quarta-feira, 5 de junho de 2024

[Review] Evidências do amor - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2024

Duração 1h 45m

Direção Pedro Antônio 

Elenco Sandy, Fábio Porchat, Evelyn Castro



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Laura e Marco Antônio se conhecem em um karaoke cantando a música Evidências. A partir daí, começam um relacionamento. Até o momento em que Marco, cego para o que acontecia ao seu redor, pede Laura em casamento e ela acaba terminando o relacionamento por mensagem. 

Inconsolável e sem entender o motivo, passa um ano desde que Marco viu Laura pela última vez. Até que, passando por um local onde tocava a música Evidências, ele teve um momento perturbador, onde foi parar no passado, em uma memória ruim que teve com Laura. 

Até conseguir entender que era a música em específico que fazia isso, ele passou a evitar ouvir a música até conseguir entender o que tudo isso significava e como eventualmente parar essa maldição. Até que decidiu procurar Laura. Mas aparentemente ela tinha seguido com sua vida, realizado seus sonhos e estava noiva, o que o deixa mais desesperado ainda por não conseguir resolver esse mistério.










Minhas divagações finais 

Não é novidade, para quem me acompanha ao longo das resenhas, que não sou muito fã de filmes nacionais. Mas, as vezes é preconceito da minha parte vindo de quando era mais jovem e o que mais tinha em novelas brasileiras era sacanagem. Embora, deva admitir, que as novelas tinham até uma trama surreal de interessante. Pois não é a toa que prendia a maioria dos telespectadores em frente a TV principalmente no último capítulo. No entanto, fiquei com essa ideia de que qualquer coisa nacional, ia ser apelativo para o sexo. Não que outros países também não usem esse artifício para chamar a atenção, mas eu que não sou muito fã de ver gente trocando fluídos, acho mais sugestivo quando fica apenas implícito o que vai acontecer do que de fato mostrar acontecendo. Acho que algumas intimidades devem ficar apenas entre o casal. Mas, a maioria gosta de ver né, então só me resta pular essas partes.

Enfim, Evidências do amor não teve nada disso, muito obrigada, o que me fez dar uma chance maior ao filme. Não lembro se já vi Fábio Porchat atuando, já vi a Sandy em uma novela muitos anos atrás e me julguem, mas sempre gostei dela cantando, ainda quando era Sandy e Jr. Vi, o que também não é novidade, muitas críticas negativas com o filme. Ultimamente eu tenho lido as críticas depois de terminar o filme. Gosto da surpresa de ver que quando eu não gostei de algo, é muito elogiado ou quando eu gosto, tem muita negatividade. Esse foi um dos casos em que até gostei do filme mas foi detonado por várias pessoas. 

Bom, eu raramente sou influenciada por outras opiniões, eu prefiro conferir e decidir por mim mesma se achei bom. Claro que se gostei, vou indicar, mas a gente sabe que nesse mundão de Deus, não tem como algo ser 100% bom para todos. Sempre vai ter alguém para criticar alguma coisa. Evidências do amor pode não ser grande coisa, mas com certeza foi divertido e adorei a referência de um outro filme com Leonardo Di Caprio que foi muito útil para a história. Pois eu não conseguia imaginar como Marco poderia resolver seu problema. 

O interessante foi acompanhar com as memórias ruins de Marco, alguns motivos de terem feito Laura terminar com ele. Da mesma forma que pudemos ver os motivos de Laura se arrepender do mesmo, pois não tiveram só momentos ruins, no entanto, os ruins foram bons para Marco perceber no que errou, que ele não era tão bom e perfeito como pensava que era. 

Novamente, me julguem, mas achei a história tão despretensiosa que foi bom. Me diverti, me emocionei, porque ver casais desabando pelos mesmos motivos tem de monte por aí, mas claro que ninguém desmaia ouvindo a música do casal e voltando no tempo para poder perceber o que errou e tentar arrumar as coisas. Mas, se todos pudessem ter a chance de poder ver os erros, com certeza teria menos separações hoje em dia. 

