sábado, 2 de setembro de 2023

Black Adam ( Adão Negro ) - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2022

Duração 2h 5m

Direção Jaume Collet-Serra

Elenco Dwayne Johnson, Sarah Shahi, Pierce Brosnan, Noah Centineo, Quintessa Swindell, Aldis Hodge



Sinopse 

O poderoso Adão Negro é libertado de sua tumba para lançar sua justiça cruel sobre a Terra.

Trailer



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

A história começa a mais de 5 mil anos atrás, em Kahndaq, onde para salvar o povo da escrivadão, os magos escolhem o "campeão" que irá libertar o povo. Porém, após o escolhido dizimar a todos, é aprisionado e sua história é contada através do tempo, mas de modo confuso.

Existem ainda descendentes que acreditam no Campeão e após encontrarem a coroa, acabam despertando também o Campeão. 

Acontece que após 5 mil anos, o mundo mudou e agora existem vários súper heróis, inclusive, assim que Teth-Adam acorda, a Sociedade da justiça aparece. Ela é composta por Senhor Destino, Gavião Negro, Esmaga Átomo e Ciclone. 

Eles tentam impedir que o Black Adam continue vivo pois sabem da sua história, que ele não é um herói na verdade. Mas, quando o terrível Sabbac ressurge, Senhor Destino sabe quem é o único que pode detê-lo...







Minhas divagações finais

Confesso que demorei para assistir porque de uma forma estranha estava saturada de ver The Rock em todo lugar hahaha essa montanha de músculo estava em todo filme que eu via...

Mas enfim, apesar que gosto muito dele, mas sendo quem é, não tem muitos papéis diferentes que mostrem um lado seu diferente... então meio que fica sem graça alguns filmes, por no fim, acabar sendo mais do mesmo...

E falando nisso... Eu particularmente sou mais Marvel, tanto que a maioria dos seus filmes eu já vi. No entanto, da DC... eu ainda fico confusa...

Embora tenha assistido Shazam, demorei para entender a origem do Black Adam, principalmente porque sua palavra era Shazam. Mas depois quando ele conta para o Gavião Negro sua origem, eu acabei entendendo e achei sua história muito triste. 

Embora ele tenha um certo descontrole emocional, acho que é compreensível e se seu filho acreditou nele e o Senhor Destino também, por que ele seria o vilão? 

Não lembro se no filme do Shazam menciona o Black Adam, pois se ele foi um dos campeões, mas ficou adormecido todo esse tempo, minha pergunta era: quantos shazam podem existir? Então lembrei que no próprio filme do Shazam, seus irmãos também são heróis. Mas ainda não faz sentido a existência do Black Adam...

Gostei de ver Pierce Brosnan, fazia tempo que não via nada dele, agora quem eu não esperava foi o Noah Centineo, o queridinho da Netflix, que já foi meu queridinho também hahaha mudar de comédias românticas para super herói foi inesperado para mim. Mas adorei vê-lo, embora seu personagem fosse meio bobinho e desastrado...

Não achei o filme ruim, na verdade foi até melhor do que eu esperava.

Minha nota de satisfação pessoal 8/10

sexta-feira, 1 de setembro de 2023

The Flash (2023) - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2023

Duração 2h 24m

Direção Andy Muschietti

Elenco Erza Miller, Michael Keaton, Ben Affleck, Sasha Calle, Michael Shannon, 





Sinopse 

Os mundos colidem quando Flash viaja no tempo para mudar os eventos do passado. No entanto, quando sua tentativa de salvar sua família altera o futuro, ele fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando a aniquilação.

Trailer 



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Barry Allan nunca superou a morte de sua mãe e como um último recurso para inocentar seu pai não deu certo, arrasado ele faz algo em que Bruce Wayne o havia alertado para não fazer. Ele volta no tempo na tentativa de salvar sua mãe...

Porém, ao mudar um elemento importante, quando ele retorna e encontra sua mãe viva, ele pensa que conseguiu salvá-la, mas então se depara com seu outro eu e percebe que não foi para o presente, permanece ainda no passado, antes de ter conseguido seus poderes. 

