segunda-feira, 3 de julho de 2023

O sanatório - Divagando Sempre

 Ano da primeira publicação 2022

Páginas 480

Autor/a Sarah Pearse



Sinopse 

Um resort isolado no alto dos Alpes Suíços é o último lugar em que Elin Warner gostaria de estar. Mas ao receber o convite inesperado para comemorar o noivado do irmão, Isaac, a quem não vê há anos, ela sente que o melhor que pode fazer é aceitar. Assim que chega, em meio a uma forte nevasca, Elin é imediatamente acometida por uma onda de tensão. Além do relacionamento estremecido com Isaac, algo no hotel a deixa nervosa. Antes um sanatório abandonado, o lugar tem um passado sinistro, que só alimenta o clima macabro que o permeia. Quando eles acordam na manhã seguinte e descobrem que Laure, a noiva do irmão, desapareceu sem deixar vestígios, a inquietação de Elin aumenta. Em pouco tempo, a tempestade impede qualquer um de chegar ou sair do hotel, e quanto mais tempo Laure permanece desaparecida e situações estranhas acontecem, mais o pânico se instaura entre os hóspedes e os funcionários confinados no lugar.


DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

A história 

Elin vai para um hotel a convite de seu irmão que pretende comemorar seu noivado no local. Elin vai com seu namorado Will mas ela sente desconforto pelo local, que foi reformado onde antes era um sanatório e pelo seu relacionamento conturbado com seu irmão... Elin está de licença do trabalho mas precisará fazer algo quando a noiva do irmão desaparece e uma funcionária é encontrada morta...


Minhas divagações finais 

Pelo título primeiramente pensei que fosse algo relacionado ao sobrenatural. Que por o hotel ter sido reformado nesse local, seria assombrado pelos pacientes que vieram a falecer ali...

Alguns acontecimentos te deixam até tensos imaginando que realmente possa ter algo sobrenatural, mas, tudo vai caminhando para outro lado. 

Achei muito lento a revelação dos motivos de Elin estar de licença assim como exagerados seus traumas para ter tirado a mesma. Não querendo soar insensível, mas já li sobre detetives que passaram por experiências piores que com certeza seria necessário repensar se voltariam ao trabalho... 

Assim como achei lento demais sobre a revelação de quem seria Sam e porque Isaac, seu irmão, deveria lhe dar uma resposta sobre o que aconteceu com ele... A essa altura imaginei outras possibilidades hahaha 

Se a Laure foi uma amiga de infância de Elin, deveria conhecer o Isaac também, depois que as duas se afastaram porque Laure namoraria justo com o irmão da antiga amiga? 

E o Will? Parecia um companheiro ideal mas só vi ele choramingando sobre Elin acionar seu modo detetive quando mistérios começam a surgir, cheguei até a cogitar que ele fosse o culpado hahaha uma mulher desaparecida, um corpo encontrado e Will só pensa em como anda o relacionamento dos dois? Se Elin não fosse policial tudo bem...

E Elin nunca aprende com seus erros. Tirou licença por uma decisão errada de perseguir um suspeito sozinho e depois de tudo o que passou o que ela fez?  Foi encontrar outro potencial suspeito sozinha. Poderia pelo menos ter deixado uma mensagem para alguém dizendo onde ia e se não voltasse para sabem onde procurá-la.  Odeio personagens que tomam essas decisões, porque sempre se dão mal...

Confesso que a leitura é fluída, o suspense instigante, você devora as páginas querendo saber quem é o culpado e quando esse momento chega... Não gostei. Achei os motivos, não digo que não são importantes, mas a autora criou um ar de suspense tão grande, teve vários envolvidos, que no fim achei que algumas vítimas foram puro egoísmo do criminoso e foram tantas voltas, que esperei muito mais dessa história. A vinganca poderia ter acontecido em qualquer outro momento da vida dessa pessoa, mas ela esperou todo esse tempo para fazer isso...

E fiquei sem saber quem era a pessoa de olho na Elin no final... 

Fora o desfecho de todo seu drama particular. Tudo bem que não imaginava realmente aquilo, pensei outras possibilidades, fui para caminhos mais obscuros hahaha mas, de novo, não gostei...

Enfim, um hotel construído em um antigo sanatório abandonado, com um histórico macabro por trás, tinha tudo para ser excelente. Com um pano de fundo tão promissor, tinha várias possibilidades de um desfecho a altura... porém, fiquei decepcionada. Embora, não tenha sido de todo ruim, também não foi excepcional...