Enfim, apesar de ter achado Laura uma personagem um pouco sem emoção, não sei ao certo se é da personagem ou da atuação da Sandy, porque pelo menos Marco foi um personagem marcante e muito a vontade com tudo, parecendo até que realmente estava passando por aquilo. E o Plot twist da Júlia gente, quando ela falou o que acontecia quando ouvia a música Brincar de ser feliz, a gente acha que ela tá fazendo piada com a situação do Marco né, se bem que, pode ser possível pois ela foi a única que o ajudou, embora no início foi cômica demais. Daria até uma sequência com ela sendo a protagonista. Amei ela. 

Recomendo. 

Nota 8/10

terça-feira, 4 de junho de 2024

[Review] Ingresso para o paraíso - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2022

Duração 1h 41m

Direção Ol Parker

Elenco Julia Roberts (Georgia), George Clooney (David), Kaitlyn Dever (Lily), Maxime Bouttier (Gede), Lucas Bravo (Paul), Billie Lourd (Wren)



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Lily, após se formar viaja para Bali, lá ela encontra sua alma gêmea. Agora, resta convencer os pais, que se casar com Gede, um nativo de Bali, com apenas um mês após se conhecerem não é loucura. 

Mas, não é o que Georgia e David pensam. Com um casamento de 5 anos, após se separarem, se tornaram inimigos. Eles tentam não estar no mesmo local que o outro, embora agora, com o casamento da filha, passam mais tempo juntos. Querendo evitar que Lily sofra uma decepção após se casar como eles, Georgia e David se unem, para sabotar o casamento da filha. 








Minhas divagações finais 

Senti uma pequena semelhança com um filme que vi recentemente. A mãe da noiva. A semelhança está na noiva se casando jovem e a mãe reencontrando o ex. Apesar de lembrar muito a história, acho que gostei mais desse, Ingresso para o paraíso. A noiva parecia realmente apaixonada e gente, Julia Roberts, não importa a idade, continua maravilhosa. E George Clooney como par romântico? Deu muito certo. 

Para uma comédia romântica, muitos clichês óbvios. A gente já sabe como iria terminar. Só me admira que David estivesse solteiro, pois aparentava ser um garanhão, ou talvez seja a imagem que temos dele. Me lembrei de outra semelhança com o filme A mãe da noiva, quando o casal fica preso em um local sem acesso fácil. Daria para dizer que A mãe da noiva foi inspirado no Ingresso para o paraíso. 

Obviamente por ser clichê, vi muitas críticas negativas falando principalmente do roteiro ruim. Eu, particularmente, achei o roteiro condizente com a história. As cenas de brigas entre Georgia e David eram muito divertidas. E aquele namorado da Georgia? Ainda ser piloto? Hilário. De todos os momentos que Lily conseguiu ser irritante, a pior foi quando ela quis convencer a mãe a não se casar com Paul. Dizendo coisas que a mãe poderia pontuar sobre o próprio casamento da filha. 

Acho que a única parte desagradável foi o casal tentar sabotar o casamento da filha. Ninguém sabe se vai dar certo ou não. Se não desse certo, existe o divórcio e vida que segue. Acho que teria sido mais divertido se não tivesse essa parte. Talvez em vez disso o foco poderia ter sido em o casal tentar conviver juntos sem brigar, passando por várias situações que indicavam que estavam ainda apaixonados pelo outro, tendo que passar vários momentos sozinhos. E aquela amiga da Lily também foi meio nada a ver. 

E falando em Lily, por que será que nesses filmes de casamento dos filhos, eles geralmente são meio chatinhos? A Lily até parecia apaixonada, mas o modo como tratava os pais. Bom, nem tudo foi perfeito e que bom que o foco maior foi no casal Goergia e David. Recomendo, apesar que é satisfatório no momento. 

Nota 9/10

segunda-feira, 3 de junho de 2024

[Review] Relatos selvagens - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2014

Duração 2h 2m

Direção Damián Szifron



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

São seis histórias de vingança, contada de modo perturbador e as vezes sem muita noção. Impactante com certeza.

Temos a história de um homem que reuniu todos que odiava em um avião, sendo ele mesmo o piloto. Depois de uma garçonete que atende um cliente intragável e a cozinheira lhe dá ideias de como dar uma lição no homem. O próximo é de dois motoristas que se estranham na estrada e resolvem na violência. Temos o do engenheiro que teve o carro apreendido por estacionar em local proibido, porém não havia nenhuma sinalização indicando isso. Ele resolveu a sua maneira. Teve ainda um jovem que atropelou uma mulher grávida e fugiu do local, seu pai então tenta arrumar outra pessoa para levar a culpa e por fim, uma noiva descobre que é traída na festa de casamento. 








