quinta-feira, 14 de março de 2024

[Review] Pure love/As primeira histórias de amor ( K-filme) - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2016

Duração 1h 53m

Direção Lee Eun-Hee

Elenco D.O ( Do Kyung-Soo ), Kim So-Hyun, Lee David, Park Jung-Min, Joo Da-Young, Kim Kwon, Yeon Joon-Seok




Trailer




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

A cada ano Soo-Ok, esperava pelo retorno dos amigos à ilha Natal deles durante as férias escolares. Ela era a única que não podia sair devido uma lesão na perna. O ano era 1991, onde todos passaram por um verão inesquecível cheio de alegria, romance e tragédia...

23 anos depois, um DJ de rádio recebe um pacote inusitado com um caderno e uma fita cassete, trazendo a tona lembranças sobre aquele fatídico verão que mudou a vida dele e de seus amigos. 








Minhas divagações finais 

Minha gente, eu só fui assistir pelo D.O e pela Kim So-Hyun, não esperava uma história tão triste. Acabei de ver dois K-filme com participação de D.O, além dele ser meu preferido do grupo EXO, canta que é uma maravilha além de ser excelente ator. Embora o filme seja de 2016 e ele esteja novinho, seu talento é enorme. 

D.O interpreta o jovem Beom-Sil. Ele nutre um amor platônico pela Soo-Ok e como ela tem dificuldade para andar, sempre que pode, ele a carrega nas costas. O sonho de Soo-Ok, além de poder andar normalmente era ser DJ. 

Nesse último verão juntos, Soo-Ok,  Beom-Sil, San-Dol, Gae-Deok e Gil-Ja vão passar por diversos momentos desde a alegria e diversão, para desentendimentos e uma tragédia. Como Soo-Ok sempre ficou na ilha, ela ainda é bastante ingênua tanto que não entende piadas de duplo sentido e não percebeu as segundas intenções do jovem médico que atendia o povoado da ilha. 

Por causa desses mau entendidos, Soo-Ok acaba sendo alvo de comentários maldosos, vindo do próprio grupo. Só Beom-Sil sabia o verdadeiro motivo de Soo-Ok se dedicar a passar tanto tempo com o médico. 

Só achei confuso o início quando o DJ lê o e-mail com o mesmo nome de Soo-Ok, que traz a tona essas lembranças e de repente ele recebe um pacote contendo o diário de Soo-Ok e uma fita cassete. De início pensei que ela tinha mandado para ele, pois havia descoberto que ele tinha virado DJ, que era o sonho dela. Depois achei que alguém tinha mandado para ele a pedido dela, como forma de um pedido de reencontro, mas jamais esperei o desfecho dessa história ser tão triste. Mas se o que entendi for isso mesmo, que levou 23 anos para a rádio receber o pacote dela, misericórdia. Deve ser porque morava em uma ilha...

Obviamente, toda obra tem críticas negativas e positivas. Eu, particularmente amei a história. Não esperava uma trama tão dramática. Pensei que o radialista receberia um pacote que acordaria lembranças de um verão maravilhoso, mas que terminou como qualquer amizade, cada um foi para seu lado. E com essa lembrança tornariam a se reunir. Golpe baixo o que aconteceu na verdade. 

Amor nessa idade, ainda mais entre amigos, nem sempre termina com um final feliz, nem sempre o sentimento é recíproco. Embora Soo-Ok tenha dado a entender que parecia que sentia algo a mais por Beom-Sil. E, as vezes tem um triângulo amoroso quando outro amigo gosta da mesma pessoa. Pensei que San-Dol teria mais sorte com a Soo-Ok, pois parecia que ela gostava mais dele. Embora fosse claro que ele tinha interesse por ela, mas era como Beom-Sil, que reprimia seus sentimentos. 

Soo-Ok, além de sofrer por causa da perna, tinha perdido a mãe e o pai era um pouco ausente pois não aceitava a perda. Me preocupei que ele fosse do tipo violento, mas só era ausente mesmo. Foi muito triste o que aconteceu depois. Esse tipo de história não é complicada, é só reflexiva e emotiva. Tirando os sentimentos de Beom-Sil, acho que os outros amigos eram forçados demais na história. Se fosse só os dois ainda teria uma boa trama. 

