quinta-feira, 21 de abril de 2022

As 24 personalidades de Billy Milligan - Divagando Sempre

 As 24 personalidades de Billy Milligan ( série documental / ano de lançamento 2021)



No final da década de 70, um homem é preso acusado de uma série de estupros no campus de uma universidade em Ohio. 

Identificado como Billy Milligan,  durante o tempo em que passou preso, médicos psiquiatras fizeram avaliações de seu comportamento até descobrirem que ele sofria de personalidades múltiplas. 



Aparentemente a personalidade original, Billy, passou por um trauma na infância desencadeando as outras personalidades desde crianças de 4 anos, jovens de 14, 16 ou homens e mulheres de sua idade aproximada. 

Quando tinha 16 anos Billy tentou se matar, então as outras personalidades o deixavam "dormindo" controlando seu corpo a maioria do tempo.

Até então era conhecido 10 personalidades em Billy. Ele foi inocentado pelos crimes alegando insanidade e então, descobriu-se que ao todo ele tinha 24 personalidades, na qual a maioria não eram tão boas...

Pulando de hospital em hospital  psiquiátrico ao longo dos anos, ele decide fugir depois ir parar em outro hospital onde estava novamente aos cuidados de um médico que não acreditava em seu problema de personalidades múltiplas. 

Billy achava que quando o médico mudava seus medicamentos por não acreditar em seu transtorno, estava perseguindo-o apenas, negando seu devido tratamento. 

Passou então aos cuidados de outro médico que alegou que estava apto a voltar a sociedade podendo viver livremente, já que suas personalidades haviam se fundido em uma só. 

Passou anos em Los Angeles ganhando dinheiro em cassinos e gastando com jogos e drogas. Depois de um tempo voltou para Ohio onde foi diagnosticado com câncer falecendo em 2014.


Ao meu ver, a história toda de Billy não passou de entretenimento para fazer dinheiro e até mesmo fama para ele.

Inicialmente você sente até pena dele, pela infância sofrida e traumática que passou, mas como ele cresceu e cometeu os mesmos atos com outras pessoas e jamais foi julgado por esses crimes? 

E as vítimas de estupro? E as pessoas desaparecidas que só ficou a desconfiança de que Billy provavelmente as matou?

Suas múltiplas personalidades eram reais ou apenas encenações de um assassino brilhante e cruel?

Mesmo passando anos em hospitais psiquiátricos, ele ainda teve uma vida boa gastando dinheiro e se divertindo e quem sabe fazendo outras vítimas desconhecidas. E seu final não foi nada justo...

Billy sempre foi um perigo para a sociedade e se de fato tinha um transtorno, o certo era estar trancado fazendo tratamento e não solto no meio de inocentes escolhendo talvez sua próxima vítima.

Achei que a história de Billy teria mais foco em suas múltiplas personalidades. Mas acho que a história partiu daí para dizer que ele foi o primeiro criminoso inocentado por insanidade. 

Ele poderia sofrer algum transtorno sim, mas não acredito nas 24 personalidades dele. 

E suas vítimas jamais devem ser esquecidas. 

Achei o início interessante, mas depois perdeu muito o foco e para mim continua sendo tudo uma história  hollywoodiana.

Não tenho nota de satisfação pessoal para esse documentário porque não sei dizer o que senti ao terminá-lo...

quarta-feira, 20 de abril de 2022

[Resenha] Adivinha quem não voltou para casa?

 As vezes uma boa leitura não requer muitas páginas. E uma história simples pode ser bem gratificante. 


Adivinha quem não voltou para casa? ( Pedro Poeira)


Murilo volta para casa depois de uma noite na balada e encontra sua irmã ainda acordada.

"Adivinha quem não voltou para casa?" Diz sua irmã.

Cansado, com sono, Murilo só queria deitar e dormir, mas preocupado tenta procurar a mãe no bingo, lugar onde ela gostava de ir gastar o pouco dinheiro que tinha. Sem poder ligar para ela, já que tinha deixado o celular em casa, sua preocupação aumenta. 

Então, ele pega sua irmã e passam a ir nos lugares onde possívelmente ela poderia estar, mas sem mais pistas seguem para a delegacia relatar o desaparecimento da mãe. 