Minhas divagações finais 

Não é novidade que alguns filmes eu descubro pelo shorts do YouTube e esse não foi diferente. Porém, a cena que vi foi sobre o Gabriel Pasternak, que todos dentro do avião conheciam e não tinham terminado bem com ele. Como o início do filme já é essa parte, eu pensei que o filme todo seria sobre isso. Que quando terminou daquela forma, contaria então como todos chegaram ali. Eu não tinha visto Sinopse nem trailer, por isso fiquei bem confusa quando foi para a próxima história. 

Como não havia mostrado o tal do Gabriel, pensei que estava contando a história de alguém que estava no avião que havia o conhecido no restaurante. Mas quando foi para a próxima história e não tinha como os dois estarem no avião, pelo final deles, tive que parar o filme e pesquisar, porque não estava entendendo nada. Foi assim que descobri que eram seis histórias sobre vingança. 

Vi que foi muito elogiado, porém, a última história estragou tudo. Se tivesse seguido a lógica dos anteriores, acho que terminaria com chave de ouro. A do Gabriel foi interessante porque o final, quando o terapeuta diz que  ninguém ali tem culpa, que a culpa é dos pais dele, foi chocante porém interessante. 

Acho que a história que menos gostei, foi o último, da noiva traída. Ficou tudo muito louco, mas quando ela feriu a mulher, ainda estava caminhando na mesma direção dos outros, mas o final? Aiaiai não gostei. Assim como a do jovem que atropelou a mulher grávida e fugiu. O final foi chocante porém esperado, já que o homem na entrevista havia dito que iria se vingar do assassino. 

Se eu soubesse que seria uma Coletânea de contos, talvez não teria assistido. Daí a importância de as vezes ver um trailer ou ler uma Sinopse. Ou, quem sabe, sabendo que seria contos, preparada, talvez teria aproveitado mais. No fim, tudo se resume a natureza humana, que parte para a agressão para resolver pequenos problemas. Como a do motorista que se talvez tivesse ficado quieto ao ultrapassar o outro carro, nada daquilo teria acontecido. 

Acho que os mais interessantes foram a do Gabriel e da mulher do restaurante. Talvez a do engenheiro também seja interessante. Quando chegamos no limite, as vezes coisas assim podem acontecer, diante de uma burocracia absurda. Já do jovem que atropelou a mulher, já se vê como foi sua criação quando seu pai tenta colocar a culpa em outra pessoa. A da noiva nem vou comentar porque foi a menos interessante para mim. 

Não sei se recomendo, pois confesso que terminei meio que decepcionada. Apesar das críticas positivas, não achei grande coisa. 

Nota 7/10

domingo, 2 de junho de 2024

[Resenha] Moby Dick - Divagando Sempre

 

Ano da primeira publicação 1851 (li a edição publicada em 2008)

Páginas 656

Autor Herman Melville



DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

A história é contada sob a perspectiva de Ishamael, um marinheiro que participou da última viagem do navio baleeiro Pequod, saído de Nantucket. O Capitão Ahab, passou a viagem inteira obcecado em perseguir a baleia branca, que no passado lhe arrancou a perna. 


Minhas divagações finais 

Segunda vez que tento ler esse livro. Da primeira vez me cansava e eu sentia muito sono. Mas dessa vez consegui terminar. Pelo que me lembrava, era cansativo pelas descrições detalhadas da pesca. Nem me lembrava de Ishmael e seu companheiro Queequeg. Achei o início muito interessante, pois o modo como Ishamel conheceu Queequeg, foi muito promissor. Até encontrarem o Pequod e fazerem parte da tripulação. Ainda ficou aquele mistério porque o capitão Ahab demorou para dar as caras. 

Depois, quando estavam já no mar, comecei a achar a leitura cansativa e confusa. Mas nada que deixe a obra sem graça. No entanto, se tivesse menos detalhes que não achei muito importantes, tanto que nem lembro mais, talvez mais pessoas teriam oportunidade de ler, já que suas mais de 600 páginas pode assustar quem não gosta de ler livros longos. 