Para não bagunçar mais ainda seu futuro, Barry tenta ajudar o outro Barry mas ao fazê-lo conseguir os poderes, ele acaba perdendo os dele. E se já não bastasse isso, um inimigo que ele já enfrentou no seu passado está ameaçando a Terra novamente e ele precisa encontrar o Superman para impedir essa ameaça. 

Porém, ele percebe que acabou mudando muita coisa e os heróis que ele conhecia são outras pessoas nessa realidade ou não existem... mas contando com toda a ajuda que consegue, ele tenta consertar as coisas...






Minhas divagações finais 

Ok, tenho que concordar que o filme teve inúmeras falhas, como por exemplo, a cena dos bebês. Misericórdia... o que que foi aquilo? Pareceu mais um trabalho de gente preguiçosa ou falta de orçamento o que acho que não foi o caso... que desgosto... E olha que eu devo ser a única pessoa que nem repara em CGI, mas dessa vez meu amigo, não tinha como não reparar hahaha 

As piadas forçadas foram desnecessárias, mas algumas conseguiram me fazer rir. Agora as participações especiais, adorei a Mulher Maravilha. Adorei rever Michael Keaton como Batman. Todos concordam que ele estava muito confortável como Batman né. Amo ele. 

Mas apesar de ter gostado de alguns momentos do Erza como Flash, ainda prefiro o Grant Gustin,  e olha que só vi a primeira temporada da série, mas achei ele mais compatível com o personagem. E nem é questão do Erza estar envolvido em várias polêmicas, acho apenas que não combinou mesmo. 

Sei que muitos também não curtem o Ben Affleck como Batman, mas, sou suspeita para falar porque sou muito fã dele hahaha acho que de todos os Batmans, o piorzinho deve ser do Val Kilmer hahaha  e aquela cena com Jason Momoa? Gente, eu amo esse homem também. 

Eu só não entendi qual foi a essência do filme todo. Digo, Barry fez tudo isso só para entender no final, que não importa o que fizesse, não dava para mudar o passado, fato confirmado quando salvou o pai mas no final descobriu um outro Batman hahaha acho que a única cena emocionante foi essa, quando ele entende que não tem como mudar o passado....

Não costumo ser exigente com CGI, mas tirando esse horror que foi, achei o filme mediano. Me senti mais como se estivesse vendo um filme do Batman, do que de fato do Flash hahaha Parecia mais a volta do Batman depois de um período de aposentadoria hahaha

Não sei se eu deveria ter visto a série primeiro, infelizmente parei na primeira temporada e nem é porque achei ruim, é porque tenho problemas com séries longas, se consigo terminar a primeira temporada, demora um longo tempo para continuar porque vou ver outra coisa, então nunca mais vejo hahaha 

Mas de volta ao filme, achei interessante um filme solo do Flash, mas acho que o ator não ajudou muito, embora se ele quisesse mesmo, teria até grande potencial no cinema, mas... eu acho que como todo filme de herói, cria-se uma expectativa tão grande, e a DC dificilmente consegue superar. 

Só achei as escolhas do Barry egoístas, mas ele tinha que passar por isso para aprender e deixar sua mãe ir... porque vendo o Barry que não sofreu a perda da mãe, podemos ver que não valorizava a vida que tinha...

Apesar da situação bizarra do Superman não existir, adorei a Supergirl. Embora o filme seja até longo, achei meio corrido nos acontecimentos finais e muito lento no início. O Barry ensinando a usar os poderes para o outro Barry e ele aparecendo várias vezes nu, eram meio repetitivas. 

Ele queria salvar tanto a mãe, mas seus momentos com ela foram mínimos. A cena mais emocionante com certeza foi a última vez que ele interagiu com ela no mercado...