O título é bem intrigante e já imaginei várias coisas acontecendo com a mãe deles hahaha

É tipo um conto, bem simples, mas longe de ser cansativo. É cheio de emoção, reflexão e união entre a família. 

Depois da decepção que tive com a última leitura, fiquei com medo do que poderia encontrar nessas poucas páginas. Mas aqui, apesar da simplicidade, a história flui de modo divertida e satisfatória. 

O pior é que tudo o que aconteceu pode facilmente acontecer na vida de qualquer um hahaha

Minha nota de satisfação pessoal 10/10.

terça-feira, 19 de abril de 2022

[Resenha] 72 horas para morrer

 Eu tenho esse livro na minha lista para ler faz um tempo já. Mas sempre encontrava outro título e ia deixando esse para depois. Finalmente consegui tempo para lê-lo, mas... já encontrei obstáculos que quase me fizeram desistir da leitura, mas como eu não gosto de abandonar nenhum livro, me forcei a terminei esse, mesmo que ficasse revirando os olhos de desgosto a cada página...


72 horas para morrer ( Ricardo Ragazzo)



Júlio Fontana delegado da cidade de Novo Salto, se vê envolvido a caça de um serial killer quando este começa a matar pessoas próximas à ele.

Sua primeira vítima é sua namorada, que desaparece quando vinha para uma visita surpresa para lhe contar uma novidade. 

Primeiro Júlio recebe a notícia que encontraram seu carro e depois um vídeo dela nas mãos do sequestrador. 

Ainda atordoado atrás de pistas do sequestrador, pede que um colega fique de olho em sua filha. Se o crimoso estava atrás dele em busca de um tipo de vingança, talvez sua filha não estivesse segura.

Júlio também conta com aliados como um jornalista chamado Tarso. Ele tem investigado pistas sobre o assassino por conta, pensando não só em ajudar  Júlio, mas quando no fim do caso, tudo for resolvido, ele levar os créditos pela descoberta do culpado e quem sabe ainda escrever um livro contando todos os detalhes das buscas. Até ele ser pego...

Então tem ainda o padre Paulo. Seu amigo de infância, que Júlio agora se sente traído por ele ter acolhido o assassino de seu primeiro amor anos atrás. Miguel. Após cumprir os 30 anos de prisão ele foi liberado e com ele começaram os assassinatos recaindo então as suspeitas de Júlio sobre ele. E se não bastasse sua filha estar correndo perigo, ela ainda se apaixonou por Miguel. Fora que Paulo tem um terrível segredo...

Depois de descobrir quem poderia estar por trás dessa vingança contra Júlio, seu passado como um homem incontrolável pela raiva, vem a tona e agora por causa de sua atitude todas as mortes são culpa sua. 




Na minha humilde opinião, faltou um pouco de honestidade em algumas partes. Por exemplo, se Júlio tivesse dito a filha que corria perigo após a perda brutal de sua namorada e se sua filha fosse um pouco mais esperta, afinal, o pai não mandaria proteção policial a custo de nada não é? Eu questionaria o que estava acontecendo ou teria algum pressentimento ao invés de ficar paquerando caras mais velhos desconhecidos quando já tinha um jovem caidinho por ela... E pior, é ela ter 18 anos e agir como se tivesse 12... A menina chamando o pai de louco,  assassino sem saber o que realmente estava acontecendo? Quis largar o livro ali mesmo. E muitas vezes depois ainda. Júlio é um homem raivoso e Laura é uma menina mau educada e rebelde, que parece que só fazia as coisas para irritar o pai. A principal foi dizer que estava apaixonada por Miguel mesmo sabendo que no passado ele matou o amor da vida de seu pai. Nojo.

Mas teve muitos outros fatores que me fizeram sentir desgosto pela leitura. 

Veja bem, havia achado o título do livro interessante, 72 horas para quem morrer? O assassino? A primeira vítima? A filha de Júlio? O próprio Júlio? Mas... porque de um suspense policial foi para algo completamente descabido?  Já é o segundo livro esse ano que começa muito bem e termina com uma história ridícula que leio.

Além de ter uma filha insuportável, Júlio tinha inúmeros inimigos, gente que o odiava cegamente e Laura era uma dessas pessoas. Já li livro ruim, mas que pelo menos alguma coisa salvava. Mas esse? Suspirei de alívio quando finalmente terminei. 