Mas enfim, chorei cachoeiras para variar e recomendo. 

Nota 10/10

quarta-feira, 13 de março de 2024

[Review] Along With The Gods: The Last 49 Days ( K-Filme ) - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2018

Duração 2h 22m

Direção Kim Yong-Hwa

Elenco Ha Jung-Woo, Ma Dong-seok, Kim Hyang-Gi, Kim Dong-Wook, Ju Ji-Hoon, D.O



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Depois de conseguirem fazer a alma 48 ( Ja-Hong)  reencarnar, agora o trio de guardiões, ficou com a missão de conseguir um julgamento para o irmão de Ja-Hong que morreu injustamente. Mesmo tendo se tornado um espírito vingativo, ele não mereceu sua morte. 

Mas, enquanto Gang-Rim acompanha So-Hong pelo julgamento, Haewonmak e Deok-Cho são enviados a Terra para levar um idoso que está tempo demais vivo devido a um espírito divino que se apegou a família e não deixa ninguém se aproximar para levar o idoso. 

Enquanto Gang-Rim tenta fazer So-Hong se lembrar de sua morte, conta aos poucos sobre seu passado e ao mesmo tempo Haewonmak e Deok-Cho ao conhecerem Seong-Ju, este fica triste que seus antigos subordinados não se lembrem dele. Então, para convencê-los que o idoso precisa ainda ficar mais um tempo com seu netinho órfão, ele conta a história da vida passada de Haewonmak e Deok-Cho, de como suas vidas e mortes estão entrelaçadas e presas, também a Gang-Rim.  

O trio viveu mil anos recolhendo almas imaculadas esperando o momento de suas próprias reencarnações sem saber do por que estavam presos um ao outro, com exceção de Gang-Rim, que viveu todo esse tempo atormentado, se culpando e em busca de perdão...








Minhas divagações finais 

Bom, como eu disse no anterior, eu assisti esse por engano primeiro, então quando comecei a história, o trio começava a missão de convencer So-Hong a reencarnar. No primeiro já havia mostrado sua história, mas como eu não sabia, fiquei chocada. Mas o foco nesse segundo filme, foi a história entre o trio de guardiões. Que achei extremamente triste. 

Com exceção de Deok-Cho, Gang-Rim e Haewonmak foram guerreiros no passado e cometeram atrocidades, e como os três estavam interligados quando morreram, quando Deok-Cho e Haewonmak foram recrutados para serem guardiões, tiveram suas memórias apagadas. Mas Gang-Rim viveu seus mil anos sabendo tudo o que aconteceu e remoendo o passado.

E claro, o rei sempre soube de tudo e fez isso para ver como Gang-Rim viveria esse tempo todo carregando esse fardo por mil anos. Apesar de ter sido um passado terrível, assim que Deok-Cho e Haewonmak tomaram conhecimento de suas vidas, o que acontecia com  So-Hong foi o gatilho para memórias tristes para Gang-Rim.  

O desfecho de tudo foi maravilhoso. Tudo isso aconteceu por ganância de um deles e a inveja em ver o irmão adotivo sendo o preferido do pai. Depois, o irmão acaba cometendo atrocidades e por causa de uma garota, ele tenta se redimir a protegendo. Ou seja, sim, os motivos não são novidades, mas como eu venho falando a várias resenhas passadas, imagina o tanto de filmes, séries ou livros que existem. Ter histórias parecidas é extremamente natural, embora eu não me lembre de ter visto nada como isso aqui. 

Ma Dong-seok tem um personagem extremamente contrário ao seu porte físico. Por ser um espírito divino, ele não pode atacar os humanos, então quando homens tentam intimidar o idoso e seu netinho, o "tio" não pôde fazer muita coisa. Ficando para Haewonmak que não tinha essas limitações. 

Se tivesse mais um não acharia ruim não. Embora seja possível criar várias sequências, já que podem surgir vários casos de imaculados ou mortes injustas para o trio defenderem, acho que no fim, dois filmes está bom demais. Engraçado como títulos desconhecidos e que não vejo ninguém comentando sobre podem ser interessantes. 

No mais, super recomendo. 

