sexta-feira, 17 de novembro de 2023

[Review] Sly ( Sylvester Stallone documentary) - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2023

Duração 1h 36m

Direção Thom Zimny



Sinopse 

Por quase 50 anos, Sylvester Stallone entreteve milhões de pessoas com personagens icônicos e franquias de sucesso, de "Rocky" a "Rambo". Este documentário conta sua história de azarão e seus paralelos com os personagens aos quais ele deu vida.

Trailer 






DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Sylvester Stallone dispensa apresentações. Ícone dos anos 70, 80 dos filmes de ação como Rambo ou do lutador de boxe Rocky. Agora beirando os 80 anos, ele nos apresenta sua vida condensada neste singelo documentário. Stallone é alguém que nem todos o consideram um grande ator. Mas acredito que por tudo o que passou na vida, os altos e baixos, o fizeram se tornar quem é hoje. Com sucessos ou fracassos, seu nome jamais é ignorado. 

Eu, particularmente sempre gostei dos filmes do Sly. Preciso rever vários com toda a certeza, pois terá outro significado depois de tantos anos... mas o meu preferido dele ainda é Falcão, o campeão dos campeões... 

Saber como ele criou Rock, o que passou nessa época, seu relacionamento com seu filho, a perda depois, como surgiu o Rambo e o mais recente dele, Os mercenários é tudo muito intenso na vida dele. Seu relacionamento com seu próprio pai, enfim, são coisas demais e filmes demais para um curto documentário. 

O foco aqui no caso, foram o início de sua carreira, que obviamente foi difícil e depois que decidiu escrever seus próprios roteiros e dirigí-los. Hoje, ele pode ser famoso mas ainda carrega na bagagem muitos arrependimentos. 

Sua disputa com Arnold Schwarzenegger não ficou em branco, tanto que o próprio Arnold participou dando seu depoimento sobre a carreira de Stallone, suas brigas passadas e sua admiração agora. 

Bom, se eu for contar tudo não terá graça ver, recomendo para quem é fã do Sly.

No mais, minha nota de satisfação pessoal 10/10

quinta-feira, 16 de novembro de 2023

[Review] Nurse Jackie ( Enfermeira Jackie/temporada 1) - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2009

7 temporadas 

Criadores Evan Dunsky, Liz Brixius, Linda Wallem

Elenco Edie Falco, Merritt Wever, Eve Best, Peter Facinelli, Paul Schulze, Dominic Fumusa, Stephen Wallem, Anna Deavere Smith, Haaz Sleiman



Sinopse 

Jackie é a enfermeira mais dedicada do hospital, embora não seja a melhor profissional. Entre o ritmo acelerado do trabalho e os problemas na vida pessoal, ela precisa equilibrar as prioridades e o vício em drogas.

Trailer 



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Jackie é uma dedicada enfermeira que tenta conciliar família, trabalho, seu caso amoroso e seu vício. Ela esconde metade de sua vida de seus colegas de trabalho e seu vício a médica e sua amiga Dra. O'Hara. Ainda tem problemas com sua filha mais velha Grace. 







Minhas divagações finais 

Me interessei por essa série quando vi vídeos no YouTube com alguns cortes que achei interessante. Mas os cortes mostravam uma enfermeira que burlava as regras pelos pacientes. Jamais imaginei que além dela levar uma vida dupla ainda é viciada. 

Atenção aos SPOILERS

Inicialmente pensei que Jackie só ficava com Eddie por causa dos remédios e fiquei chocada quando descobri que ela é casada e tem duas filhas. Não entendi porque ela esconde isso dos seus colegas. Principalmente de Mohamed, que é alguém que parece fiel e muito amigo dela. 

Inicialmente achei o Dr. Coop meio incompetente e olha só, eu não reconhecendo mais um ator, Coop, ou melhor, Peter Facinelli fez o Carlisle Cullen da saga Crepúsculo. Jamais o teria reconhecido hahaha 

A estagiária Zoey parece ingênua demais, mas acaba te conquistando pouco a pouco. Não dá para negar que a série é dramática não só pelo histórico dos pacientes, mas principalmente pela vida de Jackie. 