Minhas nota de satisfação pessoal 6/10

domingo, 2 de julho de 2023

O mágico de Oz ( filme de 1939 ) - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 1939

Duração 1h 41m

Direção Victor Fleming

Elenco Judy Garland, Jack Haley, Bert Lahr, Ray Bolger, Frank Morgan



Sinopse

Dorothy e seu cachorro Totó são levados para a terra mágica de Oz quando um ciclone passa pela fazenda de seus avós no Kansas. Eles viajam em direção à Cidade Esmeralda para encontrar o Mago Oz e no caminho encontram um Espantalho, que precisa de um cérebro, um Homem de Lata sem um coração e um Leão Covarde que quer coragem. O Mago pede ao grupo que tragam a vassoura da Bruxa Malvada do Oeste a fim de ganharem sua juda.

Trailer



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

A história 

Dorothy persegue os tios para tentar explicar o que uma vizinha pretende fazer com Totó que é muito travesso e a incomoda. Mas seus tios tem muito trabalho a fazer e não dão ouvidos a Dorothy. Até que a vizinha chega e com um mandato leva o cachorrinho embora. Mas Totó foge e com medo de o levarem novamente, Dorothy foge. Encontra um vidente no caminho e pede para ir embora com ele, mas ele vê em sua bola de crisfal a tia de Dorothy doente e ela resolve voltar. Mas um furacão se aproxima e os tios se escondem no abrigo deixando Dorothy sozinha na casa, que sai voando com o furacão e quando acorda, percebe que não está mais no Kansas e para voltar precisa encontrar o mágico de Oz. Com ajuda de três amigos, Espantalho, Homem de lata e o Leão covarde, eles seguem a estrada de tijolos amarelos ao encontro do mágico.






Minhas divagações finais

Primeiro, não é nada parecido com o livro. Pelo menos no livro, Dorothy não era uma garotinha insuportável de chata. Segundo, é musical... POR QUÊ? Nem vendo tantos musicais me fazem gostar mais deles hahaha 

No livro ( Sim, vou ficar fazendo comparações hahaha ) a outra bruxa má nunca apareceu logo no início querendo saber quem matou sua irmã e o sapatinho era prata, no filme é vermelho. Por mais que tenha detalhes do livro, alguns foram deixados de lado e outros foram acrescentados. 

Por exemplo, a bruxa boa ( que mais parecia a fada madrinha) não ajudava tanto Dorothy, só no início lhe dando um beijo na testa que a protegia da bruxa má. Os macacos alados só apareciam quando invocados através de uma touca encantada e concediam 3 desejos do portador da touca. No filme eles eram prisioneiros da bruxa má.

No campo de papoulas também teve algumas diferenças mas acho que o mais interessante de mudança, foi como fizeram parecer o que essa viagem era na verdade. A única coisa que me incomodou mesmo foi a parte musical. Pulei tudo, por isso se na cantoria tinha algo relevante, não fiquei sabendo hahaha 

Não foi de todo ruim. Mas ainda acho que o livro foi bem melhor. Mas pela época, apesar dos efeitos deixar a desejar, acredito que ainda assim, seja uma grande produção. Em comparação à atrizes de hoje, em O mágico de Oz não achei a Judy Garland grande coisa, além de lindíssima, mas acho que sua personagem extremamente exagerada também não ajudou. Parecia mais encenação de teatro...

Mas enfim, clássico é clássico. Ainda mais dos anos 30...

Minhas nota de satisfação pessoal 8/10

sábado, 1 de julho de 2023

O mágico de Oz ( livro ) - Divagando Sempre

 Ano da primeira publicação 1900

Páginas 224

Autor/a L. Frank Baum



Sinopse 

Um ciclone atinge a casa onde Dorothy vive com os tios e ela e seu cachorro Totó são levados pela ventania e param na Terra de Oz. Por lá, Dorothy faz novos amigos, vive histórias fantásticas e precisa enfrentar seus próprios medos.


DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Dorothy que vivia tranquila com seu cachorrinho Totó na casa de seus tios no Kansas, de repente se vê sozinha na casa, sendo levada por um furacão sem parar. 

Como não parecia ter outros perigos, ela acaba dormindo com Totó ao seu lado e quando acordam, estão em um local totalmente diferente de Kansas. 

Ela então descobre que matou sem querer uma bruxa má e pega seus sapatinhos para substituir pelo seus e com indicações de que o mágico de Oz, que vive na cidade das Esmeraldas poderá levá-la de volta para casa, ela parte pela estradinha de tijolos amarelos até o castelo do mágico. 