Nota 10/10

terça-feira, 12 de março de 2024

[Review] Along with the Gods: the two worlds - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2017

Duração 2h 19m

Direção Kim Yong-Hwa

Elenco Ha Jung-Woo, Kim Hyang-Gi, Cha Tae-Hyun, Ju Ji-Hoon, Kim Dong-Wook, Lee Jung-Jae, D.O, Ma Dong-seok 



Trailer




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

" Na vida após a morte, as pessoas são julgadas 7 vezes por 49 dias. Julgadas por mentiras, indolência, injustiça, traição, violência, homicídio e impiedade filial. Apenas as almas inocentadas em todos os julgamentos, reencarnam. "

Assim começa nossa história. Um homem, bombeiro, morre exercendo seu trabalho e três guardiões são incubidos de levá-lo a julgamento, uma vez que seu espírito foi dado como imaculado. Porém, enquanto passavam pelos portões dos julgamentos, descobrem que um outro espírito morreu de forma violenta se tornando um espírito vingativo. 

Os três espíritos, liderados por Gang-Rim, precisam ajudar na defesa de Kim Ja-Hong. Eles tem 49 dias para passar por todos os julgamentos e se Ja-Hong for inocentado por todos, poderá reencarnar. Mas o espírito vingativo tem atrapalhado a jornada tanto no mundo espiritual quanto no mundo dos vivos. Gang-Rim então deixa seus subordinados Lee Deok-Cho e Haewonmak cuidando de Ja-Hong enquanto vai até o mundo dos vivos descobrir quem seria o espírito vingativo. 

Apesar de ter morrido como herói e seu espírito ser considerado imaculado, os guardiões vão descobrindo as pequenas falhas que Ja-Hong cometeu durante sua vida e algumas delas serão difíceis considerar que seja inocente. 










Minhas divagações finais 

Por causa de um erro na data do ano de lançamento na plataforma da Amazon prime vídeo, eu acabei vendo a sequência primeiro hahaha não sei se depois vão arrumar mas o primeiro seria o The two worlds e depois The last 49 days. Não que tenha me prejudicado na compreensão da história, mas teria sido mais emocionante ter assistido na ordem. 

Mas enfim. Não imaginava como esse filme seria tão interessante. Não espere detalhes de como começou a história dos guardiões, pois nosso trio principal data de mil anos atrás e durante todo esse tempo, eles precisavam de reencarnar 49 almas imaculadas para eles próprios poderem reencarnar. A história deles passa a ser contada com a alma 48, que seria de Ja-Hong.  Apenas Gang-Rim se lembra de sua vida passada, já seus ajudantes tiveram suas memórias apagadas. 

Inicialmente Ja-Hong não queria partir pois queria ainda passar uma última mensagem para sua mãe. Com o decorrer da história e dos julgamentos, vamos conhecendo mais sobre o passado dele, suas lutas e suas mentiras e apesar de aparentemente parecer que ele não merecia ser inocentado das acusações, tudo o que ele fez tinha outro sentido.

O lado bom de já ter visto a sequência primeiro é que alguns personagens vão fazer mais sentido no próximo. E a história do nosso trio, será bem mais trabalhada. A única coisa que não me agradou muito, foi a acusação. Tanto no primeiro quanto o segundo, parecia que não queriam uma alma pura para reencarnar. Sempre encontraram obstáculos fazendo com que o imaculado fosse posto a prova sobre o bem que fez em vida. 

Mas, pelo menos eu, adorei esse trio e a participação de D.O, que faz parte do grupo de k-pop EXO. Esse menino além de cantar super bem também é um excelente ator. E chegando no final, Ma Dong-seok aparece e pelo modo como termina, já era claro uma sequência. 

A história do bombeiro Ja-Hong e sua família foi triste demais, ainda mais pelo que aconteceu com seu irmão. Chorei cachoeiras com a conclusão de Ja-Hong, não esperava sinceramente como esse filme seria tão bom. Já tinha passado por esse título inúmeras vezes e ignorado hahaha 

A história não segue o padrão dos ceifadores, se trata mais quando uma alma é pura e merece a reencarnação passando por julgamentos, onde a acusação vai desencavar desejos ou atos sombrios mesmo que sejam mínimos ou quando muito jovem. Como aconteceu com Ja-Hong que quando fugiu de casa 15 anos atrás, teve um forte e triste motivo para isso. Para tentar se redimir, trabalhou duro durante todos esses anos e mandava dinheiro para sua mãe e irmão, embora pedir perdão ainda em vida teria sido o melhor para seu julgamento. 