Geralmente nessas séries médicas, vários temas são abordados, mas não lembro de ter reparado antes se algum que já vi, tinha policiais ali. Nessa série, pelo menos na primeira temporada, como os episódios são de 30 minutos no máximo, não focam muito nos pacientes, então os casos não são tão comoventes. 

Quando eu assistia Grey's anatomy, lembro que chorava muito hahaha os casos eram muito interessantes mas também tinha muito drama focado na personagem principal, a Meredith. E era um troca troca de casal e tanta pegação entre eles, que cansei de ver. E imagina minha surpresa quando vejo Jackie se pegando com Edie... quase desisti de continuar...

Mas acho que o que pegou mesmo, foi ela ser casada e viciada. Como que uma única personagem pode ter tantos problemas?

Confesso que só me interessei por essa série para ver a entrada do Dr. Ike Prentiss. O vídeo que vi com a entrada dele foi fenomenal. Ele é o médico que esse hospital precisava, mas não sei em qual temporada ele vai entrar e também não sei quando vou continuar... peguei uns spoilers terríveis que me desanimaram...

Enfim, não vou negar que foi interessante por ser diferente de tudo que já vi. Jackie tem tantos problemas e com certeza essas mentiras vai afastar todos que a admiram... acho isso o mais triste de tudo... como profissional ela é quase perfeita, já que enfrenta coisas pelo bem dos pacientes... mas fora do trabalho é um ser humano comum cheio de falhas... ela não é perfeita e tenho medo do seu final hahaha 

Eu queria dizer que nessa primeira temporada eu amei a série, mas confesso que apesar de ter me prendido e ter maratonado a primeira temporada em um dia só, terminei me sentindo um pouco decepcionada. Infelizmente não consegui me conectar com Jackie nem sentir simpatia por ela. E sim, a estou julgando principalmente pelo seu caso com Eddie e sua hipocrisia quanto aos viciados...

Eu entendi que a construção da Jackie é uma mulher forte e ao mesmo tempo quebrada, porque não seria viciada se fosse capaz de lidar com a pressão de tudo e queriam passar uma personagem diferente. Mas para mim, tirando quando ela veste o uniforme e se torna a enfermeira, afora isso, não tem muita coisa para mostrar de significativo. 

Enfim, por enquanto, até aqui, minha nota de satisfação pessoal 7/10

quarta-feira, 15 de novembro de 2023

[Review] Deserto do ouro (Zac Efron) - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2022

Duração 1h 37m

Direção Anthony Hayes

Elenco Zac Efron, Anthony Hayes





Sinopse 

Dois homens que acabaram de se conhecer encontram uma enorme pedra de ouro no meio do deserto. Enquanto um deles parte em busca de uma escavadeira, o outro permanece ao lado do tesouro e enfrenta os desafios da natureza hostil.

Trailer 



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Dois homens que acabaram de se conhecer, um querendo ir para um complexo e o outro contratado para levá-lo, enfrentam dificuldades no deserto quando inesperadamente encontram uma enorme pedra de ouro. Sem chances de conseguirem desenterrar sozinhos, combinam de um permanecer com a pedra, enquanto o outro vai até a cidade mais próxima, conseguir uma escavadeira. Porém, o que ficar, terá que enfrentar no mínimo quatro dias sozinho, com pouca água e comida. Fora as adversidades do clima e animais selvagens. 







Minhas divagações finais 

Zac e Anthony são personagens sem nomes, então os chamarei por seus nomes verdadeiros. 

Zac foi até o deserto atrás de um complexo, que segundo o folheto, mudaria sua vida. Ele contrata Anthony para levá-lo até lá e no meio do caminho, o carro quebra. Enquanto Anthony tenta consertar, Zac se afasta um pouco e acaba encontrando uma pedra de ouro. 

Tentam cavar em volta e descobrem que a pedra é enorme e só com o que tem não conseguem nem movê-la do lugar. Então Anthony sugere que Zac pegue o carro e vá até a cidade mais próxima conseguir uma escavadeira. 

