sábado, 27 de maio de 2023

Cidade dos anjos - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 1998

Duração 1h 54m

Direção Brad Silberling

Elenco Meg Ryan, Nicholas Cage, Andre Braugher, Dennis Franz



Sinopse

Seth é um anjo encarregado de tomar conta de Los Angeles, que se apaixona pela mortal Maggie, uma cirurgiã. Ela fica transtornada ao perder um paciente na mesa de cirurgia e Seth acompanha seu sofrimento e desenvolve por ela sentimentos que ameaçam sua condição imortal. Para viver esse amor intensamente, Seth considera desistir da eternidade.

Trailer



Imagens







DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS

A história

Seth é um anjo que cuida de Los Angeles. Um dia, em uma sala de cirurgia, ao confortar um paciente durante seu momento de morte, ele vê a cirurgiã Maggie, que por um momento deixa o anjo abalado quando ele pensa que ela o viu mesmo que brevemente. 

Porém, ela perde o paciente a deixando insegura e abalada e então, diante de tanta dor, Seth passa a seguir seus passos com a intenção de consolá-la... Mas, ele acaba tendo sentimentos extraordinários por ela, mas sendo um ser imortal, ele precisa encontrar um modo de poder ficar com Maggie...


Minhas divagações finais

O ano era 1998, em meados de agosto eu partia para a maior mudança da minha vida, achando claro, que tudo seria uma grande aventura. Andava de avião pela primeira vez assim como saía do Brasil para trabalhar no exterior... Sendo tudo novidade, achei incrível que tinha uma TV enorme para podermos ver filmes no avião...

Hoje em dia é bem melhor, porque cada um tem sua telinha e pode ver o que quiser e se quiser, naquela época, ou víamos o que estava passando ou dormíamos... E estava passando esse filme Cidade dos anjos, mas em inglês legendado em coreano, porque na época eu viaja pela companhia aérea coreana. Jamais iria pensar que um dia iria amar esse país por seus doramas e pelo K-pop... mas já estou indo muito além nas divagações.

Voltando ao filme, desde então só vi duas vezes esse filme, uma no avião e outra depois legendado em português. Mas não foi preciso legenda para entender o final... Anos se passaram até eu ter coragem de ver esse filme novamente. Pela minhas lembranças, esse é o tipo de filme que acho completamente injusto. Fiquei arrasada da primeira vez, mesmo não entendendo muito inglês e fiquei arrasada na segunda vez porque eu tinha esperanças de que havia entendido o filme errado hahaha 

Meg Ryan era a queridinha de Hollywood naquela época, eu mesma vi vários filmes dela e adorava ela. Também gostava do Nicholas Cage, embora hoje em dia não ache que ele atue muito bem hahaha 

A forma como o relacionamento dos dois vão se  desenvolvendo é muito típico dos anos 90. Hoje em dia Seth seria considerado um stalker por aparecer daquele jeito hahaha eu não me lembrava que ele conhecia um paciente da Maggie que um dia também foi anjo e que foi ele quem lhe contou como se tornar humano. 

Na minha lembrança, eles sabiam disso o tempo todo, só não queriam deixar a vida eterna. Claro que sempre vai ter aqueles que querem experimentar os prazeres da vida humana, como vai ter aqueles que preferem ficar em sua zona de conforto. Eu não sabia que eles tinham o livre arbítrio até o Nathaniel, o ex anjo, expor isso para o Seth. 

Incrível como dos milhares de anjos existentes, apenas uns poucos desejam a vida mortal, por mais que tenham curiosidade em saber como é a sensação de estar vivo, só aqueles que encontram um razão verdadeira para cair e se tornar humano, realmente o fazem. Achei isso interessante porque caso contrário, todos iriam querer cair e aí não teriam os anjos...

Também achei interessante que humanos quando morrem na verdade não viram anjos. Eles são criados dessa forma. E gostei que Cassiel mesmo tendo curiosidade nos humanos, permaneceu sendo anjo. 

Não sei porque quando assisti a primeira vez, pensei que o que Seth fez, na verdade era proibido e os outros anjos o castigariam, mas foi como ele disse para Maggie, livre arbítrio. 

Agora vem o Spoiler 

Sempre achei essa história injusta. Anos depois isso viraria moda, um dos dois morrer. Mas desde os clássicos já tinha isso, como em Meu primeiro amor, Pontes para Terabítia, são filmes de chorar cachoeiras. Depois veio A culpa é das estrelas e Como eu era antes de você que acabou com o e viveram felizes para sempre hahaha

Não vi sentido em Seth passar por tudo o que passou para no fim perder a Maggie. Que mensagem de superação que nada, a gente queria era um felizes para sempre mesmo.  Apesar de lindo, esse foi meu primeiro filme que terminei revoltada com o romance interrompido hahaha se a Maggie não tivesse saído aquela hora será que teria sobrevivido? Pelo menos mais um tempo para ficar com Seth né, ele caiu e no mesmo dia perdeu a pessoa por quem ele abriu mão da eternidade para no fim acabar sozinho...