Acho que na vida temos pelo menos um livro que vamos odiar e esse é o meu. 

Eu gosto do sobrenatural, mas quando desde o início deixa bem claro essa intenção. No caso desse livro, me interessei mais por pensar em ser um suspense policial. Tudo caminhava para esse lado e se tivesse seguido essa linha, eu teria suportado e engolido a insuportável da Laura e gostado mais do livro. Mas com um final desses, só posso aconselhar as pessoas a não lerem essa história hahaha

No final, quase todos morreram, uns merecidamente e outros mera fatalidade. 

Minha nota de satisfação pessoal 0,5/10.

[Review] Olivia Rodrigo

 

Antigamente quando eu via que era documentário, torcia o nariz, hoje em dia, é o que mais chama minha atenção. Documentário sobre qualquer coisa, mas o de hoje é sobre o trajeto que Olivia fez até lançar seu álbum Sour.


Olivia Rodrigo Driving home 2 U

(Filme documental/ ano de lançamento 2022)



Olivia é cantora, compositora e atriz. 


O documentário gira em torno das músicas de seu primeiro álbum Sour, Olivia tenta explicar o que cada música representa em sua vida e de onde veio as inspirações para as letras.



Algumas músicas você sente a dor dela. Se bem que é como dizem, um grande sucesso sempre vem por causa de alguma desilusão. 

Acho que por ser muito jovem, as expectativas de um relacionamento amoroso eterno é o maior clichê da juventude. Quantas promessas e palavras bonitas são ditas e quebradas? 

O que mais as pessoas procuram e esperam vivenciar, do que uma linda história de amor? 

Pelo menos no caso da Olivia,  ela escreveu seus sentimentos, fez sucesso e o cara deve ter se arrependido profundamente hahaha

A primeira música que conheci dela foi a Good for you.


🎶
Eu perdi a cabeça

Passei a noite chorando no chão do meu banheiro
Mas você nem liga, eu realmente não entendo
Mas eu acho que, bom para você

Então, bom para você, acho que você está conseguindo tudo que quer
Você comprou um carro novo e sua carreira está realmente decolando
É como se nós nunca tivéssemos acontecido
Querido, mas que porra está acontecendo? (Hein?)🎶

Mas acho que a mais intensa é Drivers license. 


🎶Tirei minha carteira de motorista semana passada
Como a gente sempre conversava
Porque você estava tão empolgado que eu
Finalmente fosse dirigir até sua casa
Mas hoje eu dirigi pelos subúrbios
Chorando porque você não estava comigo🎶

Acho que talvez se eu tivesse 17 anos estaria me debulhando em lágrimas agora, mas depois de tanto tempo e tantas desilusões, aprendi a me amar e a não depender de outras pessoas para me sentir feliz. 

Acho a Olivia linda, tem uma voz incrível, suas músicas transmitem todo seu sentimento e seu documentário digamos, parece mais promocional ao seu álbum, então não tem muito da sua história de vida, não tem muito drama nem estresse na produção das músicas, é leve e apesar das letras fortes, é interessante de se ver.

Minha nota de satisfação pessoal 10/10.

segunda-feira, 18 de abril de 2022

[Review] Moradores indesejados - Divagando Sempre

 É sinistro pensar, mais uma vez, que você acha que conhece as pessoas mas na verdade nunca faremos ideia do que são capazes...


Moradores indesejados ( série documental/ ano de lançamento 2022)




Primeiro caso é de Dorothea Puente. Uma senhorinha que administrava um abrigo para sem tetos na década de 80. 


Uma assistente social fica sabendo desse local, onde é muito bem falado e coloca um senhor abandonado pela família por ser esquizofrênico. Preocupada com ele, ligava as vezes no abrigo para saber como ele estava. Até que Dorothea começou a dizer que ele tinha partido para o México com um familiar. Não acreditando na história, a assistente aciona a polícia relatando o desaparecimento do senhor e uma investigação começa, onde acabam encontrando vários corpos enterrados no quintal...


Próximo caso é da veterana de guerra e universitária Mirabel que dividia a casa com K.C Joy.  Um homem mais velho, aparentemente simpático e sem família. 