As atitudes de Ahab podem ser vistas em alguns filmes de pescadores, por sua obsessão em caçar Moby Dick, ignorando até pedidos de ajuda de outros navios, quando encontravam algum, sendo que a primeira coisa que Ahab perguntava era se tinham visto a baleia branca. 

Queequeg e Ishmael tiveram momentos hilários juntos, pena que a bordo do Pequod isso foi apagado. A leitura chegou a ficar um pouco maçante, por isso várias coisas não me recordo mais. Agora, chegando para o final, foi eletrizante, embora seu final seja triste. A descrição da baleia branca na história não foi muito satisfatória, principalmente quando finalmente a encontraram. Talvez seja porque outros livros ou filmes, dão certo destaque a baleia. 

Sempre achei que Moby Dick só tinha uma história, que era contada por Herman Melville, e me confundi com a história de No coração do mar, que relata um navio baleeiro, Essex, que também estava atrás de Moby Dick mas que veio a afundar, deixando os tripulantes divididos nos botes salva vidas a deriva no mar. Mas esse foi escrito por Nathaniel Philbrick e bem mais recente do que Herman, então entendi quem se inspirou em quem. 

Eu acho que a diferença das épocas na escrita, faz uma enorme diferença. Apesar que a edição de Herman que li, foi bem agradável até. No entanto, o foco de Herman era a caça das baleias e a descrição de como caçá-las, assim como seus meios de navegação. Muitas palavras fiquei sem entender, apesar de ter um glossário no final, mas fiquei com preguiça de ficar procurando o que cada coisa significava. A única palavra que procurei foi o significado de ostaxa, que sinceramente, nunca tinha ouvido falar. 

Bom, no mais, eu gosto de um desafio e essas leituras de autores antigos, são incríveis, embora alguns cansativos de se ler. Mas o que vale é a experiência. Recomendo. 

Nota 10/10

sábado, 1 de junho de 2024

[Review] Túmulo dos vagalumes ( Hotaru no haka ) - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 1988

Duração 1h 29m

Direção Isao Takahata



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Em meio a Segunda Guerra Mundial, os irmãos Seita e Setsuko procuram um abrigo durante um bombardeio. O pai, foi convocado pela Marinha e a mãe acabou se separando durante o bombardeio. 

Seita consegue protegê-lo e sua irmã e procuram pela mãe. Seita descobre a mãe muito ferida, mas não resiste e vem a falecer. Como combinado entre as famílias, Seita e Setsuko ficam com uma tia. 

Assim que descobre que a mãe morreu, a tia que já não tratava tão bem os irmãos, só implica e reclama deles. Cansado, Seita reúne suas coisas e vai embora com Setsuko.

Os dois passam a morar em uma mina abandonada, mas com o avanço da guerra, fica difícil arranjar comida. Seita aproveita os momentos de bombardeio para saquear as casas abandonadas. 

Apesar de seus esforços, a fome agrava a saúde dos irmãos. 












Minhas divagações finais 

A primeira vez que vi esse anime movie, chorei horrores. Dessa vez, não chorei tanto quanto imaginei que choraria. Mas também, já vi inúmeras vezes. Se bem que, já faz um tempo desde a última vez que vi. Estava receosa pois pelo que me lembrava, era uma história extremamente triste. 

Acho que é o segundo ou terceiro anime movie que vejo que fala sobre a Segunda Guerra Mundial. E por ser uma animação, achei algumas cenas bem fortes. O Japão foi rendido e assim Seita descobre porque nunca obteve respostas de suas cartas para seu pai. 

Não sei se é spoiler, já que o filme inicia contando o final. Nós já sabemos o que acontece com Seita, o filme em si, conta como ele chegou até ali. 

Seita foi um ótimo irmão mais velho e fez o que pôde para cuidar da irmã. Só não entendi porque durante o bombardeio, a mãe se separou deles. Será que se tivessem ficado juntos, o final seria outro? Já que assim, acho que mesmo que se ficassem com a tia, ela não trataria os irmãos mal e eles não fugiriam para o abrigo abandonado. 

Não importa qual tipo de filme a história será contada, mas o ser humano nunca muda diante de uma tragédia. Seita apanhou e foi levado para a polícia quando um homem descobriu que ele vinha roubando a comida das pessoas. E mesmo com Setsuko ali, uma criancinha e que era óbvio que ele fazia isso para alimentá-la, não houve perdão do homem. 