Na minha humilde opinião, eu teria gostado mais se o Barry ao voltar, tivesse mexido muito mais na história, já que mudou os heróis, porque não mudá-lo também? O quão louco seria ele entrar em casa, a mãe não o reconhecer porque o Barry daquela realidade era o do Grant? Sim, eu amo esses multiversos que puxam os atores antigos, eu delirei com o homem Aranha e os três se encontrando hahaha mas ok né, se contentar com o que tem hahaha 

Enfim, minha nota de satisfação pessoal 6/10


terça-feira, 29 de agosto de 2023

Isabella: o caso Nardoni - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2023

Duração 1h 44m

Direção Cláudio Manoel, Micael Langer



Sinopse 

Uma menina de cinco anos é atirada pela janela do apartamento do pai. A mãe embarca em uma missão em busca de justiça, e todo o Brasil acompanha o caso.

Trailer 





DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

O documentário conta com imagens e depoimentos do caso do assassinato de Isabella. 

Em 2008, Isabella estava com o pai e foi atirada da janela de seu apartamento do sexto andar. 

O porteiro ao ver a criança caída, liga para a polícia pedindo socorro. O pai de Isabella desce dizendo que alguém entrou em seu apartamento e jogou a menina da janela. 

Até a investigação concluir que os únicos possíveis suspeitos para tal ato só poderia ser o próprio casal, várias teorias foram investigadas até a prisão de Alexandre e sua esposa Ana Jatobá. 

O interessante de ver um documentário anos depois do crime, é prestar mais atenção a detalhes que na época devido a euforia do acontecido, muitos deixaram passar. 

A mãe de Isabella, na época, jamais pensaria ou acusaria o pai da criança de ter cometido ato tão terrível. Ela e seus pais até então, acreditavam que o que tinha acontecido, era um acidente. Você não imagina que ao entregar sua filha ao pai, ele e a madrasta usariam de violência para com a criança. 

Lembro que na época, foi dito que os motivos para o crime, foi que Jatobá tinha ciúmes da mãe de Isabella e descontava sua raiva na criança. Para evitar mais brigas com sua mulher, Alexandre acabou fazendo o que fez. 

No documentário não foi esclarecido os motivos do casal terem cometido o crime e mesmo depois de anos e presos, o casal jamais confessou. Seus familiares não quiseram participar do documentário. 

Ana, a mãe de Isabella, seguiu em frente mas jamais a esqueceu. Relembrar o ocorrido foi algo terrível e emocionante para ela. 

Mas como qualquer assassino no Brasil, não ficam presos a sentença toda, passado um tempo conseguem ou ficam sob regime semi aberto ou são liberados. Fora as saídas em datas comemorativas. 

Não há justiça de fato, principalmente para esse casal que nunca confessou e por isso não sentirá arrependimento pelo que fizeram. 

Apesar da história terrivelmente triste e embora não tenham descoberto os motivos que levou Alexandre a fazer isso, o documentário seguiu satisfatório, principalmente com depoimentos do juiz, promotor e advogados. Como o caso já foi resolvido, o documentário só volta ao assunto de Isabella anos depois...

Minha nota de satisfação pessoal 10/10

segunda-feira, 28 de agosto de 2023

A menina que matou os pais - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2020

Duração 1h 25m

Direção Mauricio Eça

Elenco Carla Diaz, Leonardo Bittencourt, Kaua Cegilio, Allan Souza Lima



Sinopse

Em 2002, um crime cometido em São Paulo chocou o Brasil. A jovem Suzane Von Richthofen, junto ao seu namorado Daniel Cravinhos e seu irmão Cristian Cravinhos, assassinaram seu pai Manfred von Richthofen e sua mãe Marísia. Dezoito anos depois, o caso é revisitado sob o ponto de vista de Daniel, que revela seus motivos para participar do assassinato.

Trailer



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Começa com um policial atendendo um chamado na casa da Suzane, onde já estão ali fora ela, seu irmão Andreas e Daniel. Suzane diz que chegou com seu irmão e a porta estava aberta, ficou com medo e ligou para o namorado e para a polícia. O policial entra na casa e se depara com uma cena terrível. 

Logo após, começa a história de Daniel, de como ele conheceu Suzane e pela versão dele, de como ela o convenceu a matar os pais dela. 