K.C passou a mostrar atitudes estranhas e Mirabel dias antes de desaparecer fez uma ligação a polícia relatando estar com medo de seu colega de casa. K.C demonstrou estar apaixonado por ela para sua irmã e por esse comportamento Mirabel conversou com ele dizendo que até o fim do mês gostaria que ele saísse da casa. Quando Mirabel desapareceu ele foi o principal suspeito, mas não havia pistas ou provas que o denunciasse, até que ele cometeu um deslize...

Depois temos a história do maratonista que aplicava golpes por onde passava, mas ficou mais conhecido no Chile, quando foi preso por ter tentado matar Callie, sua colega de casa.


Youssef Khater, dizia ser palestino, mas na verdade era dinamarquês, aplicou golpes no Chile como maratonista e pegou dinheiro de pessoas que o apoiavam nas corridas, como representante palestino. Mas foi somente com a denúncia de Callie, que ele foi preso, porém, após cumprir suas penas, ele segue com paradeiro desconhecido provavelmente aplicando golpes em algum lugar...

E por último, a história sinistra dos invasores em série. São pessoas como Jamison Bachman, que procuram desconhecidos para dividir uma casa ou apartamento e vão deixando de pagar as contas tomando conta do lugar. 


Jamison viveu anos pulando de casa em casa causando incômodo e grandes perdas para algumas companheiras de teto, até que a última descobriu sua verdadeira identidade e tentou de tudo para que ele saísse de sua casa. A lei no caso aqui, além de demorada ainda não está do seu lado, se você trocar a fechadura é você quem vai preso, você só pode emitir uma ordem de despejo que leva 3 meses para sair, nesse meio tempo você tem que conviver com seu inimigo morrendo de medo...


Não diria que as pessoas erraram ao confiar nesses golpistas ou assassinos. Não tem como saber na verdade como uma pessoa realmente é. Só vamos descobrir porque uma hora ou outra, eles cometem erros ou se acomodam e mostram quem realmente são...

No caso da assistente social, senti empatia por ela, pois ela só queria ajudar o senhor e ele acabou sendo vítima da senhorinha assassina. Mas foi por causa dele também, que ela foi descoberta.

Nos outros casos de companheiros de teto, realmente dá muito medo você dividir uma casa com alguém, por mais que aparente ser boa gente. Ser ameaçada de morte e sobreviver, deixa um trauma enorme depois disso.

Acho que o mais triste foi da Mirabel e o do Jamison foi o tipo de justiça que chamaria de covarde. Mas a senhorinha foi o mais macabro. 

Com histórias assim ficamos menos abertos a confiar mais nas pessoas, mas é como dizem, por causa de uns poucos desajustados o resto leva a culpa? Confiar em alguém é muito difícil hoje em dia, acho que sempre será, pois não importa a época, sempre existirá esse tipo de mal no mundo... infelizmente...

Se você curte histórias de crimes reais,esse é muito bom. 10/10.


domingo, 17 de abril de 2022

[Review] Os mistérios das mortes de Burari

 Hoje em dia tenho uma queda por documentários de crimes... E essa história foi bem curiosa.


Os mistérios das mortes de Burari (série documental/ ano de lançamento 2021)


Na Índia, no distrito de Burari, em 2018, uma família de 11 pessoas, entre 12 a 80 anos foram encontrados enforcados, olhos vendados, amordaçados,  algodão nos ouvidos e braços e pernas amarrados.




 Apenas a Avó foi encontrada em outro cômodo, supostamente estrangulada. 

Não havia pistas que indicasse um homicídio, mas os familiares não acreditavam em suicídio em massa.

Eram uma família aparentemente feliz e querida. Tinham comércio e os vizinhos tinham plena confiança na família.




Duas semanas antes do ocorrido, ainda fizeram uma grande festa de noivado de uma das integrantes da família. 

Investigando mais a fundo, foram encontrados 11 diários escritos por 11 anos que continham detalhes na última página mais atual, de como aconteceria todo o ritual.

Após a morte do pai, o filho mais novo tomou seu lugar para comandar a família. Ele passou a dizer que o pai o visitava em sonhos lhe dizendo o que fazer para ter uma vida próspera. Chegando perto de uma determinada data, ele garantiu que ao fazer um ritual, ele aparecia para a família os libertando. 


Achei bem sinistro o início onde a família foi encontrada.  Inicialmente pensei em um ritual mas a questão era: quem teria amarrado todos? 