Quando Nathaniel vê Seth pela primeira vez diz que havia esquecido como eles eram bonitos. Boooommm tirando a cor dos olhos do Nicholas, não achei ele digno de um anjo hahaha se bem que, para interpretar alguém sem emoções ele se saiu bem... acho que para aquela época, o Mel Gibson seria melhor para ser o Seth. Mas... 

O que mais amei foi a música do Goo Goo Dolls - Iris E a letra tem tudo a ver com o filme...



No mais, Meg Ryan está lindíssima, no auge da carreira e espero que tenha aproveitado muito esses filmes comédia romântica, apesar que Cidade dos Anjos foi um drama traumatizante para mim hahaha 

Enfim, apesar de tudo, minha nota de satisfação pessoal 10/10

sexta-feira, 26 de maio de 2023

[Resenha] God of war - Divagando Sempre

 Ano da primeira publicação 2012

Páginas 418

Autor/a Matthew Stover, Robert E. Vandeman


Sinopse 

God Of War (Deus da Guerra). Uma caixa lendária. Um deus traidor. Um guerreiro buscando perdão. No universo dos deuses, a vida é mais do que nuvem e poderes. Tão reais quanto os problemas que os mortais vivem na terra, a inveja, a traição e a maldade também estão presentes no Olimpo. Kratos é um guerreiro grego que trabalha para os deuses do Olimpo. Com a promessa de ser transformado em um guerreiro perfeito por Ares, o Deus da Guerra, Kratos, enganado por ele, acidentalmente mata a sua família, e segue amaldiçoado pela cinza da morte de seus entes queridos. 

Decidido a não servir mais a Ares, Kratos, através de flashbacks ao longo de toda a história, é atormentado pela lembrança de seus atos e procura os outros deuses para fazer um trato e servi-los por dez anos. Ao final desse acordo, o guerreiro procura por Atena, que o livrará dos tormentos e o perdoará por todos os seus atos, mas com uma condição, que ele mate Ares. Kratos aceita a tarefa, mas para realizá-la, terá que encontrar e usar a poderosa Caixa de Pandora, que esconde todos os mistérios do universo. 

DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

A história 

Kratos, um guerreiro Espartano que foi usado pelos deuses do Olimpo, cansado de tanta traição e de seus pesadelos, resolve que a morte seria o melhor para ele...

Então começa sua história com Atena, onde a deusa lhe passa a tarefa de salvar Atenas de Ares, que quer destruição por onde passa. 

Kratos serviu Ares até que um dia acidentalmente matou sua família se voltando então contra ele e se aliando a Atena. Mas sua missão para matar Ares não será fácil, afinal, como um mortal poderá matar um imortal?

Começa então suas tarefas para chegar a caixa de Pandora e poder derrotar Ares, em troca de ter sua memória apagada dos pesadelos com sua família...


Minhas divagações finais 

No fim, haverá apenas o caos.

Caos, com certeza é a vida de Kratos. Eu só conhecia ele pelo nome, nunca joguei o jogo e nem vi nada a respeito, só sabia que ele era um guerreiro excepcional. 

Mas, lendo o livro e sabendo de sua história, ainda não senti vontade de jogar mas achei Kratos mais incrível ainda. Lendo tudo o que ele teve que passar para encontrar a caixa de Pandora, me lembrou dos 12 trabalhos de Hércules hahaha 

Não há como negar que Kratos é incrível né e as Lâminas do caos, que nome perfeito. Mas enfim  demorei para entender que o início era antes de tudo o que ele estava enfrentando até chegar aquele momento. 

Tudo o que ele queria era só esquecer a dor da morte de sua esposa e filha e achei cruel Zeus fazer ele derrotar Ares e mesmo o tornando o novo Deus da guerra e lhe concedendo o perdão, ele não conseguiu que Atena cumprisse sua promessa de aliviá-lo dos pesadelos. 

No futuro até eu me voltaria contra esses deuses mentirosos hahaha achei a narrativa boa e nas cenas de luta, achei bem detalhadas podendo até imaginar como elas seriam. Vi um pouco o início do jogo e apesar de conhecer a fisionomia de Kratos que é inconfundível, fiquei chocada quando descobri o porque. 

Dessa vez não vou reclamar de adaptação de nada, porque como eu já tinha em mente como era o personagem, não achei nada decepcionante.  Mas, confesso que deu vontade de jogar no final porque Kratos realmente é incrível. E ver ele matando Ares deve ser sensacional. Não faço ideia se é fiel ao jogo, mas gostei bastante de tudo. 

Só o final que achei meio corrido. Kratos passou o livro inteiro tentando encontrar um meio de matar Ares, enfrentou várias lutas mortais antes de chegar até seu inimigo principal e de repente tudo já tinha terminado... confesso que fiquei confusa e demorei para acreditar que tudo havia acabado... E pior ainda foi que ele nem conseguiu se livrar dos pesadelos...

