( Ano de lançamento 2022 )
Sejam bem vindos ao meu blog de resenhas com dicas, impressões e avaliações de livros, filmes, séries, animes, doramas...
( Ano de lançamento 2022 )
Sinopse
Aos vinte e três anos, August Landry tem uma visão bastante cética sobre a vida. Quando se muda para Nova York e passa a dividir apartamento com as pessoas mais excêntricas ― e encantadoras ― que já conheceu, tudo o que quer é construir um futuro sólido e sem surpresas, diferente da vida que teve ao lado da mãe.
Até que Jane aparece. No vagão do metrô, em um dia que tinha tudo para ser um fracasso, August dá de cara com uma garota de jaqueta de couro e jeans rasgado sorrindo para ela. As duas passam a se encontrar o tempo todo e logo se envolvem, mas há um pequeno detalhe: Jane pertence, na verdade, aos anos 1970 e está perdida no tempo ― mais especificamente naquela linha de metrô, de onde nunca consegue sair.August fará de tudo para ajudá-la, mas para isso terá que confrontar o próprio passado ― e, de uma vez por todas, começar a acreditar que o impossível às vezes pode se tornar realidade.
Minha análise e impressões pessoais
Já estava na Minha lista um tempinho, o lado bom de ler um atrás do outro, é que quando pego uma decepção literária, o próximo me faz esquecer o desgosto que tive hahaha e esse com certeza me ajudou.
Gosto quando a escrita é simples e os personagens são carismáticos. Amei a August logo de cara, apesar de ter achado que ela tinha uns 17 anos hahaha todos os outros personagens ao seu redor são interessantes, o que me faz pensar que jamais encontraria algum deles na vida real hahaha mas Jane, é a melhor de todos.
August conhece pessoas encantadoras, mas adorei o Wes, apesar de seu jeito marrento. Achei que ela até foi rápida em descobrir o que acontecia com a Jane. Talvez eu teria demorado mais, apesar de que a melhor pista que ela encontrou foi a foto. Sem mais spoilers hahaha
Apesar da idade de August, pensei que a mãe dela seria mais presente na vida dela, mas, acho que a mãe só pensava no irmão perdido. Muito triste quando a mãe revela a verdade sobre os avós e me perguntava o que esse irmão tinha que a mãe dela era obcecada, a ponto de gastar dinheiro para obter informações sobre ele. E o pior, mandava August ajudá-la nas investigações.
Pensando bem agora, isso meio que se perdeu na metade do livro. Ela ficou tão encantada com seus novos amigos e especialmente com Jane, que perdeu totalmente esse lado de detetive hahaha digo, ela ainda tinha o dom, já que com suas ideias foi conseguindo fazer com que Jane se lembrasse mais sobre seu passado antes de ficar presa ali. Mas o que eu pensava o tempo todo era: como essa história vai terminar? August nunca tinha se apaixonado assim antes e agora que conheceu alguém, como isso ia terminar? Eu não conseguia encontrar uma solução satisfatória.
Passei horas conforme lia tentando imaginar o final... se foi feliz? Com certeza. Satisfatório? Nem tanto. Ok, claro que o absurdo da coisa inimaginável já havia acontecido, que era a Jane presa no metrô por quase 50 anos, então porque o final não poderia ser daquela forma né. Eu acabei imaginando em algo bem mais dramático hahaha tipo a Jane envelhecendo rapidamente e morrendo. Eu sei, seria trágico demais. Mas tudo bem, foi tudo emocionante no final e valeu a pena.
Acho que o diferencial dessa história assim como Heartstopper, é que nos apresenta o início do relacionamento. Eu gosto muito quando é assim, pois vamos acompanhando desde o início a conquista, o momento que se apaixonam, os medos, a insegurança, é toda uma jornada incrível. Faz a gente se apaixonar também.
E no final me enganei quanto a August deixar de lado seu lado investigador hahaha teve sexo? Com certeza, mas não foi tão pornográfico quanto alguns títulos que já li hahaha acho que na verdade esse é o primeiro romance que leio entre duas mulheres protagonistas. E ressalto novamente que não vejo qual é a do preconceito contra homossexuais quando o amor é o mesmo para todos...