Bom, já começa com o tratamento frio da tia que nem cuidou direito desses dois. E no hospital também, quando o médico examinou Setsuko e só deu o diagnóstico como se aquela vida não importasse e chamou o próximo. Nessas condições, nem criança toca o coração dessas pessoas. 

Não me recordo onde estava quando vi pela primeira vez, mas morando no Japão, fui atrás daquelas balinhas que Setsuko tanta amava. Também quando vi a primeira vez, eu sabia sobre a Segunda Guerra Mundial, mas só anos depois, após ver e ler muito sobre essa guerra, que entendi que infelizmente esse país estava do lado errado da guerra. Mas não há como negar o fato de inúmeras mortes de civis inocentes. 

Não entendi muito bem também, porque Seita não foi para um abrigo, quando lhe ofereceram refúgio, após a morte da mãe. Com certeza seria melhor do que a vida na casa da tia e quem sabe o que teria acontecido com eles no final? Mas, por mais que especulamos ou desejamos outras alternativas, não tem como mudar a trajetória final da história. Sem contar que é produzido pelo Studio Ghibli, então já é de se esperar algo incrível. Mas o mais triste, é saber que o filme foi inspirado em uma história real.

Super recomendo.

Nota 10/10

sexta-feira, 31 de maio de 2024

[Review] Velozes e furiosos 5: Operação Rio - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2011

Duração 2h 11m

Direção Justin Lin

Elenco Paul Walker (Brian O'Conner), Vin Diersel (Dominic Toretto), Gal Gadot (Gisele Harabo), Elsa Pataky (Elena), Jordana Brewster (Mia toretto), Dwayne Johnson (Luke Hobbs), Sung Kang (Han Lue), Joaquim de Almeida (Heyes), Ludacris (Tej), Tyrese Gibson (Roman Pierce)



Trailer





DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA

Mia e Brian, armam uma emboscada e conseguem salvar Don. Agora, Brian é um fora da lei e procurado como Don e agora Mia. Eles se separam e acabam no Rio de Janeiro, no Brasil. Lá, encontram Vince com sua esposa e filho. 

Vince convence Brian a participar de um roubo, já que agora ele precisa de dinheiro. Don chega no momento certo e depois do roubo, que quase deu errado, descobrem que roubaram de um poderoso empresário corrupto e para piorar, um agente obstinado dos Estados Unidos está na cola deles. 

Mia dá uma notícia para Brian, o que faz Don querer proteger sua nova família. Don reúne sua equipe, entre eles Han, Gisele e conta ainda com Roman e Tej, entre outros. Devido a grande movimentação, se deparam com o agente Hobbs e a policial Elena, escolhida por Hobbs para ser intérprete entre eles e a polícia local. Ela conhece a fama de Heyes e avisa que ele não sabe com quem está mexendo. 

Em um confronto entre a polícia e os homens de Heyes, Elena encontra Don sendo salva por ele. Quando Hobbs consegue prender Don e sua equipe, são atacados e Hobbs perde seus homens. No último instante, Don salva Hobbs e por um momento, eles se unem até conseguirem pegar Heyes.










Minhas divagações finais 

Pelo visto, os filmes estrelados por Paul Walker mantinha ainda a boa qualidade. Pelo menos até esse 5 ainda estava muito bom. Apesar de todos os clichês. Principalmente do bom policial se unindo ao grupo procurado. 

Só não gostei que colocaram a Elena como par romântico de Don. Tudo bem que ele acreditava que Letty havia morrido, mas ele deu um passa fora em Gisele e aceitou Elena tranquilamente? Visto que eu já sei quem vai aparecer mais para frente e não sei se foi intencional a ausência de Letty, mas será que até então, se não fosse a volta dela, ele continuaria com Elena? Outro agente que ele conseguiu mudar de lado? Se a Letty não estivesse desde o primeiro filme e se ela não fosse tão top, mesmo se a morte dela fosse verdadeira, eu preferiria o Don sozinho. Pois sinceramente? Elsa Pataky pode ser até bonita, mas não achei grande coisa sua atuação ou sua personagem que é meio sem graça. Independente se ela é mulher do Thor, digo, Chris Hemsworth, na verdade nem sabia que ela era atriz. 