Deve ser muito estressante para a polícia além de investigar o caso, tentar controlar os curiosos e a mídia. E ainda acalmar os familiares dando respostas que não querem aceitar. 

Muito triste um caso desses terminar dessa forma. Você acha que conhece as pessoas, mas nunca saberá de fato os segredos que guardam dentro de suas casas. 

Eu acho curioso esse tipo de documentário porque a gente acaba conhecendo mais sobre como funciona a polícia e os costumes de outros países. 

Não sei onde eu estava ou o que estava fazendo nesse ano ou se ao menos essa história chegou aqui no Brasil, pois nunca havia ouvido falar desse caso. Houve várias teorias claro, ainda se fala de não haver respostas para todas as perguntas, mas o certo é, quem poderia responder não está mais entre nós. 

 Mas a questão continua, o filho realmente recebia as visitas do pai ou estava apenas manipulando a família?

Minha nota de satisfação pessoal 10/10.

Muito mais assustador do que filme de terror...


[Resenha] A menina que colecionava borboletas

 A primeira vez que vi esse livro, achei a capa tão linda e senti que precisava muito lê-lo. Agora que consegui, não sei se na época teria mais sentido.


A menina que colecionava borboletas ( Bruna Vieira)





É um livro de pequenas passagens de experiências vividas pela Bruna. Parece mais partes tiradas de um diário.

Algumas partes me foram bem confusas, tal qual uma escrita de diário mesmo, ainda mais quando estamos tristes e decepcionadas.

É uma leitura rápida e gostosa.

Você acaba se identificando com as desilusões amorosas, com a expectativa de começar uma vida nova em um lugar novo e a esperança de realizar seus sonhos.  

Embora jovem, realizou muitas conquistas. Mesmo que o sucesso tenha vindo por trás de um sofrimento, sua escrita alcançou várias pessoas. 

E nos faz ter esperanças, que não importa a idade, ainda possamos sentir em algum momento, borboletas no estômago...

Minha nota de satisfação pessoal 8/10.

sábado, 16 de abril de 2022

Escolha ou morra - Divagando Sempre

 Olá jogadores.

Cuidado com suas escolhas. Você pode triunfar ou morrer.


Escolha ou morra ( ano de lançamento 2022)



Isaac ( Asa Butterfield) é um gênio da informática que encontra um jogo de terror de sobrevivência dos anos 1980, desencadeando uma maldição oculta que destrói a realidade fazendo o jogador tomar decisões mortais. 


Kayla (Lola Evans) é uma jovem que largou a faculdade para cuidar da mãe e trabalha para sustentar as duas. 




O que descobriram de imediato, é que na época que foi lançado havia um prêmio em dinheiro para quem conseguisse terminar o jogo.

Kayla acaba acessando o jogo primeiro que Isaac, testemunhando seu horror na primeira fase. A cada dia no mesmo horário do primeiro acesso, uma próxima fase se inicia. Mas Kayla só toma uma atitude quando sua mãe corre perigo na próxima fase.

Isaac passa a acreditar na história de Kayla quando ele participa de uma fase, traumática para ela, e os dois tentam quebrar os códigos e descobrir quem está por trás disso e como controla o jogo.




Mas Kayla tem que fazer escolhas difíceis para chegar até o chefão e sair vitoriosa com vida do jogo. 






Ok. O início foi bem intrigante. Um jogo na qual você é forçado a fazer escolhas mortais para sobreviver?  Bem promissor.

Mas... O terror brutal mesmo se perde na metade do filme e alguns personagens estão ali aparentemente para dar corda as decisões de Kayla.

E no final tudo da certo para ela, até então vermos uma porta aberta para uma continuação... ou não. ( espero que não).

Não levei susto, não senti medo, apenas curiosidade da origem desse jogo. E nem foi grande coisa. Acho que vale mais a pena ver sem muita expectativa em um dia sem nada para fazer... devo estar muito exigente porque infelizmente esse filme não funcionou para mim.

Minha nota de satisfação pessoal 5/10.

sexta-feira, 15 de abril de 2022

Sonic O filme - Divagando Sempre

 Olá pequenos ouriços espinhentos azuis.

Hoje trago na maior velocidade, ou não, pois demorei dois anos para ver hahaha o filme Sonic.