Minhas divagações finais 

Como que uma garota conseguiu convencer dois caras a matar os pais? E pior, como Daniel se deixou levar para cometer esse ato horrível? Eu sei da história pelo documentário que vi, onde analisavam os fatos até chegarem aos culpados. Então o filme, nada mais é do que a versão contada pelo ponto de vista de Daniel. E óbvio que ele vai querer tirar o dele da reta, contando de uma forma em que Suzane o convenceu a fazer o trabalho sujo. 

Como os pais morreram, não tem provas se era verdade o modo como eles tratavam Suzane e as coisas que falaram sobre Daniel. Cada um vai dar o seu melhor para amenizar a culpa.  E para proteger o irmão, claro que ele diria que Cristian não quis participar desde o início. Mas era óbvio que se pagassem ele, malandro do jeito que era, faria o serviço tranquilamente. 

Desde o início, pela versão de Daniel, dava para ver que Suzane tinha problemas com os pais. O real motivo para fazer o que fez, só ela sabe. Dinheiro ou liberdade... quem sabe qual a verdade? 

No final das contas, sinceramente? Achei um desperdício de tempo esse filme. Por que? Quem quer saber uma versão mentirosa dessa? Hahaha estava muito óbvio como Daniel se fez passar pelo mocinho. Como ele embelezou sua pessoa, seu irmão e sua família.  Como colocou a culpa total na Suzane, como justificou seu motivo porque os pais dela eram horríveis com ela e menosprezam ele e sua família. 

Por isso prefiro documentários mesmo. Só vi o filme por mera curiosidade e se quiser saber sobre o crime, existe vários canais no YouTube falando sobre,  inclusive o que aconteceu com eles anos depois. 

Acho que o único ponto interessante, é de fato imaginar como os dois contam seus lados, tentando amenizar o crime. E acho que no fim de tudo, quem mais sofreu foi o Andreas. 

Enfim, minha nota de satisfação pessoal 1,5/10


O menino que matou meus pais - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2020

Duração 1h 27m

Direção Maurício Eça

Elenco Carla Diaz, Leonardo Bittencourt, Kaua Cegilio, Allan Souza Lima



Sinopse 

Em 2002, Suzane Von Richthofen e Daniel Cravinhos chocaram o Brasil por serem os responsáveis pelo brutal assassinato dos pais de Richthofen. Acompanhando o julgamento dos dois, o famoso caso é recontado, buscando respostas sobre o que levou os jovens a cometerem esse crime.

Trailer 



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Começa com a polícia atendendo um chamado na casa de Suzane, onde está do lado de fora com seu irmão Andreas e Daniel. Ela diz que chegou com Andreas e encontrou a porta aberta e com medo ligou para o namorado e para a polícia. 

Os policiais entram e revistam a casa e se deparam com uma cena chocante. Então começa o filme com o julgamento de Suzane, contando a sua versão do que aconteceu. 





Minhas divagações finais 

Como eu disse no A menina que matou os pais, cada um vai contar sua versão culpando o outro. Como eu não sabia qual o melhor ver primeiro, comecei pela versão do Daniel. 

Quem convenceu quem não muda os fatos, o casal brutalmente assassinado. 

Suzane conta sua versão onde Daniel estaria interessado no dinheiro de sua família e vendo que seus pais não aprovavam o namoro deles, por ele não ter estudo, um trabalho digno e ser de família simples, Daniel teria planejado o assassinato. 

Ela ainda conta que tentou estudar e ser valorizada pelos pais, mas cada vez mais Daniel a arrastava para farras com muitas drogas a afastando de sua família e tendo seu rendimento escolar baixo. 

Também contou que ele era violento e tóxico, a chantageando de modo que acabou endeusando o jovem fazendo qualquer coisa por ele. 

Não vou mentir que achei fascinante como uma mesma história teve dois lados completamente diferentes e os atores desempenharam muito bem Suzane e Daniel. 

Mas... ainda é preferível ver um documentário ou até mesmo vídeos no YouTube sobre o caso do que perder tempo com esses filmes. Eu só vi mesmo por curiosidade e porque não imaginava que seria tão ruim...