No caminho encontra um pobre espantalho triste, preso em uma estaca de onde Dorothy o tira de lá e quando diz que está indo ver Oz, o espantalho decide ir junto para ver se o grande mágico lhe concede um cérebro. 

Com companhia a jornada se torna mais alegre quando encontram um lenhador peculiar. Ele é todo de lata e está enferrujado em uma única posição segurando seu machado. Dorothy e o espantalho conseguem lubrificar o lenhador que lhes conta sua história e também decide ir junto com eles, na esperança do mágico lhe dar um coração. 

Durante a jornada ainda encontram um enorme leão, que apesar de seu rugido assustador, na verdade é um covarde. Ele também decide ir junto com o grupo esperando que o mágico lhe dê algo para ter coragem. 

Assim, Dorothy, Totó, Espantalho, Lenhador de lata e o Leão, enfrentam adversidades, quase perdem um ou outro membro do grupo, contam com ajuda de aliados, salvam outros, até se encontrarem finalmente com o grande mago. Porém, ele dá outra missão em troca de realizar os desejos de todos. Quando retornam, descobrem que foram enganados mas Oz dá um jeito de realizar os sonhos de todos. Embora Dorothy tinha a chave para ir embora o tempo todo com ela e não sabia...


Minhas divagações finais 

Eu lembro vagamente de ter visto um filme anos atrás e depois, muitas versões dessa história foram feitas. Mas confesso que amei o livro. 

Não me lembrava muito bem da história, mas achei maravilhosa. Pensei que a última  bruxa má daria mais trabalho, mas Dorothy a derrotou fácil. Só achei que um dos desejos no gorro mágico, fosse que os macacos alados fossem libertados da maldição  mas acho que Dorothy não era tão boazinha assim hahaha 

A história foi prazerosa de ler, todos os personagens bem trabalhados e o desfecho foi satisfatório. A revelação do mágico de Oz eu ainda me lembrava mas seu final não. Dorothy apesar de ser jovem, até que foi corajosa e sábia em alguns momentos. 

Minha nota de satisfação pessoal 10/10

sexta-feira, 30 de junho de 2023

As múmias e o anel perdido - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2023

Duração 1h 28m 

Direção Juan Jesus Garcia Galocha



Sinopse

Três antigas múmias acabam na Londres atual e embarcam em uma jornada em busca de um velho anel pertencente à Família Real, roubado pelo ambicioso arqueólogo Lord Carnaby.

Trailer



DIVAGAÇÕES,  ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Um povo do Egito antigo vive nas profundezas da Terra, para preservar suas riquezas e claro, suas próprias "vidas". 

Thut é um ex corredor de bigas, porém ainda famoso, simpático e que está feliz com sua vida de solteiro. Mas tudo isso muda quando de repente, é escolhido por uma ave fênix, que na tradição real, é quem escolhe o futuro marido da filha do Faraó, Nefer. 

Nefer é uma princesa que casar não faz parte dos seus planos, seu sonho mesmo é ser cantora. Assim, quando conhece Thut como seu futuro marido, instantaneamente os dois se vêem presos, com desgosto, a esse desejo do Faraó. 

Thut recebe um anel da família real que usará no dia do casamento e precisa proteger com sua vida, pois é muito valioso para o Faraó. Porém, apesar de guardar em um local secreto,  por coincidência, um arqueólogo muito ambicioso da superfície, acaba encontrando o anel e roubando. Agora, desesperado e com medo das consequências, Thut vai até a superfície para tentar recuperar o anel. 







Minhas divagações finais 

Primeiro, já não curti muito o início porque é um pouco musical. Eu amo quando o documentário é musical, mas quando é filme, eu decididamente evito. Não acho interessante do nada o pessoal começar a cantar e dançar hahaha e se a cantoria não é importante na história, geralmente eu pulo...

Segundo, Nefer era insuportável de chata. Não sou contra ela querer mudar o rumo das tradições reais e seguir seus sonhos, mas ela era muito arrogante. Acho que tinha outros meios de tentar convencer o pai do que ser chata daquele jeito. 

Os melhores personagens foram com certeza o pequeno Sekhem e o Croc. A animação em si é maravilhosa, mas a história não me prendeu muito. 

Tentaram fazer um vilão ao mesmo tempo malvado e voltado para a comédia. Seu relacionamento com a mãe era para ser engraçado? E aqueles ajudantes? Que comédia forçada...

Enfim, foi tão sem graça que nem prestei muita atenção. Só depois que entendi que viviam no subsolo porque eram múmias hahaha geralmente não tenho do que reclamar de animações, porque geralmente são divertidas e nem precisam de um roteiro tão elaborado. Mas acho que como já desgostei desde o início, não foi atrativo nem divertido para mim. 