Minha nota de satisfação pessoal 10/10
( Ano de lançamento 2022 )
Sinopse
O Deus do Trovão se encontra numa jornada diferente de tudo o que já enfrentou – a procura pela paz interior. Mas a reforma de Thor é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses, que procura a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda da Rei Valkiria, de Korg e da ex-namorada Jane Foster, que – para surpresa de Thor – empunha inexplicavelmente o seu martelo mágico, Mjolnir, e se intitula a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam numa angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
Minha análise e impressões pessoais
Gorr, depois de perder a filha, furioso, decide se vingar dos deuses eliminando todos. Thor, após os eventos de Vingadores Ultimato, parte com Peter Quill e sua turma e se isola em um mundo buscando a paz interior. Mas quando deuses começam a ser assassinados, Thor parte para ajudar.
Christian Bale é tão perfeito nas caracterizações que nem o tinha reconhecido no início do filme. Na verdade nem fazia ideia que ele era o Gorr.
Como sempre, não me recordo da história de Thor. Acho que antes de ver Ultimato eu havia maratonado todos os filmes, opa, exceto Capitã Marvel, que diga-se de passagem, até hoje não vi e não sinto vontade nenhuma de ver hahaha não gostei da personagem e muito menos da atriz. Capitã Marvel é como um Super Homem da vida, mas pelo menos ele tinha um ponto fraco. Com um herói desses quem precisa do resto né hahaha enfim, lembro que Thor tinha ficado depressivo e gordo hahaha depois sumiu na nave com o Senhor das Estrelas.
O início foi até interessante, já que conta como Gorr se tornou o Carniceiro dos Deuses e como Thor voltou a sua forma física TOP delícia hahaha devo dizer que logo de início não tinha gostado muito da Jane como Thor, porque realmente achei que o poder subiria à cabeça dela e a corrompesse hahaha tá, não sei porque pensei nisso, mas depois, eu super amei ela. Mas ninguém ganha da Rei Valkiria, hilária, linda, TOP demais.
Enfim, em se tratando da Marvel, depois de Ultimato meio que perdeu a graça para mim, embora tenha tido séries e filmes depois, que até gostei um tiquinho, já tá cansando demais. Veja bem, são coisas que não tem fim... depois que Thor " matou " Zeus, como vingança vai ter outro inimigo atrás dele. É um ciclo de ódio e vingança sem fim.
Bom, tirando as piadinhas em excesso, que até não achei ruim, gostei como o roteiro foi trabalhado, como terminou a história, a luta de Jane, o Thor ficando com o " amor " hahaha será que vai ter potencial no futuro? Pelo menos deixou claro como foi a separação com o Senhor das Estrelas, que estava bem óbvio que não aguentava mais o Thor. Mas gostei deles juntos. Na verdade queria mais dos vingadores juntos, mas pelo visto agora vai ser cada um com sua história. Não que seja ruim, mas é divertido ver os heróis tão diferentes entre si, trabalhando juntos.
Enfim, minha nota de satisfação pessoal 9/10.
( Ano de lançamento 1955 )
Sinopse
Em Los Angeles, em 1955, Jim Stark é um jovem problemático e acaba preso por causar danos à propriedade. O adolescente então encontra alguns filhos angustiados de pais irresponsáveis, como os dele. Com eles, ele vive alianças, conflitos e disputas por questões territoriais e amorosas, culminando em uma tragédia.
Minha análise e impressões pessoais
Bom, como já disse algumas vezes, eu amo os clássicos. A fotografia dos anos 50 até os anos 90 são incríveis. O figurino tanto como os penteados, não tem como não identificar hahaha o modo de filmagem, os roteiros, acho tão incríveis apesar da simplicidade. Sei que hoje em dia existem grandes produções, mas meio que fiquei cansada deles. Parece que buscam tanto a audiência e conquistar o público com efeitos especiais ou reunindo vários atores famosos em um título, mas deixam o conteúdo a desejar. Quando fico desanimada assim com tantos títulos novos para ver mas sem entusiasmo para escolher um, recorro aos clássicos hahaha
Sempre quis ver um filme do James Dean, lamentando sua morte tão cedo... No auge da carreira ainda... Mas enfim, vamos falar desse filme que sempre me chamou a atenção. Como nunca vi um filme dele, a expectativa era enorme e as atuações dos anos 50 são bem diferentes de hoje em dia.
Começamos com um jovem Jim, bêbado, sendo levado a delegacia enquanto espera a chegada de sua família. Ali mesmo já vemos outros jovens detidos, aparentemente por terem feito algo grave ou inofensivo para chamar a atenção dos pais. Como Jim acabou de se mudar, vai começar na nova escola e como sempre, tem aquele grupinho já formado que vão pegar no pé do novato.