Gang-Rim tem flashes de sua vida passada e seu relacionamento com o rei será mais trabalhado no próximo filme. A introdução dessa história foi muito boa e te deixa curioso para saber o que vai acontecer no próximo julgamento. Demorou anos para encontrarem uma alma imaculada e agora eles terão que lidar com duas e correr contra o tempo se eles quiserem reencarnar também. 

No primeiro eles conseguem ajudar Ja-Hong, mas a próxima alma foi um espírito vingativo, causou problemas mas foi morto intencionalmente. Como uma alma injustiçada, merece passar pelos julgamentos também. Mas isso é conversa para o próximo filme. 

Gostei muito dos efeitos visuais, embora não seja perfeito, mas são satisfatórios. Gostei desse diferencial de como conduzir uma alma para reencarnar ou ir para o inferno. No mais, super recomendo. Não parece, mas é divertido, emocionante e muito interessante. 

Nota 10/10


segunda-feira, 11 de março de 2024

[Review] Jigen Daisuke ( live action ) - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2023

Duração 2h

Direção Hajime Hashimoto

Elenco Tetsuji Tamayama, Yoko Maki, Mitsuko Kusabue, Kotoka Maki



Trailer




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

O famoso pistoleiro Jigen Daisuke, percorre vários lugares do mundo, a procura de alguém que possa consertar sua arma. Ele consegue uma dica de alguém no Japão. Ao chegar lá, ele conhece uma senhora que agora diz ser apenas uma relojoeira. Porém, uma garotinha aparece com um relógio antigo, que é uma mensagem de socorro. A senhora então pede à Jigen que acompanhe a garotinha para descobrir o que aconteceu com a dona do relógio em troca de dar uma olhada em sua arma.

Todos conhecem a fama de Jigen, então as notícias se espalham e enquanto ele tenta se comunicar com a garotinha, que vem a se chamar Otto, seus sequestradores passam a segui-los. Otto faz parte das crianças sequestradas de um orfanato, onde são usadas por uma mulher chamada Adele. 








Minhas divagações finais 

Jigen Daisuke. Chapéu, barba, cigarro na boca e uma pistola na mão. Inconfundível personagem do famoso anime Lupin III. Eu, particularmente adoro esse anime e mesmo que só tenha visto uns dois ou três filmes de anime dele, o meu preferido ainda é O castelo de Cagliostro. Lupin tem seu companheiro Jigen e o espadachim Goemon, que não é de falar muito mas é excelente com a espada. 

Esse derivado contando mais sobre o personagem Jigen, foi surpreendentemente bom. Eu não tinha muitas expectativas sobre a Live Action pois não sabia o que esperar. Nunca vi Jigen sem Lupin , então tive receios de como conduziriam a história. 

Aparentemente, Jigen estava sozinho pois estava a procura de algum profissional que pudesse consertar sua lendária e inseparável arma. No entanto, ele acabou envolvido no meio de um tráfico infantil e conheceu uma garotinha tão adorável que não poderia deixar de ajudá-la. 

É como o Lupin que apesar de ser um ladrão, foi atrás da princesa no Castelo de Cagliostro,  onde seria obrigada a se casar a força com um conde ganancioso. Você vê a estrutura do grupo e não imagina que eles possam fazer o bem sem benefício próprio. Ainda mais quando são bandidos. 

As cenas de luta, como vem acontecendo nesses filmes mais atuais, estão fascinantes como sempre. Adele na cadeira de rodas foi impressionante. Pena ser ordinária. Alguns personagens acabaram sendo meio surreais, como o cara metamorfo ou algo parecido com isso. Bom, já os experimentos que Adele fazia eram sinistros, imagina o que seria seus capangas. 

Mas o melhor de tudo mesmo foi Jigen e Otto e o final. Onde o famoso carrinho amarelo de Lupin aparece. Obviamente não mostrou ele, mas deixa implícito que os dois iam fazer algo sórdido hahaha 

Otto era uma garotinha que passou por tantos traumas que não conseguia mais falar. E pedia desculpas por tudo achando que era sua culpa. Foi muito emocionante o relacionamento dela com Jigen, pois alguém como ele obviamente não teria cuidados com crianças, mas ele foi bem atencioso a seu modo claro. 