Mas, Zac decide que ele quem vai ficar com a pedra. Anthony ainda tenta argumentar, já que aparentemente ele está mais acostumado com a vida no deserto. Mas Zac está decidido e ele fica esperando Anthony voltar com a escavadeira então. Dividem a pouca água que tem e a comida. Anthony ainda deixa um tipo de telefone com Zac e parte...

Podemos imaginar como essa história vai terminar? Com certeza. Já ouviram falar de ganância? Então...

O mais curioso é que Anthony também dirigiu o filme. Que aliás, o cenário é bem simples, já que o filme todo se passa no deserto. Zac está na sua melhor forma no quesito interpretação, já que seu personagem não fala muito mas exige muitas expressões faciais que passem a mensagem da solidão, fome, sede, medo dos animais e queimaduras na pele pelo sol. Muito diferente de seus personagens galã de comédias românticas. 

Mas já sabemos que encontrar ouro dessa magnitude é bom demais para ser verdade né... se Zac tivesse simplesmente fugido com o pedaço que conseguiu quebrar, agora estaria rico hahaha mas, os dois mereceram o final que tiveram pelas coisas que fizeram... 

O filme é bem parado porque, convenhamos, Zac mal consegue se manter em pé depois de passar fome, sede e queimaduras de sol. O quesito sobrevivência é extremamente desgastante e angustiante nesse filme. E te dá o maior desprezo pelo Anthony pelo que ele fez. Por isso, mereceu seu final... Embora Zac também tenha lá seus momentos duvidosos de maldade humana... 

Acho que se os dois tivessem quebrado um pedaço cada um e ido vender em locais diferentes e depois mais equipados, voltarem para pegar o resto, quem sabe o rumo melhor que poderiam ter tido. Ou, no final, terminariam da mesma forma, já que dinheiro sempre será o ponto fraco do ser humano. Não tem como imaginar que nenhum dos dois trairia o outro no final. Ou quem sabe, se conseguissem vender o ouro descobrissem que era falso? O famoso ouro dos tolos. Nossa, teria sido mais surpreendente ainda. 

No mais, só assistindo para entender melhor. Mas confesso que foi um filme mediano, foi bom ali na hora, mas é um filme esquecível, mesmo que eu ame o Zac Efron hahaha 

Enfim, minha nota de satisfação pessoal 7/10

terça-feira, 14 de novembro de 2023

[Review] Jumper ( Vale a pena?) - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2008

Duração 1h 28m

Direção Doug Liman

Elenco Hayden Christensen, Rachel Bilson, Jamie Bell, Samuel L. Jackson, Michael Rooker



Sinopse 

David Rice tem a habilidade de se teletransportar para qualquer lugar que imaginar. Ele usa este dom para sair pelo mundo e vive do dinheiro que rouba ao "pular" nos cofres dos bancos. Ele é capturado pelo maldoso Roland Cox, que sabe como fazer David parar de se teletransportar. No entanto, ele escapa e se une à sua paixão dos tempos de escola, Millie, formando uma aliança com o amigo Griffin para um combate mortal com Cox.

Trailer 



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

David tinha 15 anos quando descobriu algo peculiar sobre si mesmo. Ao dar de presente um globo de neve para Millie, sua paixão desde criança, outros meninos que fazem bulliyn com ele, pegou o globo e jogou em uma parte do lago congelado. David arrisca tentar pegar quando o gelo quebra e ele cai na água. 

É nesse momento que algo bizarro acontece. Ele é teletransportado para uma biblioteca. Ele faz todo o caminho até sua casa encontrando seu pai nervoso pelo atraso. Sua mãe desapareceu quando ele tinha 5 anos. 

Não suportando mais seu pai, David testa como conseguir teletransportar e foge de casa. A primeira coisa que faz é roubar um banco. Com dinheiro passa a viver pulando de lugar em lugar até voltar para sua antiga cidade e tentar reencontrar Millie. 

Ele a convence de fazer uma viagem com ele e ele acaba descobrindo que não é o único que consegue se teletransportar por aí e para piorar, existe um grupo de pessoas que perseguem e matam gente com poderes como ele. 