Jim não se apega a amizades, por conta de todas as mudanças que já fez na vida, sempre que sua mãe se sente insatisfeita com o que o filho apronta, ela decide que a melhor solução é fugir. Mas quando um rapaz morre devido a um desafio em que Jim estava envolvido, sua mãe decide fugir, mas Jim resolve que está na hora de arcar com as consequências, uma vez que custou a vida de um garoto. Mas ela não aceita que Jim se entregue a polícia e seu pai, sempre submisso a sua mãe, não o defende. Então Jim foge e vai a polícia.
Os garotos achando que Jim foi delatá-los, resolvem o calar. Mas John, sempre querendo ser amigo de Jim, vai alertá-lo e acaba acontecendo outra tragédia...
Não vou mentir, esperava mais de James Dean hahaha Pelo o que eu tinha conhecimento dele, era que ele era um jovem rebelde e galã dos anos 50. Bom, para os padrões daquela época, não vou mentir, ele era jeitosinho mesmo hahaha mas a atuação... não sei, não achei grande coisa... pelo menos não nesse filme.
A história é a mesma apesar dos anos, um garoto novo na cidade, um grupo que o desafia o chamando de covarde, uma linda garota, um menino solitário querendo ser amigo do novato, uma tragédia, pais ausentes ou de conduta errônea... o que muda é só o ano... Mas, para um clássico dos anos 50, para mim, foi até agradável.
Minha nota de satisfação pessoal 8/10
( Ano de lançamento 2020 )
Sinopse volume 3
Acompanhamos os primeiros desafios do namoro de Charlie e Nick enquanto os garotos viajam a Paris. Depois de entenderem o que sentiam um pelo outro, Charlie e Nick se tornaram oficialmente namorados, e cada dia é uma nova oportunidade para se conhecerem um pouco mais.
Minha análise e impressões pessoais
Não tem como não amar Nick e Charlie. Nick é o tipo de personalidade que falta nesse mundo. Porte atlético, inteligente, bonito e... bissexual. E a forma como foi descobrindo sua sexualidade com Charlie, meu Deus, que incrível. Por mais que Charlie já tenha se assumido, ele de uma certa forma também é inexperiente no romance e ver os dois descobrindo o amor juntos, é inspirador. Mas nem tudo é só romance e flores.
Charles sofreu muito bullying quando descobriram que ele era gay. Eu ainda não sei qual o problema disso? Sua sexualidade muda quem você é por acaso? Eu acho muito triste que as vezes deixamos de ser quem somos por causa dessa sociedade preconceituosa e mesmo nos dias de hoje isso ainda é muito forte.
Charles sentir medo de assumir seu namoro pelo Nick é tão lindo e protetor. E o Nick tão corajoso por enfrentar tudo isso com Charles. Esse volume é mais tranquilo, mas tem muita evolução dos personagens. E infelizmente mostra um Charles cheio de problemas que partiu meu coração e encheu meus olhos de água. Quando a gente acha que finalmente vai ter um felizes para sempre, isso acontece.
Sinopse volume 4
Charlie e Nick já não precisam esconder de ninguém no colégio que estão namorando, e agora, mais do que nunca, Charlie quer finalmente dizer “Eu te amo”. O que parece um gesto simples se torna bem complicado quando sua ansiedade o faz questionar se Nick se sente da mesma forma…
Minha análise e impressões pessoais
Gente, chorei muito nesse volume. Charlie passou por tantas provações. Primeiro com sua ansiedade em dizer Eu te amo para o Nick, depois com seu problema de transtorno alimentar. Como ele já tinha se assumido para sua família e seu pai era todo protetor com ele, achei que a mãe dele também era assim, mas a mãe de Nick foi mais surpreendente. O irmão dele foi odiável. Eu, como leitora, senti um desespero enorme em querer que Charlie superasse seus problemas, imagina Nick como namorado. É um assunto pesado mas extremamente necessário, quantas pessoas passam por isso mas não tem um Nick em suas vidas para ajudá-las? Achei que o pai do Nick fosse igual seu irmão, mas um idiota na família basta né hahaha
E não acredito que vai ter mais? Tipo, fico muito feliz com isso, mas também ansiosa. É a melhor história LGBTQI+ que já li.