E por mais que esperamos que esses bandidos vão se acalmar em algum lugar, sabemos que não é assim que funciona. Otto ficou com a senhora relojoeira, que obviamente seria a melhor escolha, enquanto Jigen se reuniria com Lupin novamente. 

Nota 10/10

domingo, 10 de março de 2024

[Review] Loki onde mora a trapaça ( livro ) - Divagando Sempre

 

Ano da primeira publicação 2019

Páginas 321

Autor/a Mackenzie Lee




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Loki, ainda jovem, deseja mostrar a seu pai que também tem potencial para subir ao trono, além de seu perfeito irmão Thor. Porém, uma noite, durante uma festividade, Odin como sempre fazia, olhou para o futuro através de um espelho mágico, e o que viu o deixou totalmente transtornado, a ponto de deixar o jantar.

Curioso com o que o pai poderia ter visto, Loki foi investigar e ainda mais curioso para saber quem o pai teria visto, ele decide ir olhar o espelho também, com ajuda da jovem feiticeira Amora. Porém, embora ele provavelmente tenha visto o mesmo que o pai, as coisas saem do controle e o espelho é destruído. Mas Amora assume toda a culpa, não imaginando que seria exilada em Midgard e que Loki não teve coragem de lhe ajudar. 

Alguns anos depois, Loki e Thor são enviados para uma missão diplomática mas obviamente Loki iria aprontar e dessa vez, Odin o manda para Midgard investigar mortes humanas misteriosas. Apesar de estranhar que seu pai se importasse com a Terra, Loki acaba descobrindo os motivos reais de seu pai manter contato com a Terra. Ele conhece Theo e a Sra. SHARP, que fazem parte de uma sociedade secreta e acaba interessado no caso. E de repente ele encontra alguém que pensava ter perdido para sempre...


Minhas divagações finais 

Loki é Loki né minha gente. Aquele ser traiçoeiro que nós odiamos e amamos. Desde o início ele já fora condenado a ser o vilão, aquele que todos temiam e por isso o rebaixavam para ele não descobrir o quão poderoso era. Thor poderia ser digno de ser rei, mas Loki no meu ponto de vista, realmente era mais poderoso. E desde que Amora apareceu não gostei dela. Não gosto de personalidades como a dela. Fazer o quê né... E era óbvio como ela manipulava Loki.

Enfim, o melhor personagem de todos com certeza foi Theo. Eu simplesmente o amei. Uma pena o que Loki fez com ele, embora fosse o esperado. Thor nunca foi meu personagem preferido do MCU, só achava ele engraçado e gostava dele por ser interpretado por Chris Hamsworth. Mas aqui, vemos claramente como Loki foi tratado e seus motivos para ser quem realmente acabou se tornando. 

"Loki decidiu que nunca mais permitiria a si mesmo gostar de alguém. Era muito para o seu coração." Triste pensar que ele só se tornou quem era porque não teve apoio de sua família. Será que se fosse de outro modo ele seria outra pessoa? No fim, eu estava certa por não gostar de Amora e não esperava que a leitura fosse tão agradável. 

Como eu disse, só gostava de Thor por causa do MCU, também não tenho muito conhecimento sobre  mitologias e por essa razão, achei Odin bem ordinário e Thor um guerreiro vaidoso sem cérebro... mas, a história foi interessante e acabei gostando demais. Geralmente acho difícil adaptar em palavras histórias em quadrinhos ou de filmes, mas essa versão de Loki foi espetacular. 

Não lembro muito dos filmes do MCU nem da série de Loki com detalhes, mas aqui já nascia essa personalidade personificada em trapaças e mentiras. E seu relacionamento com Thor sempre foi carregado de ironias... mas ainda eram bons irmãos juntos. 

Peguei algumas referências de alguns filmes, só não sei quais, mas no geral, a escrita é fluida, não é entediante e terminei satisfeita. 