E Han e Gisele? Dupla improvável. E ainda não entendi onde o Desafio em Tóquio se encaixa nessa franquia. Já que aparentemente Han morria lá. Ou até agora não foi explicado essa passagem. 

Também não curti muito a trilha sonora e achei algumas imagens do Brasil exageradas. Não existe só favela e policial corrupto aqui. Por que, de tantos lugares eles foram escolher justo o Rio? Vince não tinha condições de escolher outro lugar? Se bem que, onde mais conseguiria sobreviver no tipo de trabalho que sabia fazer? Tudo bem que eu não gostava muito dele, sempre achei que por vingança a Brian por ter ficado com Mia, ele fosse se vingar em algum momento, mas não esperava seu final. 

Tirando alguns detalhes, a essência se manteve, carros, corrida, Brian e Don sendo perseguidos, alguém poderoso que eles querem roubar ou prender, só a música que não fez muito meu gosto. E achei Hobbs muito exagerado nesse filme. Apesar de gostar desse ator, não achei que ele combinou com a imagem da franquia. Embora, não nego, foi um diferencial. Foi divertido ver Roman novamente. 

No mais, super recomendo. 

Nota 10/10

quinta-feira, 30 de maio de 2024

[Review] Velozes e furiosos 4 - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2009

Duração 1h 47m

Direção Justin Lin

Elenco Paul Walker (Brian O'Conner), Vin Diesel (Dominic Toretto), Jordana Brewster (Mia Toretto), Gal Gadot (Gisele Harabo), Sung Kang (Han Lue)



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DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA

Toretto e sua equipe tentam mais um roubo, agora na República Dominicana. A missão quase da errado e Toretto vendo que se seus amigos continuarem ao seu lado, sofrerão consequências. Han decide ir para o Japão e Toretto decide por Letty, quando a deixa para trás e foge. 

Algum tempo passa e ele recebe uma ligação de sua irmã Mia, dizendo que Letty foi assassinada. Mesmo sabendo dos perigos, ele volta e começa a perseguir um suspeito. E acaba reencontrando Brian. Os dois percebem que podem estar atrás da mesma pessoa. 

Brian voltou a força policial e tenta fazer um acordo com o FBI, em troca do traficante procurado, Toretto tem a ficha limpa. Embora não queira se unir a Brian, Toretto aceita desde que possa dar uma lição no assassino de Letty. Toretto descobre que Letty estava infiltrada em busca do traficante, em troca de limpar a ficha dele. Sua sede de vingança é ainda maior. 













Minhas divagações finais 

Brian volta a ser policial, provavelmente depois da missão do segundo filme. Ele persegue um traficante que no fundo não foi coincidência como eu pensei. Pois depois entendi a "morte" de Letty. Mas também, Don preza tanto a família e fugiu daquele jeito a deixando para trás? Mas quando anunciaram a morte dela, juro que pensei que era um plano de Brian para trazer Don de volta. Infelizmente o plano era outro.

No entanto, até aqui, a essência da saga continua. Carros, corrida, música e mulheres. Dessa vez, a beleza da vez é Gal Gadot,  embora não tenha curtido sua personagem. Achei que ela e Toretto fossem ter um lance. O reencontro de Brian e Toretto foi fenomenal. Eles correndo mais uma vez juntos é sempre cheio de adrenalina. Mas Brian nunca aceitando a vitória do amigo, hilário. 

Brian ainda está do lado da lei, mas quando vê que as ações de Toretto, mesmo que por causa dele tenham conseguido prender um criminoso pior que ele, não renderam bons resultados, no final, ele decide mais uma vez em que lado realmente está. 

Quando você assiste os filmes na sequência, vai vendo que um é cópia do outro, mudando uma coisa aqui e ali. Sempre tem uma mulher que vai introduzir Brian e Toretto no mundo do crime. Ou Brian vai ter um interesse na mulher ou a mulher no Toretto hahaha 

Nesse, Brian reencontra Mia e os dois finalmente se acertam. As músicas continuam boas e os carros maravilhosos. Dá até vontade de sair dirigindo e fazendo drift também. Só que não. 

O tema não é diferente dos outros, pegar um traficante poderoso. Só que dessa vez, Toretto tem um motivo pessoal. E no fundo Brian só quer ficar ao lado dele, vamos ser sinceros né. 