Com Certeza irei ler o segundo volume. Mas não imediatamente...

No mais, minha nota de satisfação pessoal 9,5/10


quinta-feira, 25 de maio de 2023

Quero matar meu chefe - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2011

Duração 1h 46m

Direção Seth Gordon

Elenco Jason Bateman, Jason Sudeikis, Charlie Day, Kevin Spacey, Collin Farrel, Jennifer Aniston, Jamie Foxx


Sinopse

Nick, Kurt e Dale sofrem nas mãos de seus chefes Dave, Bobby e Julia, respectivamente. Juntos, eles resolvem colocar em ação um plano para eliminá-los.

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DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS

A história

Nick trabalha para Dave em uma empresa há alguns anos, entrando todos os dias as 6 da manhã e ficando até tarde. Ele almeja uma promoção e sente que seu sonho está próximo de se realizar. Mas, Dave não dá promoção para ninguém e ainda ameaça Nick quando este diz que vai se demitir.

Dale tinha um sonho desde jovem de ser um marido, isso mesmo, marido, porém, para isso precisa trabalhar. Então ele gostaria de ser dentista, mas o mais próximo disso que conseguiu, foi ser assistente de dentista de uma sádica Julia, que vive o assediando...

Kurt é gerente de contas de uma indústria química e adora seu trabalho assim como seu chefe Jack Pellit, mas... seu filho Bob é completamente intragável. E agora Kurt terá que trabalhar para Bob, já que Jack veio a falecer...

Os três, bebendo em um bar e desabafando, comentam sem compromisso que o mundo seria melhor sem seus chefes e então vem a tona um plano diabólico para eliminá-los...


Minhas divagações finais 

Esse é aquele tipo de comédia onde tudo pode acontecer... e embora seja comédia, não achei tão engraçado assim... Mas...

Inicialmente eu vi pela Jennifer Aniston mas acabou que seu personagem era muito doida, o que conferiu um ótimo trabalho já que ela saiu de sua zona de conforto das comédias românticas hahaha mas vendo cada um sofrendo com seus chefes, difícil dizer qual deles era o pior...

Mas claro que, uma ideia dessas para 3 amigos executarem, só daria em confusão mesmo, principalmente quando eles vão atrás de um assassino profissional... que no fim nem isso ele era e ele dá dicas de como realizar o trabalho. 

O desfecho para cada amigo com seu chefe, não nego que foi espetacular mas as situações em que se envolveram, era surreal. Não chorei de rir mas não nego que teve seus momentos cômicos. 

Ainda tem uma sequência e não sei quando verei. Também fico imaginando como será a história uma vez que um dos chefes morreu e o outro foi preso... Mas... quem sabe uma hora eu planejo direitinho e vejo...

Quanto ao filme, apesar dos clichês, posso dizer até que foi divertido, principalmente por esses 3 amigos tão diferentes um do outro mas que tem os péssimos chefes em comum, tentarem realizar algo macabro...

Enfim, minha nota de satisfação pessoal 8/10


quarta-feira, 24 de maio de 2023

2021 Nunca mais - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2021

Duração 1h

Direção Josh Ruben, Jack Clough


Sinopse

Essa retrospectiva de comédia combina filmagens e quadros de humor para relembrar os piores momentos e aquele um segundo ou outro de alegria de 2021.

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A pergunta mais interessante que ouvi durante o filme: o que aprendemos em 2021? A melhor resposta: Não aprendemos nada com 2020.

Claro que o isolamento social deve ter afetado muitas pessoas. Conviver com os próprios familiares 24 horas por dia? Rendeu muitos divórcios e emancipação hahaha mas isso em 2020, o ano agora é 2021, finalmente saiu a vacina e pensávamos que tudo melhoraria...

Mas não, foi pior. Assim como questões políticas, ainda mais vindo de uma das maiores potências mundiais, os apoiadores de Trump além do próprio, não aceitarem a derrota, foram contra as vacinas da Covid e o uso de máscaras, aglomerando em protestos e espalhando ainda mais o vírus. 

Mas não foi só nos Estados Unidos que isso aconteceu, apesar das enormes filas em postos de saúde com a liberação da vacina, ainda tinha muitas pessoas que não queriam tomar, porque também tínhamos um presidente que não acreditava no Covid. Parecia até uma competição para ver qual dos dois presidentes eram piores...

O mundo parecia estar se desfazendo com pessoas morrendo pelo vírus, o clima mudando causando incêndios ou alagamentos, dependendo do local, pessoas se agredindo por não concordarem com a opinião do outro... quando a gente pensa que não pode piorar, sempre piora. 