No mais, minha nota de satisfação pessoal 7/10


quinta-feira, 29 de junho de 2023

D. B. Cooper desaparecimento no ar - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2022

1 temporada 4 episódios



Sinopse

Em 1971, um homem sequestra um avião, salta de paraquedas com o dinheiro do resgate e sai impune. Décadas depois, sua identidade continua sendo um mistério.

Trailer








DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Esse cara chega até a parecer uma lenda urbana. Confesso que sua façanha de sequestrar um avião, pedir resgate e fugir na incógnita foi fenomenal. Embora nos anos 70 isso não seria tão difícil. Pois hoje em dia, com a tecnologia, queria ver ele conseguir fazer algo assim sem ao menos descobrirem sua identidade. 

Enfim, quem foi D.B. Cooper?

Uma pergunta que perdura até hoje. Um mistério que atravessou os anos e embora tenha tido vários suspeitos, nenhum de fato foi confirmado. O mais incrível é pensar que até hoje ainda exista quem procure desvendar esse mistério. Será pela fama?  Porque convenhamos, o que Cooper fez? Sequestrou um avião, ameaçou explodir uma bomba, exigiu paraquedas e dinheiro. Assim que o avião pousou, liberou os demais passageiros ficando apenas com a tripulação e depois simplesmente sumiu. Sem vestígios de bomba e muito menos de sua pessoa e ainda, sem ferir ou matar ninguém. 

Agora, se seu passado fosse recheado de crimes, aí sim, seria outra história. Muitos ficaram obcecados com a fuga de Cooper e tentaram ir atrás de pistas e teorias... apesar de vários suspeitos, apenas um foi perseguido durante anos, porque seu passado coincidia com as habilidades de Cooper. Mesmo assim, nunca foi provado se ele era de fato Cooper. 

Eu, já fui por outros caminhos. Um, se Cooper quisesse fama, com certeza teria deixado pistas sobre sua identidade. Pelo jeito, ele era um homem comum, já que nem mesmo a aeromoça que o atendeu naquele dia, soube explicar sua aparência nitidamente e nenhum dos passageiros lembra dele com perfeição. Dois, pode ser que durante o pulo, ele tenha sofrido um acidente e morrido. Alguém encontrou seu corpo, o paraquedas e o dinheiro e vendo que se tratava de um criminoso, escondeu o corpo e o paraquedas e ficou com o dinheiro. Três, ele conseguiu fugir, viveu bem durante todos esses anos acompanhando as investigações e quem sabe, ele mesmo não deu sugestões de teorias sobre seu próprio caso? 

Também penso em várias teorias sobre Robert Rackstraw mas não acredito que ele era D.B. Cooper. E depois de 50 anos, muita coisa pode ter acontecido com ele e com certeza foi um crime curioso, onde se perdeu dinheiro e ficou só o mistério da identidade do homem. 

Achei 4 episódios demais para dizer que ninguém descobriu nada durante esses anos e ainda apareceram fanáticos montando grupos de teorias sobre o caso... mas, pelo menos ainda foi interessante. 

Minha nota de satisfação pessoal 8/10

quarta-feira, 28 de junho de 2023

Anne Frank: vidas paralelas - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2019

Duração 1h 35m

Direção Sabina Fedeli, Anna Migotto



Sinopse

A atriz Helen Mirren relembra a vida de Anne Frank através das páginas de seu diário e da vida de cinco mulheres que, quando jovens, também foram deportadas para campos de concentração, mas escaparam do Holocausto.

Trailer








DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

O holocausto sempre será uma história terrivelmente triste a ser contada, mas sempre importante para nos lembrar do que o ser humano é capaz...

Já li o livro contendo as páginas do diário escrito por Anne Frank, já vi outras versões de seu diário contadas em filmes, livros ou até mesmo um mangá, mas mesmo sendo uma vida privada e triste, geralmente sua história era romantizada, focando mais nos dias dentro do complexo e a convivência entre as pessoas por 2 anos dentro dele. Não só os horrores do que acontecia fora do esconderijo, mas como ela passou, cresceu e até mesmo se apaixonou dentro do complexo...

Vidas paralelas mostra um pouco da escrita de Anne, assim como os horrores do lado de fora e contando ainda com entrevistas de sobreviventes daquele terrível pesadelo. Muito mais assustador do que filme de terror e muito mais triste do que filmes de drama... 