Minha nota de satisfação pessoal para os dois 10/10
( Ano de lançamento 2014 )
Sinopse
Um ano atrás, Blessfield enterrou 12 mulheres vítimas do cruel serial killer Nathan Bardel. Ele foi julgado e executado. Antes que as feridas da cidade cicatrizassem, um novo assassino em série surgiu. Mais violento. Mais cruel. Com o mesmo método. E ele tem uma obsessão: ela. Kate é uma escritora imersa na produção da biografia de Nathan Bardel. O que ela não sabe é que ao mergulhar na sombria vida do assassino, ele próprio passa a acompanhá-la. Ele vê Kate. Ele lê Kate. Ela o investiga. Ele a decifra. À medida que se aprofunda nos mistérios de Bardel, a escritora desperta outro assassino. Agora, sua vida corre perigo. Desde que Kate decidiu escrever a história de sua vida e de seus assassinatos, Nathan Bardel percebeu que mesmo morto poderia acompanha-la. Quando ele descobre que um novo assassino está imitando seu método de assassinatos, fica furioso. Agora ele tem uma nova meta: encontrar o imitador. Um agente especial do FBI com o talento de observar a cena de um crime e definir o perfil do criminoso, Ryan é um dos melhores profilers do país. Mas sua experiência será colocada à prova na busca por um novo serial killer que não deixa pistas. Ryan – que está com a carreira ameaçada – se vê numa investigação que pode terminar de forma trágica.
Minha análise e impressões pessoais
Pela sinopse chama totalmente a atenção. Apesar de ter um pé no sobrenatural, já que temos um espírito colado à protagonista, a história segue mais para o lado suspense policial. O modo de escrita não é dos meus preferidos, apesar da violência extrema já estou acostumada com outros títulos criminais que já li, Bardel foi um típico serial killer cheio de problemas, mas, quem mais me incomodou nessa história toda foi a própria protagonista.
De fato, em outros universos, seja de romance ou intergalático, nós podemos entrar na história sem problemas, mas quando o assunto é serial killer, não tem como se envolver sem mexer com seu psicológico de forma negativa. Você não quer se colocar no lugar das vítimas e sentir o mesmo medo e sofrimento. Não quer se colocar no lugar do assassino e sentir sua vingança pelas coisas que passou e agora acredita estar fazendo a coisa certa. Não quer se colocar no lugar do investigador e passar noites insones a procura de alguma pista que leve ao assassino. Mas ao mesmo tempo você acaba se envolvendo com tudo isso.
Estudar a mente de um assassino é extremamente interessante para mim. Quase todas as histórias seguem o mesmo padrão: algum tipo de abuso sofrido na infância. No caso de Bardel, ele é um típico serial que sofreu isso quando criança. Mas quem mais me incomodou como personagem foi a Kate. Acho que na verdade não soube lidar com ela por ser um tipo totalmente diferente que já encontrei no mundo literário. Meu encontro com ela não foi agradável digamos assim. Ou... A autora não soube passar, pelo menos para mim, quem a Kate deveria ser.
Até o primeiro assassinato com a assinatura de Bardel acontecer, o que fica óbvio que é um imitador, já que desde o início sabemos que Bardel foi morto, tive duas suspeitas hahaha a mesma do Ryan mas quando Kate pontuou umas falhas, fiquei na dúvida se poderia ser possível mesmo.
Outra coisa que achei estranho, foi a Kate ter conseguido o material todo sobre Bardel, desde as fotos das vítimas até seu último interrogatório, tão facilmente. Acho que aqui deve ser outro nível né, porque geralmente vemos, até os casos encerrados, tratados como sigilosos ou tendo várias burocracias para se conseguir acesso a esse tipo de material. Surpreendente que ela conseguiu facilmente ainda de um caso tão recente.
Mas o pior de tudo mesmo, é ela e Ryan estarem na lista de suspeitos logo após a descoberta do corpo da vizinha de Kate e depois de passar um dia longe, ele conversando com o superior para poder voltar a investigação, ela, sendo interrogada na polícia e tendo seus pertences apreendidos, e quando se encontram a noite, a única coisa que pensam é em sexo? Aliviar seus medos com sexo resolve todos os problemas?
Eu me dividi entre: tudo ocorreu de forma rápida e ao mesmo tempo lenta demais. Também senti partes extremamente desnecessárias. É um livro erótico ou de suspense? Chegando na reta final, a violência foi tão absurda, que nem mesmo eu, que já li muito sobre, aguentei. Pulei umas partes e não me arrependo hahaha A autora focou em descrever detalhadamente os requintes de crueldade do assassino sobre suas vítimas ( de modo doentio na minha opinião) e deixou a parte das investigações no maior desleixo.