Alguns acontecimentos nem me recordava como a queda do Facebook.  As redes sociais deixaram de ser um lugar seguro onde você compartilhava momentos agradáveis com outras pessoas. Hoje em dia você sai das redes sociais chorando de desgosto com tanto crime que tem ali dentro. Achei que o Facebook tinha caído vários dias, mas  parece que foram poucas horas e ainda deixaram muitos loucos hahaha 

O isolamento foi a melhor parte de tudo para mim, porque não fez muita diferença no meu dia a dia. Mas ao sair para ir ao mercado e ver as ruas praticamente desertas... Me senti em um apocalipse zumbi hahaha 

Bom, não tem muito o que dizer sobre esse caos que vivemos em 2021, mas vale a pena ver, pois como eu disse no primeiro, agora podemos rir com esse filme cômico sobre acontecimentos reais...

Minha nota de satisfação pessoal 8/10

2020 nunca mais - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2020

Duração 1h 10m

Direção Alice Mathias, Al Campbell

Elenco Samuel L. Jackson, Hugh Grant, Cristin Milioti, Lisa Kudrow, Kumail Nanjiani


Sinopse

Relembre os momentos mais insanos do ano de 2020 nessa retrospectiva cômica.

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Quem quer ver uma retrospectiva de um ano perdido em nossas vidas? Eeeuuu hahaha

Alguns atores famosos interpretam papéis diversos, envolvendo até a rainha da Inglaterra, mas com certeza, Samuel L. Jackson apresentando alguns pontos marcantes desse ano é hilário. E isso antes do anúncio mundial da pandemia. 

O ano de 2020 começou já quase iniciando uma terceira guerra mundial, a política nos Estados Unidos estava um caos, com Trump quase sofrendo um impeachman, Biden entrando na disputa das eleições presidencial para esse ano e se começava a falar sobre uma doença misteriosa na China, que de repente começou a se espalhar pelo mundo...

Mas... nada mais engraçado do que Samuel fazendo piada sobre o Oscar, onde um bando de gente branca celebra com prêmios para outras pessoas brancas... 

Mas vendo o início da pandemia, chega a ser engraçado como o ser humano pode ser totalmente ignorante. Pausa para relembrar que não me recordava do Tom Hanks ter pego o coronavírus e no início era mais complicado, pois ninguém sabia direito o que era, não tinha vacina, os sintomas eram terríveis, pessoas ficavam entubadas e milhares morreram no processo... Mesmo vendo que qualquer um poderia pegar, muitos ainda não consideravam algo perigoso.

E Trump se recusava a usar máscara e adivinhem quem apareceu fazendo o mesmo? Bolsonaro hahaha não sei se fico envergonhada ou aliviada por saber que os Estados Unidos também tinha um líder sem noção que não levou o coronavírus a sério. Seria vergonhoso se fôssemos o único país com um presidente assim... 

E as coisas que Trump fez durante o coronavírus e as eleições são muito semelhantes ao que aconteceram no Brasil com Bolsonaro. Mas falar de política ainda mais sobre esses dois, é pedir para receber mensagens de ódio hahaha 

O engraçado durante a pandemia, é que eu sempre pensei e até acreditei que as pessoas se uniriam mais diante de algo tão mortal. Pessoas morrendo, sofrendo, passando dificuldades, perdendo emprego, fome... Mas ainda teve tantas outras coisas em cima disso, racismo, discussões políticas, divisões entre aqueles que acreditavam ou não no Coronavirus, ou seja, não bastasse o vírus em si, as pessoas ainda brigavam por várias outras coisas...

Sempre achei ridículo esses filmes sobre apocalipse onde os sobreviventes passavam por cima de outros sobreviventes para conseguirem viver melhor, mas é um retrato fiel da humanidade diante de qualquer tipo de adversidade. Ninguém pensa em ajudar o próximo, só apontam erros, não aceitam as diferenças e promovem o caos. 

A pandemia veio, isolou as pessoas, dividiu mais ainda a humanidade, vidas foram perdidas, mas depois que tudo passa o que ficou de aprendizado? Nada. As pessoas continuam cometendo os mesmos erros... 

Todos os acontecimentos do ano de 2020 foram narrados de modo cômico e dá vontade de rir mesmo dessa situação, principalmente porque apesar de tudo, sobrevivemos... Mas infelizmente algumas coisas nunca mudam. As vozes que lutam por mudanças são fracas diante dos ignorantes, preconceituosos, racistas... 

Acho que agora podemos rir com esse filme, já que tudo isso já passou. Recomendo ver para se distrair porque algumas coisas são tão absurdas que não dá para acreditar que exista mesmo... embora exista...

Minha nota de satisfação pessoal 8/10


terça-feira, 23 de maio de 2023

A roda do tempo - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2021

1 temporada 8 episódios 

Elenco Rosamund Pike, Daniel Henney, Zoe Robins, Josha Stradowski, Marcus Rutherford, Barney Harris, Madeleine Maden


Sinopse 

Moiraine, membro de uma organização mágica, leva cinco jovens em uma jornada cheia de desafios, acreditando que um deles pode ser o Dragão Renascido, um indivíduo poderoso que, segundo a profecia, irá salvar ou destruir o mundo.