Pela primeira vez, entendi melhor os horrores da perseguição judia e da insanidade de Hitler. O quão complexo foi e como foi extenso mundialmente a perseguição dos judeus. Esse documentário além de conter imagens e vídeos fortes do holocausto, conta com relatos emocionantes de sobreviventes. Meus olhos se encheram de lágrimas só de imaginar viver aquele horror. Não havia distinção de gênero nem idade, se eram judeus, eram presos, sofriam violência, fome e morte. Adultos, crianças, homens, mulheres ou idosos, sendo judeus, já estavam condenados. 

Até o momento foi o melhor documentário da Anne e sobre o holocausto, só não gostei muito da parte em que Helen lia passagens do diário fazendo encenações. Acho que se ela tivesse lido de forma normal, teria sido melhor. 

Triste pensar nas milhares de vidas, crianças e jovens promissores, adultos e idosos cheios de experiências para ensinar, mas que tiveram a vida interrompida de modo odioso e desumano por um lunático...

 Uma verdadeira aula de história e ainda uma bela mensagem contra o racismo, preconceito e nazismo. E como diz uma das sobreviventes: do jeito que o mundo está atualmente, não aprendemos nada com o holocausto...

Minha nota de satisfação pessoal 10/10

terça-feira, 27 de junho de 2023

A morte do demônio: a Ascenção - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2023

Duração 1h 36m

Direção Lee Cronin

Elenco Alyssa Sutherland, Lily Sullivan, Morgan Davis, Gabrielle Echols, Nell Fisher 



Sinopse

Duas irmãs distantes, enfrentam a mais infernal reunião de família e agora precisam se unir para enfrentar o mal... 

Trailer 



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

A história 

Beth vai visitar sua irmã Ellie justo quando acontece um forte terremoto. Nesse momento os filhos de Ellie, Danny, Bridget e Kassie, estavam no estacionamento acabando de chegar com as pizzas. Danny vê um buraco no estacionamento e entra quando vê um cofre. Ele arromba e pega uns discos antigos assim como um livro estranho, achando que poderia vender e ganhar algum dinheiro para ajudar a mãe. Ele abre o livro com Bridget e horrorizados com as imagens, ela manda ele colocar de volta no local. Enquanto fica sozinho em seu quarto, ele escuta os discos e acaba liberando algo que possui primeiramente sua mãe... A partir daí o pesadelo começa...




Minhas divagações finais 

Tão ruim quanto o primeiro hahaha

Obviamente nada foi de fato explicado. No primeiro teve uma sobrevivente que não tem relevância nenhuma na próxima história. O início do A Ascenção começa já com alguém possuído e depois volta um dia para explicar o que aconteceu. Aí entra a história da Ellie.

Sua irmã chega de surpresa e apesar de Ellie ter lhe ligado e contado o que havia acontecido, Beth, devido ao trabalho não ouviu os recados da irmã, por isso não sabia que o marido havia ido embora e ela teria que se mudar porque o prédio estava condenado. 

Depois do terremoto, Danny acaba liberando o mal que possui sua mãe. A partir daí já dá para imaginar as cenas seguintes partindo do primeiro filme, muito sangue e membros decepados. Beth consegue lidar com a situação mas os demônios de fato nunca são mortos ou aprisionados e pelo que entendi, parece que não existe apenas um livro...

O mal no caso desse filme, pode ser aprisionado, já que foi o que aconteceu. Imagino o que se passa na mente curiosa desses idiotas que vê um livro horrível desse, mesmo só a capa e tenta abrir hahaha mas se foi aprisionado uma vez, não poderia fazer novamente? Pois ele ficou livre e as pessoas que o pegaram, nem faziam ideia de onde ele veio. Pelo menos a família da Ellie tinha uma ideia que Danny poderia ter libertado algo ao tocar no livro e ouvir os discos... 

E com esse final quer dizer o que? O demônio vai continuar vagando possuindo aleatoriamente sem ninguém saber de onde veio a onda de violência? Sinceramente? Não gostei nada dessa saga. Não teve conteúdo, só sangue e corpos massacrados... ok, a história até teve aquele elemento de momentos reais de família abandonada e cheia de problemas, o que acho que seja um chamariz para atrair esses demônios, porque no primeiro a Mia também passava por certas dificuldades... Mas o problema para mim, foi o depois, foi a aparição do demônio e a matança. Não sei se é porque já cansei desse tipo de história, se só não me surpreendeu mesmo ou se de fato foi ruim...