Minhas divagações finais 

Me interessei pelo filme por causa de uma cena que vi no shorts do YouTube, que foi a cena onde ele tentou pegar o globo de neve e caiu na água. Aí fui pesquisar o filme e achei interessante. Mas, para variar quando fui assistir, não sei por que, mas imaginei que a história era outra. Que ele descobria que conseguia teletransportar mas que com o passar dos anos, chegaria num limite e agora ele precisava economizar os pulos para salvar a garota que amava. Não faço ideia de onde tirei isso hahaha 

Depois passei o filme todo olhando o David, pensando que já tinha visto em algum lugar e quando fui ver o elenco, não acreditei que não tinha reconhecido o Hayden Christensen, misericórdia... sou muito ruim de fisionomia mesmo hahaha é a cara dele pegar papéis onde tudo desmorona por causa de uma mulher hahaha 

Mas, apesar da ação, como explicar algo dessa magnitude? Como surgiram essas pessoas? Por quê eram caçados e mortos? Ok, essa parte eu entendi, pois Roland teve um bom ponto, por exemplo, David fazia o que para ter uma vida de luxo? Roubava. Aí entendo Roland querer o extermínio de pessoas como David, mas se segundo alguém ali tinha dito que tudo isso existe a mais de tantos anos, como que essa perseguição nunca tem fim?

Eu pensei que essa organização do Roland, que se chamavam Paladinos, pegavam pessoas como David, Jumpers, para fazer estudos, não eliminá-los simplesmente. Roland caçava os jumpers e ainda matava seus familiares e amigos próximos. Aí já não vi sentido nisso hahaha tornando a organização pior que os jumpers... David teve uma vida criminosa roubando, mas Roland matava torto e a direito...

Eu achei a história muito mal trabalhada e tinha tudo para ser incrível. Encontrei vários furos. 

ATENÇÃO AOS SPOILERS 

Onde que uma mãe abandona seu filho quando descobre que ele é Jumper? Em nenhum momento senti que ela realmente o amava e que fez isso para protegê-lo.  Poderia ter lhe contado desde que descobriu seus poderes e o ensinado a usá-lo para o bem. Não virado as costas e ainda constituir outra família e deixar o filho na miséria. 

E se ele teve o primeiro pulo aos 5 anos, como que só foi acontecer depois aos 15? E tudo o que David fez foi coisas só para impressionar uma garota. 

Enfim, achei que tinha muito potencial mas achei a história sem graça. Nem as perseguições de fato tiveram muito sentido... acho que Griffin teve um personagem melhor e sua história deveria ter sido mais explorada, já que a de David era muito sem graça.  

Enfim, minha nota de satisfação pessoal 3/10


segunda-feira, 13 de novembro de 2023

[K-DRAMA] Sell Your Haunted House ( Venda sua casa assombrada) - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2021

1 temporada 16 episódios

Elenco Jang Na-Ra, Jung Yong-Hwa, Ahn Kil-Kang, Kang Hong-Seok, Kang Mal-Geum, Heo Dong-Won



Sinopse

Uma corretora de imóveis especializada em exorcismos se junta a um vigarista para solucionar um caso que a assombra há 20 anos.

Trailer 



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Hong Ji-Ah juntamente com sua sócia, a diretora Joo, mantém uma imobiliária diferenciada, elas vendem casas assombradas, depois de fazerem um exorcismo.  Ji-Ah herdou o negócio assim como o dom de exorcista de sua mãe. Porém, ela morreu a 20 anos e desde então se tornou um espírito vingativo presa à casa de Ji-Ah. 

Oh In-Beom, é um vigarista que se passa por exorcista com seu parceiro Chief Heo, com suas câmeras holográficas, eles forjam espíritos para que as pessoas atormentadas possam contratá-los para limpar o local. 

Um dia, Ji-Ah e In-Beom acabam se encontrando e ambos pensam que o outro é vigarista. Até que In-Beom descobre que Ji-Ah é uma exorcista de verdade e Ji-Ah descobre que In-Beom é um médium com habilidades especiais, sendo possuído pelos espíritos vingativos. 