Nota 10/10

sábado, 9 de março de 2024

[Review] O matador: missão resgate - Divagando Sempre

 

Anyong Divas e Divos dorameiros. Hoje trago esse filme onde o ator protagonista saiu de doramas românticos para um filme de pura ação. 



Ano de lançamento 2022

Duração 1h 35m

Direção Choi Jaehoon

Elenco Jang Hyuk, Lee Seo-Young, Bang Eun-Jung, Anne, Lee Seung-Jun



Trailer 






DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Bang Ui-Gang é um assassino de aluguel aposentado. Rico, casado, tenta viver uma vida tranquila. Até que, sua esposa decide viajar com uma amiga por alguns dias e lhe faz um grande pedido, que fique cuidando da filha da amiga, de 17 anos. Relutante, ele aceita.

Yoon-Ji não é uma má pessoa, apenas faz escolhas erradas, o que a acaba levando até a prostituição e tráfico sexual. O que faz Ui-Gang ir atrás dela, uma vez que prometeu a esposa cuidar da garota. E para isso, terá que voltar a ser o que era entes...







Minhas divagações finais 

Comecei a ver sem compromisso e também porque vi que tinha no elenco Jang Hyuk. Na verdade o reconheci quando vi o trailer e vi o biquinho dele, sem brincadeira, quando vi pensei nele e quando vi seu nome no elenco, decidi conferir. E valeu muito a pena. 

É uma história simples. Ui-Gang só tinha que ficar de olho na filha da amiga da esposa enquanto as duas viajavam. No entanto, sendo adolescente, Yoon-Ji acaba se envolvendo com pessoas que não devia. A partir daí, Ui-Gang acaba descobrindo uma rede de tráfico sexual de menor, envolvendo a máfia russa. 

Sozinho ele tenta encontrar Yoon-Ji que foi levada a força e ele conhece um policial corrupto, onde o usa para chegar até o chefão do tráfico e acaba descobrindo quem recomendou Yoon-Ji para o pervertido. Foi um desfecho surpreendente. 

Durante o filme, a esposa de Ui-Gang quem ficava perguntando se Yoon-Ji estava bem, enquanto a mãe não se manifestou nenhuma vez. Depois mostra o porquê e é nojento. O tema não é nenhuma novidade, não vou negar, mas não adianta avaliar o filme reclamando de mais do mesmo. Porque sempre tem um diferencial. Por coincidência acabei de ver O protetor ( mas a resenha só vai sair depois desse, pois ainda vou ver o 2 e 3), que tem quase o mesmo tema. Um ex assassino ou agente secreto, que tenta levar uma vida normal e acaba se deparando com tráfico sexual ao tentar ajudar alguma garota em perigo. 

As diferenças são várias, no entanto, não deixam de ser parecidos. Mas, cada um teve seu estilo de luta. Jang Hyuk está impressionante nesse filme. Geralmente o vejo nas comédias românticas e mudar para um de ação e ainda no estilo assassino, foi muito interessante. Não se deixem levar por opiniões negativas dizendo ser mais uma imitação dos filmes de ação que já conhecemos. Os filmes estadunidenses são famosos, porque é o que geralmente mais temos de fácil acesso. Mas garanto que outros países surpreendem com suas produções. 

Mas fiquei com algumas dúvidas e alerta de SPOILERS 

Será que a esposa sabia do passado de seu marido? Eu até pesquisei mais sobre o filme, mas não encontrei respostas. Durante uma de suas lembranças, Ui-Gang recorda um cliente, uma estudante que lhe contratou para tirar sua própria vida, o que deu a entender, é que ele finalizou o trabalho. Mas desconfiei que era sua esposa, não sei, posso estar delirando. Mas seria mais interessante se fosse mesmo. Um assassino que dá sentido a vida a uma suicida... meio mórbido talvez... e explicaria ela pedir justo a seu marido, para cuidar da filha da amiga. 

Acho que ela desconfiava da amiga e pediu para o marido cuidar da filha, porque sabia que ele acabaria descobrindo o esquema da mulher. Pois quando as duas estavam no restaurante, a amiga disse que ia ao banheiro e a esposa de Ui-Gang respondeu que a esperaria na praia. A amiga nunca apareceu e ela nem estava preocupada, pelo contrário, quem apareceu foi Ui-Gang com Yoon-Ji.