Sonic O filme ( ano de lançamento 2020)




Sonic foi mandado para a Terra para sua segurança e viveu 10 anos invisível observando a vida da pequena comunidade onde Tom ( James Marsden) é um simples policial. 



Depois de ver um jogo de beisebol, Sonic fica alterado por estar sozinho e acaba gerando um blecaute na cidade. 

O governo foi chamado para investigar e o Dr. Robotnik ( Jim Carrey), um cientista especializado em robótica, encontra vestígios de um ser que começa a caçar.




Sonic encurralado acaba aparecendo para Tom, que agora, perseguido por Robotnik, aceita ajudar Sonic em sua fuga.  


Ele precisa encontrar sua bolsinha de anéis que deixou cair em São Francisco para poder fugir do Robotnik. 



Tom tenta levá-lo até lá passando por momentos inesquecíveis dando ótimas lembranças e uma grande aventura para Sonic. 




Sonic é aquele joguinho viciante que conquistou gerações. E graças aos céus que mudaram o visual desse ouriço azul maravilhoso. 

A história de como ele viveu 10 anos sozinho é muito triste. E como surgiu o Robotnik foi muito interessante. E a propósito, Jim Carrey arrasando como sempre.

Inicialmente achei que Tom seria extremamente inútil, já que parecia um policial de interior atrapalhado. 

Foi muito nostálgico alguns sons do jogo e cenas. Sonic, Mário e Donkey Kong é aquele tipo de jogo que você fica nervoso quando perde vida, mas continua jogando até zerar hahaha

Os efeitos visuais estão bem satisfatórios e o final bem aberto para a continuação.

Gostei muito da construção da história e como foi usado os detalhes do jogo. Agrada a todos, tanto adultos e crianças, como também para quem jogou ou não conhece o jogo. 

Enfim, minha nota de satisfação pessoal 10/10. 

[Resenha] Gritos no silêncio

 Olá detetives.

Estamos diante de um grande mistério. Alguns se passaram quando 5 jovens fazem um pacto e agora, um por um estão sendo assassinados.


Gritos no silêncio ( Angela Marsons)



Um pacto, 5 pessoas, um segredo. Pensavam que  estavam seguros, mas algo despertou o medo em alguém e para manter o segredo, pessoas começam a morrer.

A primeira vítima é uma mulher chamada Tereza que foi afogada na banheira em sua própria casa. A policial Kim foi chamada para investigar.

Conforme mais vítimas vão aparecendo, surge então uma possível pista que pode estar interligado com as mortes. 

Um local que anteriormente fora um orfanato para garotas, é agora um ambiente suspeito depois de 3 ossadas serem encontrados. 

Por mais que a detetive Kim interrogue as pessoas que tiveram um passado nesse local, tanto residente como funcionário, ela não consegue nada mais do que suspeitas de que todos sabem de algo mas escondem ou com medo de morrer ou apenas por serem lembranças dolorosas.

O tempo está passando e Kim começa a ter uma ideia do que se passou no orfanato...



Primeiro, eu achei que o suspense inicial se tratasse de algo voltado para o sobrenatural. Oras, 5 pessoas selando um pacto? Depois uma a uma são atacadas e mortas? 

Mas a história não foi por esse caminho. Era uma questão de um serial killer que vinha agindo pegando vítimas que não tinham família, desestruturadas e que ninguém sentiria falta. 

A personalidade da detetive Kim me incomodou o livro inteiro. Não sou muito fã de pessoas grossas e sem educação, que fazem de seu sofrimento uma barreira para manter as pessoas afastadas e são chatas e duronas.  

Mas, a escrita é uma beleza de se ler e dessa vez suspeitei do assassino certo, só não esperava que tivesse outro. O desfecho final realmente foi surpreendente. 

Só não gostei mesmo da Kim. Se ela sofresse preconceito por ser mulher na unidade e tivesse que ser durona para ter seu lugar na equipe seria outra história. Mas todos gostavam dela e no entanto, era marrenta demais. 

Dessa forma, minha nota de satisfação pessoal 7/10.


Dica de Destaque

Resenhando Divagações sobre Noiva de Ali Hazelwood no Divagando Sempre

  Olá Divosos leitores. Trago pela primeira vez algo da autora Ali Hazelwood e que, seria perfeito se não tivesse tanto hot. CONTANDO A ...