Li muitas resenhas elogiando esse livro. De longe é o pior que já li na minha vida. E não é só porque não gostei da pornografia ou violência em excesso, mas não teve profundidade dos personagens. Eu não senti carisma pela Kate em nenhum momento e mesmo sendo forçados a sentir isso por tudo o que a autora a fez passar, Kate não teve um significado maior pra mim. Ryan então, pode ser um profjler impressionante mas também tem suas partes doentias hahaha a maioria falando que tinham descobertos o assassino de cara. Gente, ou eu estava tão desgostosa com a história que só descobri junto com a Kate. Sou sincera, eu sabia que era alguém que ela conhecia, mas jamais me passou pela cabeça quem poderia ser. Por mais que estivesse odiando a leitura, eu não parava de pensar nessa história, mas não criando teorias do final como geralmente faço, mas sim me questionando se deveria desistir ou não. Mas eu não gosto de abandonar uma leitura por pior que seja, então fui até o final. Tudo que acontece é tão detalhado que me questionava se era algo real.
O único ponto interessante desse livro, foi o modo narrativo pela perspectiva das 3 pessoas: Bardel, Kate e Ryan. Eu achei mesmo que seria mais sobre o Bardel, não imaginava que teria esse rumo doentio. A parte final onde Ryan persegue sozinho o assassino é até interessante. Mas como sempre digo, a longa jornada para chegar até esse momento não vale a pena.
O livro é forte porque no meu ponto de vista não é sobre um suspense policial, investigações e afins, é sobre a mente doente de psicopatas estupradores e assassinos. Por mais que já tenha lido a respeito, ainda assim é perturbador. A escrita, o trabalho em si não foi ruim. Mas ao mesmo tempo sinto que teve exageros em determinadas partes e vazio em outras. É como falar, falar e ao mesmo tempo não ter dito nada. Confuso? Foi como me senti ao terminar esse livro. Na verdade senti alívio por finalmente sair desse universo. Para quem gostou, não julgo. Mas para mim, não recomendo jamais e gostaria de nunca ter lido esse livro.
Minha nota de satisfação pessoal 0,5/10
( Ano de lançamento 1984 )
Para combater uma onda de crimes, a prefeita de uma grande cidade resolve aumentar o número de policiais nas ruas. Ela recruta candidatos sem a menor qualificação para desespero do sisudo comandante da academia de polícia e seu fiel ajudante.
Minha análise e impressões pessoais
Não vou mentir, sempre confundi esse filme com Corra que a polícia vem aí, tanto que estranhei o Leslie Nielsen não aparecer no filme hahaha Mas qualquer um dos dois seria nostálgico de ver novamente.
Sou grande apreciadora de filmes e embora os novos sejam mais condizentes com a atualidade, não dá para negar que os filmes antigos eram dotados de grande criatividade. Revendo alguns desses clássicos, posso correr o risco de ter minhas lembranças destruídas por filmes que achava que eram bons e de repente, depois de tantos anos descobrir que eu estava enganada. Mas... Por enquanto sigo satisfeita com os clássicos.
Voltando ao filme, algumas piadas são melhores com a idade hahaha
Onde no mundo real, policiais sem treinamento adequado poderia frequentar a academia de policia? O mais engraçado é o Mahoney tentando de tudo para sair e quando pode, não quer mais hahaha E quem diria que a Kim Cattrall estava aqui. Conhecia ela exclusivamente pela série Sex and the city.
Para um roteiro antigo, achei muito divertido, confesso que ri de algumas situações, o que é difícil nos filmes de hoje. Mas vamos falar do filme. Mahoney se candidata á academia para evitar ir para a cadeia. Larvell acaba se alistando com ele e se encontram depois de terem se conhecido na cadeia, Larvell se comunica com efeitos sonoros que ele próprio faz. Mas eu gostei mesmo é do Moses, o gigante de bom coração. Mas enfim, tantas personalidades diferentes se unem para se tornarem policiais e trazer segurança as ruas... ou não...
Comédia pastelão, personagens cativantes, ah é, eu também gostava muito do comandante Lassar. E não tem muito o que dizer quando o filme é voltado apenas para sua completa diversão. A única coisa triste dos clássicos, é que alguns atores já não estão mais entre nós... eu não ia ver os outros, porque são muitos e a partir do 5 o Guttenberg ( Mahoney ) não trabalha mais. Mas... talvez eu veja mais um para continuar com os clássicos pastelão hahaha
Minha nota de satisfação pessoal 9/10
Olá Divosos leitores. Trago pela primeira vez algo da autora Ali Hazelwood e que, seria perfeito se não tivesse tanto hot. CONTANDO A ...