Fim dos spoilers

Bom, apesar das minhas dúvidas foi frenético, interessante, amo quando tem personagem como Ui-Gang, o cara era top demais. E a garota, apesar de insuportável no início, depois do susto que passou, deu uma melhorada. Como a história é corrida, fica meio inconsistente de repente Ui-Gang querer proteger a garota não só porque prometeu a sua esposa, mas eles não tiveram tempo suficiente para criarem uma conexão, mas acho que vale mais a pena ver pelas cenas de luta e perseguição e para descobrir quem é o cabeça da operação. Ou Ui-Gang viu na garota, a esposa que eu acho que ele salvou também como falei anteriormente e por isso criou esse laço super protetor em volta dela. Ou apenas a ideia de voltar a ação foi o suficiente para se sentir vivo novamente. 

Nota  pessoal 10/10


sexta-feira, 8 de março de 2024

[Review] Um sonho possível - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2009

Duração 2h 9m

Direção John Lee Hancock

Elenco Sandra Bullock, Quinton Aaron, Jae Head, Lilly Collins, Tim McGraw, Kathy Bates, Ray McKinnon



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Michael Oher, conhecido como Big Mike, é um jovem negro, filho de uma mãe viciada, que ficava em casas provisórias até encontrar a família Tuohy. 

O pai de um amigo onde estava passando as noites, foi matricular o filho na Wingate Chistian School e pediu ao treinador Burt Cotton, se Michael teria uma chance de estudar ali. Apesar do seu histórico acadêmico ser péssimo, após Cotton ver Michael jogando basquete, sentiu que ele poderia fazer a diferença no seu time de futebol americano. Então conseguiu convencer a direção da escola a aceitá-lo. 

Ainda assim, Michael era solitário na escola e em uma noite fria, Leigh Anne Tuohy o vê passando frio e como seu filho S.J o conhece da escola, ela o convida a passar a noite na casa deles, após descobrir que Michael pretendia passar a noite no ginásio da escola. 

Apesar de não saber nada sobre Michael, eles confiam que nada acontecerá durante a noite e na manhã seguinte, Leigh Anne pega Michael saindo as escondida. Então ela o convida para passar o dia de ação de graças com eles. E assim, ele acaba ficando e fazendo parte da família. 










Minhas divagações finais 

Para variar, eu tinha visto uns shorts no YouTube da cena do acidente de carro e da Leigh Anne ensinando Michael a jogar futebol americano hahaha e é a Sandra Bullock né, não acreditei que ainda não tinha visto esse filme. Eu amo essa atriz. 

Depois descobri que o filme foi baseado na verdadeira  história de Michael Oher. Até então, eu tinha assistido apenas como um filme normal. Embora já me tivesse feito chorar cachoeiras. 

Obviamente como uma história baseada na vida de alguém, vai sofrer algumas mudanças quando transformada em filme. Não é assim mesmo que acontece com qualquer história? Michael era um jovem quieto, apesar de sua origem e de onde viveu e como vivia, ele não era alguém ameaçador e sempre respeitou a família Tuohy.  

O que achei mais incrível é existir alguém como a Leigh Anne. Rica, fazia caridade, participava de reuniões com mulheres de mentes vazias, tanto que quando conheceu e acolheu Michael, deu uma lição de moral nessas mulheres, entendia de esporte, não tinha medo de enfrentar ninguém quando se tratava de sua família, tanto que foi procurar Michael onde ele vivia, e ainda deu lição de moral nos caras que quiseram tirar uma com a cara dela. Enfim, mulher incrível e ninguém seria mais perfeita do que Sandra para fazer esse papel. 

Pensei, para variar, que a história seguiria outros caminhos. Que a filha de Leigh Anne, por ser mulher e adolescente, iria implicar ou ter preconceitos contra Michael. Mas assim como seu irmão, ela aceitou muito bem seu novo irmão. Também pensei que quando Leigh Anne foi procurar a verdadeira mãe de Michael, esta, vendo como Leigh Anne era rica, iria querer dinheiro em troca dela cuidar de Michael. Mas felizmente foi tudo tranquilo. Só o próprio Michael tinha suas limitações. 