Mas minha nota de satisfação pessoal 6/10

segunda-feira, 26 de junho de 2023

A morte do demônio - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2013

Duração 1h 31m

Direção Fede Alvarez

Elenco Jane Levy, Shiloh Fernandez,  Jessica Lucas, Elizabeth Blackmore, Lou Tayler Puci



Sinopse 

Mia é uma viciada em drogas que, para vencer seus demônios pessoais, vai com seu irmão David, a namorada do irmão, Natalie, e os amigos de infância Olivia e Eric até uma cabana rústica, que pertence à família. Assim que chegam, descobrem que a cabana foi invadida e que o porão parece uma espécie de altar, rodeado por animais mumificados, onde a descoberta de um Livro dos Mortos invoca forças demoníacas. A presença do mal os possui até que apenas um é deixado a lutar pela sobrevivência.






Trailer 



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Fui ver o filme porque achei que só tinha um, A morte do demônio: a Ascenção. Mas achei que o título parecia com uma sequência e eu estava certa, então fui ver o primeiro. Já vou logo falando, achei o filme horrível hahaha 

Supondo que a sequência tenha mais explicações, levou quase 10 anos para isso... o início foi interessante, mas não entendi o ritual, quem eram aquelas pessoas? O que aconteceu com elas? Por que o livro foi deixado ali? 

Aí segue com a história. Mia, uma garota viciada, quer passar uns dias na cabana da família para se desintoxicar. Para isso conta com a ajuda de seus dois amigos de infância, Olivia e Eric. Seu irmão David aparece com a namorada Natalie. 

Eles entram na cabana e vêem que o lugar foi invadido supostamente por adolescentes bêbados ou drogados e tentam limpar o local da melhor forma possível. Olivia alerta David que o que Mia está tentando fazer, ela já fez outras vezes e não aguentou mais do que algumas horas de abstinência e pediria para voltar para casa. Olivia diz que David deve ser forte e ignorar a irmã, pois ela já teve uma overdose e morreu, mas os médicos conseguiram trazê-la de volta. 

Inspecionando o porão da cabana, descobrem que o local foi usado para um ritual macabro e tentam se livrar das coisas apodrecidas e Eric encontra um livro. Curioso ele consegue abrí-lo e lê algumas passagens e teme que liberou algo estranho. Mas só vai ter certeza quando Mia começa a agir de modo violento. 

Até aqui estava um pouco interessante. Mas depois as coisas saíram do controle. Primeiro, a namorada do David era uma personagem praticamente inútil hahaha David era outro que parecia saber o que fazer mas não passava de um covarde. Apesar que no final dominou até que bem a situação. 

Eu sei que alguns filmes de terror não tem explicação mesmo, apesar que amo quando tem início, meio e fim conclusivo. O final claro, deixou portas abertas para sequências, mesmo que 10 anos depois hahaha se estou ansiosa para ver? Não muito...

Achei o primeiro muito sem graça. Nenhum personagem me cativou ou foi interessante. David abriu o livro e acreditou muito rápido no que fez sem querer... assim como encontrou a solução hahaha não achei assustador, achei que foi mais nojento com decapitação e sangue em excesso... espero que no próximo minhas dúvidas sejam respondidas...

Por exemplo, se a cabana era da família de Mia e David, quem eram as pessoas do início? Se em algum momento foi falado isso, devo ter me distraído e perdido essa revelação. 

Mas sempre esse tipo de história é a mesma coisa e termina do mesmo jeito. 

Enfim, minha nota de satisfação pessoal 5/10

domingo, 25 de junho de 2023

Endgame O chamado - Divagando Sempre

 Ano da primeira publicação 2014

Páginas 504

Autor/a James Frey, Nils Johnson-Shelton



Sinopse 

A história começa há doze mil anos, quando seres poderosos desceram do céu entre fumaça e fogo e criaram a humanidade, deixando-nos regras segundo as quais viver. Precisavam de ouro, e, para extraí-lo, instalaram aqui as doze linhagens que deram origem às nossas antigas civilizações. Quando conseguiram o que queriam, foram embora. Mas avisaram que um dia retornariam e que, quando isso acontecesse, seria para o Jogo. O Jogo que determinaria nosso futuro. Os Jogadores terão que achar três chaves, que estão espalhadas pelo planeta. Quem achá-las primeiro ganha. Endgame: O Chamado acompanha a busca dos doze Jogadores pela primeira chave.


DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

Primeiro, comecei empolgada até, mas descobri que esse tipo de leitura realmente não faz meu gênero. Ok, o tema era até deveras promissor. A raça terrestre criada por outros seres? E quando eles vêem que a Terra está ameaçada pelos próprios humanos, o Endgame acontece? Super interessante. Só que não. Principalmente quando envolvem adolescentes entre 12 aos 20 anos. 