Trailer 



Imagens 

Rand e Egwene


Perrin 


Mat

Lan e Moiraine 



Lan ❤🖤💜💙

DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

A história 

Dois Rios, um povoado onde a Aes Sedai Moiraine juntamente com seu guardião Lan, foram para encontrar o Dragão renascido. Porém, a vila é atacada por trollocs e antes que mais deles cheguem, ela leva os quatro jovens Rand, Mat, Perrin e Egwene para Tar Valon, onde acredita que lá, o Renascido poderá ser instruído para o caminho da Luz...


Minhas divagações finais 

Primeiro, sempre é difícil adaptar livros, quando é fantasia então, é uma responsabilidade tão grande mas algumas vezes acabam sendo satisfatórias, como O Hobbit e O senhor dos anéis. Mas, infelizmente a Roda do tempo não é o caso. Nenhum personagem chegou perto da minha imaginação. Com exceção de Lan que na verdade foi até uma surpresa, pois ele excedeu minhas expectativas, pois na minha imaginação ele não era tão maravilhoso hahaha na aparência pelo menos, porque na série apesar dele ser bom, no livro ele era excepcional...

Segundo, os acontecimentos já foram mudados desde o primeiro episódio. E lembro com clareza pois felizmente acabei de ler o primeiro livro. 

A chegada de Moiraine e o ataque dos Trollocs foram muito rápido. Desde quando Moiraine e Lan tomaram banho juntos? E no livro parecia que Egwene e Rand sequer haviam se beijado, o que dirá dormirem juntos. Quando Tam se feriu, a jornada de Rand para levá-lo até Nynaeve foi bem mais longa e sofrida, mostrando o tanto que Tam era importante para ele e em meio ao seu delírio febril, Rand ouve algo que vai carregar com ele durante sua jornada o fazendo questionar suas origens e quando ele chegou na vila, ela não conseguiu ou não quis fazer nada, achando que Tam era um caso perdido. 

Só descobriram que Moiraine era uma Aes Sedai depois do ataque, pois foi ela quem ajudou a combater os monstros. Nynaeve não foi considerada morta no livro e Egwene não foi escolhida por Moiraine para partirem juntos, ela foi atrás de Rand de enxerida mesmo, porque ela queria viver uma aventura. 

Senti tanto desgosto de ver só o primeiro episódio, mas como tem poucos episódios continuei vendo para ter certeza se não ia gostar mesmo hahaha 

E continuei não gostando. Quando partiram de Dois Rios, o menestrel Thom foi com eles. Até o segundo episódio nem sombra desse personagem. E falando em sombra, foi em Shadar Logoth que o grupo se separa? Não lembro exatamente. Sei que Mat e Rand ficaram juntos com Thom, mas na série ficaram só os dois. 

Perrin com Egwene e Lan e Moiraine. Nisso a Nynaeve já estava com eles e mesmo se perdendo ela encontrou os dois. Mas, jamais como na série. Nunca que ela pegaria Lan desprevenido e muito menos colocaria uma faca em seu pescoço. 

E de todos ali, Rand jamais foi aquele que desconfiava de Moiraine, principalmente porque foi ela quem salvou seu pai. Eu aceito os personagens mudarem mesmo com a descrição detalhada do escritor, porque encontrar atores que sejam parecidos com o que o autor descreveu é meio difícil mesmo, mas não aceito mudar o rumo da história se tem como seguir a risca o livro. Já que é uma série, poderiam ter sido bem mais fiéis. 

Logain, o falso Dragão apareceu no final do terceiro episódio, mas Moiraine não chegou a encontrá-lo no livro, somente Rand o viu de longe e as ajah vermelha não aparecem assim. Enfim, eu fico comparando com o livro porque a série ficou totalmente diferente. E não de um jeito satisfatório. Tanto que infelizmente não vou conseguir seguir adiante. 3 episódios de desgosto acho que deu. Não vou insistir porque vou acabar odiando mais ainda. 

Rand no livro ao mesmo tempo que parecia o cachorrinho da Egwene também parecia o mais sensato do grupo. Na série ele tratava mal a garota só porque ela havia decidido ser Sabedoria e depois virou a cara para ela. Mas o pior foi ele desconfiando da Moiraine o tempo todo. Mas assim que se separaram ele mudou, querendo ir onde seria o local que encontrariam ajuda que ela havia falado. 

Mat não havia encontrado nenhum lobo até se separarem dos outros, pelo menos encontrar os latoeiros ficou digno da minha imaginação, mas o Aram ficou melhor na série hahaha 

Enfim, parei por aqui e quem sabe um dia termine de ver o resto. Alguns personagens foram difíceis de engolir no livro e ver que na série são piores, chega a ser odiável. Acho que os atores também não ajudam muito. O que faz o Rand deixou o personagem muito tosco... ele parecia perdido o tempo todo, como se não soubesse o que estava fazendo e só se preocupava com a Egwene. 