Inicialmente, por causa do shorts que havia visto, pensei que Leigh Anne fosse algum tipo de treinadora também, já que parecia entender bem de futebol americano. Mas só que ela fazia, já a tornava incrível. 

Teve muitos momentos marcantes como desde a primeira vez que Leigh Anne foi direta a ponto de fazer Michael ser sincero com ela, quando Michael ficou para o dia de ação de graças e se sentou sozinho na mesa da sala de jantar enquanto o restante da família comia no sofá vendo TV e Leigh Anne decidiu mudar isso, ou quando Michael ganhou uma cama, ou quando Leigh Anne o incluiu na foto da família de cartão de Natal, ou quando Michael e S.J sofreram o acidente e ela procurou pelos dois visivelmente preocupada... enfim... momentos que lágrimas quiseram escapar de meus olhos...

Enfim, um filme emocionante e inspirador. Super recomendo. 

Nota 10/10

quinta-feira, 7 de março de 2024

[Review] Aquaman 2: O reino perdido - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2023

Duração 1h 55m

Direção James Wan

Elenco Jason Momoa, Patrick Wilson, Nicole Kidman, Yahia Abdul-Mateen II, Randal Park, Temuera Morrison, Amber Heard



Trailer 




DIVAGAÇÕES APRESENTANDO A HISTÓRIA 

Na época do Rei Atlan, havia 7 reinos. E o tridente negro foi uma maldição para todos eles. Sendo assim, seu portador e todos transformados por ele, foram exilados para sempre. Até agora. Manta negra, ainda com sede de vingança contra Aquaman, encontra o tridente e acaba possuído por ele. 

Arthur, que antes não tinha nada, a não ser seu pai, agora tem uma mãe, uma esposa, um filho e ainda é rei de Atlanta. Mas, tudo isso corre perigo, quando um antigo inimigo mexe com forças maléficas e ameaça os dois mundos. Arthur recorre a alguém inesperado para ajudá-lo nessa luta. 






Minhas divagações finais 

Eu amei o primeiro filme porque Jason Momoa casou muito bem com esse papel, mas só isso, porque Aquaman, convenhamos, é um personagem tão sem graça nos desenhos da DC, que ninguém lembra dele...  E, tem Amber Heard, independente do escândalo que houve entre ela e Johnny Depp, ela é só um mulherão e nada de atuação. Embora no primeiro ela tenha tido mais destaque, no segundo ela já ficou um pouco de lado. 

Arthur agora tem uma família completa, mas seu inimigo que perdeu o pai, nunca perdoou Arthur e planejou sua vingança, embora eu ache que destruir toda a família de Arthur, incluindo o bebê, seja influência do tridente, seria exagerado se não fosse, se bem que não entendo a mente desses vilões que acham que matando todos que o inimigo ama seria uma ótima vingança, se no fim não ia sobrar nem o próprio inimigo. E se ele liberasse o mal do tridente e destruísse o mundo, o que sobraria para ser governado?

Mas enfim. O que achei interessante foi a interação entre os irmãos Arthur e Orm. Parecia muito Thor e Loki. Mas, apesar das situações cômicas, como Aquaman ter vida dupla tanto na Terra como no mar, entre ser pai e rei, achei tudo meio superficial ou forçado demais. No primeiro foi interessante porque teve a juventude de Arthur, e sua vida simples até que foi obrigado a ir para um local onde jamais imaginou ir um dia. Teve sua luta contra seu irmão e sua busca pelo tridente até se tornar oficialmente o Aquaman. 

No segundo achei forçado demais querer misturar a vida de Arthur de modo cômico, achei muita maldade do Manta negra quase matar o filho do Arthur, achei meio corrido os acontecimentos, mas,  o que achei bom foi o relacionamento dos irmãos, os efeitos e os cenários, mas o conteúdo em si, foi meio fraco. É como se só fizeram mesmo e pronto. 

Arthur e Orm trabalharam bem juntos, embora no primeiro Orm estava bem do mal e quando foi salvo por Arthur, que explicou meio por cima do por que precisava do irmão e este aceitou como se nunca tivessem lutando um contra o outro antes... mas ainda assim gostei dos dois juntos. 

Enfim, infelizmente esse é o tipo de filme para se ver sem compromisso e sem muita expectativa. 

Nota 7/10 

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