Inicialmente Ji-Ah o usa para tentar exorcizar sua mãe, mas não dá certo. Com o passar do tempo, os dois vão se aproximando a medida que vão resolvendo casos e descobrindo o mistério que envolve a morte do tio de In-Beom e da mãe da Ji-Ah. Ambos se tornaram espíritos vingativos, porém o tio de In-Beom está preso a Do Hak-Seong, um empresário com cara de gangster, que para chegar onde chegou, cometeu vários crimes que nunca puderam ser provados...









Minhas divagações finais 

Uau, iniciei o K-drama para a maratona de Halloween mas não consegui terminar a tempo. K-dramas são longos e costumo demorar parar terminar. Enfim, de qualquer forma é terror mas não é tão assustador. Os espíritos vingativos que aparecem, são maquiados de preto e envoltos em névoa preta, não é muito assustador. 

Já vi alguns doramas com a Jang Na-Ra e ela é sempre muito intensa, amei ela e sua personagem. Chorei muito com ela. 

Mas alguém que me surpreendeu foi o Jung Yong-Hwa, quando o vi até pensei, que bonitinho, acho que já vi em algum lugar hahaha vi em vários K-dramas além dele ser vocalista da banda coreana CNBLUE. De início seu personagem era muito irritante. Ele era um golpista que achava que a Ji-Ah era golpista também e não acreditava que ele era médium. Mas depois ele cresceu em seu personagem e se tornou um grande homem. 

Não é um K-drama de romance, óbvio, mas o casal protagonista tem química juntos sem ser um par romântico. Dá a entender que sentem algo um pelo outro, mas não saem por aí aos beijos hahaha então se espera algo desse tipo, esse K-drama não é para você. 

A complexa história de Ji-Ah e In-Beom é cheia de reviravoltas mas tem o típico clichê da maioria dos K-drama, que é quando o casal protagonista já tiveram um encontro quando crianças. E o final, com a famosa separação e retorno após um ano... 

A diretora Joo me enganou em vários momentos, pois o que ela escondia me fez pensar que de alguma forma, ela estava enganando Ji-Ah, mas de modo maléfico, o que não fazia sentido uma vez que ela passou mais de 10 anos cuidando dela... foi uma personagem que me surpreendeu...

Agora em termos de vilões, Hak-Seong foi terrível, embora já teve piores que ele. Seu final foi mais que merecido. Agora Kim Tae-Jin, um ex subordinado de Hak-Seong, aprendeu da pior maneira que o crime não compensa mas teve tempo de se redmir, embora no processo ainda teve seus vacilos... mas foi um personagem interessante de acompanhar seu crescimento e mudanças, além de ser muito engraçado...

Teve alguns casos de exorcismos interessantes, o modo como trabalharam nos espíritos vingativos e seus motivos para continuarem no plano terreno foi bom, a trama principal que era descobrir porque a mãe da Ji-Ah continuava ali foi triste demais, mas como sempre, tudo foi bem trabalhado, não teve pontas soltas e tudo foi esclarecido. Apesar das perdas, todos tiveram suas conclusões...

Enfim, minha nota de satisfação pessoal 10/10


domingo, 12 de novembro de 2023

A biblioteca da meia-noite - Divagando Sempre

 

Ano da primeira publicação 2020

Páginas 308

Autor/a  Matt Haig



Sinopse 

Em algum lugar além do fim do universo existe uma biblioteca que contém um número infinito de livros, cada um a história de outra realidade. Um conta a história de sua vida como ela é, junto com outro livro sobre a outra vida que você poderia ter vivido se tivesse feito uma escolha diferente em qualquer momento de sua vida. Enquanto todos nós nos perguntamos como nossas vidas poderiam ter sido, e se você tivesse a chance de ir à biblioteca e ver por si mesmo? Alguma dessas outras vidas seria realmente melhor? Em “A biblioteca da meia noite”, Nora Seed se depara com essa decisão. Diante da possibilidade de trocar de vida por uma nova, seguir uma carreira diferente, desfazer antigos rompimentos, realizar seus sonhos de se tornar glaciologista; ela deve pesquisar dentro de si mesma enquanto viaja pela Biblioteca da Meia-Noite para decidir o que é verdadeiramente gratificante na vida, e o que faz valer a pena viver, em primeiro lugar.


DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Depois de uma sinopse dessas, vamos direto para 

Minhas divagações finais 

Esse livro foi muito falado e todo lugar que eu via, alguém estava lendo e falando sobre ele. Meu problema quando isso acontece é que quase sempre, eu não gostei da leitura hahaha e com a biblioteca aconteceu isso...

Começou interessante, quero dizer, depois que Nora foi parar na biblioteca ficou um pouco interessante. A apresentação dos seus problemas que desencadeariam sua vontade de morrer foram meio corridos. 

Não lembro a ordem, mas ela desistiu da natação, da banda, do noivado, perdeu o emprego e o gato, não tudo um atrás do outro. E vivia cheia de arrependimentos. Então, com a certeza de que o mundo estaria melhor sem ela, decide que chegou sua hora. Aí vai parar na biblioteca da meia-noite, onde cada livro ali, contém uma vida dela de uma escolha diferente que ela fez na vida. 

Li inúmeros comentários e críticas positivas e elogiando o livro. Eu, particularmente, achei que poderia ter sido melhor. É reflexivo? Um pouco, mas acho que teve algumas coisas que ficaram um pouco repetitivas. 

Mas, se tivesse trabalhado e focado mais nas coisas que ela desistiu por algum motivo e se arrependeu,  talvez teria sido um pouco mais interessante. E, principalmente se ela tivesse voltado no momento certo para fazer tal coisa. 

Nora saltava para suas vidas já no meio do caminho. Não tinha lembranças do que fazia antes, das pessoas  ou de como conquistou tudo até ali. Talvez teria sido mais interessante se ela passasse por todo o processo e visse aos poucos que aquela não era de fato a vida que ela esperava. Melhor do que ter tido milhares de vidas sem memória... como ela poderia se apegar àquela vida se não tinha conquistado nada. Claro que ia querer voltar... Explicando melhor, vamos supor que ela voltasse no exato momento em que na vida raiz rompia o relacionamento com o noivo. Chegando ali já sabendo o que faria na outra vida, ali, ela continuaria o noivado, se casaria e passaria por tudo o que teria passado consciente de que realmente na vida raiz, foi bom não ter se casado no final... era muito chato ela não saber de nada e ficar o tempo todo parecendo que sofreu um ataque de amnésia... aí focava nos seus principais arrependimentos, aqueles que a fizeram desistir de viver, não ficava tão longo nem tão curto, não ficaria tão chato e pronto, lição de vida aprendida com sucesso hahaha 

Mesmo que ela gostasse de uma vida ou que tudo isso fosse apenas para ela refletir no que fez e no que sua vida ainda poderia ser, achei muito cansativo todas aquelas viagens. No final, sabemos como termina... 

Não fiquei impressionada, não fui cativada pela Nora, não me senti conectada à ela e se tivesse sido um pouco diferente, talvez tivesse gostado um pouquinho mais... 

Minha nota de satisfação pessoal 4/10

sábado, 11 de novembro de 2023

A Bruxa de Blair ( The woods 2016) - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 2016

Duração 1h 29m

Direção Adam Wingard

Elenco James Allen McCune, Corbin Reid, Callie Hernandez, Wes Robinson, Brandon Scott, Valory Curry



Sinopse 

James e um grupo de estudantes se aventuram nas florestas de Black Hills para descobrir os mistérios que cercam o desaparecimento de sua irmã. Muitos acreditam que o trágico evento teve relação com a lenda da bruxa Blair. Com a ajuda de dois habitantes locais, eles exploram os bosques escuros e sinuosos, mas à medida que a noite passa, uma visita inesperada os faz perceber que a lenda é mais sinistra do que eles jamais poderiam imaginar.

Trailer 



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

James, após 17 anos do desaparecimento de sua irmã Heather, aceita participar do documentário de Lisa, sobre os três jovens que desapareceram na floresta de Maryland. Ele quer saber o que aconteceu à irmã e reúne seus dois amigos Peter e Ashley. 