Algo que não lembro era se Perrin tinha uma companheira e se Mat tinha duas irmãs no livro. Talvez acrescentaram essas personagens para dar mais sentido de luta para esses dois. Porque no livro, deram mais ênfase no relacionamento de Rand e Tam. 

Queria não ter lido o livro primeiro, mas agora já foi. Uma hora eu termino a série... por enquanto até aqui, minha nota de satisfação pessoal, e isso porque gostei demais do Lan hahaha  4,5/10

segunda-feira, 22 de maio de 2023

Super Mario Bros. O filme - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2023

Duração 1h 32m

Direção Aaron Horvath, Michael Jelenic

Elenco de dublagem Chris Pratt ( Mário), Charlie Day ( Luigi), Jack Black ( Bowser ), Anya Taylor-Joy ( Princesa Peaches ), Seth Rogen ( Donkey Kong ), Keeagan-Michael Key ( Toad )


Sinopse

Mario é um encanador junto com seu irmão Luigi. Um dia, eles vão parar no reino dos cogumelos, governado pela Princesa Peach, mas ameaçado pelo rei dos Koopas, que faz de tudo para conseguir reinar em todos os lugares.

Trailer  aqui 


Imagens 












DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

A história 

Mário e Luigi são dois irmãos encanadores que saíram de um emprego fixo para seguir o sonho de Mário de ter sua própria empresa de encanadores. 

Mas os negócios não vão muito bem até que um cano estourado no Brooklyn faz com os irmãos entrem, literalmente, pelo cano e vão parar no Reino dos Cogumelos. Quer dizer, Mário vai parar lá, pois Luigi foi separado entrando no mundo comandado por Bowser. 

Mário conhece Toad, que explica que seu irmão está em perigo e o leva até a princesa Peach, que precisa convencer o reino da selva Kong a emprestar seu exército para derrotar Bowser. 


Minhas divagações finais 

Uau, quem disser que não gostou da animação realmente não teve infância. Foi simplesmente perfeito. Desde a animação, história, todos os elementos do jogo estavam presente, incluindo os sons... é de chorar de emoção. 

Inicialmente pensei que ia ser uma história sem pé nem cabeça, mas até o enredo foi espetacular. Os motivos de Bowser querer o poder da estrela para dominar o mundo, ok, mas querer também se casar com a princesa foi realmente hilário...

Hoje em dia é difícil agradar os críticos que só gostam de procurar erros nas histórias para criticar... Super Mario é uma adaptação de jogo, acho que esperar um roteiro bem elaborado é superestimar até o próprio jogo... 

As pessoas esquecem de só relaxar e curtir algo, não precisa sempre procurar erros para discutir. Mas entre o gostar e o não gostar sempre terá um público dividido, pois é assim que funciona a humanidade. A questão é até que ponto o não gostar de alguém se torna ofensa para o gostar do outro.

Mas enfim, quanto a animação, me diverti muito, além da sensação nostálgica e de que agora para variar, não é a princesa que precisa ser resgatada, foi tudo excelente. A junção de Mário com Donkey Kong foi espetacular. Outro jogo que com certeza muitos passaram horas tentando passar as fases. 

Mas o meu pior pesadelo era com certeza o Mário kart, gente, já sou péssima com jogo de corrida e os sujeitos jogando casca de banana, graxa e até casco de tartaruga para te atrapalhar me renderam muitos momentos de ódio hahaha 

Mas a parte do Mario treinando com a princesa me lembrou das fases em que morria tanto que acabava decorando o caminho e o que me mataria no percurso... 

Enfim, não tem muito o que dizer dessa animação a não ser recomendar que vejam com os próprios olhos hahaha mas claro, se não for para se divertir, passe longe. Não é porque é adaptação de um jogo que precisa além de ser nostálgico ser algo complexo para agradar os mais velhos. 

No mais, na minha humilde opinião, achei perfeito. Minha nota de satisfação pessoal 10/10

domingo, 21 de maio de 2023

O olho do mundo ( livro 1 de A roda do tempo ) - Divagando Sempre

 Ano da primeira publicação 1990

Páginas 800

Autor/a Robert Jordan 


Sinopse 

Um dia houve uma guerra tão definitiva que rompeu o mundo, e no girar da Roda do Tempo o que ficou na memória dos homens virou esteio das lendas. Como a que diz que, quando as forças tenebrosas se reerguerem, o poder de combatê-las renascerá em um único homem, o Dragão, que trará de volta a guerra e, de novo, tudo se fragmentará. Nesse cenário em que trevas e redenção são igualmente temidas, vive Rand al’Thor, um jovem de uma vila pacata na região dos Dois Rios. É a época dos festejos de final de inverno — o mais rigoroso das últimas décadas —, e mesmo na agitação que antecipa o festival, chama a atenção a chegada de uma misteriosa forasteira. Quando a vila é invadida por bestas que para a maioria dos homens pertenciam apenas ao universo das lendas, a mulher não só ajuda Rand e seus amigos a escapar dali, como os conduz àquela que será a maior de todas as jornadas. A desconhecida é uma Aes Sedai, artífice do poder que move a Roda do Tempo, e acredita que Rand seja o profético Dragão Renascido — aquele que poderá salvar ou destruir o mundo.


DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

A história 

Rand vive pacatamente com seu pai cuidando de animais e plantações, quando uma forasteira chega ao Dois Rios causando euforia entre os jovens para o festival que aconteceria na noite seguinte e ainda esperavam ver um menestrel.

Mas, a vila é atacada e Rand e seu pai que moravam mais adiante, sofrem ataques de trollocs, uma espécie de monstro, mistura de animal e humano e que até então, eram consideradas lendas. Tam, é gravemente ferido e Rand após fugir dos monstros, tenta levar seu pai para a vila, para a Sabedoria poder curá-lo.

Após uma noite de fuga alucinante e cansaço, Rand consegue chegar à vila mas Sabedoria ao ver Tam, diz que não há o que fazer. Porém, a forasteira, Moiraine, que vem a ser uma Aes Sedai, consegue curar Tam e convence Rand, Mat e Perrin a irem com ela, uma vez que o Tenebroso está a procura dos jovens. 

Um dos três pode ser o Dragão renascido que segundo as profecias, pode trazer salvação ou devastação ao mundo. Moiraine a fim de proteger o renascido, leva os três para quando o Dragão despertar, não caia nas mãos do Tenebroso, o pai das mentiras e ser maléfico. 

Mas a jornada é longa e no meio do caminho Egwene e Nynaeve se juntam ao grupo. Muitas coisas acabam acontecendo, eles acabam se separando e enfrentando perigos diversos, até se encontrarem novamente...


Minhas divagações finais 

Não vou negar que é interessante e uma jornada cheia de intrigas, perigos e aventuras. Mas... é tão longa que as vezes fica um pouco cansativo. 

De todos os personagens meus preferidos são Lan e Perrin. Lan porque é um Guardião, inteligente, guerreiro e pelo que vi da série, achei o ator maravilhoso para interpretar esse distinto guerreiro. Perrin porque ele passou um tempo com os lobos e acabou que virando um irmão deles, pois pode sentir seus pensamentos além de ter seus olhos mudados para a cor dos olhos deles. Fora que ele ficou perdido com Egwene, quando o grupo se separou, só pelo fato de ter suportado essa chatinha, ele tem todo meu amor hahaha 

Mat por um tempo considerei que fosse trair Rand, mas ele estava esquisito por conta de algo que pegou e que Moiraine havia dito que era perigoso ter em mãos. Então ainda é perdoável. Mas Egwene é insuportável de chata. Faz pouco caso de Rand e quando ficou perdida com Perrin, encontraram um povo onde ela ficou de gracinha com um jovem chamado Aram e depois se fez de enciumada quando soube de Elayne hahaha 

Nynaeve não quis salvar Tam porque achava que ele não tinha mais salvação e fica se gabando o tempo todo para Moiraine que suas ervas são necessárias mas quando Rand precisou, quem salvou seu pai foi Moiraine. Só senti compaixão de Nynaeve porque a tonta se apaixonou pelo Lan...

A narrativa em si é muito boa, envolvente e te faz sentir como os personagens, só é longa demais... demorei duas semanas para ler 800 páginas... não que seja cansativo de ruim... não tiraria nenhuma palavra da história, mas demora muito para tudo acontecer... porque como eles dizem:  " Há de ser o que a Roda tecer " 

Egwene quando descobriu que Rand era o Dragão renascido, por um segundo se afastou dele quando este preocupado com ela, tentou se aproximar. Eu já não a suportava e depois disso, a odiei ainda mais. E não é spoiler dizer que seria o Rand pois desde o início já dava para saber, pois a história começa com ele e Tam, então é inevitável saber que ele seria o protagonista. Seria interessante se no fim não fosse ele...

Claro que minhas teorias não vão valer de nada para os próximos livros, mas eu acharia interessante se Mat se tornasse um Amigo das trevas ficando ao lado do Tenebroso, já que ele demonstrou ser mais ganancioso que os outros, pois ele foi o único que quis entrar na sala do tesouro e pegou a adaga amaldiçoada. 

Egwene poderia morrer durante seu treinamento para ser Aes Sedai, pelo menos não distrairia Rand de seu caminho e Perrin viveria com os lobos. Nynaeve não merece ficar com Lan, porque de sabedoria ela não tem nada hahaha 

Mas enfim, o caminho ainda é longo para chegar a metade dessa jornada, imagina o que ainda poderá acontecer até o final... especulações nesse caso não funcionam, pois acredito que de todos esses personagens que apareceram e ajudaram o grupo de alguma forma, ainda vão ter papel importante na vida deles. 