Achei mesmo um desperdício de produção. Acho que poderiam ter aproveitado mais sobre outros aspectos, mas... enfim né. Mesmo que tenham sido presos, sabemos como é a justiça e no fim, são soltos vivendo no meio de nós, como se nada tivesse acontecido...

No mais, minha nota de satisfação pessoal 1,5/10


sexta-feira, 25 de agosto de 2023

Donnie Brasco 1997 - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 1997

Duração 2h 06m

Direção Mike Newell

Elenco Al Pacino, Johnny Depp, Michael Madsen



Sinopse

`Lefty' Ruggerio, um dos maiores mafiosos americanos, tem como novo protegido um jovem de Miami chamado Donnie Brasco. A relação entre ambos os faz cúmplices inseparáveis, fazendo com que Lefty o torne membro ativo e conhecedor do mundo criminoso da família Bonano. Durante os sete anos seguintes, a vida de Donnie tem apenas um objetivo: desmascarar o obscuro e sangrento mundo da máfia.

Trailer



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS

Lefty é um mafioso, que apesar de poderoso, não tem muito dinheiro e jamais conseguiu subir na hierarquia da máfia. Um dia, conhece Donnie em um bar e o acha suspeito, mas logo percebe que como joalheiro, tem grande potencial no crime.

Lefty então passa a treinar Donnie, até que ao longo dos anos, ele finalmente se torna um membro da máfia. Porém, seu caminho é tortuoso e cheio de perigos, já que seu maior segredo é ser um infiltrado do FBI...







Minhas divagações finais 

Não há como negar que os clássicos antigos sobre máfia são espetaculares. Ver um jovem Johnny Depp e um experiente Al Pacino é colírio para os olhos com certeza. 

De início você já suspeita de Donnie, tanto por seu jeito de ser como sua postura e vestimenta. E aquele bigodinho? Mas com o passar do tempo, ele acaba adquirindo trejeitos típicos de mafiosos. 

Acho que o pior trabalho de um agente é ser infiltrado. Se acaso a gangue investigada em questão se mostrar muito melhor que seus superiores, os infiltrados podem mudar de lado instantaneamente. Como aconteceu com Bryan em Velozes e furiosos hahaha 

No caso de Donnie, ele acabou se afeiçoando ao Lefty e levou tão a sério seu trabalho, que mesmo sendo exposto no final, ninguém queria acreditar que ele era um infiltrado. 

O que não ficou muito claro para mim, foi a linha do tempo, onde Donnie/Joe faz seus relatórios, pois nunca era datado, então não dá para saber quanto tempo ao certo ele levou para concluir o trabalho. Mesmo porque, sua ascensão foi rápida de qualquer modo. 

E o que aconteceu com Lefty no final? Quem ligou para ele e por quê? E se de fato passou anos desde que começou esse trabalho atrás de Lefty, no final não compensou para Donnie/Joe, que não ganhou muito com isso e ainda quase perdeu o amor de sua família. 

E falando em sua família, achei a mulher de Joe um tanto irritante. Pois convenhamos, ela sabia desde o início que ele era do FBI e muitas vezes seu trabalho exigia sigilo absoluto para a própria segurança dela. O que ficou confuso nessa parte, é que deu  a entender que ela não fazia ideia do trabalho dele, mas depois quando os agentes não recebiam mais notícias de Joe, a procuraram, querendo dizer que pelo menos ela sabia que ele era do FBI. 

E a terapia de casal que fizeram? Sério? E ela encontrando a bolsa de dinheiro dele hahaha achei que ele ia matar ela... porque estava claramente virando um mafioso... 

Tirando essa parte, de resto ainda foi bom. E o mais incrível é que Donnie Brasco existiu. Joe Pistano foi um agente infiltrado nos 1976 a 1981. O que torna o filme muito mais interessante. 

Mas como eu disse, por mais que você seja o mocinho, se infiltrar na máfia exige que você acabe fazendo coisas horríveis para não revelar o disfarce. E Donnie se arriscava muito colocando escuta na bota, fato que mostrou ser perigoso quando foram em um restaurante japonês onde todos deveriam tirar os sapatos. E agora Donnie? Nessa parte achei mesmo que ele seria pego hahaha 

No mais, histórias de máfia geralmente são romantizadas ao mesmo tempo em que expõe o rastro de sangue que deixam no caminho. 