Embora pareça sempre mais do mesmo, a evolução e transformação da amizade de Brian e Don, compensa qualquer história meia boca que escrevam. Não importa os motivos de correrem, se é para pegar traficante, se vingar ou só uma corrida entre eles, será sempre empolgante.  Recomendo. 

Nota 10/10 

quarta-feira, 29 de maio de 2024

[Review] Atlas - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2024

Duração 2h

Direção Brad Peyton 

Elenco Jennifer Lopez (Atlas), Simu Liu (Harlan), Mark Strong (General Boothe),  Sterling K. Brown (Colonel Elias), Abraham Popoola (Casca)



Trailer




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA

Atlas é uma analista de dados que é chamada quando Casca é encontrado. Casca é um subordinado de Harlan, uma IA que desertou e fugiu da Terra, não sem antes causar o caos no planeta. Após Harlan fugir, passou 28 anos e durante todo esse tempo, Atlas viveu somente para estudar essa IA e algum dia poder matá-la.

Mas, após interrogar Casca e descobrir o paradeiro de Harlan, o General Boothe lhe informa que o Colonel Elias irá comandar a missão até o planeta inóspito que Harlan habita no momento. Embora Atlas pontue todos os perigos dessa missão suicida, ninguém lhe da ouvidos, mas ela consegue participar da missão por conhecer todos os pontos de Harlan. No entanto, ao chegar no planeta, são friamente atacados e a missão fracassa. 

Embora tenha restado dois sobreviventes. Elias é mantido prisioneiro por Harlan, enquanto Atlas tenta sobrevier no novo traje de IA chamado Smith. O que dificulta e atrasa um pouco Atlas encontrar a nave para fuga, é sua falta de confiança em Smith. Apesar de usar alta tecnologia em seu cotidiano, ela não consegue confiar totalmente sua vida em uma IA. No passado, sua mãe criou Harlan, mas ele conseguiu violar seu código e atacar os humanos. Sua mãe morreu por causa dele. Agora, ela não consegue confiar em nenhum IA.







Minhas divagações finais 

Eu vi o filme ao acaso. Vi que tinha Jennifer Lopez e Simu Liu no elenco e resolvi conferir. Não tinha visto Sinopse nem trailer, mas me arrependi quando percebi que a história tinha robôs e IA. Eu particularmente sou contra. Não gosto e morro de medo deles. Se um humano já é assustador imagina uma IA que não morre facilmente? No caso da mãe da Atlas, não entendi qual a utilidade de criar algo assim. Já vimos em vários filmes que isso nunca termina bem.

Mas, deixando o medo de lado, deu uma certa raiva com a equipe que iria na missão para prender Harlan, fizeram pouco caso de Atlas e seus dados sobre o perigo de irem atrás dele, mas não desejei o que aconteceu com todos. No mínimo, esperei que ficassem machucados e depois se desculpassem com ela por ela estar certa. Mas não, foram muito além..

Achei um desperdício Harlan não ter tido muito destaque. A explicação de como ele ficou assim e seus motivos para aniquilar a raça humana, meio que me lembrou do Thanos, de Vingadores, mas foi tudo rápido. O foco mesmo foi na jornada de Atlas e Smith. Que confesso, achei divertido. O modo como Harlan mudou não era como eu esperava, eu pensei que Atlas só era ressentida com ele por causa da mãe. 

E obviamente que o final não iria fugir ao clichê. Depois de ver, fui dar uma olhada nas críticas e eu realmente gosto de contrariar. Vi muita negatividade com a produção e eu até que gostei. Claro, não é excepcional, pode até ser esquecível, mas como várias outras produções que existem. Quantos filmes da Jennifer que alguém se lembra? Eu só lembro do Simu Liu pelo Shang Shi porque é mais recente e é de herói.

Enfim, não é uma história inédita, tudo é esperado, principalmente porque hoje em dia, dificilmente vai ter uma obra sem clichês. Acho que o que vale a pena é ver as atuações ou seus atores preferidos e curtir sem compromissos. E apesar do meu medo de IA, no início não estava muito confortável, mas Smith é uma IA que, depois de algum tempo, eu até aceitaria ter também...

No mais, achei divertido. Recomendo sem compromissos. 

Nota 8/10

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