O lado bom é a escrita ser imersiva, se pegar firme, a leitura flui de um jeito que se perde a noção do tempo. Eu só demorei porque tinha outras coisas para fazer também. 

A única coisa que não gostei muito, foi da personalidade da Egwene. Esse tipo de personagem não é das minhas preferidas. E no fim não deu para saber se Moiraine sabia o tempo todo que Rand era o Renascido e o que ele pretendia fazer no final. Porque eu achava que ela queria encontrá-lo para impedir que ele fosse para o caminho do mal. Mas ela o deixou livre para decidir sozinho o que fazer daqui para frente... 

Mas eu só vou saber mesmo daqui um tempo, eu dificilmente leio a sequência em seguida, porque mesmo que seja bom, eu me canso dos personagens com facilidade. Ainda mais quando tem um que não suporto hahaha espero que nos próximos Egwene mude um pouco... ou morra hahaha 

Apesar de ser um mundo fantasioso, a linguagem não é complicada ou cansativa, como os nomes de cidades ou pessoas. Apesar que no início eu achei um pouco confuso a história da roda do tempo.  

Enfim, minha nota de satisfação pessoal 8/10

sábado, 20 de maio de 2023

O pior vizinho do mundo - Divagando Sempre

 Ano de lançamento 2022

Duração 2h 6m

Direção Marc Forster

Elenco Tom Hanks, Mariana Trevino, Truman Theodore Hanks, Rachel Keller, Mack Bayda


Sinopse

Otto Anderson, um viúvo mal-humorado e enraizado em seus costumes, encontra uma aliada em sua nova vizinha Marisol, levando a uma amizade improvável que vai colocar seu mundo de cabeça para baixo.

Trailer



Imagens








DIVAGAÇÕES, ANÁLISES E IMPRESSÕES PESSOAIS 

A história 

Otto se tornou viúvo a poucos meses e tenta seguir uma rotina sem sua falecida esposa. Mas cada dia fica difícil e a falta que ela faz, torna sua vontade de se juntar a ela mais frequente. 

Ele se prepara para esse momento, mas é interrompido com a mudança de novos vizinhos. Um casal com dois filhos e mais um a caminho. 

Otto é um idoso extremamente rígido e meticuloso com regras. Se tornando assim mal humorado aos olhos de outras pessoas. Menos para Marisol, sua nova vizinha, que não tem medo de seu modo rabugento e vive se intrometendo nos momentos em que quase consegue ir para junto de Sonya, sua falecida esposa...


Minhas divagações finais 

Uau, sempre gostei dos filmes do Tom Hanks, não importa quem diga o contrário, mas ele é maravilhoso. Interpretar Otto foi algo sensível e tocante. 

Pode ser uma história batida já, pois como já disse algumas vezes, hoje em dia é difícil ter algo inédito, mas conta como diferente quando atores dão outro sentido as histórias. 

Marisol é uma mulher radiante, transborda luz e amor, onde Otto é um homem triste e solitário, que quer partir para encontrar sua esposa. Assim como Sonya foi luz e cor na vida de Otto, Marisol trouxe isso novamente para a vida dele. 

Suas tentativas de suicídio, foram trabalhadas de modo delicado com um leve toque cômico, a mensagem está ali mas sem tornar o ambiente sombrio. Por mais que fosse rígido, ele acabou ajudando muitas pessoas voltando a ser o que era antes de perder a esposa. 

O final óbvio, não poderia ser diferente e nos mostra que mesmo por um breve período de tempo, algumas pessoas fazem a diferença em nossas vidas. 

Achei muito interessante como Otto fugiu de ser um herói  quando salvou alguém que caiu nos trilhos ( já sabem o que ele queria fazer na verdade né) e depois usou a mídia sabiamente para salvar a moradia de sua outra vizinha. 

Assim como ele ajudou um ex aluno de sua esposa, Otto só era rabugento mas nunca foi preconceituoso. Ele acolheu Malcom quando este precisou e ainda lhe presenteou no final com algo que o rapaz estava batalhando para conseguir. 

Ou seja, Otto teve toda sua redenção pelos meses mal humorado, viveu mais uns anos bem, compartilhando dias mais alegres, até se juntar a sua esposa de modo natural....

Não esperava mas derramei mais lágrimas do que poderia imaginar. Comovente, sensível e apaixonante... cada pessoa lida com seu luto e cada pessoa faz o que pode para ajudar aqueles que estão perdidos... Pode não ser fácil, mas alguns realmente conseguem superar e seguir em frente. 

Não vi muita gente falando desse filme, super recomendo. Achei maravilhoso, cativante e inspirador. Embora não ache que O pior vizinho do mundo seja um bom título hahaha já que ele nem era tão ruim assim... 

Minha nota de satisfação pessoal 10/10

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