No mais, vale a experiência de ver mais um trabalho de Depp e Pacino. 

Minha nota de satisfação pessoal 10/10

quinta-feira, 24 de agosto de 2023

My fake boyfriend - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2022

Duração 1h 30m

Direção Rose Troche

Elenco Dylan Sprouse, Keynan Lonsdale, Samer Salem, Sarah Hyland, Marcus Rosner



Sinopse

Andrew tem um grande problema: não consegue ficar longe do namorado tóxico que acabou de terminar com ele. Seus amigos decidem ajudá-lo criando Cristiano, um namorado falso perfeito nas redes sociais.

Trailer



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Andrew vive um relacionamento tóxico com Nico, e mesmo este lhe traindo, terminando e voltando, Andrew não consegue dizer não à ele. 

Cansados de ver o amigo sofrendo, seus amigos Jake e sua namorada Kelly, inventam um namorado fake para Andrew e postam nas redes sociais. 

De início, Andrew fica chocado, pois não quer que Nico desista dele, porém, o namorado fake é tão perfeito que todos começam a parabenizá-lo, menos Nico, que insatisfeito, acaba fazendo Andrew ser despedido do trabalho. 

Jake, manipula o namorado fake de modo que Andrew é contratado para o trabalho de seus sonhos e conhece um chef de cozinha que dá aulas, por quem acaba se apaixonando. Mas, o namorado fake acaba atrapalhando e subindo à cabeça de Jake, que não deixa Andrew terminar com isso, até que Kelly acaba com tudo...

O namorado fake acaba sofrendo um acidente e morrendo, mas se Andrew achava que não poderia ficar pior, Nico aparece no velório acabando com tudo... Agora com toda a farsa revelada, Andrew perde a chance com Rafi e Jake perde Kelly...









Minhas divagações finais 

Quem conhece os gêmeos Dylan e Cole Sprouse, com certeza vai adorar ver Dylan atuando. Eu tinha visto mais o Cole atuando ultimamente e os irmãos com certeza são muito diferentes. Apesar de na aparência eu quase me confundir em quem seja quem hahaha 

Cole sempre pega uns papéis meio sombrio e sempre está com olheiras terríveis. Já o Dylan, acho que é o primeiro trabalho dele que vejo depois que cresceu.

E outra artista que já conhecia também foi a Sarah Hyland que fez Modern Family. Devo acrescentar que seu personagem na série reflete muito quem ela é ou ela é escolhida para esse tipo em específico hahaha

Inicialmente pensei que o filme seria mais dramático, eu sinceramente achei que o romance seria entre Andrew e Jake hahaha não imaginava que eles literalmente criariam um namorado fake. Pensei que Jake fosse fingir ser o namorado de Andrew e no final descobrir que era apaixonado pelo amigo e que era gay.

Não tinha imaginado que eram só melhores amigos e que Jake tinha a Kelly. Achei que ela era só uma amiga dos dois. Eu particularmente prefiro a minha versão hahaha 

Depois de toda a bagunça com o namorado fake, Andrew só quer consertar as coisas e poder ser livre para ficar com Rafi, por quem descobriu ter coisas em comum e que era o novo amor de sua vida. 

Achei surreal Jake ter surtado e exagerado com o namorado fake e ainda ficar apegado ao sujeito que nem existia na vida real. Sinistro como o namorado fake conquistou tantas pessoas sem nem existir de fato... isso prova como a Internet é pura enganação...

Mas, clichê dos clichês, amei como toda essa história terminou e de ver Dylan atuando novamente. 

Super recomendo.

Minha nota de satisfação pessoal 10/10


quarta-feira, 23 de agosto de 2023

Megamente (Megamind) - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2010

Duração 1h 36m

Direção Tom McGrath

Elenco de dublagem Will Ferrell, Jonah Hill, Ben Stiller, Brad Pitt, Tina Fey



Sinopse

Embora seja o vilão mais brilhante que o mundo já conheceu, Megamente é o menos bem-sucedido. Derrotado repetidamente pelo heroico Metro Man, ele fica surpreso quando finalmente consegue derrotar o seu inimigo de longa data. Porém, sem Metro Man, Megamente não tem nenhum propósito na vida, então ele cria um novo adversário que logo decide que é mais divertido ser um vilão que um herói.