James encontrou uma parte do vídeo onde parece ser sua irmã correndo dentro de uma casa na floresta e quem postou o vídeo, é um morador local, que aceita levar James para onde encontrou a fita. 

O grupo se prepara munidos de várias câmeras de alta tecnologia, assim como de um drone e partem para a floresta. Mas a investigação se mostra mais assustadora do que parecia e assim que um deles desaparece, o pânico toma conta do grupo... 









Minhas divagações finais 

Verdade seja dita, se era para ser uma sequência, acabou sendo mais do mesmo, ou seja, o grupo enfrentou os mesmos problemas, com o mesmo final, mas com qualidade inferior apesar da tecnologia avançada...

O lado bom de ter visto a Bruxa de Blair original e esse em seguida, é que minha memória está fresquinha hahaha o de 1999, foi bom porque o trio parecia mesmo um grupo de estudantes com algumas câmeras que foram para a floresta, investigar uma lenda. A imersão foi muito melhor do que a versão de 2016, com atores caricatos e apesar de tantas câmeras, foi muito sem graça...

Primeiro, se James era pequeno ainda quando a irmã desapareceu, iria lembrar da voz dela depois de tantos anos? Porque ele saiu correndo achando que tinha escutado a voz dela. E por que justo agora, ele decide ir atrás dela? Tá, ele encontrou a gravação, mas segundo ele e seu amigo de infância Peter, na época fizeram inúmeras buscas e nenhum dos três foram encontrados... você partiria para um local desses, cheio de histórias macabras para procurar alguém? 

Segundo, apesar de tantas câmeras e visões diferentes, estava me dando nos nervos o som mais alto quando cortavam a cena e ia para outra. A primeira vez foi até interessante, quando levei um sustinho, mas depois de quase uma hora disso, já estava me deixando irritada. 

Terceiro, a escolha dos atores foi claramente típico desses filminhos de terror e não convenceu em nenhum momento o pânico e nem a intenção dos motivos de irem para um local assombrado. 

Quarto, o filme de 1999 parecia mesmo um documentário e mesmo que não tenha aparecido nada, ainda assim tinha uma atmosfera sufocante e assustadora. Aqui o som parecia um demônio gigante e a aparição da coisa, acho que deveria ser da bruxa, foi muito decepcionante. Já que iria terminar como o primeiro, acho que se não tivesse aparecido nada, continuaria o mistério e seria bem mais assustador. 

Quinto, desde quando a floresta escurecia e o sol nunca mais aparecia? O trio do original contava os minutos para o nascer do sol para se sentirem mais protegidos. Agora, eles andarem e andarem e voltarem para o mesmo lugar,  ainda é aceitável. Mas ficar as escuras e os guias Lane e Talia, os que supostamente encontraram a gravação, ficarem perdidos no escuro por dias enquanto que para o grupo de James só passou uma noite? O quê?  Estão acrescentando mistérios que não existia no anterior?

Não vi sentido nessa sequência e muito menos nas intenções de James. Levei uns sustos porque não tinha como evitar, achei desnecessário a Ashley ter se machucado daquele jeito e agora a família da Heather além de a ter perdido, agora perderam o insensato James...

Uma breve comparação entre os filmes, os atores do primeiro eram desconhecidos e a interação entre eles parecia muito real. Talvez tenha sido o modo de terem gravado, mas foi bem mais convincente. O medo que sentiam a noite, o fato de estarem perdidos, as discussões entre eles, foi tudo realista. Já na sequência, já tinha cara de filme mesmo... 

Enfim, ficou claro que não curti essa sequência né hahaha eu recomendo o de 1999...

Então, minha nota de satisfação pessoal 2/10

A Bruxa de Blair (1999) - Divagando Sempre

 

Ano de lançamento 1999

Duração 1h 21m

Direção Eduardo Sanchez, Daniel Myrick

Elenco Heather Donahue, Joshua Leonard, Michael C. Williams 



Sinopse 

Um grupo de três jovens cineastas desaparece ao entrar em uma floresta de Maryland para gravar um documentário sobre uma lenda local. Anos depois, a câmera que usavam é encontrada.

