título que da minha parte, não recomendo. Mas, não é porque não foi bom para mim, que não será para você. Gosto de recomendar que leiam e tirem suas próprias conclusões. Porém, eu não gostei e não recomendaria. 

Nota 3/10

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

[Resenha/crítica] Rita Lee: uma autobiografia - Divagando Sempre

 

Olá Divas e Divos. Não é de hoje que digo que amo documentários e biografias e esta em particular, me surpreendeu muito. Bom demais conhecer a pessoa antes da artista. Que vida cheia de memórias, mesmo que seja de altos e baixos. Vamos lá. 






Ano da primeira publicação 2016

Páginas 352

Autor/a Rita Lee


Recomendação sim



DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

O livro é escrito pela Rita Lee tendo participação narrativa do jornalista Guilherme Samora, que atua no papel de Phantom, apontando alguns esquecimentos ou datas mais precisas, quando Rita não se lembra de algum dado. 

Rita conta como foi sua infância e seu início na carreira musical, assim como conheceu seu marido Roberto de Carvalho. Também seus inúmeros altos e baixos de seus vícios, seu tempo na prisão assim como nas casas de recuperação para viciados. 



Minhas divagações finais 

Um relato sincero sobre sua vida como mulher e artista. Amei conhecer primeiro a pessoa antes da artista. E confesso que confundia ela e a Baby Consuelo. Não me pergunte o por que. 

E mesmo que eu achasse que não conhecia nenhuma música dela, convenhamos, quem nunca escutou uma música dela mesmo sem saber né? E como algumas eram tema de novelas, muitos já escutou com certeza pelo menos uma música da Rita. 

Sua vida, não nego, não foi apenas sucesso, dinheiro e drogas. Como todo artista, só conhecemos o lado mais exposto pela mídia. Jamais imaginaria embora pudesse suspeitar, que Rita teria vivido vários momentos recheados de altos e baixos. E sua infância, foi de longe feliz. Ser abusada daquela forma? Fiquei chocada. 

Quando conhece Rob, não imaginei que pudessem ter ficado juntos até o fim. Já que artistas como eles são taxados de drogados e que não nasceram para um relacionamento monogâmico. O relacionamento com sua família é muito hilário e fofo. 

Rita até foi presa. Obviamente naquela época, grávida e tratada daquela forma, realmente foi revoltante, ainda mais por ser óbvio que fora uma tremenda armação para cima dela. Ou seja, ser artista é sinal para desrespeito e não o contrário. E é com muita surpresa saber que quem a ajudou foi outra grande artista brasileira Elis Regina. 

O único ponto que achei cansativo, é que nessa leitura a experiência foi completamente diferente porque na verdade ouvi em áudio Book. Chegou uma hora que eu não aguentava mais ouvir a Mel Lisboa contando a vida da Rita. Mas, foi grande satisfação que terminei a história deslumbrada por essa cantora. 

As vezes temos certos preconceitos com artistas nacionais, e ultimamente a música brasileira ser definida como funk é o cúmulo para meus ouvidos, mas, embora Rita tenha um gênero completamente diferente do funk, óbvio, e seja das antigas, era de se esperar que sua música fosse boa. O que não dá para se dizer das músicas de hoje em dia. Por isso, não conhecia muito seu trabalho. Infelizmente só conheço bons cantores após descobrir que já faleceram. Foi assim com Nirvana e Legião Urbana. 

Muitas coisas, tenho certeza de que quem é fã da Rita, já deveria ter conhecimento. Mas, para leigos como eu, ler essa autobiografia foi uma experiência incrível. Então não vou ficar contando os detalhes pois recomendo a leitura. E sem contar, outros artistas incríveis que ela conheceu pelo caminho. 

Nota 10/10

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