Trailer



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Megamente e Metro Man vieram de outro planeta ainda bebês, porém, ao chegar na Terra, Megamente foi acolhido na prisão, enquanto Metro Man foi parar em um lar acolhedor. 

Enquanto crescem, Megamente educado no crime, automaticamente vira o vilão e sempre ataca o perfeitinho Metro Man, se tornando inimigos. 

Após anos lutando, Megamente finalmente consegue derrotar seu inimigo e dominar a cidade. Mas ele percebe então que a única pessoa que fica ao seu lado, é seu fiel peixe que foi mandado junto com ele desde pequeno. 

Sem alguém para lutar, sem um herói para tentar impedi-lo de fazer o mal, Megamente acaba criando um ser como Metro Man e tenta ensina-lo a ser um herói. Mas, enquanto se disfarça tentando educar o novo herói, ao mesmo tempo sai com a jornalista Roxanne disfarçado de Bernard, quando percebe que o poder subiu a cabeça do novo herói e para piorar, ele achou melhor ser um vilão do que um herói...













Minhas divagações finais 

A primeira vez que vi Megamente foi no avião, em uma longa viagem onde ou você dorme muito ou assiste o que tem hahaha 

Nostálgico ver essa animação. E o diferencial na época, é que era a história de um vilão que acabava se tornando um herói. E ainda para contrariar, ele ficava com a mocinha. 

O que mais gostei na época, claro, foi a trilha sonora. As músicas de entrada do Megamente eram magníficas. Mas o melhor mesmo era a moral da história. Até para um super herói, salvar o dia e ser sempre o melhor, também era cansativo para ele. Assim como sem um adversário, para Megamente não fazia mais sentido dominar a cidade. 

O que eu não lembrava era que o Metro Man tinha desistido mesmo dessa vida. Na minha memória ele voltava e ajudava o Megamente hahaha 

Também gostei da analogia sobre o amor ser cego. Enquanto Roxanne pensava que Megamente era o Bernard, apesar de sua aparência não ser ele, seu interior era e querendo ou não, ela havia gostado da personalidade dele. Então, não desistam, o que importa realmente é o interior hahaha 

E o criado, o fiel escudeiro peixe do Megamente? Que personagem hilário. Amei ele. E quando os dois discutem e se separam... E quem acreditou na encenação de sua morte? Hahaha 

Ou seja, super divertido e recomendo para todas as idades.

Minha nota de satisfação pessoal 10/10

terça-feira, 22 de agosto de 2023

Talvez você deva conversar com alguém: uma terapeuta, o terapeuta dela e a vida de todos nós- Divagando Sempre

 Ano da primeira publicação 2019

Páginas 448

Autor/a Lori Gottlieb



Sinopse 

De modo geral, buscamos a ajuda de um terapeuta para melhor compreender as angústias, os medos, a culpa ou quaisquer outros sentimentos que nos causam desconforto e sofrimento. Mas quantos de nós já paramos para perguntar: o terapeuta está imune à gama de questões que ele auxilia seus pacientes a dirimir e superar, dia após dia? A autora best-seller e terapeuta Lori Gottlieb nos mostra que a resposta a essa pergunta traz revelações surpreendentes. Quando ela se vê emocionalmente incapaz de gerenciar uma situação que perturba sua vida, uma amiga lhe faz uma sugestão: talvez você deva conversar com alguém. Combinando histórias reunidas a partir de sua rica trajetória como terapeuta (distribuídas entre quatro personagens inesquecíveis) à sua própria experiência como paciente, Lori nos oferece um relato afetuoso, leve e comovente sobre a universalidade de nossas perguntas e ansiedades, e joga luz sobre o que há de mais misterioso em nós, afirmando nossa capacidade de mudar nossas vidas. Uma jornada emocionante de autodescoberta, uma homenagem à natureza humana e um lembrete sobre a importância de sermos ouvidos, mas também de sabermos ouvir. Um livro sobre a importância dos encontros, dos afetos e da coragem de todos os que partimos para a aventura do autoconhecimento.


DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Uau, eu definitivamente não sabia o que esperar desse livro. Quando se trata de doenças como depressão e ansiedade, depois que li Mentes ansiosas e O demônio do meio-dia, não esperava que leria outro livro com o mesmo tema. 

Embora em Talvez você deva conversar com alguém tenha sido uma experiência totalmente diferente. Não me senti entediada, chocada ou no fim das contas deprimida. Me senti próxima e compreendida. Estranho não?

Lori é uma terapeuta que durante o dia atende inúmeras personalidades sofrendo inúmeros casos diferentes. Mas o que jamais passou pela sua cabeça, foi que um dia, ela seria a paciente. 

Quando seu namorado termina o relacionamento depois de confessar que não se via vivendo com uma criança nos próximos 10 anos ( Lori tinha um filho pequeno) ela não sabe como lidar com essa nova realidade. Então, por indicação de uma amiga, acaba fazendo terapia. 

Lori conta suas experiências com Wendel, seu terapeuta e como terapeuta de 4 pacientes distintos mas com histórias marcantes. 

Quando vemos alguns profissionais de saúde, as vezes nem nos passa pela cabeça, que eles também têm seus problemas pessoais, tanto física ou mental. No caso de psicólogos, você imaginaria um fazendo o mesmo tipo de terapia que você?

Tenho certeza que John, um de seus pacientes, não a veria mais se soubesse que no fim, ela também fazia terapia. Apesar que o que a fez procurar um seja algo natural de acontecer as pessoas, achei que ela, mais do que ninguém, daria conta do recado. Eu achei que ela procuraria um por não aguentar ou não saber como orientar seus pacientes... 

Mas não a julgo, quando estamos acostumados ao relacionamento e achamos que está tudo bem e que durará para sempre e repentinamente o companheiro quer terminar, é chocante e desorientador.  Ainda mais no caso dela, onde momentos antes compravam entradas para ver um filme juntos. 

Um dia, eu já quis ser psicóloga, mas fui desencorajada por pessoas que diziam que eu não era capaz de resolver meus próprios problemas, o que dirá dos outros. No fim das contas, não era para ser mesmo, porque jamais teria paciência como a Lori, com pacientes como John.

A escrita é simples, graças a Deus não foi um receituário com remédios de nomes complicados, a vida de ninguém foi um conto de fadas mas não me deixou deprimida. Muito pelo contrário, foi emocionante e meus olhos se encheram de água várias vezes. 

A diferença de fazer terapia e ir ao psiquiatra, é que na terapia o paciente fala, ou não, tudo o que está sentindo ou seus problemas e a terapeuta apenas conversa com você. Não receita remédios que mesmo que melhorem um lado, afeta outro prejudicando o dia a dia da pessoa. 

Na terapia com Lori, tivemos pacientes diferentes com motivos diferentes que os fizeram procurar ajuda. No entanto, ou não eram demasiados desesperadoras ou Lori escreveu de uma forma leve que não acabasse deprimindo quem estava lendo. 

Eu nunca fiz terapia, então não faço ideia de como seja, mas lendo as experiências de Lori, é como se eu estivesse no consultório com eles... não é preciso que nossos problemas sejam os mesmos que os deles, as palavras de incentivo e compreensão serve para qualquer caso. 

Apesar do John ter sido o paciente mais insuportável, sua história e o porque agia assim, foi bem mais chocante do que apenas pensar que ele era idiota. As outras histórias também foram marcantes, algumas de forma triste e outras esperançosas. 

Super recomendo. 

Minha nota de satisfação pessoal 10/10

Dica de Destaque

Divagando o melhor de Better Call Saul no Divagando Sempre

  Olá Divas e Divos. Hoje trago essa série que não vi ninguém comentando tanto quanto Breaking Bad e é boa tanto quanto.  A HISTÓRIA  Ji...