Trailer 



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Três jovens, Heather, Josh e Mike, vão para Burkittsville, onde pretendem fazer um documentário sobre a lendária Bruxa de Blair. 

Entrevistando moradores locais, descobrem mais sobre Rustin Parr, que na década dos anos 40, sequestrou 7 crianças, as matando alegando, quando foi capturado, que fez isso a mando de Elly Kedward, uma bruxa enforcada no século XVIII.

Empolgados e ignorando avisos de que o local é perigoso e assombrado, os jovens partem para a floresta. 

Heather, a mais empenhada em fazer o documentário, quer gravar tudo e qualquer coisa que possa ser usado e a pressão da floresta começa a fazer efeito quando durante a noite, escutam barulhos estranhos e encontram coisas montadas na frente das barracas, onde antes não havia nada. E as coisas só pioram quando andam em círculos e acabam se perdendo. 

Apesar do desentendimento do grupo, quando um deles desaparece que tudo se torna ainda mais desesperador...








Minhas divagações finais 

Final da década de 90, uma história promovida como se fosse um acontecimento real, sucesso com certeza. Minha maior dúvida na época, era esse, se era um caso real, pois era a primeira vez que via algo desse gênero, uma história inteira gravada através de câmeras...

Na época em que vi a primeira vez, como não estava acostumada a esse tipo de filmagem, confesso que senti muito enjoo e não tinha gostado muito desse tipo de filmagem. Ainda mais quando eles corriam e balançavam as câmeras, misericórdia hahaha 

Mas hoje em dia, depois de ver vários filmes e principalmente youtubers investigando locais teoricamente assombrados, posso dizer que já me acostumei com esse tipo de filmagem e vendo A Bruxa de Blair pela segunda vez, pude apreciar e entender melhor a história. 

O roteiro é muitíssimo simples e o que ajudou na promoção do filme, é que os atores interpretaram eles mesmos, por isso dava a entender na época, que parecia realmente que foram encontradas gravações dos jovens desaparecidos. 

Quanto ao filme, o que sempre admirei nele é que em nenhum momento mostrou nada sobrenatural, tirando uns barulhos aqui e ali, que poderia ser algum animal da floresta. Poderíamos até considerar que o isolamento, a pressão de estarem perdidos, o medo das histórias que ouviram, possivelmente criou um surto coletivo. Se, um deles não tivesse desaparecido... 

Li muitas teorias sobre o final e na minha humilde opinião, teria sido mais interessante e realista, se fosse alguém fazendo aquilo com eles, um psicopata talvez, que se aproveitando da lenda local, pois sempre terá curiosos sobre ou, como apareceram curiosos e atrapalharam seu local de assassinatos, ele criaria esse ambiente assustador, para no futuro afugentar mais curiosos... melhor que algo sobrenatural.

Embora na época eu tenha curtido bem mais o filme, pois não tinha tanto acesso a informações e curiosidades como hoje em dia. Os debates sobre o filme eram interessantes e eu sempre tive dúvidas sobre a origem das fitas... mas, sempre que dizem que algo foi encontrado em tal lugar, isso quer dizer que alguém foi até lá e como esse alguém sobreviveu para encontrar as fitas e outros não? Pois é... as entidades querem ser reconhecidas hahaha 

De qualquer forma, anos depois, descobri lendo entrevistas dos atores e diretores de como foram selecionados os atores e de como seriam as gravações. Eu, particularmente achei os atores muito convincentes e passavam medo e desespero, sem mostrar realmente nada. Achei bem mais assustador do que esses filmes de hoje em dia que usam muito jump scare... E finalmente entendi a história da Bruxa de Blair hahaha 

Achei uma experiência única, principalmente para quem viu quando lançou, com certeza curtiu muito esse novo gênero. Mesmo vendo anos depois, com milhares de outros filmes de terror atuais, a Bruxa de Blair para mim, ainda emana um ar de mistério e terror... 

No mais, minha nota de satisfação pessoal 10/10

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