Eu simplesmente não me conectei com nenhum personagem. Exceto o primeiro que morreu hahaha acho que devido ao choque já não gostei do resto... embora, confesso que esse início chocante foi diferente, porque eu realmente não esperava que aquilo fosse acontecer. Eu achava que só iria ter mortes na metade do livro. Mas alguns jogadores já começaram mostrando do que eram capazes. 

São 12 jogadores entre 12 e 20 anos, de qualquer lugar do mundo. De todos, Sarah foi a menos preparada para o jogo. Ok, ela substituiu o irmão meio que em cima da hora, ela teve menos preparo que os demais que desde o nascimento, praticamente viveu apenas esperando esse dia chegar e nenhum deles teve a ilusão de uma vida normal como ela, que teve até um relacionamento amoroso, Christopher e vivia naquela, preparada mas não esperando realmente que algo fosse acontecer...

Já sabemos que família nessas questões são sempre usados para atrair alguém. Se Sarah tivesse atendido às ligações de Christopher, talvez ele não tivesse sido pego pela adversária e Sarah não teria sido sacana se envolvendo com Jago. Sim achei ela uma vadia hahaha ficava querendo o tempo todo mandar Christopher embora porque queria ficar com Jago. Tanto que quando se encontraram, dava para ver o alívio e felicidade de Christopher, já Sarah... e embora tenha o achado burro demais por ter seguido ela, ficamos afeiçoado pela teimosia do garoto que não teve culpa de amar uma assassina mentirosa... 

O lado ruim do livro é que é narrado pelo ponto de vista dos jogadores. É frenético porque é uma corrida contra o tempo. E também por mais que sejam jovens, muitos deles não tem consciência e matam civis sem dó nem piedade. Não existe humanidade neles, então não vejo motivos para eles quererem preservar a raça. Porque onde está a beleza  de viver se eles só pensam em matar? 

O personagem mais sem noção com certeza foi Christopher, mas a mais burra foi Sarah. Se manteve segredo de sua vida e do Endgame até aquele momento, vai resolver contar tudo quando está partindo? Que piada. Mas o mais esquisito foi o do tique que gaguejava,  ler a parte dele era irritante porque no meio das frases ficavam colocando os tiques dele, dava nos nervos ler... e depois que a menina deixou partes dela como cabelo e unhas para ele? Nojento... Eu sei, não lembro o nome desses dois hahaha

Terminei meio que na força do ódio mesmo. E apesar de saber que muitos morrerão, os que morreram de fato não me agradaram tanto hahaha quem merecia mesmo continuou...

Eu não esperava a morte de um e gostei menos ainda dá história. Vi que o livro é uma trilogia e embora esteja curiosa para saber como termina, pelo andar dos acontecimentos acho que não ia gostar de qualquer forma hahaha 

No final, preparação, tecnologia não faz muita diferença. O final está traçado e se mudasse o vencedor talvez fosse mais interessante. Mas acho que sei como vai terminar. Quem sabe um dia eu retorne com a saga, quando esquecer que odiei a história hahaha 

Não entendi nenhum enigma ( também sou péssima nisso hahaha), eu sinceramente espero que o final dessa história seja boa, porque mesmo que eu demore para ler novamente, minha curiosidade irá me trazer ao livro dois em breve hahaha e também não gosto de deixar séries inacabadas mesmo que não tenha gostado tanto delas...

Logo que comecei a ler, achei uma mistura de Jogos vorazes e Os legados de Lorien, quando fui ver o ator, que no caso aqui são dois, entendi a semelhança hahaha James Frey escreveu Os legados como Pittacus Lore. A Sarah poderia ser o número 4 e o Christopher o Sam ( acho que era esse o nome do amigo do Quatro? Não lembro mais ). As explosões, as fugas, o cerco dos inimigos, encontrando aliados, traições, seres alienígenas... É outra versão dos legados hahaha já o Nils, eu não o conheço, então não posso dizer em que partes contribuiu com a escrita...

No mais, minha nota de satisfação pessoal 3,5/10

sábado, 24 de junho de 2023

Anna Nicole Smith: vocês não me conhecem - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2023

Duração 1h 56m

Direção Ursula Macfarlane



Sinopse

Anna Nicole Smith: Vocês Não Me Conhecem é um documentário que mostra a história de Vickie Lynn Hogan, mais conhecida como Anna Nicole Smith. A atriz e modelo ficou famosa em 1992, ao aparecer pela primeira vez na revista Playboy.

Trailer



DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS

A história

Anna Nicole ficou famosa após ser coelhinha da Playboy. Depois disso, seu carisma e beleza foram atrativos para vários trabalhos, mas em meio a fama, veio também o vício nas drogas...





Minhas divagações finais

Outra artista na qual nunca ouvi falar hahaha mas é documentário então resolvi ver...

Anna Nicole tinha outro nome, na qual não achava impactante, então, mudou para quem sabe soar diferente e parecer uma pessoa de sucesso.

Ela começou a trabalhar em uma boate stripper e começou a fazer muito dinheiro, mas como sempre, essas mulheres querem ter o corpo para chamar a atenção, colocou silicone, passando a ficar viciada nos remédios que tomou durante sua recuperação.

Mas seu reconhecimento veio mesmo quando se tornou a coelhinha da Playboy. Acho que esse documentário é mais para os homens, porque o que tinha de pele exposta da Nicole hahaha fora que Playboy, antes da internet, acho que foi a revista mais "lida" pelos homens hahaha 

Bom, já sabemos que alguns artistas acabaram se tornando outras pessoas após o sucesso e acabaram viciados... Nicole foi uma delas. Ela costumava tomar remédios para dormir entre outros, como metadona. 

Confesso que não via uma grande história da Nicole a não ser mais uma que usava seu corpo para atrair homens e dinheiro. Também confesso que inicialmente julguei erroneamente Nicole, pois achava que ela era mais séria, apesar de usar seu corpo para fazer fortuna, mas devo admitir que ela sofreu e passou por muita coisa na vida dela. 

Não lembro a ordem detalhada dos acontecimentos e não, dessa vez não cochilei com o documentário (ver resenha da Marilyn Monroe) hahaha mas ela não conhecia o pai e depois de ficar famosa, conseguiu encontrá-lo, porém, ele não era quem ela imaginou que ele fosse. Talvez por isso sua mãe não fizesse questão que ela soubesse quem era o pai né...

Depois se casou com um bilionário que ao morrer ( já era de idade) não deixou nada para ela, a maior questão foi, se casou mesmo por amor ou pelo dinheiro?... ainda fez um programa tipo reality onde sua vida era uma piada, engordou, foi criticada outra vez, conseguiu voltar a sua forma antiga, estava na mídia novamente, engravidou de novo, mas quando sua filha nasceu perdeu o mais velho. 

A partir daí foi choque atrás de choque. Claramente se via que a perda do mais velho impactou muito a vida de Nicole e ela acabou morrendo... Tanto sua morte como de seu filho foi considerado dose excessiva acidental de remédio... Mas, não entendi muito bem porque ela queria morrer com o filho, sendo que parecia que depois que ele cresceu, não estava tão presente na vida dela ou o documentário não mostrou tanto isso, porque ela foi ganhar sua filha em outro lugar e não foi com Daniel. O filho só foi ficar com ela porque estava com problemas. Quando foi revelado sua morte, confesso que em primeiro momento pensei que ele tinha se matado, por sentir ciúmes da irmã. É que nessa hora o documentário expõe os acontecimentos de uma forma que você acaba tirando suas próprias conclusões hahaha 

Pelo menos teve conclusão do caso, ao contrário do da Marilyn. Embora no final, Nicole tenha sido exposta como mentirosa, sua mãe revelou que suas histórias tristes e de abusos sofridos na infância, eram mentiras dela para fazer dinheiro... tirando a do pai, que não apareceu mais e segundo seu outro irmão, a história de Nicole poderia ser verdade...

Não vejo nada de errado em ganhar dinheiro expondo o corpo, como ela fez, principalmente quando sempre vai ter público para esse tipo de entretenimento, mas aí a inventar histórias para comover o público? Já é demais. Uma vez que uma mentira é revelada, se questiona depois todo o resto...

Achei que sua morte tinha sido mais dramática, embora sua história tenha sido triste, infelizmente é um retrato de muitas celebridades que lidam com a fama de formas diversas. Embora o final seja quase o mesmo...

Enfim, apesar de triste conseguiu me comover até... Mas o mais triste são as várias pessoas que passam pelo mesmo sofrimento ( vício), perda de filhos, dinheiro, mas só os famosos tem suas histórias contadas...

Minha nota de satisfação pessoal 9/10

Dica de Destaque

Resenhando Divagações sobre Noiva de Ali Hazelwood no Divagando Sempre

  Olá Divosos leitores. Trago pela primeira vez algo da autora Ali Hazelwood e que, seria perfeito se não tivesse tanto hot. CONTANDO A ...